Cristian alega ter o “direito ao esquecimento” e, por conta disso, recorreu à Justiça para proibir a veiculação do episódio que narra o crime ocorrido em 31 de outubro de 2002, bem como exigir uma indenização de R$ 500 mil pelo uso de 12 fotografias com a sua imagem. Além da Medialand, são alvos da ação a Netflix, a Amazon e a Looke.
Derrotados na primeira e segunda instâncias, os advogados de Crainhos prepararam recursos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os defensores já entraram com o chamado recurso de admissibilidade, solicitando que o Tribunal de Justiça de São Paulo envie os autos para o STJ e o STF.
No pedido feito ao STF, Cravinhos afirma que a série contraria o artigo 5° da Constituição, segundo o qual são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. Esse é o mesmo artigo que assegura a liberdade de expressão no país.
– Por ter cometido um crime que, de acordo com as empresas recorridas é de interesse da sociedade, [Cravinhos] não pode ser lembrado pelo resto da sua vida por este delito – afirmou na ação o advogado Valdir Rodrigues de Sá, que o representa.
Em sua defesa, a Medialand declarou à Justiça que a Constituição “assegura a livre manifestação e o direito de informar, repudiando veementemente qualquer tipo de censura”. A produtora disse que a série tem viés informativo e documental e que o caso Richthofen é o mais célebre da história criminal brasileira.
O advogado Leo Wojdyslawski, que defende a produtora, diz ainda que os prejuízos à honra e à imagem de Cravinhos não decorrem da série, mas da “conduta totalmente reprovável” de Cristian ao cometer o crime que completa duas décadas no próximo ano.
Em leilão realizado hoje (7) na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), foram concedidos 22 aeroportos em 12 estados, arrecadando-se R$ 3,3 bilhões em outorgas. A concorrência foi feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em três blocos: Norte, Sul e Central.
A Companhia de Participações em Concessões, parte do grupo CCR, arrematou o bloco Sul, por R$ 2,1 bilhões, e o lote Central, por R$ 754 milhões. Os lances representam, respectivamente, ágio de 1.534% e 9.156% em relação aos lances mínimos. A Vinci Airports ficou com o bloco Norte, pagando R$ 420 milhões, um ágio de 777% sobre o preço mínimo estipulado.
Estão no bloco Norte os aeroportos de Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR). O lance mínimo havia sido estipulado em 47,9 milhões.
No bloco Sul foram concedidos os terminais de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). O valor mínimo para esse lote era de R$ 130,2 bilhões.
O bloco Central é composto pelos aeroportos de Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA). O lance mínimo era de R$ 8,1 milhões.
O Ministério da Infraestrutura espera que os terminais, por onde circulam cerca de 24 milhões de passageiros por ano, recebam aproximadamente R$ 6,1 bilhões em investimentos. Devem, segundo o ministério, ser investidos R$ 2,85 bilhões no bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Central e R$ 1,4 bilhão no Norte. Os contratos de concessão tem validade de 30 anos.
O prefeito Colbert Martins comentou sobre um áudio do secretário estadual de saúde Fábio Villas-Boas enviado a secretária de saúde do município de Madre de Deus, Stela Souza, que fala sobre a distribuição de um lote de cerca de 40 mil doses de vacinas apenas para Salvador.
No áudio, que está circulando pelo whatsapp, Fábio que é presidente de Comissão Intergestora Bipartite (CIB), diz a Stela que é diretora da comissão, que não é possível distribuir essa quantidade de vacinas para demais municípios do estado, devido a questões de logística.
“Essa quantidade de vacinas é muito pequena para distribuir para todo o estado. Teríamos que gastar o dia de amanhã para fracionar e enviar para todos os municípios que iriam receber isso na quinta-feira e vacinar na sexta. Nesta quinta (8), o Ministério já vai mandar um novo lote de vacinas. Salvador está aqui do lado, só pegar no almoxarifado da divisa e distribuir. Essa decisão é intuito de não prejudicar o município maior da Bahia e poder fazer com que essas vacinas sejam utilizadas o mais rápido possível em 48h”, disse.
No áudio, Fábio Villas Boas enfatiza que vai enviar as vacinas para Salvador porque no dia seguinte chegará um lote do Ministério da Saúde.
O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, declarou que o secretário está utilizando critérios pessoais para distribuir as vacinas no estado. Ele frisou que o menor quantitativo de vacinas que chegue à Feira de Santana é importante e que pode acontecer do lote do Ministério da Saúde atrasar e que o secretário sozinho não pode tomar uma decisão desse tipo e contemplar apenas um município em detrimento de outros 416.
