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Presas comemoram saída da prisão Foto: Reprodução/Vídeo redes sociais

Um grupo de mulheres presas pelos atos de 8 de janeiro comemoraram a saída do presídio com direito a brinde de espumante e “dancinha”. O grupo está entre as 62 mulheres beneficiadas com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de soltar 162 detidos pelos atos radicais nas sedes dos Três Poderes.

A cena foi gravada e viralizou nas redes sociais. Cerca de 20 mulheres aparecem celebrando na saída da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia. Dançando entusiasmadas e segurando taças, elas bradaram um grito de guerra.

– Para a família estamos voltando, a temporada na Colmeia está acabando (…). Olê olê, olê olê, fui para a Colmeia foi por mim, foi por você. Olê olê, olê olê, voltei para casa para a verdade aparecer.

Na decisão, proferida na última terça-feira (8), Alexandre de Moraes substituiu a prisão por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso das redes sociais, cancelamento de passaportes, suspensão do porte de armas e obrigação de comparecer semanalmente à Justiça.

Os acusados respondem pelos crimes de associação criminosa, abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e crime contra o patrimônio público tombado.

Informações Pleno News


“A gravidade, por si só, não autoriza essa prisão preventiva”, diz Maierovitch

Alexandre de Moraes Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

O jurista Wálter Maierovitch, colunista do UOL, criticou a prisão preventiva do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, nesta quarta-feira (9), acusado de interferir nas eleições de 2022. Ele não só discordou, como cobrou explicações da Polícia Federal (PF).

– Sem dúvida, os fatos são gravíssimos, mas os crimes estão em apuração. Agora, a regra é a liberdade, pois as pessoas são presumidamente inocentes. É preciso algo para quebrar essa regra. O que ele estava fazendo para justificar uma prisão provisória? A gravidade, por si só, não autoriza essa prisão preventiva – disse Maierovitch.

O jurista explicou que, juridicamente, a PF precisa justificar a prisão provisória do PRF, com observância em ações ocorridas após o objeto da denúncia. Não havendo esse elemento, não está em harmonia com a previsão legal.

– (…) O que se exige do lado das autoridades, principalmente dos magistrados, é o caminho da legalidade e da legitimidade. As instituições judiciais precisam mostrar que aplicam as leis e não atuam por vingança – concluiu.

Informações Pleno News


Documento assinado por mais de 80 entidades pede uma “política articulada de eliminação imediata dos combustíveis fósseis” e defende que a Cúpula da Amazônia é a oportunidade ideal para isso.

Protesto da organização engajamundo antes da Cúpula da Amazônia — Foto: Paloma Rodrigues/g1

Protesto da organização engajamundo antes da Cúpula da Amazônia — Foto: Paloma Rodrigues/g1 

A Cúpula da Amazônia começa nesta terça-feira (8) em Belém, no Pará, tendo a discussão sobre a possibilidade de ampliação da exploração de petróleo na região como uma das principais preocupações da sociedade civil, ao lado de temas como desmatamento, garimpo e a questão indígena. 

Antes da abertura oficial do evento, a segunda-feira (7) foi marcada pelo encerramento de uma das atividades preparatórias para a Cúpula: os Debates Amazônicos, evento com a participação da sociedade civil que tinha como objetivo fazer propostas para os representantes de cada país. O petróleo ganhou destaque entre as sugestões. 

Um protesto da organização engajamundo buscou materializar essa preocupação: manifestantes usaram máscaras e roupas de proteção individual. Nos cartazes, a cobrança: “A COP vai passar e quantas manchas vão ficar?”. 

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, engrossou o coro. Sua comitiva falou da necessidade da redução da exploração do petróleo, que é um dos compromissos do presidente colombiano, que tem feito falas duras contra os combustíveis fósseis desde sua eleição. 

Um documento assinado por mais de 80 entidades intitulado “Amazônia Livre de Petróleo e Gás” pede para que seja formalizada uma “política articulada de eliminação imediata dos combustíveis fósseis” e defende que a Cúpula da Amazônia é a oportunidade ideal para isso. 

O documento cobra uma data para o fim da produção de combustíveis fósseis, não apenas no território da floresta, mas de maneira geral. 

A cobrança ocorre em meio à pressão, encampada por setores do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que o Ibama autorize a Petrobras a pesquisar a viabilidade de explorar petróleo na região da foz do Rio Amazonas. 

