O Brasil vai sediar o encontro anual entre as 20 nações mais ricas do mundo (G20) em 2024. O anúncio foi feito neste domingo (31), durante a edição de 2021 que aconteceu em Roma, na Itália. As informações são do G1.
Indonésia deve sediar a edição de 2022 do encontro, enquanto Índia será sede em 2023. O acordo foi firmado pelos 20 líderes presentes na cúpula, que representam os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia.
Depois de sete meses de pagamento, a Caixa Econômica Federal conclui hoje (30) o pagamento da rodada de 2021 do auxílio emergencial. Neste ano, o benefício foi pago a 39,2 milhões de famílias, dos quais 23,9 milhões de trabalhadores informais, 10 milhões inscritos no Bolsa Família e 5,3 milhões inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
O depósito da sétima e última parcela do auxílio emergencial termina neste domingo, com o pagamento aos trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico nascidos em dezembro. Na rodada de 2021, o benefício teve parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
Após a sétima parcela, os trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico deixam de receber o auxílio emergencial. Os inscritos no Bolsa Família serão migrados para o Auxílio Brasil, novo programa social do governo federal, em novembro.
As datas da prorrogação do benefício haviam sido anunciadas em agosto. O benefício começou a ser pago em abril.
De acordo com a Polícia Militar, Granadas, fuzis e coletes à prova de bala foram apreendidos durante a ação. Polícia Rodoviária Federal diz que confronto ocorreu em dois locais diferentes.
Armamento apreendido durante operação da PM e PRF que resultou na morte de 25 suspeitos de roubo a bancos em Varginha (MG) — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Uma operação conjunta entre Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) resultou na morte de 25 suspeitos de roubos a bancos neste domingo (31) em Varginha (MG). De acordo com a PM, os suspeitos eram especialistas neste tipo de crime. Granadas, fuzis e coletes à prova de bala foram apreendidos.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os confrontos com os homens ocorreram em duas abordagens diferentes. Na primeira, os suspeitos atacaram as equipes da PRF e da PM, sendo que 18 criminosos morreram no local.
Armamento apreendido durante operação da PM e PRF que resultou na morte de 25 suspeitos de roubo a bancos em Varginha (MG) — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Em uma segunda chácara, conforme a PRF, foi encontrada outra parte da quadrilha e neste local, após intensa troca de tiros, sete suspeitos morreram.
Durante as duas abordagens, foram recuperados, explosivos , armas longas ponto 50 e 10 fuzis, além de outras armas, munições, granadas, coletes, miguelitos e 10 veículos roubados.
A Polícia Militar de Varginha revelou que os suspeitos haviam alugado um sítio na cidade para ficarem perto do Batalhão da PM e assim realizarem a ação.
Ação da Polícia contra roubo a bancos termina com 25 mortos em Varginha, MG
“Foi uma operação conjunta PRF e PM, que resultou em uma apreensão de forte armamento, um grande número de armas de fogo, além também de explosivos, coletes balísticos que eram utilizados por esses infratores. O que temos até agora é que houve essa grande apreensão em que vários criminosos estão sendo socorridos”, explicou a capitão Layla Brunnela da Polícia Militar.
“Provavelmente é a maior operação referente ao novo cangaço aqui no país, muitos infratores fariam um roubo a banco e foram surpreendidos pelo nosso serviço de inteligência integrado com a Polícia Rodoviária Federal”, completou.
Armamento apreendido durante operação da PM e PRF que resultou na morte de 25 suspeitos de roubo a bancos em Varginha (MG) — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Segundo a Polícia Militar, uma coletiva de imprensa será realizada ainda neste domingo para esclarecimento dos fatos.
Segundo a PRF, a ocorrência foi encaminhada à Polícia Judiciária.
Alexandre Garcia e Caio Coppolla foram contratados pela Jovem Pan News Foto: Reprodução CNN Brasil
Os jornalistas Alexandre Garcia e Caio Coppolla acabam de entrar para o time da Jovem Pan News, emissora do grupo Jovem Pan que acaba de estrear na TV fechada. Garcia e Coppolla, conhecidos por suas análises sobre política e economia, devem estrear na JP News logo após o feriado de 2 de novembro. A informação é do site Revista Oeste.
A emissora ainda não divulgou quais programas ou quadros eles irão compor.
Tanto Garcia quanto Coppolla foram desligados recentemente da CNN Brasil. Garcia teve o contrato rescindido com a emissora de origem norte-americana após se manifestar a favor do tratamento precoce contra a Covid-19, e de colocar em dúvida a eficácia e a segurança da vacina contra o vírus.