“O secretário informa que por questões de logística, ele acha melhor enviar para Salvador. Mas, o conceito de distribuição não pode ser esse. O lugar que guarda vacina não fica em Salvador, fica em Simões Filho. Mas, Simões Filho não vai receber nada. Ele poderia discutir esse critério com todos os secretários e ter a aprovação. Não dá para tomar uma decisão dessa na qual retira a possibilidade de outros municípios da Bahia receberem doses por um critério pessoal. O critério da instituição, passou a ser o critério do secretário. Para nós, 500 doses, mil, duas mil doses são importantes”, declarou.
Colbert rebateu ainda a fala de Fábio Villas Boas, na parte em que ele diz que Salvador é o maior município da Bahia.
“Se Salvador é o primeiro, Feira é o segundo. Se o critério é o maior estamos aqui de junto, daqui a 40 minutos a gente manda o carro buscar e traz”, finalizou.
Felipe Santa Cruz participou de jantar com o governador de SP, mas disse que pretende se dedicar à entidade até 2022
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz foi convidado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para se candidatar ao governo do Rio de Janeiro em 2022.
O convite foi feito durante um jantar realizado na noite de terça-feira (5). Apesar do convite do tucano, Santa Cruz dispensou ingressar no PSDB, pelo menos por hora, pois pretende se dedicar à OAB.
O advogado disse que está integralmente dedicado à entidade até o começo do próximo ano. Até lá, não pretende se envolver com política partidária. As informações são de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
Senador esteve na 5ª Delegacia de Polícia Civil, em Brasília, nesta terça
Senador Flávio Bolsonaro Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Nesta terça-feira (6), o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) esteve na 5ª Delegacia de Polícia Civil, em Brasília. Ele registrou um boletim de ocorrência contra o deputado federal Ivan Valente (PSol-RJ).
Flávio disse que foi vítima de denunciação caluniosa por parte do parlamentar do PSol.
O senador alegou que soube por meio da imprensa que o Ministério Público do DF e Territórios abriu uma investigação preliminar contra ele por causa de Ivan, em função de um empréstimo para a compra de uma mansão no Lago Sul.
De acordo com a coluna Radar, da Veja, Flávio disse que Valente terá que sentar diante do delegado “para provar o crime”.
O número de brasileiros no clube dos sete dígitos subiu de 45 – número registrado em 2020 – para 65. No total, os brasileiros detêm um patrimônio conjunto de US$ 219,1 bilhões, contra US$ 127,1 bilhões do ano passado.
Neste ano, a Forbes norte-americana considerou o país de domicílio dos bilionários. Por este motivo, alguns brasileiros aparecem registrados em outros países: Lemann e seu sócio na AB Inbev Carlos Alberto Sicupira, na Suíça; Alexandre Behring, cofundador da 3G Capital, nos Estados Unidos; Antonio Luiz Seabra, cofundador da Natura, no Reino Unido; e Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, em Singapura. Já Liu Ming Chung, magnata da indústria papeleira que sempre apareceu como brasileiro, agora passou a ser considerado um bilionário de Hong Kong.
Com o falecimento de Joseph Safra – e o desmembramento de seu patrimônio entre os herdeiros -, o brasileiro mais rico de 2020, o topo da lista agora é de Jorge Paulo Lemann e família, com US$ 16,9 bilhões e o 114o lugar na lista global – um ganho de 15 posições em relação à última versão do ranking. Na sequência, entre os brasileiros, está o outro sócio de Lemann na AB Inbev, Marcel Herrmann Telles, com uma fortuna estimada em US$ 11,5 bilhões e o 191o lugar no ranking. O top 3 fica completo com Jorge Moll Filho e família, donos de um patrimônio líquido de US$ 11,3 bilhões e a 194ª posição na lista global.
Uma das novidades no ranking brasileiro – que apontou uma dezena de recém-chegados – é David Vélez, cofundador do Nubank, com US$ 5,2 bilhões e o 539o lugar da lista geral. O banco digital captou, no fim de janeiro, US$ 400 milhões, o que o colocou entre as cinco maiores instituições financeiras da América Latina, com uma avaliação de US$ 25 bilhões.
Outra novidade é Guilherme Benchimol, fundador da XP que anunciou, há cerca de 15 dias, seu afastamento da presidência-executiva para assumir o conselho da corretora. Com patrimônio estimado em US$ 2,6 bilhões, o executivo criou a empresa – que hoje tem sob sua gestão R$ 1,4 trilhão em ativos – há duas décadas.
