Atual presidente aparece com 41,8% das intenções de voto, enquanto ex-presidente Lula tem 35,7%
Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro durante debate
O presidente Jair Bolsonaro (PL) está à frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e lidera corrida presidencial, segundo pesquisa Modalmais/Futura Inteligência divulgada nesta quinta-feira (8). Veja os números do cenário estimulado, em que é apresentada uma lista de candidatos:
Se os candidatos fossem apenas Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB), o atual presidente também lideraria as intenções de voto. Confira:
Se os candidatos fossem somente Jair Bolsonaro (PL), Lula (PT) e Simone Tebet (MDB), o atual presidente continuaria liderando as intenções de voto. Confira:
O levantamento, encomendado pelo Banco Modal, ouviu 2.000 eleitores do país por telefone entre 5 e 6 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-02618/2022.
No cenário espontâneo, em que não é apresentada lista de candidatos ao eleitor, há empate técnico entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT). Confira:
Jair Bolsonaro (PL): 41,2% Lula (PT): 36,9% Ciro Gomes (PDT): 5,4% Simone Tebet (MDB): 2,8% Pablo Marçal (PROS): 0,5% Soraya Thronicke (União Brasil): 0,4% Felipe d’Ávila (Novo): 0,1% Léo Péricles (União Popular): 0,1% Sofia Manzano (PCB): 0,1% Vera (PSTU): 0,0% Outro: 0,1% Não sabe/não respondeu/indeciso: 9% Branco/nulo: 3,5%
Segundo turno
Em uma simulação de segundo turno entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT), há empate técnico. Veja:
A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve bater o recorde de 261,7 milhões de toneladas em 2022. Em relação ao ano passado, o aumento previsto é de 3,3% ou 8,5 milhões de toneladas. Porém, a estimativa de agosto ficou 0,7% abaixo do apurado em julho, ou 1,8 milhão de toneladas a menos.
Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o gerente da pesquisa, Carlos Barradas, a redução na estimativa de julho para agosto ocorreu devido à influência de questões climáticas.
“As principais variações negativas ocorreram no Paraná (-865.300 t), em Goiás (-559.010 t), em Minas Gerais (-532.786 t), no Ceará (-70.185 t), em Alagoas (-24.753 t), no Espírito Santo (-30 t) e no Piauí (-10 t). Mas vale ressaltar que a área colhida alcançou 73 milhões de hectares, 6,5% maior (mais 4,5 milhões de hectares) que a área colhida em 2021, e 0,1% maior (mais 61,1 mil hectares) que no mês anterior. Esses números mostram que os produtores têm investido no aumento da produção da safra devido aos preços elevados das commodities agrícolas”.
Lavouras Os principais produtos da pesquisa são o arroz, o milho e a soja que, somados, respondem por 91,5% da estimativa da produção e 87,1% da área a ser colhida.
Na estimativa para a produção de milho, houve acréscimo de 9,8% na área em relação a 2021, sendo de 7,7% no milho 1ª safra e de 10,5% no milho 2ª safra. Segundo Barradas, como não houve problemas climáticos que prejudiquem a segunda safra, ao contrário do ano passado quando faltou chuvas, a estimativa é que a produção de milho aumente 25,2% na comparação com 2021, chegando a 109,9 milhões de toneladas.
A soja, principal commodity do país, subiu 4,7% na área em relação ao ano passado. Quanto ao volume da produção, houve crescimento de 0,1% em relação à julho, mas a estimativa é de queda de 11,9% na comparação com 2021, com um total de 118,8 milhões de toneladas, devido à falta de chuvas no centro sul do pais, como explica o gerente da pesquisa.
“Apesar dos produtores terem aumentado a área de plantio da soja, os problemas climáticos derrubaram o potencial de produção agrícola da soja brasileira em 2022. A perda de produtividade está diretamente relacionada aos problemas climáticos”.
A área de arroz caiu 2,6%, o algodão herbáceo em caroço aumentou 17,7% e o trigo aumentou 9% sua área, podendo chegar ao recorde de 9,7 milhões de toneladas, o que representa 24,1% a mais do que o volume produzido em 2021. “O aumento da produção nacional do trigo é uma resposta do produtor brasileiro às restrições da oferta internacional devido aos problemas da guerra da Ucrânia”, afirma Barradas.