Em maio, o Ibama negou licença para a Petrobras perfurar poço de petróleo na região, no Amapá. O instituto apontou falhas sobre segurança ambiental na solicitação da estatal. Dias depois, a Petrobras apresentou um novo pedido, que está sob análise. Ambientalistas criticam a exploração diante da possibilidade de impactos ambientais. 

Países devem se comprometer a combater o garimpo ilegal durante Cúpula da Amazônia

Países devem se comprometer a combater o garimpo ilegal durante Cúpula da Amazônia 

Carolina Marçal, analista do Instituto ClimaInfo, disse que não basta que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diga que a pauta ambiental é prioritária. 

“Estamos pedindo mais ambição do governo brasileiro. O governo prometeu prioridade para a pauta ambiental, questões importantes relacionadas a desmatamento e uso da terra, mas não em relação à exploração de petróleo e gás na Amazônia”, disse Carolina Marçal. 

“A mensagem principal é que, para proteger a Amazônia, zerar o desmatamento é sim um passo importante, mas não é suficiente”, disse. 

Experiências internacionais também foram colocadas na mesa de debates. O Equador ganhou destaque por ser um caso emblemático de um país com larga escala de exploração de petróleo em uma reserva ambiental. 

O Parque Nacional Yasuní, na Amazônia equatoriana, é a maior reserva florestal do país com mais de 10 mil quilômetros quadrados – e também representa seu maior campo de petróleo. 

Eduardo Pichilingue Ramos, coordenador da Aliança Cuencas Sagradas Amazónicas, trabalha na região do parque e afirma que uma atividade tão crítica precisa ser muito bem pensada antes de ser iniciada em um território sensível. 

“Se autorizou a exploração dentro do parque, com uma negociação entre as empresas nacionais petroleiras e indígenas Guarani de recente contato. Isso trouxe uma serie de problemas ambientais e sociais graves”, disse. 

A infraestrutura envolvida nesse tipo de construção demandou a abertura de estradas, o que acarretou desmatamento e também em instalação de colonos nas margens destas novas ferrovias. 

“O governo sempre disse que os efeitos são poucos, em somente 80 hectares, mas não levam em conta a contaminação da água, poluição sonora por helicópteros e automóveis”, disse. “Por isso é preocupante a posição do Brasil. Acredito que com a atividade industrial petroleira sempre há uma margem grande de possibilidades de que as coisas saiam mal.” 

Em agosto, o Equador realizará um referendo sobre a manutenção ou não da exploração de petróleo na região. Em 2013, o então presidente Rafael Correa chegou a considerar interromper as atividades, mas o governo voltou atrás. Desde a década de 1970 a área é explorada com estes fins. 

“É uma consulta popular que nasceu de uma iniciativa cidadã e de povos indígenas”, afirmou Belén Paez, presidente da Fundação Pachamama. “É a primeira vez que os povos que habitam o território vão poder dizer legalmente sobre isso.” 

Carolina Marçal afirma que o pedido de participação social feito pelo governo brasileiro ao convocar os Diálogos Amazônicos foi cumprido pela população, que agora quer sua contraparte. “Acho que a sociedade civil tem que ser contemplada”, disse. 

“Nós enquanto sociedade civil viemos aqui em grande número, com grande representatividade. Não foi fácil para muita gente estar aqui, e o mínimo que a gente espera é que sejamos ouvidos.”

Na véspera da Cúpula da Amazônia, duas mulheres e um homem do povo Tembé são baleados no Pará

Na véspera da Cúpula da Amazônia, duas mulheres e um homem do povo Tembé são baleados no Pará

Informações G1


carros mais roubados brasil
Confira a lista dos carros mais roubados no Brasil | Foto: Reprodução 

Um novo ranking de carros mais roubados no Brasil revela que a quantidade dos crimes caiu em cerca de 12%, em relação ao mesmo período do ano passado. 

O levantamento foi realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras. O período levado em consideração de janeiro a julho deste ano.publicidade

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil possui, em média, mil casos de roubos e furtos de carro por dia. Os crimes tiveram alta de 8% no ano passado e chegou a quase 374 mil ocorrências.

O histórico revela um índice crescente nos crimes. Por exemplo, em 2020, cerca de 299 mil veículos foram furtados ou roubados no país e, em 2021, mais de 300 mil unidades. 

O anuário também informa que, em 2022, mais de 60% dos veículos subtraídos foram em ocorrências de furto e quase 40% em roubos.

