Neste domingo (17), o presidente Jair Bolsonaro (PL) demonstrou total confiança na sua vitória sobre seu principal oponente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas eleições de outubro. O chefe do Executivo chegou a fazer uma alusão jocosa a dois times de futebol.
– Ele que vai ligar para mim. Eu tenho certeza que eu não vou ligar para ele. Não tem o “se” nessa questão. É o Flamengo enfrentando o Bangu, com toda certeza. Até com o time reserva. Com todo o respeito ao Bangu – disse Bolsonaro ao ser questionado se telefonaria para Lula, caso ele saísse vitorioso.
O presidente também desacreditou as pesquisas de intenção de voto. Ele apontou que as imagens de atos populares dos quais participou nas últimas semanas mostram que tem apoio nas ruas.
– Viram as imagens de Fortaleza? Coisa fantástica, né? O que é aquilo, não tem um centavo meu, é espontâneo. Isso é Brasil, é uma política diferente do que se fazia aqui no Brasil – afirmou em conversa no Palácio da Alvorada.
– Eu posso perder em uma ou outra enquete, mas na grande maioria a gente ganha. Se for no meio do público evangélico, ou do público que gosta de armas, você vai no agronegócio, nesse somatório, de cada dez enquetes, nove eu ganho – completou.
O presidente citou pesquisas do Datafolha para embasar sua visão sobre a relevância das mesmas.
– O próprio Datafolha fez uma pesquisa dizendo que o Lula é mais honesto do que eu. Eu posso ter um monte de defeitos, todo mundo tem, agora quanto à honestidade, acho que o Lula perde para qualquer um no Brasil – finalizou.
Informações Pleno News
O Partido dos Trabalhadores (PT) planeja uma convenção partidária protocolar, sem o peso de um evento de campanha. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deve estar no evento, que confirmará a escolha da legenda por sua candidatura, segundo a assessoria do petista.
Marcada para o dia 21 de julho, a convenção do PT será realizada em São Paulo. Mas, neste mesmo dia, o pré-candidato petista cumprirá agenda no Nordeste.
Nos dias 20 e 21 de julho, Lula fará um giro por Serra Talhada, Garanhuns e Recife acompanhado do seu vice, Geraldo Alckmin (PSB).
A legislação exige que os partidos se reúnam em convenção para decidir os nomes do partido que serão candidatos a cargos eletivos, caso da disputa à presidência da República.
As convenções têm de ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto do ano eleitoral.
Segundo integrantes do partido, como ocorreu um grande evento em maio no lançamento da chapa de Lula e Alckmin, houve opção da campanha por promover uma convenção mais simples e descolada dos compromissos de Lula.
No dia da convenção do PT, portanto, Lula estará fechando a agenda no seu estado de origem, em evento na capital, Recife.
“São várias convenções, cumprindo regra legal, a partir do dia 21/07 com a convenção do PT. Dia 29/07, todos os partidos e líderes estarão na convenção do PSB, que será a última, em Brasília e homologando alianças e candidaturas de Lula presidente e Geraldo Alckmin vice”, diz Wellington Dias, ex-governador do Piauí, que integra a campanha.
A opção de Lula contrasta com a de Jair Bolsonaro, que não tem medo de estar entre o povo.
O presidente escolheu o Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, para promover a convenção partidária do PL e o lançamento oficial da chapa com o ex-ministro Walter Braga Netto.
O evento está sendo pensando para 12 mil pessoas.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do presidente e coordenador de sua campanha, foi às redes sociais convocar a militância a comparecer e chegar cedo ao evento.
Com informações da CNN.
Na noite deste sábado (16), o presidente Jair Bolsonaro voltou a descartar que vá assinar uma medida provisória (MP) taxando compras online em plataformas estrangeiras com presença no Brasil. “Repito: qualquer iniciativa para taxar compras por aplicativos como Shopee, AliExpress, Shein, etc., não contará com minha assinatura”, disse o mandatário.
Em maio, o chefe do executivo já havia negado taxar compras por esses aplicativos.
