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Pastora e ex-deputada enfrenta quadro grave de saúde em penitenciária do Rio de Janeiro

A ex-deputada Flordelis: defesa fala em risco de morte e pede transferência | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A ex-deputada Flordelis: defesa fala em risco de morte e pede transferência para hospital | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

ex-deputada federal Flordelis, de 65 anos, teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) nesta quinta-feira, 18, na Penitenciária Talavera Bruce, no Complexo Penitenciário de Bangu, Zona Oeste do Rio. Ela desmaiou. Funcionários a levaram a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do próprio presídio. No local, ela recebeu atendimento médico inicial antes de retornar à cela sem acompanhamento contínuo. 

Conforme os advogados da detenta, a direção da unidade admite não ter estrutura para cuidar da pastora. Com uma sentença de 50 anos de prisão por ser apontada como mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em 2019, Flordelis tem dois filhos cumprindo pena pelo mesmo crime: Simone dos Santos Rodrigues e Flávio dos Santos Rodrigues. 

Flordelis: plano de saúde e dores de cabeça

A advogada Janira Rocha informou que iria protocolar ainda nesta sexta-feira, 19, um pedido judicial para principalmente transferir a cliente a um hospital particular. O argumento é de que a pastora tem plano de saúde e, sobretudo, necessita de acompanhamento fora do sistema prisional.

“Flordelis saiu da UPA ainda com fortes dores de cabeça, vomitando e com fala enrolada. Como liberam uma mulher nesse estado?”, questionou Janira. Ela destacou que a própria unidade reconheceu a falta de recursos médicos e criticou a situação de risco à vida da cliente. 

Durante visita no último domingo, o namorado de Flordelis, Allan Soares, e a amiga Paula Barros relataram que a ex-deputada estava debilitada, com episódios de vômito, fala prejudicada e convulsões. Allan alertou: “Se não fizerem algo rápido, Flordelis vai morrer na penitenciária.”

A defesa afirma que Flordelis depende diariamente de medicamentos controlados para tratar ansiedade, depressão e convulsões. Ela já havia enviado carta à Justiça em fevereiro, relatando desmaios e deterioração de saúde dentro do presídio, citando insuficiência do atendimento médico.

Procurada, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) afirmou que a ex-deputada foi atendida, medicada e se encontra em condição estável. A advogada, no entanto, mantém que Flordelis está “muito doente” e precisa de internação urgente.

Janira também desmentiu rumores sobre um suposto relacionamento da pastora com outra detenta. Flordelis retomou o namoro com Allan Soares, que a visita regularmente, confirmando que o casal está noivo, mas sem visitas íntimas devido à saúde fragilizada da ex-deputada.

Informações Revista Oeste


Ação ocorreu em Alagoas, Amapá, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo

Foto: Agência Brasil

A Receita Federal deflagrou nesta sexta-feira (19) a Operação Cadeia de Carbono para combater fraudes na importação e comercialização de combustíveis, petróleo e derivados. A ação ocorreu em Alagoas, Amapá, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo.

No Rio, duas embarcações foram interceptadas com cargas avaliadas em cerca de R$ 240 milhões, incluindo petróleo cru, combustíveis e óleo condensado. Segundo a Receita, o esquema utilizava empresas de fachada para ocultar os verdadeiros donos e a origem dos recursos.

Depósitos e terminais em São Paulo também foram fiscalizados. As investigações apontam que grandes grupos empresariais recorriam a contratos artificiais para mascarar responsabilidades e dificultar o rastreamento financeiro.

O órgão afirmou que as práticas estão ligadas a lavagem de dinheiro, evasão de divisas e sonegação fiscal. Em casos confirmados, a lei prevê retenção e até perda definitiva das mercadorias.

Informações Bahia.ba


O deputado federal Sanderson (PL-RS) visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (18) e ficou preocupado com o estado de saúde do líder político da direita. Segundo ele, que é vice-líder da oposição na Câmara, há risco iminente de morte.