Gol foi listado como o carro mais roubado no Brasil | Foto: Divulgação/Volkswagen do Brasil/YouTube

Ranking dos carros mais roubados no Brasil

Foram registrados cerca de 2 mil roubos da picape da Toyota, uma alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2022.

A picape da Fiat foi o nono carro com maior alta de unidades roubadas. Ao todo, houve 2,3 mil ocorrências, uma alta de 11,8% comparado com o acumulado de janeiro a julho de 2022.

Já fora de linha, o sedã da Fiat continua entre os mais roubados do país. Mesmo com uma queda de 11%, mais de 3,5 mil unidades haviam sido tiradas de seus donos.

hatch (carro pequeno) mais vendido da Hyundai teve um registro de 3.084 unidades roubadas de janeiro a julho deste ano, alta de 0,6%, comparado com mesmo período de 2022.

O Ka apresentou 3,4 mil unidades roubadas, mas uma queda de 8,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Um dos carros de maior sucesso da Fiat está fora de linha desde 2018 e teve 4,3 mil unidades roubadas, com uma queda de 6,6% em comparação a 2022.

Fora de linha há 11 anos, o Corsa ainda é muito visado pelos criminosos. Ao todo, mais de 4,3 mil unidades haviam sido roubadas no país de janeiro a julho deste ano. Comparado com o mesmo período do ano anterior, a queda foi de 2,6%.

O carro mais vendido do Brasil é o terceiro mais roubado da lista, com 4,7 mil unidades. Esse veículo também registrou a maior queda nos roubos, 14,8% a menos do que no mesmo período de 2022.

O Uno saiu de linha em 2022, mas segue com uma alta taxa de roubos. Ao todo, quase 7 mil teriam sido as unidades furtadas ou roubadas, uma queda de 8,5% em comparação com o mesmo período em 2022.

O Gol saiu de linha neste ano, mas é o campeão de roubos no Brasil. Cerca de 9 mil unidades do modelo foram roubadas ou furtadas no decorrer dos últimos sete meses. Mesmo com uma queda de 9,6% nas ocorrências, ainda é o mais visado pelos ladrões.

Informações Revista Oeste


A arte está de luto. Morreu, na manhã desta segunda-feira (7/8), aos 83 anos, Aracy Balabanian. A atriz veterana, que foi diagnosticada com câncer no pulmão no fim do ano passado, estava internada na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro.

A notícia do falecimento da artista foi confirmada por uma fonte da coluna. Segundo o programa A Tarde é Sua, em outubro, ao passar por um tratamento para um derrame pleural, que causa acúmulo de líquido nos pulmões, Aracy descobriu dois tumores nos órgãos e ficou bastante abalada. Aracy Balabanian não era vista em um projeto inédito desde 2019, quando participou do especial de fim de ano da TV Globo A Magia Acontece. No ano anterior, ela fez uma aparição em Malhação: Vidas Brasileiras. No dia 19 de julho, estreou no GloboPlay a novela Locomotivas, de 1977, da qual a atriz foi uma das protagonistas. A última entrevista da artista aconteceu há quase um ano, durante o programa Conversa com Bial.


Thiago Maia, do Flamengo, comprou carro de mais de R$ 4 milhões Imagem: Thiago Ribeiro/Thiago Ribeiro/AGIF


A Justiça do Rio de Janeiro determinou a busca e apreensão de uma Mercedes-Benz comprada pelo jogador Thiago Maia por R$ 4,3 milhões, que gerou um processo na Justiça do meia do Flamengo contra um banco e uma loja de carros envolvidos no negócio.

O jogador comprou o carro em janeiro, mas foi surpreendido em maio pela notícia de que o veículo sofreu uma restrição de penhora e circulação por conta de uma ação criminal por estelionato. Então, o atleta foi à Justiça, acusando os vendedores de falsificação, fraude e sonegação fiscal.

O volante do Flamengo pagou R$ 4,3 milhões no carro, dando como pagamento uma Dodge Challenger, uma BMW X6 e mais R$ 1,7 milhão financiados.

O carro não está mais com o jogador e se encontra atualmente na cidade de São Paulo. O banco envolvido pediu segredo de Justiça no processo, o que foi negado pela Justiça. O juiz também determinou que os réus paguem a dívida com o atleta em até 5 dias.

À coluna, o estafe de Maia disse que ele é vítima no caso por ter comprado um carro que não havia sido pago pela loja. Um homem o procurou em maio alegando ser o proprietário do carro, que havia sido deixado na loja em consignação para ser vendido, mas não recebeu o valor, além de não reconhecer a firma do certificado de registro de venda.