Segundo a análise do IBGE, a produção do arroz e a do feijão devem ser o suficiente para atender ao consumo do mercado interno, com um total de 10,6 milhões de toneladas e de 3,1 milhões de toneladas, respectivamente.
Já quanto ao café, a produção deve chegar a 3,2 milhões de toneladas, somando as espécies arábica e canephora, um crescimento de 0,9% em relação à estimativa de julho e aumento de 9,6% na comparação com 2021. De acordo com Barradas, o clima seco e frio prejudicou o grão.
“Em 2022 teríamos um ano de bienalidade positiva para o café arábica, e deveria produzir mais do que está produzindo. Isso não está ocorrendo porque o clima seco e excessivamente frio do inverno de 2021 reduziu o potencial de produção do café arábica. Os grandes produtores são Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Espírito Santo. O café canéfora tem grande produção no Espírito Santo e Rondônia. Essa espécie cresce 9,4% em relação a 2021”.
Produção regional A estimativa de agosto do IBGE, na comparação com 2021, é de aumento na produção de cereais, leguminosas e oleaginosas nas regiões Centro-Oeste (11,4%), Norte (11%), Sudeste (10,8%) e Nordeste (10,3%). A estimativa para o Sul é de queda de 14,6%.
Na variação mensal, apenas a Região Norte apresentou alta, de 2,1%. O Centro-Oeste caiu 0,4%, o Sul reduziu 1,3%, o Nordeste teve queda de 0,3% e a Região Sudeste registrou decréscimo de 1,9% na estimativa de safra na passagem mensal de julho para agosto.
Na estimativa de agosto, a participação de cada região na produção nacional ficou em 49,6% para o Centro-Oeste, 25,1% do Sul, o Sudeste tem 10,4%, o Nordeste 9,7% e a Região Norte reponde por 5,2% da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas do país.
Entre os estados, Mato Grosso é o maior produtor nacional de grãos, com participação de 30,8% do total nacional, seguido pelo Paraná (13,2%), Goiás (10,3%), Rio Grande do Sul (9,8%), Mato Grosso do Sul (8,1%) e Minas Gerais (6,5%). Juntos, esses estados representam 78,7% da produção nacional.
Pesquisa da Quaest Consultoria realizada presencialmente, contratada pela Genial Investimentos e divulgada hoje, aponta um empate técnico entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado de São Paulo. O candidato do PL aparece com 37% de intenções de voto, e o petista, com 36%, entre os eleitores paulistas.
Esses são os números do cenário estimulado —quando os entrevistados recebem uma lista de candidatos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Embora estejam empatados na margem de erro, Bolsonaro passou Lula numericamente. No levantamento de 11 de agosto, o atual chefe do Executivo tinha 35%, e o ex-presidente, 37%.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) oscilou positivamente dois pontos e tem 9%. Ele empata tecnicamente com a senadora Simone Tebet (MDB), que subiu de 3% para 6%. Em seguida, aparece a sindicalista Vera Lúcia (PSTU), que se manteve com 1%.
Os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos são 6%. Indecisos somam 5%.
A nova sondagem é a primeira realizada após o debate presidencial promovido por UOL, Folha de S.Paulo, Band e TV Cultura.
O levantamento ouviu 2 mil pessoas por meio de entrevistas face a face, entre os dias 2 e 5 de setembro. O índice de confiança, segundo o instituto, é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número SP-04685/2022 e custou R$ 131.100,00.
Primeiro turno
Pesquisa estimulada: Bolsonaro passa Lula numericamente, mas há empate na margem de erro
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados podem apontar livremente o nome de sua preferência, Bolsonaro cresceu de 26% para 31%. Lula oscilou de 27% para 28%, e Ciro foi de 2% a 3% —ambos flutuaram dentro da margem de erro.
Jair Bolsonaro (PL): 31%
Lula (PT): 28%
Ciro Gomes (PDT): 3%
Outros: 3%
Branco/nulo/não pretende votar: 2%
Indecisos: 32%
Segundo turno
Assim como em agosto, Lula e Bolsonaro empatam em um segundo turno entre eleitores de São Paulo. Agora, o petista tem 43%, e o presidenciável do PL fica com 42% (antes Lula tinha 44%, e Bolsonaro, 40%).