– O risco de morte é iminente. Pelo que eu vi aqui, um homem de 70 anos, está totalmente debilitado física e mentalmente – disse o deputado.

Sanderson declarou que não sabia que o político estava nessas condições.

– Eu estive ali por duas horas e ele vomitou duas vezes. Essa questão do câncer de pele abalou bastante ele – completou.

O deputado declarou ainda que o líder da direita vai passar por novos exames e fará mais uma biópsia.

– Eu saio daqui agora bastante preocupado.

Bolsonaro foi hospitalizado nesta terça-feira (16) com quadro de vômitos, tontura, queda de pressão arterial e pré-síncope. Ele foi atendido no Hospital DF Star, em Brasília, onde apresentou melhora após hidratação e medicação endovenosa.

O boletim médico desta quarta (17), dia da alta hospitalar, informou também que exames apontaram carcinoma de células escamosas “in situ” em duas das oito lesões cutâneas já retiradas, o que exige acompanhamento clínico e reavaliação periódica.

*Pleno.News
Foto:EFE/ André Borges ARQUIVO


A Executiva Nacional do União Brasil afirmou que, caso o ministro do Turismo, Celso Sabino (PA), opte por permanecer no governo Lula, será expulso da legenda. As informações são do blog de Isabel Mega, na CNN.

A cúpula do partido descarta qualquer possibilidade de licença temporária do dirigente, mesmo com o peso político que o cargo traz, especialmente com o engajamento na organização da COP-30, no Pará. Internamente, avalia-se que Sabino tenta ganhar tempo e já demonstra alinhamento ao presidente Lula, inclusive participando de eventos oficiais como o 7 de Setembro com símbolos do governo.

A tensão entre o União Brasil e o Palácio do Planalto se agravou após o surgimento de uma investigação da Polícia Federal que liga o presidente nacional da sigla, Antônio Rueda, ao transporte de membros do PCC em jatos executivos. O partido reagiu rapidamente, demonstrando apoio público a Rueda e antecipando o desembarque da base governista, enxergando suposta influência do governo na veiculação da denúncia.

Em resposta, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), repudiou as acusações feitas pelo União Brasil, classificando-as como “infundadas e levianas”. Ela afirmou que o governo não tem qualquer relação com as investigações da PF ou com a publicação das informações e defendeu o direito do partido de decidir sobre seus quadros, mas criticou a tentativa de atribuir responsabilidade ao Planalto.

*Metro1
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil


A cantora Jojo Todynho gravou um vídeo nesta quinta-feira (18), ao lado de seus advogados, para explicar o resultado da audiência de conciliação com o Partido dos Trabalhadores (PT). O processo foi movido após ela afirmar, em entrevista ao podcast Conversa Paralela, da Brasil Paralelo, em novembro de 2024, que teria recebido a oferta de R$ 1,5 milhão para apoiar a campanha do então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva em 2022.

Segundo a defesa, a fala de Jojo não indicou quem teria feito a suposta proposta e, por isso, a acusação seria “inepta”.

Na audiência, o PT sugeriu que a artista gravasse um vídeo de retratação, reconhecendo que sua declaração foi falsa ou equivocada. O material deveria ser publicado em suas redes sociais em até 30 dias, como forma de reparar os danos.

A proposta, no entanto, foi recusada pela equipe jurídica da cantora. O Ministério Público pediu vista dos autos, e agora a defesa terá novo prazo para apresentar suas alegações formais.

Com isso, o processo seguirá para outras fases, que podem incluir coleta de provas, oitivas de testemunhas e eventual julgamento do mérito.

*Pleno.News
Foto: Reprodução Instagram


Escolhido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para a relatoria do projeto de lei que trata da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) é conhecido por ter uma relação próxima com o ministro Alexandre de Moraes e outros integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).