O atleta disse à Justiça que tentou desfazer o negócio, mas os donos do local protelaram a resolução do conflito até que encerraram as atividades do estabelecimento e não atenderam mais aos telefonemas ou e-mails enviados.

Informações UOL


Ministro diz que Petrobras está no limite

Foto: O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse, em entrevista à GloboNews nesta sexta-feira 4, que a Petrobras pode promover reajuste nos preços dos combustíveis, caso haja oscilação no mercado externo. Segundo ele, a estatal informou que está trabalhando “no limite do preço marginal”.

De acordo com Silveira, a situação da estatal foi informada por representantes da empresa em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O reajuste pode ocorrer, segundo Silveira, caso o preço no mercado externo oscile para cima.

“Eles disseram, de forma explícita, que estavam no limite do preço marginal e que se houvesse alguma oscilação para cima a partir de agora, que eles fariam o repasse ao preço dos combustíveis e seus derivados”, afirmou.

Silveira também citou a necessidade de se fazer investimentos na estatal em eventual aumento de preços internacionais.

“É claro, se houver oscilação para cima, a Petrobras terá responsabilidade com esses investidores, com a empresa, com a necessidade dos seus reinvestimentos para modernizar a empresa, e os repasses serão feitos. Por isso quero tranquilizar os investidores”, explicou.

Em maio, a Petrobras anunciou o fim da paridade internacional de preços do diesel e da gasolina. O ministro é um dos defensores da nova política.

“Foi importante mudar a política de preços, não há como não se reconhecer. Havia uma extorsão ao consumidor brasileiro, consequentemente aumentando o ‘custo Brasil’, aumentando o preço do alimento que chega no prato de todos os brasileiros, na política de preços que não permitia a Petrobras fazer volatilidade para baixo quando o preço internacional caía”, disse.

No segundo trimestre de 2023, a Petrobras fechou com um lucro de 28,8 bilhões de reais, o primeiro desde o fim da paridade internacional. Os números apontam uma queda de 47% em relação ao mesmo período do ano anterior, um reflexo da prática de preços menores praticados pela estatal.

Créditos: Carta Capital.



Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encerrou a instrução processual de 228 ações penais contra acusados pelos atos de vandalismo de 8 de janeiro. Os primeiros casos serão liberados para julgamento em 30 dias.

Entre os dias 26 de junho e 1° de agosto, foram realizadas audiências para oitiva de testemunhas de acusação e de defesa, bem como para interrogatório dos réus no Inquérito (INQ) 4922, que investiga os ataques ao STF, ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto em janeiro deste ano. Foram realizadas 719 oitivas, sendo 386 testemunhas indicadas pelas defesas e 228 réus interrogados. A Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou 21 testemunhas inquiridas pelos advogados, pela PGR e pelos magistrados. As audiências foram conduzidas por juízes auxiliares do gabinete do ministro Alexandre de Moraes.

Entre os dias 26 de junho e 1° de agosto, foram realizadas audiências para oitiva de testemunhas de acusação e de defesa, bem como para interrogatório dos réus no Inquérito (INQ) 4922, que investiga os ataques ao STF, ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto em janeiro deste ano.

Foram realizadas 719 oitivas, sendo 386 testemunhas indicadas pelas defesas e 228 réus interrogados. A Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou 21 testemunhas inquiridas pelos advogados, pela PGR e pelos magistrados. As audiências foram conduzidas por juízes auxiliares do gabinete do ministro Alexandre de Moraes.

Todos os advogados de defesa tiveram a oportunidade de conversar reservadamente com seus clientes, a partir de links restritos e salas individuais disponibilizados nos presídios da Papuda e da Colméia, no Distrito Federal, onde estão detidos presos e presas pelos atos.

As audiências foram realizadas por videoconferência em salas de audiência disponibilizadas no processo pelo STF e pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Para tanto, foram mobilizadas seis equipes de segurança no presídio da Papuda e quatro no presídio da Colméia, além de servidores da Secretaria Judicial do STF e do TJDFT, equipes de informática de ambos os tribunais e pessoal de apoio.

Nas audiências, os advogados e a PGR foram notificados do prazo comum de cinco dias, previsto no Código de Processo Penal (CPP), para análise de todo o conteúdo. Após o prazo, os autos retornam ao ministro Alexandre de Moraes para análise de eventuais pedidos de diligências das partes. Na sequência, é aberto o prazo para alegações finais, de 15 dias consecutivos, para a PGR e para a defesa.