Repito: qualquer iniciativa para taxar compras por aplicativos como Shopee, AliExpress, Shein, etc., não contará com minha assinatura. Fraudes existem em muitos serviços e a solução é aperfeiçoar a fiscalização, não aumentar taxas. Nossa política é de reduzir impostos!
Créditos: Gazeta Brasil.
Éder Lima foi detido pouco antes da partida entre o Ferroviário, time em que ele atua, e o Campinense
O jogador Éder Lima, defensor da equipe do Ferroviário, do Ceará, foi preso na tarde deste sábado (16) no gramado do Estádio Amigão, em Campina Grande, na Paraíba, pouco antes da partida que o time dele disputaria contra o Campinense, pela Série C do Campeonato Brasileiro. A prisão ocorreu pelo não pagamento de pensão alimentícia.
A detenção do jogador aconteceu após a execução do Hino Nacional Brasileiro, com as equipes já em campo. O atleta, que inclusive estava entre os titulares para iniciar o jogo, foi comunicado pelos agentes que estava sendo preso e, de forma pacífica, saiu do gramado. Ele foi conduzido até a Central de Polícia de Campina Grande.
O delegado plantonista da Polícia Civil em Campina Grande, Demétrius Patrício, informou que o mandado de prisão contra o atleta estava aberto a partir de São Paulo. Dessa forma, ao ter conhecimento de que Éder viria jogar em Campina Grande contra o Campinense, a polícia se dirigiu ao estádio para realizar a prisão.
O delegado Demétrius disse que o atleta confirmou ter conhecimento do atraso da pensão alimentícia e disse que o débito girava em torno de R$ 70 mil. Após assinar um termo de conhecimento do débito, o jogador foi encaminhado ao Presídio do Monte Santo, em Campina Grande, onde irá ficar em uma cela à parte.
No jogo, o Ferroviário perdeu para o Campinense por 2 a 0, com gols marcados por Wilian Anicete, no primeiro tempo, e Carlos Maia, já na etapa final. Com o resultado, os dois times empataram em pontos na classificação da Série C do Campeonato Brasileiro.
Informações Pleno News
Presidente do TSE respondeu ao convite feito pela Presidência da República
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o próximo mês, o ministro Luiz Edson Fachinrejeitou, nesta sexta-feira (15), um convite da Presidência da República para que comparecesse na próxima segunda-feira (18) a um encontro com embaixadores no Palácio da Alvorada, em Brasília.
Por meio de um ofício assinado pela chefe do Cerimonial do TSE, Fernanda Jannuzzi, o ministro alegou que o “dever de imparcialidade” o impede de comparecer a eventos organizados por candidatos ou pré-candidatos. O convite feito a Fachin foi assinado pelo chefe do Cerimonial da Presidência da República, o embaixador André Chermont de Lima.
– Incumbiu-me o Senhor Presidente do Tribunal Superior Eleitoral de agradecer ao honroso convite, mas, na condição de quem preside o Tribunal que julga a legalidade das ações dos pré-candidatos ou candidatos durante o pleito deste ano, o dever de imparcialidade o impede de comparecer a eventos por eles organizados – afirmou a chefe do Cerimonial do TSE.
O convite para o encontro com os embaixadores não chegou a mencionar qual era o tema da reunião, mas, em ocasiões recentes, o presidente Jair Bolsonaro já afirmou que pretende levar aos representantes diplomáticos algumas considerações sobre o sistema eleitoral brasileiro.
– Será um PowerPoint mostrando tudo o que aconteceu nas eleições de 2014, 2018, documentado, bem como essas participações dos nossos ministros do TSE, que são do Supremo, sobre o sistema eleitoral – disse o presidente durante uma transmissão ao vivo.
Em 31 de maio, o TSE realizou o evento “Sessão informativa para embaixadas: o sistema eleitoral brasileiro e as eleições de 2022”, no qual diplomatas estrangeiros ouviram exposições de ministros e secretários do tribunal sobre as eleições e o sistema eletrônico de votação. Na ocasião, Bolsonaro reclamou do evento.
– Vê o que aconteceu na semana passada: o ministro Fachin convida, e aproximadamente 70 embaixadores vão ao TSE para ouvir dele as maravilhas que são as urnas eletrônicas brasileiras – disse Bolsonaro no dia 6 de junho.