André Street e Eduardo de Pontes, cofundadores da processadora de pagamentos Stone, com US$ 2,5 bilhões e US$ 2,4 bilhões, respectivamente, também estreiam no ranking, na 1.249a e 1.299a posições.
A lista deste ano traz de volta pelo menos 10 brasileiros, entre eles, Rubens Menin Teixeira, da MRV, com US$ 2,2 bilhões; Jorge Pinheiro Koren de Lima, fundador da Hapvida, e seu filho, Cândido, com US$ 1,8 bilhão cada; e os integrantes da família Feffer, da Suzano.
Além de Joseph Safra, a lista deste ano perde também Aloysio de Andrade Faria, o banqueiro fundador do Grupo Alfa, falecido em 15 de setembro do ano passado, aos 99 anos.
A Forbes usou os preços das ações e as taxas de câmbio de 5 de março para calcular o patrimônio líquido. No ano passado, a data de corte foi 18 de março. Fonte: Forbes.
Projeto aprovado em 9 de março provocou enxurrada de críticas
Foto: Tânia Rêgo
O projeto de lei que prevê a troca de nome do Estádio Jornalista Mário Fillho para Edson Arantes do Nascimento – Rei Pelé pode estar com os dias contados. Nesta terça-feira (6), após uma reunião virtual do Colégio de Líderes, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) recuou do projeto de lei (PL) que previa a alteração do nome do estádio.
A presidência da Alerj vai recomendar ao governador em exercício do Rio de Janeiro Cláudio Castro que vete a alteração do nome do estádio. “Os parlamentares concluíram que, neste momento, a Alerj vai continuar centrando o trabalho no combate à covid-19, como vem fazendo desde o início da pandemia”, disse em nota a assessoria do parlamento fluminense.
Ouça na Radioagência Nacional
Elaborado pelo deputado e presidente da Alerj, André Ceciliano (PT) – em co-autoria com os deputados (Bebeto (Podemos), Marcio Pacheco (PSC), Eurico Junior (PV), Carlos Minc (PSB), Coronel Salema (PSD) e Alexandre Knoploch (PSL) – o PL foi aprovado em regime de urgência no dia 9 de março.
A votação dos parlamentares gerou uma enxurrada de críticas. Na ocasião, o neto do jornalista Mário Filho, protestou. “Lamentável essa atitude. Uma barbaridade. Tiraram com uma canetada. Eu não vou brigar com quem não conhece Mário Filho, não conhece nada de esportes. Tô chateado, mas não vou levar à frente”, disse Mário Neto, também jornalista.
Diante da reverberação negativa, no dia 19 de março, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recomendou que o governador vetasse o projeto, com base no Decreto Municipal de 2012, segundo o qual o Maracanã está integrado à identidade cultural carioca.
Maracanã
O nome oficial do Maracanã, no Rio de Janeiro, homenageia o jornalista Mário Leite Rodrigues Filho, que coordenou a campanha pela construção do estádio, no final dos anos 40. Mário Filho travou uma batalha na imprensa contra o então vereador Carlos Lacerda, que desejava a construção de um estádio municipal em Jacarepaguá para a realização da Copa do Mundo de 1950. O jornalista conseguiu convencer a opinião pública carioca de que o melhor lugar para o novo estádio seria no terreno do antigo Derby Club, no bairro do Maracanã, e que ele deveria ser o maior do mundo, com capacidade para mais de 150 mil espectadores.
Nascido em Recife, em 3 de junho de 1908, Mario Filho fez carreira no Rio de Janeiro, onde morreu aos 56 anos, após um ataque cardíaco. Irmão do dramaturgo e escritor Nélson Rodrigues, Mário Filho escrevia no Jornal do Sports, de sua propriedade.
Média do isolamento na capital ficou abaixo de 45% na sexta-feira e no sábado
Megaferiado “falha” e não amplia isolamento social em SP Foto: Reprodução/ Instagram
A antecipação de três feriados municipais na capital paulista e o recesso de dez dias articulado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) tiveram baixo impacto no isolamento no município, que ficou na média de 44,7% na sexta-feira (2) e no sábado (3). Nos dias úteis anteriores, a taxa variava entre 42% e 43%, – 1,5% a menos.
Dados do Sistema de Monitoramento Inteligente do governo de São Paulo, que mostra o índice de adesão ao isolamento social no estado, apontam que o domingo (4) foi o dia em que a população da capital menos circulou: o isolamento chegou a 50%. Mas os fins de semana já costumam apresentar um número maior de pessoas em casa.