Os crimes dos réus incluem associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo, e deterioração de patrimônio tombado.

As audiências de instrução são divididas em duas partes. Na primeira, são ouvidas as testemunhas de acusação na presença de representante da Procuradoria-Geral da República, dos réus e dos respectivos advogados. Nessa parte, PGR, defesa e juiz formulam perguntas.

Na segunda etapa, são ouvidas as testemunhas de defesa e o réu é interrogado. O juiz abre a audiência na presença da PGR, do advogado de defesa e do réu e ouve as testemunhas apresentadas pela defesa. Tanto a defesa quanto o representante da PGR também podem fazer perguntas. Encerradas as perguntas, o réu passa então a ser interrogado.

FONTE: terrabrasilnoticias.com


Foto: Reprodução/Redes sociais

A Sexta Câmara de Direito Público do Rio de Janeiro atendeu a um pedido do Ministério Público de Mangaratiba e voltou a interditar o lago artificial do jogador Neymar naquele município.

O lago, e toda obra em seu entorno, foi interditado no dia 22 de junho, em vistoria feita pela Secretaria de Meio Ambiente de Mangaratiba e pela Anamma (Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente). Mas no dia 30 de junho, o pai do jogador conseguiu uma liminar que liberava o espaço para uso.

“Defere-se a tutela de urgência recursal, a fim de se determinar a manutenção da interdição das obras somente em relação ao lago/piscina, isto é, parte da propriedade, não devendo o ato administrativo causar embaraços e prejuízos à fruição das demais áreas do imóvel. Intime-se com urgência”, determinou a desembargadora Lidia Maria Sodré de Moraes.

A decisão tem relação com uma ação que tramita na comarca de Mangaratiba. Também há um processo administrativo na prefeitura daquele município.Nesse processo administrativo, Neymar recorreu das multas ambientais de mais de R$ 16 milhões aplicadas por causa da construção de um lago artificial no Condomínio AeroRural, em Mangaratiba, na Costa Verde do Rio de Janeiro.A Prefeitura de Mangaratiba informou que está analisando o recurso do jogador.

As multas
Ao todo, Neymar foi multado em R$ 16.010.000 por:

instalação de atividades sem o devido instrumento de controle ambiental (art. 66 do Decreto Federal 6.514/2008) – multa de R$ 10 milhões;
movimentação de terra sem a devida autorização “art. 254 da Lei Municipal nº 1.209/2019) – R$ 5 milhões;
supressão de vegetação sem autorização (art. 189 da Lei Municipal nº 1.209/2019, com as alterações promovidas pela Lei Municipal nº 1.209/2019) – R$ 10 mil;
descumprimento deliberado de embargo (por ter entrado no lago depois de interditado/ art. 79 do Decreto Federal 6.514/2008) – R$ 1 milhão.
A decisão que avaliou os danos e determinou o valor das penalidades foi da procuradora-geral do município, Juraciara Souza Mendes da Silva, e foi dada a partir do relatório de vistoria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com 46 páginas.

*G1


Gabriel estava desaparecido desde o dia 26 de julho e foi encontrado morto em uma casa de aluguel de temporada nesta manhã.

Gabriel Paschoal Rossi foi encontrado morto em uma casa de Dourados (MS). — Foto: Reprodução

Gabriel Paschoal Rossi foi encontrado morto em uma casa de Dourados (MS). — Foto: Reprodução 

Gabriel Paschoal Rossi, de 29 anos, foi encontrado morto em uma casa de Dourados (MS) – a 232 quilômetros de Campo Grande – na manhã desta quinta-feira (3). O médico, que estava desaparecido há uma semana, foi encontrado com os pés e mãos amarrados em cima de uma cama.

O médico morava em um apartamento em Dourados, mas a casa em que ele foi encontrado morto era de aluguel de temporada. De acordo com a polícia, a família só registrou o boletim de ocorrência na quarta-feira (2) porque, até então, estavam trocando mensagens com uma pessoa que estava se passando por Gabriel, pelo telefone dele. As redes sociais do médico também foram excluídas.

Amigos do médico chegaram a informar para a polícia que haviam rastreado o carro de Gabriel no município de Guarulhos (SP). No entanto, a polícia acredita que tenha sido um erro no sistema, já que o veículo foi encontrado em Dourados. 