Informações Pleno News
O governo federal trabalha para viabilizar – com urgência – as primeiras parcelas do Pix Caminhoneiro, que é o novo auxílio social voltado para a transferência de renda para transportadores autônomos do Brasil. Com a proximidade das eleições, a proposta é que o benefício comece a ser distribuído no mês de agosto, com duas parcelas sendo pagas já na primeira quinzena do mês.
Conforme aprovado em dois turnos pelo Congresso Nacional e promulgado na última sexta-feira, 16, o auxílio terá valor mensal de R$ 1 mil e validade até o mês de dezembro, somando R$ 5,4 bilhões a serem destruídos pela União. O público alvo são caminhoneiros que estão cadastrados no Registro Nacional de Transportadores de Cargas, desde que eles estejam inscritos como transportadores autônomos até o mês de maio. A estimativa é que até 900 mil caminhoneiros sejam beneficiados. O principal argumento para o pagamento do chamado voucher caminhoneiros é o recente aumento do óleo diesel, em razão da valorização do barril de petróleo no exterior pela guerra entre Rússia e Ucrânia.
O voucher caminhoneiro faz parte de uma série de benefícios incluídos na chamada PEC das Bondades, que também inclui aumento temporário de R$ 200 no Auxílio Brasil, chegando a R$ 600 mensais até dezembro, e de R$ 53 no Vale Gás bimestral, também com validade até o fim do ano; voucher aos taxistas com valor mensal de R$ 200 a R$ 300; compensação dos Estados para gratuidade do transporte coletivo de idosos e para compensação da manutenção da competitividade entre o etanol e a gasolina, etc. Além de antecipar as parcelas do Pix Caminhoneiro, o governo federal também planeja viabilizar dois pagamentos em agosto do voucher aos taxistas.
Créditos: Jovem Pan.
Neste sábado (16), a deputada federal Carla Zambelli usou as redes sociais para expor e criticar um vídeo, que encena a morte do presidente Jair Bolsonaro. Ela compartilhou fotos que mostram a gravação de um acidente de moto.
Além de expor indignação, a parlamentar pediu orações. Ela destacou que “essa é uma guerra do bem contra o mal”.
– Um vídeo foi feito encenando a morte do presidente Jair Bolsonaro num “acidente” de moto. Peço reforço de orações. Essa é uma guerra do bem contra o mal. E VAMOS VENCER – escreveu a deputada.
Outro deputado federal que se manifestou sobre o caso foi Eduardo Bolsonaro. Ele questionou se o ministro e presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, irá cobrar explicações e estipular um prazo para que as pessoas responsáveis pelo vídeo se manifestem. O comentário do parlamentar ocorre após Moraes ter estipulado o prazo de dois dias para que o chefe do Executivo se manifeste acerca de uma acusação de discurso de ódio.
– Quantas horas Alexandre de Moraes dará para os produtores se manifestarem sobre discurso de ódio? Ou será que isso pode? Será que instigar outros Adélios pode? Tem método – escreveu o deputado Eduardo Bolsonaro, no Twitter.
A pré-candidata ao Senado e ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, disse que o Ministério Público (MP) precisa investigar o caso. Ela questionou se o vídeo é uma encenação ou estímulo para um atentado contra a vida do presidente da República.
– Encenação ou estímulo para um atentado contra a vida do Chefe de Estado brasileiro? O MP precisa investigar isso a fundo! Cenas como estas são repugnantes e não podem ser toleradas – declarou.
*Pleno.News
Diante de uma inflação acima de dois dígitos, sobretudo puxada por alimentos e combustíveis, o governo federal decidiu reduzir em 10% o imposto de importação de bens comercializados. A medida envolve itens básicos, como feijão, massas, biscoitos, arroz e até materiais de construção. Presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães e Bolos Industrializados, Cláudio Zanão avalia o impacto da redução para o setor. “O consumidor está com o bolso muito estreito. Não tem espaço nenhum para manobra, para comprar nada diferente. É consumir o necessário para sobreviver. Então, tudo que puder reduzir essa dependência e puder dar uma flexibilidade, será bem aceito”, comentou.