Paulinho e Moraes se conhecem desde os tempos em que o ministro ainda advogava em São Paulo, mas a relação teria se estreitado após a atuação conjunta deles para barrar o avanço da proposta que previa a instituição do voto impresso auditável no Brasil, medida que foi defendida com veemência pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na época em que Moraes presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Vale ressaltar que Paulinho, por sinal, não foi reeleito nas eleições de 2022. Ele só assumiu o mandato após o TSE, ainda sob o comando de Moraes, cassar Marcelo Lima, então deputado federal, sob acusação de desfiliação do partido sem justa causa.

Por ser o primeiro suplente de sua sigla, Paulinho assumiu o cargo. A cassação teve 5 votos a favor e 2 contrários na Corte Eleitoral, sendo Moraes um dos favoráveis.

PAULINHO CHAMA MORAES DE “GUARDIÃO DA DEMOCRACIA”
A relação “amigável” de Moraes e Paulinho também ficou evidente em agosto do ano passado, quando o parlamentar manifestou apoio ao ministro do STF ao chamá-lo de “guardião da democracia” e dizer que ele exercia um trabalho que incomodava “muita gente”.

– Nosso apoio ao guardião da democracia. O trabalho do ministro Alexandre na defesa da democracia e no combate às fake news tem incomodado muita gente. Um trabalho feito com muita coragem e acima de tudo: respeito ao devido processo legal. O ministro Alexandre de Moraes tem nosso apoio incontestável e merece toda nossa solidariedade – disse o deputado.

STF CONDENA PAULINHO E VOLTA ATRÁS COM MORAES PELA ABSOLVIÇÃO
Os caminhos do parlamentar e Moraes também se cruzaram na Ação Penal 965, que, em 2020, foi julgada procedente na Primeira Turma do STF, por 3 votos a 2, para condenar Paulinho da Força a 10 anos e dois meses de prisão por suposta participação em desvios no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Moraes, que era o relator do caso, votou para absolver Paulinho, mas foi derrotado.

Em 2024, no entanto, após idas e vindas da ação no STF, até mesmo no Plenário, o julgamento do recurso derradeiro do caso foi concluído na Primeira Turma da Suprema Corte, que dessa vez deu vitória ao deputado e o absolveu por 4 votos a 1. Paulinho contou novamente com o apoio de Moraes, que foi seguido por Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux.

A ESCOLHA DE PAULINHO E A ANISTIA
Nos bastidores, as informações dão conta de que a escolha do deputado se daria justamente pela capacidade de interlocução dele com o STF. No entanto, a posição que é defendida por Paulinho está bem distante daquela que é publicamente a bandeira da direita: uma anistia ampla e irrestrita. O próprio parlamentar, por sinal, afirmou a jornalistas nesta quinta (18) que a ideia é de um projeto “meio-termo”.

Na prática, a proposta discutida deve promover a redução da pena do crime de abolição violenta do Estado democrático de Direito, que é de 4 a 8 anos, para 2 a 6 anos; a diminuição da pena do crime de golpe de Estado, de 4 a 12 anos, para 2 a 8 anos; a unificação das punições, excluindo a conduta mais grave; e a exigência de que os acusados atuaram combinados com os articuladores do golpe para condená-los.

Se aprovado nesses termos, o projeto permitiria, por exemplo, uma redução significativa da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão, e abriria caminho para que ele pudesse, por exemplo, cumprir pena em regime domiciliar.

*Pleno.News
Fotos: Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados // Antonio Augusto/STF


Comissão Parlamentar de Inquérito mirou o governo Jair Bolsonaro

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O ministro Flávio Dino, durante cerimônia na qual tomou posse como membro do STF | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

Nesta quinta-feira, 18, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito na Polícia Federal (PF) para investigar as conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19.

Ao encerrar os trabalhos em outubro de 2021, a CPI compartilhou o seu relatório final com o STF. O documento permaneceu em uma petição, sem a abertura de inquérito. A PF só recentemente apresentou requerimento solicitando a conversão do caso em investigação formal.