Já Caio deixa a CNN Brasil após a emissora decidir não renovar seu contrato, que termina agora neste domingo (31). Diferentemente de Garcia, Caio ficou na “geladeira” da CNN durante meses, sobretudo após a nomeação de Renata Afonso como CEO da empresa.
Atualmente, Alexandre Garcia e Caio Coppolla são duas das vozes conservadoras mais influentes da mídia brasileira.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou neste sábado (30), em Roma, o esforço brasileiro em ser membro pleno da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), organismo internacional de assessoria financeira independente. “O Brasil quer ter acesso à OCDE, queremos ser membro do clube. Somos uma das maiores economias do mundo. Eles pedem nossa colaboração para fazer um acordo de tributação global, nós fizemos; pedem nossa colaboração para entrarmos no programa de mudanças climáticas. Nós, por outro lado, queremos ter acesso ao clube para discutir os problemas mais importantes da economia mundial”, disse em entrevista à TV Brasil.
Segundo o ministro, que participa em Roma das reuniões da cúpula do G20, grupo dos 19 países mais ricos do mundo mais a União Europeia, o secretário-geral da organização, Mathias Cormann, é um amigo do Brasil. O australiano, destacou Guedes, está formulando uma estrutura para a OCDE cujo um dos pilares é um olhar dos países avançados baseado em fluxo anual de poluição.
“O Brasil emite, por ano, 1,7% de carbono na atmosfera. A China [que não faz parte da OCDE] expele 30%. Os Estados Unidos, 15%. A União Europeia, 14%. Tenho certeza que o secretário Mathias Cormann é um amigo do Brasil e vai analisar nosso pleito com a devida atenção e sensibilizar os outros membros”, disse.
A decisão para a entrada do Brasil na organização, no entanto, depende da aprovação dos outros 38 sócios. Para integrar o grupo formado por países como Estados Unidos, México, Canadá, Chile, Colômbia e Costa Rica, desde 2017 o Brasil cumpre diversas normas – chamadas de instrumentos de aderência – em relação a comércio.
“Dos 247 requisitos para entrar na OCDE, o Brasil já satisfez 100 e aplicou para mais 60”, ressaltou Guedes. A expectativa é de que assim que for aberta a fila para novos acessos, o Brasil seja um dos primeiros a ingressar no grupo. “Por outro lado, o Brasil vai se engajar na agenda de mudanças climáticas, tendo também esse olhar especial que nos permita receber por pagamentos de serviços ambientais. Se o Brasil preservou a natureza, ele tem que receber pela preservação dos serviços ambientais. O secretário-geral está muito atento”, afirmou.
G20
Especificamente sobre a reunião do G20, o ministro disse que o grupo tem três preocupações comuns: o acesso à vacinas no mundo; a recuperação da economia pós-crise e como reduzir o uso de combustíveis de matrizes não renováveis, como petróleo e carvão, para preservar o meio ambiente.
Sobre vacinas contra a covid-19, um dos pontos observados pelo ministro brasileiro foi a preocupação do grupo com o continente africano, “que imunizou apenas 0,4% do seu povo”. Já no tocante à recuperação econômica, o Guedes disse que a expectativa do G20 era de que o mundo se recuperasse à velocidade de 6% para 5%, e “o Brasil está se recuperando a 5,4%, velocidade maior que a dos países avançados”.
Outro ponto destacado por Paulo Guedes foi a preocupação dos líderes com a desorganização no mercado de energia e das cadeias produtivas, que com o choque da pandemia da covid-19 empurram a inflação para cima no mundo inteiro. Na visão do ministro, mais uma vez o Brasil teve vantagens em relação à países avançados.
“O que era uma maldição virou uma dádiva durante a pandemia para o Brasil. As economias avançadas estavam muito integradas e como o Brasil ficou fora dessa integração nos últimos 30 anos não desorganizou tanto nossa cadeia produtiva”, disse.
Presidente
Também em Roma, durante a abertura da reunião do G20, neste sábado, o presidente Jair Bolsonaro defendeu a integração de economias mundiais como parte da solução para superar a crise mundial gerada pela pandemia da covid-19. “Nossas economias recuperam-se à medida em que a crise sanitária é superada. Esses dois processos caminham lado a lado. Ambos têm mostrado a relevância de promovermos um comércio internacional livre de medidas distorcivas e discriminatórias. A integração de nossas economias, por meio de fluxos cada vez maiores de comércio e investimentos, constitui parte das soluções que buscamos”, destacou o presidente brasileiro.
Ao retornar para a embaixada brasileira após a plenária sobre “Economia e Saúde Globais”, Bolsonaro lembrou ainda ações do governo ao longo da pandemia para ajudar os brasileiros que perderam renda. “Atendemos 68 milhões de pessoas. O Brasil fez o dever de casa e não mediu esforços para atender a população”, disse.