Lula (PT): 43%
Jair Bolsonaro (PL): 42%
Branco/nulo/não pretende votar: 12%
Indecisos: 3%
Sobre o instituto
O Quaest é um instituto de pesquisas com sede em Belo Horizonte. Até 2020, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a empresa realizava pesquisas eleitorais só em Minas Gerais. Hoje, faz levantamentos sobre intenções de voto para presidente, governador e para o Senado em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. O instituto tem uma parceria com a Genial Investimentos, a qual financia levantamentos para as eleições de 2022. As pesquisas são realizadas com entrevistas presenciais.
O petista estará em campanha na capital paranaense no dia 17 de setembro
Ex-ministro Sergio Moro
O ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), candidato ao Senado pelo Paraná, desafiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um debate presencial em Curitiba no próximo dia 17 de setembro.
Moro fez o desafio pelo Twitter, ele quer aproveitar a visita de Lula à capital paranaense para resolver suas pendências.
– Dia 17 Lula diz que vem a Curitiba. Acho que ele não tem coragem, mas se quiser, estou pronto para debater sobre corrupção, olho no olho. O local, ele escolhe, conhece bem a ‘República de Curitiba’ – escreveu o ex-ministro da Justiça.
Moro, enquanto juiz federal, condenou Lula a 9 anos e 6 meses de prisão por conta do triplex no Guarujá que foi recebido como propina pela empreiteira OAS em troca de benefícios em obras da Petrobras.
A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) aumentou a pena para 12 anos e 1 mês de prisão – pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Lula ficou 580 dias preso em uma carceragem da Polícia Federal em Curitiba e só foi solto após o Supremo Tribunal Federal (STF) mudar seu entendimento e rejeitar o cumprimento da pena já após condenação em segunda instância.
O candidato petista tem dito que foi inocentado, ocultando dos eleitores a verdade sobre sua soltura e sobre as anulações das sentenças dadas no Paraná.
Dia 17 Lula diz que vem a Curitiba. Acho que ele não tem coragem, mas se quiser estou pronto pra debater sobre corrupção, olho no olho. O local ele escolhe, conhece bem a “República de Curitiba”.
Segundo médico, há apenas 20 casos semelhantes registrados no mundo
Caso ocorreu em Goiás Foto: Arquivo Pessoal
Uma gestação extremamente rara surpreendeu médicos em Mineiros, no sudoeste do estado de Goiás. Trata-se de uma jovem de 19 anos que deu à luz a gêmeos de pais diferentes. Segundo o profissional de saúde que a acompanhou, Túlio Franco, a mulher engravidou ao ter relações sexuais com dois homens no mesmo dia.
– É possível acontecer quando dois óvulos da mesma mãe são fecundados por homens diferentes. Os bebês compartilham o material genético da mãe, mas eles crescem em placentas diferentes (…) É extremamente raro. Acontece um em um milhão. Nunca imaginei que veria um caso desse na minha vida – contou Túlio Franco em entrevista ao portal G1.
De acordo com o relato da mãe, que preferiu não ser identificada, os testes de DNA se iniciaram quando as crianças tinham oito meses de idade. Os dois primeiros resultados apontaram que apenas um dos meninos era filho do homem que ela pensava ser o pai.
– Eu lembrei que havia tido relação com outro homem e chamei ele para fazer o exame, que deu positivo (…) Eu fiquei surpresa com os resultados. Não sabia que isso podia acontecer. Eles [os bebês] são muito parecidos – explicou ela.
Atualmente, os meninos têm um ano e quatro meses, e recebem ajuda de um dos pais, que decidiu registrar os dois como seus filhos.
– Ele cuida dos dois, me ajuda muito a criar e dá todo o suporte necessário que eles precisam – contou ela.
Túlio relata que a gestação foi “tranquila, sem nenhuma intercorrência”, acompanhada por ele junto dos alunos da faculdade onde ele trabalha. O médico conta que “os meninos nasceram saudáveis e nunca tiveram problemas de saúde”.
Um dos estudantes irá produzir um artigo científico sobre a gestação devido à sua raridade. Segundo o médico, há apenas 20 casos semelhantes registrados no mundo.