Conforme apurado pelo g1, o imóvel onde o corpo foi encontrado foi alugado através de um aplicativo na semana passada, por um período de 15 dias. O proprietário da residência informou que na noite de quarta-feira (27), dois homens chegaram a pé no imóvel para pegar as chaves e iniciar a locação. 

No entanto, a confirmação da causa da morte e de quando ocorreu só virá com o laudo necroscópico. Não há ainda previsão de liberação do cadáver para a família, que mora no Rio Grande do Sul. 

Confira o que se sabe sobre o caso:

  1. Há quanto tempo ele estava desaparecido?
  2. Como ele foi encontrado? 
  3. Quando ele morreu?
  4. De qual cidade ele era?

Há quanto tempo ele estava desaparecido?

A família registrou boletim de ocorrência relatando o desaparecimento de Gabriel quarta-feira (2), um dia antes dele ser encontrado morto. 

No entanto, Gabriel desapareceu no dia 26 de julho, depois de deixar o plantão no Hospital da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul), em Dourados. 

De acordo com a polícia, a família só registrou o boletim de ocorrência ontem porque familiares estavam trocando mensagens com uma pessoa que estava se passando por Gabriel, pelo telefone dele. 

Amigos do médico chegaram a informar para a polícia que haviam rastreado o carro de Gabriel no município de Guarulhos (SP). No entanto, a polícia acredita que tenha sido um erro no sistema, já que o veículo foi encontrado em Dourados. 

Como ele foi encontrado?

Mulher que mora ao lado da residência onde Gabriel foi encontrado, relatou que o carro do médico estava há cerca de uma semana estacionado em frente do local. De acordo com a moradora, moscas começaram a invadir a casa dela, além dela sentir um mau odor vindo da direção da casa vizinha. 

No entanto, só acionou a polícia depois de ver publicações em redes sociais divulgando o desaparecimento de Gabriel. A mulher havia visto um jaleco dentro do carro abandonado, e imaginou que podia ter relação com o caso. 

Ela relatou que trabalha em casa, mas que não ouviu gritos, nem viu movimentação estranha na residência. 

Gabriel Paschoal Rossi, de 29 anos, foi visto pela última vez no dia 26 de julho — Foto: Reprodução

Gabriel Paschoal Rossi, de 29 anos, foi visto pela última vez no dia 26 de julho — Foto: Reprodução 

A equipe do tenente da PM Luiz Eduardo Kettenhurber foi a primeira a chegar no local. Segundo o policial, desde que a família havia registrado o boletim de ocorrência do desaparecimento, a PM estava procurando o carro da vítima. 

Após o chamado da vizinha, o tenente foi até o local e viu que o carro era de Gabriel. Kettenhurber explicou que, como havia indícios de crime, a PM arrombou a porta e entrou na casa, encontrando o médico sem vida. 

Conforme informações da PM, o corpo de Gabriel estava com os pés e mãos amarrados com fios de energia e tinha sinais de estrangulamento. Não havia sinais de espancamento, apenas uma mancha de sangue coagulado na região da cabeça, na vertical, próximo da cabeceira da cama. 

Gabriel ainda usava o uniforme que os médicos utilizam no Hospital da Cassems, conhecido como scrubs hospitalar. 

Segundo a polícia, o corpo já estava em decomposição, o que indica que a morte ocorreu há vários dias. 

Conforme apurado pelo g1, o imóvel onde o corpo foi encontrado foi alugado através de um aplicativo na semana passada, por um período de 15 dias. O proprietário da residência informou que na noite de quarta-feira (27), dois homens chegaram a pé no imóvel para pegar as chaves e iniciar a locação. 

No entanto, a confirmação da causa da morte e de quando ocorreu só virá com o laudo necroscópico. Não há ainda previsão de liberação do cadáver para a família, que mora no Rio Grande do Sul. 

De qual cidade ele era?

Natural do Rio Grande do Sul, Gabriel se formou em março deste ano pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e trabalhava na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), na Cassems e no Hospital da Vida. 

Após o médico ser encontrado, o Hospital da Vida prestou uma homenagem para Gabriel. “Nesse momento de profunda dor, manifestamos condolências a familiares e amigos”. 

Nota de pesar do Hospital da Vida. — Foto: Reprodução 

O prefeito de Dourados, Alan Guedes, também publicou uma nota de pesar pelo falecimento do médico Gabriel que atendia na rede pública de saúde. “Aos familiares e amigos toda solidariedade e respeito neste momento de tristeza e dor”.

Informações G1

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