No final do dia, o presidente Jair Bolsonaro deu uma volta pelos arredores de Roma, caminhando entre turistas brasileiros. À noite, o único compromisso é um jantar, ao lado dos outros líderes do G20 no histórico Palácio Quirinale, residência oficial do presidente italiano.
Neste sábado (30), durante a reunião da cúpula do G20, na Itália, o presidente Jair Bolsonaro conversou com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. Ao turco, Bolsonaro disse que está bem politicamente devido ao fato de ter um “apoio popular muito grande”.
Bolsonaro iniciou a conversa falando sobre a Petrobras e disse que, no passado, ela foi uma empresa de um partido político, mas que seu governo “tirou isso”. Na sequência, Erdogan questionou quando seriam as eleições no Brasil, levando Bolsonaro a responder que ocorreriam em 11 meses.
O apresentador Felipe Andreoli fez um discurso agressivo contra o jogador de vôlei Maurício Souza na edição do Globo Esporte desta quinta-feira (28). Em repúdio à publicação de Maurício sobre a bissexualidade do novo Superman, o apresentador o chamou de homofóbico e covarde.
– Maurício, homofobia é crime. Não é opinião não. Mata. Você fez essa ofensa nas redes sociais [onde] que [você] tem mais de 300 mil seguidores, depois foi pedir desculpas em outra [em] que tinha 50? Foi uma atitude covarde – disparou Andreoli.
Antes de seu nome agitar as redes sociais e a imprensa com polêmica de acusações de homofobia, o jogador de vôlei Maurício Souza tinha um pouco mais de 200 mil seguidores no Instagram. Na manhã deste sábado (30), o atleta alcançou a impressionante marca de 2 milhões de seguidores na rede social.
Em apenas 72 horas, Maurício viu o número ficar dez vezes maior. No stories do Instagram, o atleta agradeceu e disse ser uma responsabilidade falar para tanta gente.
Após a polêmica envolvendo o jogador Maurício Souza, o atleta recebeu grande apoio nas redes sociais. E em entrevista ao jornalista Thiago Asmar, publicada no YouTube, Maurício falou sobre a situação e afirmou que a sociedade “está saturada desse cancelamento”.
O episódio teve início após Maurício Souza postar a imagem do novo Super-Homem, que se assumiu bissexual, beijando outro homem. Na ocasião, o atleta fez comentários críticos sobre a situação. Diante da repercussão, patrocinadores pressionaram o Minas Tênis Clube, que acabou dispensando o jogador.
A situação “bombou” nas redes sociais, o que levou Maurício a ser criticado e também a receber o apoio de diversas pessoas. O atleta, inclusive, chegou a ganhar milhares de seguidores no Instagram em poucos dias.
Durante a entrevista, Maurício falou sobre o apoio que recebeu.
– Acho que realmente a sociedade está saturada desse cancelamento, de você não poder dar sua opinião. E eu fui apenas o objeto de toda essa movimentação. Elas viram que eu me posicionei, uma pessoa pública. Fui demitido do time e da seleção. E elas se mobilizaram com isso. Se sentiram também ofendidas por pensar como eu penso e estarem desgastadas de tanta imposição (…) Eu não esperava chegar ao que chegou (…) Eu sei da responsabilidade que minhas palavras tem na rede social – destacou.
O atleta também afirmou que existem milhares de pessoas como ele que foram “canceladas” no Brasil.
– Não pode mais ter exemplos como eu no Brasil. E como eu existem milhares de pessoas. Pessoas cristãs. Pessoas que defendem a família, a pátria. Então a gente não pode mais passar por isso. A gente está cansado – apontou.
Em comunicado, emissora agradeceu a “importante contribuição” do comentarista
Caio Coppolla deixa a CNN Foto: Reprodução/Vídeo da CNN Brasil
Nesta sexta-feira (29), a CNN Brasil anunciou, em um comunicado, que não renovará o contrato com o comentarista Caio Coppolla após ele passar dois ano na emissora. O vínculo entre os dois se encerra no próximo domingo (31).
A decisão foi tomada de comum acordo entre a CNN e o comentarista. Com isso, o quadro Liberdade de Opinião em sua edição da tarde não retornará à grade da programação da emissora.
Em um comunicado, a CNN agradeceu a Coppolla e a Rita Lisauskas, que participava da atração. Ela também deixa a emissora.
“A CNN agradece a importante contribuição de Coppolla e Rita para a diversidade de ideias na programação da emissora e deseja sucesso e sorte aos profissionais em seus novos projetos”, informou a emissora.
No mesmo comunicado, Caio Coppolla agradeceu ao tempo que passou na CNN.
– Foram dois anos de muita experiência e aprendizado em um ambiente de excelência – apontou.