Naquele momento, senadores de esquerda pediram o indiciamento de 70 pessoas — entre elas, o então presidente Jair Bolsonaro, integrantes de seu governo, filhos, médicos e empresários.

Conforme Dino, a CPI “apontou indícios de crimes contra a administração pública, notadamente em contratos, fraudes em licitações, superfaturamentos, desvio de recursos públicos, assinatura de contratos com empresas de ‘fachada’ para prestação de serviços genéricos ou fictícios, dentre outros ilícitos mencionados no relatório da CPI”.

Sigilo sobre CPI da Covid

cpi da covid
Os senadores Humberto Costa, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues durante sessão da CPI da Covid, no Senado – 23/9/2021 | Foto: Fátima Meira/Estadão Conteúdo

Dino fixou prazo inicial de 60 dias para as investigações da PF.

De acordo com o juiz do STF, o processo tem de tramitar em sigilo, “em observância ao artigo 20 do Código de Processo Penal”.

A Procuradoria-Geral da República será notificada para acompanhar o caso.

Informações Pleno News


O Hospital DF Star, em Brasília, emitiu um boletim médico nesta quarta-feira (17) atualizando o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a unidade hospitalar, o paciente chegou à emergência nesta terça (16) desidratado, com elevação de frequência cardíaca, queda da pressão arterial, vômitos e sensação de desmaio.

– Foram realizados exames laboratoriais e de imagem para investigação diagnóstica. Os exames evidenciaram persistência da anemia e alteração da função renal, com elevação da creatinina. Realizou ressonância magnética do crânio para elucidação de quadro de tontura recorrente, que não mostrou alterações agudas – descreve o boletim.

O documento ainda afirma que houve “melhora parcial após hidratação e o tratamento medicamentoso” e que o quadro será reavaliado ao longo do dia, para definição da necessidade de permanência em ambiente hospitalar.

Por decisão da Primeira Turma do STF, o líder conservador foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

*Pleno.News
Foto: EFE/André Borges


Segundo o sindicato, funcionários do Parque da Cidade, onde ocorrerão as principais reuniões, paralisaram as atividades

Porto de Outeiro, em Belém, passa por reformas para a COP30 | Foto: Diretoria de Infraestrutura/Secop
Porto de Outeiro, em Belém, passa por reformas para a COP30 | Foto: Diretoria de Infraestrutura/Secop

O primeiro dia de paralisação dos trabalhadores da construção civil em Belém marcou um novo capítulo na preparação para a COP30, evento internacional sobre mudanças climáticas previsto para novembro. O movimento, iniciado nesta terça-feira, 16, ganhou força depois de manifestações realizadas no centro da capital paraense, que reuniram centenas de operários.

De acordo com o sindicato da categoria, funcionários envolvidos na construção do Parque da Cidade, local que receberá as principais reuniões da COP30, aderiram à greve. Outros trabalhadores ligados a obras relacionadas à cúpula climática também participam do movimento. O sindicato informou que a paralisação seguirá sem prazo para terminar.

A greve pode impactar diretamente projetos de hotéis e imóveis planejados para a COP30

“Depois de um dia de forte mobilização, os trabalhadores votaram: a greve continua por tempo indeterminado, até que a patronal e os governos aceitem negociar de verdade”, afirmou o sindicato da categoria. A entidade destacou que uma das empresas do setor já aceitou todas as demandas e sugeriu que demais empregadores também teriam condições de atender aos pedidos.

A greve pode impactar diretamente projetos de hotéis e imóveis planejados para a COP30, evento que ocorre em menos de dois meses em Belém. O Sinduscon-PA, representante das empresas de construção, declarou em nota divulgada nesta terça-feira, que apresentou proposta nas negociações e, em caso de paralisação, recorrerá aos mecanismos legais para garantir o funcionamento das atividades.