De acordo com o presidente da associação, a guerra entre Rússia e Ucrânia é um dos fatores que contribuiu para o aumento no preço dos produtos, como o trigo, por exemplo. “O Brasil consome 12 milhões de toneladas de trigo por ano e produz, em média, 6 a 8 milhões. Então, dá para buscar a diferença no Mercosul. Ainda assim, se acontecer algumas coisa no continente, vamos buscar trigo no Canadá ou nos Estados Unidos. Então, falta de produto nunca vai haver. É questão de preço. Agora, por razões humanitárias, temos que parar essa guerra. E, em termos de economia, um terço da exportação mundial depende de Rússia e Ucrânia. Quanto mais for prolongada a guerra, mais dificuldade teremos. O melhor, para nós, é acabar essa guerra para equalizar esses preços”, completou.
Informações Terra Brasil Notícias
O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, nesta sexta-feira (15). Para o pré-candidato à reeleição, Fachin foi o responsável por anular as condenações de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que ele pudesse retornar ao cargo no Palácio do Planalto.
Fachin anulou em 8 de março de 2021 todas as condenações impostas pela Justiça Federal do Paraná ao ex-presidente na Operação Lava Jato. Segundo o ministro, a 13ª Vara Federal de Curitiba, que estava nas mãos do ex-juiz Sergio Moro e depois passou para Gabriela Hardt, não era o “juiz natural” dos casos. No dia 15 de abril de 2021, o plenário do tribunal referendou, por 8 votos a 3, essa decisão de Fachin, que seguia jurisprudência já consolidada do Tribunal.
– A gente sabe a vida pregressa dele (Fachin), foi um militante de esquerda, advogado do MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], isso é verdade, não fake news. Temos até vídeo dele falando isso. E ele colocou o Lula para fora. Agora, colocou para fora só para vê-lo livre? Porque, segundo o STF, o Lula é elegível. Então ele disputa as eleições – afirmou Bolsonaro, em visita a Juiz de Fora.
O chefe do Executivo ainda criticou Fachin por ter dado decisões favoráveis ao pré-candidato à Presidência pelo PT. Bolsonaro vê o ato como calculado.
– O que a gente entende do lado de cá é que ninguém vai botar o cara para fora com condenações grandes em três instâncias, para ficar passeando por aí com sua namorada, noiva, e agora sua jovem esposa. Colocou para fora, no meu entendimento, para ser o presidente da República. E deixo claro: quem é atualmente o presidente do TSE? O senhor Edson Fachin – completou.
O ex-presidente Lula foi sentenciado pelo ex-juiz Sergio Moro a 9 anos e 6 meses de prisão, em 2017. Na época, o presidenciável foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em processo que investigou a compra e reforma de um apartamento tríplex no Guarujá.
Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF), de forma colegiada, decidiu mudar o entendimento sobre prisão após segunda instância, determinando que só pode ocorrer após o trânsito em julgado (fim dos recursos). Em 2021, Fachin determinou a anulação de todos os processos envolvendo o petista no âmbito da força-tarefa em Curitiba.
O magistrado compreendeu, em seu parecer, que os casos não deveriam ter tramitado na Justiça Federal do Paraná, responsável por julgamentos da operação Lava Jato. A decisão foi acatada pelo plenário da Suprema Corte, em abril do ano passado, por 8 votos a 3. O ex-juiz também foi considerado parcial no caso por 7 votos a 4.
Informações Pleno News
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Gasolina recuou 6,5% na semana, diz ANP; preços estão 4% acima do mesmo período de 2021
O preço do litro de gasolina caiu pela 3ª semana seguida, sendo vendido a R$ 6,07 do dia 10 a 15 de julho. Os dados foram publicados pela ANP(Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesta sexta-feira (15.jul).
A redução nesta semana foi de 6,5%, com queda em 21 Estados. É o menor valor desde setembro de 2021.
Os preços da gasolina estão em trajetória de queda desde a implantação do teto de ICMS(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), feito pelo Governo. A lei considera os combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo como essenciais. Por isso, não podem ser tributados acima da alíquota geral de 17% a 18%.