Nas últimas quarta-feira (31) e quinta-feira (1º), a folga dos feriados municipais ampliou em apenas 1% o índice de isolamento na capital, que ficou em 43%. Nos mesmos dias da semana anterior, a taxa era de 42%. O movimento anunciado na capital foi repetido em cidades próximas, mas o impacto também foi baixo na taxa estadual, que teve média de 45,3% nos nove primeiros dias do feriadão e pico no domingo, com 51%.
A administração municipal não anunciou qual era a meta pretendida. No ano passado, o estado havia divulgado no início da pandemia que o ideal era chegar a 60%, mas o Centro de Contingência da Covid-19 tem evitado usar esse porcentual. Se ele ainda fosse válido, só três cidades paulistas teriam atingido o índice neste sábado: São Joaquim da Barra (68%), Mococa (61%) e Bertioga (60%).
Litoral norte O anúncio do megaferiado preocupou os municípios do litoral norte e da Baixada Santista, que fizeram barreiras sanitárias e tomaram medidas diversas para desestimular a procura de turistas. Kayo Amado (Podemos), prefeito de São Vicente, que se diz “grande crítico” da antecipação dos feriados, mandou instalar barreiras sanitárias e pontos de orientação, além de faixas em áreas mais visitadas.
Contudo, no mirante da Ilha do Porchat, turistas arrancaram a sinalização e se aglomeraram para fazer fotos e confraternizar.
– É um cenário muito ruim que a gente observa. Se o prefeito de São Paulo precisa tomar medidas mais rígidas, que as tome. Mas que não jogue a responsabilidade para a gente – afirmou.
Em Bertioga, 15 entradas foram bloqueadas e três barreiras sanitárias foram criadas entre o centro e a Riviera de São Lourenço. Elas abordaram mais de 21,5 mil veículos até sábado. A cidade está com 100% de ocupação de UTIs, média com baixa variação nas últimas duas semanas.
Em São Sebastião, a barreira sanitária incluiu a realização de testes rápidos, em que ao menos 65 pessoas deram positivo para a Covid.
Anderson Torres também defendeu a retomada da economia
Novo Ministro da Justiça, Anderson Torres Foto: Marcos Corrêa/PR
Em seu discurso de posse, nesta terça-feira (6) o novo ministro da Justiça, Anderson Gustavo Torres, pediu à força de segurança pública que se faça presente para garantir a todos o direito de ir e vir da população.
– Neste momento, a força da Segurança Pública tem que se fazer presente garantindo a todos um ir e vir sereno e pacífico. Contem com o Ministério da Justiça e Segurança Pública para [lhes] dar esta tranquilidade – declarou Torres.
O discurso do ministro define um posicionamento de claro apoio a Bolsonaro no embate traçado entre presidente e governadores, em que Bolsonaro se opõe às medidas de lockdown (e tenta derrubá-las) e aos toques de recolher, impostos em alguns estados.
Em outra parte do discurso, Torres se alinha às pautas defendidas por Bolsonaro também na agenda econômica.
– Precisamos trazer de volta a economia deste país. Precisamos colocar as pessoas pra trabalhar – defendeu.
O novo ministro também disse ter “muito medo de crises maiores decorrentes de fome, desemprego e outros problemas neste sentido.”
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a defender nesta terça-feira (6) as mudanças no Ministério da Justiça e Segurança Pública durante cerimônia de posse do novo chefe da pasta, Anderson Torres. Segundo destacado pelo chefe do Executivo, o indicado terá sob seu comando “sua própria Polícia Federal”.
– Não é fácil e não é um ministério complicado, mas é um ministério que tem muita responsabilidade. Abaixo de você, ali, diretamente subordinada entre outras, né, [está] a sua própria Polícia Federal – afirmou Bolsonaro nesta manhã.
Segundo Bolsonaro, durante a cerimônia realizada nesta terça, as mudanças são naturais após a troca do comando. Para o presidente, o novo gestor da pasta quer um ministério “o mais focado possível para o bem de todos em nosso país”.
– E a gente sabe que você, Torres, [que] todas as mudanças que [você] efetuará no seu ministério serão para melhor adequá-lo ao objetivo, ao qual você traçou – destacou Bolsonaro.
O novo ministro agradeceu pelo convite feito pelo presidente, destacando que a “Justiça e Segurança Pública são a espinha dorsal da paz e da tranquilidade do país, principalmente quando se passa por uma crise sanitária mundial”.
O delegado da Polícia Federal também ressaltou que o combate ao crime organizado será um dos focos da Pasta em sua gestão.
– Promoveremos políticas públicas efetivas. Combateremos fortemente o crime organizado e faremos tudo que estiver ao nosso alcance para trazer mais paz, equilíbrio e serenidade à nossa Pátria Amada, Brasil! – disse o novo ministro.