Durante os protestos, agentes do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Pará acompanharam de perto as manifestações, tanto na segunda quanto na terça-feira. Representantes do sindicato visitaram os canteiros de obras de infraestrutura para a COP30, bloqueando acessos e convidando os trabalhadores a se juntarem à mobilização, parte da data-base da categoria.

“A adesão nos principais canteiros de obras da capital expõe a insatisfação dos trabalhadores com a proposta patronal, considerada insuficiente diante das necessidades da categoria”, comentou o sindicato dos trabalhadores.

Divergências nas propostas e abrangência da greve

As principais reivindicações dos operários incluem aumento de 9,5% no piso salarial, reajuste de 30% na participação nos lucros e elevação do valor da cesta básica de R$ 110 para R$ 270. Por outro lado, os empregadores propuseram 5,5% de reajuste salarial, 3% na participação nos lucros e aumento de R$ 10 na cesta básica.

A paralisação atinge trabalhadores de Belém, Ananindeua e Marituba, abrangendo cerca de 8 mil operários apenas na capital, todos ligados a projetos para a COP30. “Na última negociação, na semana passada, eles nem compareceram, só enviaram a mesma proposta por e-mail”, afirmou o coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belém, Aurinor Gama, ao jornal Folha de S.Paulo. “Viemos aqui negociar, mas eles nos ignoraram, e decidimos deflagrar a greve por tempo indeterminado a partir de amanhã.”

Gama ressaltou também que grandes obras, como hotéis Vila Galé no Porto Futuro 2 e Tivoli, além de outros empreendimentos para a COP30, estarão paralisadas: “Querem a cidade bonita e não dão dignidade aos trabalhadores”.

O coordenador explicou ainda que a greve pode afetar obras públicas de forma indireta, já que parte dos funcionários pertence a outro sindicato. “Chamamos para aderir, mesmo que sejam de data-base diferente”, informou. “Nossa expectativa é que uma parcela participe.”

Informações Revista Oeste


Durante sua estadia, a primeira-dama irá ficar na residência oficial do embaixador Sérgio Danese, que representa o Brasil nas Nações Unidas

A primeira-dama Janja da Silva e uma das aeronaves da FAB; uso recorrente para fins não justificáveis | Foto: Reprodução/Twitter/X
A primeira-dama Janja da Silva e uma das aeronaves da FAB; uso recorrente para fins não justificáveis | Foto: Reprodução/Twitter/X

Rosângela da Silva, conhecida como Janja e primeira-dama do Brasil, antecipou sua chegada a Nova York, prevista para quinta-feira, 18, com o objetivo de acompanhar a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegará à cidade apenas no domingo 21.

Durante sua estadia, Janja irá ficar na residência oficial do embaixador Sérgio Danese, que representa o Brasil na ONU. O local é frequentemente utilizado para acomodar autoridades brasileiras e desempenha papel importante na diplomacia do país em Nova York.

Medidas logísticas e de segurança em compromissos separados de Lula e Janja

Viagens em agendas separadas da primeira-dama e do presidente exigem da equipe organizadora cuidados logísticos e de segurança diferenciados. Quando a programação de Janja ocorre antes da do presidente, são adotados protocolos específicos para garantir a proteção e o bom andamento das atividades.

Diplomatas já relataram situações semelhantes em outras ocasiões. Em 2023, durante visita a Bruxelas, Janja decidiu ir até Bruges, localizada a 96 km da capital belga, o que demandou ajustes no esquema de segurança por causa da alteração no roteiro original.

No início deste ano, depois de críticas negativas sobre suas aparições internacionais, Janja optou por não participar de um evento da ONU sobre mulheres em Nova York. Na época, interlocutores apontaram que sua presença poderia intensificar críticas sobre um suposto protagonismo em agendas diplomáticas.

Lula está escalado para realizar o tradicional discurso de abertura da Assembleia Geral na terça-feira 23. Até lá, Janja deve comparecer a encontros paralelos, com foco principal em pautas sociais e direitos das mulheres.

Informações Revista Oeste

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