As ruas falaram, mais uma vez, e sua voz esteve mais forte do que nunca neste 7 de Setembro
Foto: Carlos Santtos/FotoArena/Estadão Conteúdo
As ruas falaram, mais uma vez, e sua voz esteve mais forte do que nunca. Multidões se manifestaram, em cidades de todo o país, com um recado óbvio neste dia Sete de Setembro: querem a reeleição do presidente da República nas eleições de outubro. A festa foi da independência, e dos 200 anos de independência do Brasil, mas nunca houve dúvida nenhuma a respeito de que lado está a massa verde-amarela que lotou as principais avenidas e praças brasileiras, numa das maiores manifestações públicas que já se viu em tempo recente. Foi um ato político, e a massa declarou que está do lado de Jair Bolsonaro — por mais incômodo que seja admitir isso. É o exato contrário do que dizem as pesquisas de intenção de voto. É o contrário da “Carta aos Brasileiros” do dia “11 de agosto”. É o contrário do que querem as classes intelectuais, a mídia e o STF — ou o seu “tribunal” eleitoral, que faz os mais extraordinários esforços para ganhar a eleição no horário de propaganda política, na repressão às redes sociais e no controle do material de campanha. Proíbe o máximo que pode nas ações do candidato que declararam inimigo; permite o máximo que pode nas ações dos seus adversários.
Manifestação de rua é uma coisa. Urna no dia da eleição é outra. Não há, necessariamente, uma relação de causa e efeito entre as duas coisas — o resultado das eleições de outubro será o que for decidido por 156 milhões de eleitores brasileiros com o seu voto, daqui a vinte das. Mas é perfeitamente inútil fingir que não aconteceu nada neste dia Sete de Setembro — ou vir com teorias negacionistas para esconder que o único beneficiário das demonstrações que levaram a massa para a rua é o presidente da República, e não os seus adversários. Foi inútil, da mesma forma, a campanha de terror dos últimos dias, prevendo ou garantindo que os “bolsonaristas” iriam provocar todo o tipo de violência na rua; era muito mais seguro ficar em casa, mesmo porque, segundo a campanha, quem fosse às manifestações poderia estar violando alguma lei do ministro Alexandre de Moraes, ou coisa parecida. Não pegou, também, a espantosa ideia de que comemorar o Sete de Setembro seria um ato “antidemocrático”. No fim, centenas de milhares de pessoas foram para a praça pública no Brasil inteiro e não se quebrou uma única vidraça, nem se jogou uma única pedra ou se tocou fogo em nada. Para que serviu a palhaçada de colocar atiradores de elite em volta da Praça dos Três Poderes, em Brasília? Do que adiantou cercar o prédio do STF com um aparato de segurança ridículo, como se fosse uma casamata sitiada por tropa inimiga? De que adiantaram as ameaças e as análises dos “cientistas políticos”?
Aliados do ex-presidente Lula admitem que foram surpreendidos com o tamanho das manifestações de 7 de Setembro, realizadas hoje em Brasília
Integrantes do PT e da campanha do ex-presidente Lula admitem em caráter reservado que foram surpreendidos com o tamanho das manifestações de 7 de Setembro, realizadas hoje em Brasília.
Na visão de interlocutores de Lula, a campanha de Jair Bolsonaro tem agora as imagens necessárias para insistir na tese de uma eventual fraude nas eleições e para contestar os institutos de pesquisa.
Segundo interlocutores de Lula, o PT vai tentar trabalhar em duas frentes para amenizar os frutos eleitorais de Bolsonaro com os desfiles: questionar judicialmente o uso político dos atos e minimizar, nas redes sociais, a dimensão dos atos.
Em relação ao segundo aspecto, conforme O site Antagonista apurou, a ideia é disseminar a narrativa de que os atos de 2022 foram semelhantes aos do ano passado e que as imagens que estão circulando nas redes não representam a realidade.
Outra preocupação petista é com o chamado voto indeciso. Na avaliação de alguns aliados de Lula, as imagens têm potencial de atrair o eleitor que ainda não se definiu entre o petista ou entre o presidente da República.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro marcou presença no desfile cívico-militar do 7 de Setembro realizado em Brasília (DF), nesta quarta-feira (7). Em um momento do evento, ela se uniu a apoiadores que gritavam a frase “A nossa bandeira jamais será vermelha”, em referência ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao comunismo. As informações são do Metrópoles.
Michelle chegou à Esplanada dos Ministérios acompanhando o presidente Jair Bolsonaro (PL), por volta das 8h40.
A bordo do Rolls-Royce, o carro oficial da Presidência da República, que estava com algumas crianças, eles desfilaram pela avenida.
Programação no Rio de Janeiro inclui a participação de Jair Bolsonaro (PL) à tarde, com “motociata” e discurso previstos
Com tempo bom na manhã desta quarta-feira, 7, apoiadores do governo já se reúnem na orla da Praia de Copacabana para as festividades do 7 de Setembro e do bicentenário da Independência.
A programação do 7 de Setembro em Copacabana, famoso cartão postal do Rio de Janeiro, inclui exercícios militares, “motociata” e manifestação a favor do governo de Jair Bolsonaro (PL).
A partir das 8 horas, um grupo de artilharia realizou uma salva de tiros do Forte de Copacabana. Uma hora depois, foi a vez de a Marinha exibir seus navios na Baía de Guanabara.
Às 13 horas, o Comando Militar do Leste prevê um show aéreo na Avenida Atlântica, na altura da Rainha Elizabeth, também em Copacabana. Além disso, o 1° Batalhão dos Fuzileiros Navais confirmou que tocará uma série de músicas.
Caminhão de onde o presidente Jair Bolsonaro (PL) vai discursar na Praia de Copacabana | Foto: Cristyan Costa
Bolsonaro no 7 de Setembro em Copacabana
Em paralelo, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro organizam manifestações na Atlântica. O público escolheu o Posto 5 como o “marco zero” dos atos. Os organizadores trouxeram trios elétricos e outros carros de som para a via.
Bolsonaro deve sair às 13h22 do Monumento dos Pracinhas, no centro da capital fluminense, em direção ao Forte de Copacabana. O chefe do Executivo vai chegar acompanhado de um comboio de motos. Próximo dali, a prefeitura do Rio montou um palanque, onde Bolsonaro deve discursar para eleitores.
Toalhas com o rosto do presidente Jair Bolsonaro (PL) são vendidas na Praia de Copacabana | Foto: Cristyan Costa
Ruas adjacentes da Atlântica já têm forte policiamento para o 7 de Setembro, além de grades sendo preparadas e comércio ambulante de apoiadores entregando santinhos e suvenires de Bolsonaro e Lula.
Manifestantes pedem transparência no processo eleitoral em Copacabana | Foto: Cristyan Costa
Centenas de pessoas se reuniram de madrugada para a cerimônia que abriu festividades do Bicentenário da Independência
As comemorações oficiais de 7 de Setembro em Brasília começaram já na madrugada desta quarta-feira, 7, com uma queima de fogos de dois minutos na Torre da TV. Centenas de pessoas se reuniram para acompanhar o evento, a 3,5 quilômetros do Congresso Nacional.
Pessoas vindas de outras localidades para a celebração do Bicentenário da Independência se reuniram no local, muitas portando bandeiras do Brasil e vestindo verde e amarelo. A queima de fogos que inaugurou a festa do 7 de Setembro em Brasília aconteceu à meia-noite, na virada do dia.
Uma das personalidades presentes na apresentação foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente, que registrou a queima de fogos em suas redes sociais.
Durante a madrugada, caminhões da Polícia Militar bloquearam o acesso do público à Esplanada dos Ministérios. A região foi isolada em preparação para o desfile cívico-militar desta quarta-feira, com início por volta das 9 horas. Cerca de 4,6 mil pessoas devem participar, incluindo 3,1 mil integrantes das Forças Armadas.
Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), integrantes do Programa Força no Esporte (Profesp) e ex-integrantes das Forças de Paz participam do evento. O presidente também confirmou presença nas festividades. Depois, à tarde, Jair Bolsonaro deve participar de ato na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Para o desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, são esperadas 280 mil pessoas. Até a segunda-feira 5, a lotação no setor hoteleiro em Brasília estava em 81%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih). Estima-se que a ocupação da rede no Distrito Federal pode chegar a 90% no feriado de Independência.