De acordo com um levantamento feito pelo Núcleo Regional de Saúde Centro Leste. Conforme o grupo, 63% dos leitos clínicos têm pacientes, 90% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) das redes pública e particular, exclusivos para Covid-19, estão ocupados.
Segundo a matéria do site De Olho na Cidade, sobre o levantamento, o município tem na rede pública e particular, 114 leitos clínicos e 65 de UTI, exclusivos pra Covid-19. Segundo a coordenação do núcleo regional de saúde, a situação da ocupação dos leitos já é preocupante.
A jornalista da TV Bahia, Luana Assiz testou positivo para a Covid-19. Em suas redes sociais, Luana publicou um texto acalmando seus seguidores.
“Oi gente, eu estou passando pra avisar que essa semana eu tô em casa me recuperando. Eu fiz o teste pra Covid-19, deu positivo, infelizmente. Mas a boa notícia é que eu tive sintomas leves, estou me recuperando tranquilamente aqui em casa, estou fazendo quarentena, por isso eu estou aqui e não vou estar com vocês como normalmente estaria”, informou Luana, em um vídeo publicado em suas redes sociais, nesta terça-feira (23).
Nesta terça-feira (23) o presidente dos EUA, Donald Trump disse, ter determinado ao governo federal que prenda qualquer pessoa que destrua ou vandalize “qualquer monumento, estátua ou outra propriedade federal nos EUA”.
Trump afirmou que os acusados poderão pegar até dez anos de prisão, com base em uma lei criada em 2003, chamada de Veterans’ Memorial Preservation Act, que busca proteger homenagens a militares que lutaram em guerras.
Rotativo News/informações Pleno News Foto: EFE/EPA/Jim Lo Scalzo
Os aprovados do Concurso da Polícia Civil de 2018, que cobram o governador Rui Costa (PT) para a convocação, reclamam nas redes sociais de terem sido bloqueados pelo líder petista baiano.
Em uma postagem no Twitter, o perfil criado pelos aprovados publicou uma foto em que aparece como bloqueado por Rui.
“Hoje o governador Rui Costa em uma atitude anti democrática bloqueou o perfil dos aprovados da PCBA! Além de não responder as cobranças feitas sobre a segurança pública, tenta nos calar! Uma vergonha! Governador, segurança pública também é importante!! Pessoas estão morrendo!”, escreveu.
“Absurdo”, comentou um usuário da rede social. Outro acrescentou: “Que papelão, Governador! É desse jeito que o senhor resolve os problemas da criminalidade?”.
O governador ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Em transmissão nas redes sociais ontem (22), o governador Rui Costa comentou o fato do número de curados da Covid-19 ter ultrapassado o de casos ativos, na Bahia, como indicativo de que o estado está perto de chegar a uma fase de números decrescentes de notificações. O boletim epidemiológico desta segunda, da Secretaria da Saúde estadual (Sesab), traz a confirmação e evolução positiva dos números divulgados no domingo: são 23.305 pessoas recuperadas da doença, enquanto 22.340 encontram-se como casos ativos.
“A notícia boa é que o número de curados ultrapassou o número de casos ativos. Isso significa que estamos curando mais pessoas nos últimos cinco dias, do que pessoas ficando contaminadas. Esses números são positivos em relação à estabilização da curva de crescimento na Bahia. Os dados sinalizam que estamos caminhando para o controle. E logo, vamos dar essa notícia aqui”, ressaltou o governador, que lembrou o preocupante número de 50 mortos nas últimas 24 horas. “Mas não podemos baixar a guarda, pois o número de óbitos ainda é alto”.
Já o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) fez um apelo e pediu a reabertura do comércio a governadores e prefeitos do país. Segundo ele, há exagero na forma como a pandemia de coronavírus foi tratada pelos gestores. Ainda de acordo com o presidente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades mundiais também exageraram.
Bolsonaro não se pronunciou sobre a marca dos 50 mil mortos pela Covid-19, atingida pelo Brasil no último final de semana. Na segunda-feira, o Brasil chegou a 1.111.348 pessoas infectadas com coronavírus e um total de 51.407 óbitos, segundo dados compilados pelo consórcio entre Folha, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo, G1 e UOL através de relatórios das Secretarias de Saúde dos estados.
O advogado Rodrigo Rara, pré-candidato do Novo a vereador de Salvador, criticou o pagamento anual de quase R$ 2 milhões feito pelo governo do estado ao Consórcio do Nordeste, comandado por Rui Costa (PT).
Segundo Rara, o Consórcio serve apenas como “cabide de emprego de político derrotado, agência de viagens internacionais, local de desperdício do dinheiro público e berço de corrupção”.
O governador Rui Costa (PT) estaria abalado por causa da deflagração do escândalo dos respiradores e não está mais conseguindo rearrumar o governo, que continua sem dois secretários titulares: o das Relações Institucionais e o da Casa Civil.
Bruno Dauster deixou a Casa Civil justamente após ter sido citado na compra dos respiradores, que gerou prejuízo milionário aos cofres públicos dos estados do Nordeste. Já Cibele Carvalho deixou surpreendentemente a pasta das Relações Institucionais para ser candidata a prefeitura em uma cidade baiana. Nenhum dos dois teve seus substitutos definitivos escolhidos pelo governador.
Os aliados do governador estão preocupados com o “astral do gestor baiano”. A informação é do site Política Livre.
Na mira do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal em dois inquéritos que apuram a compra de respiradores, o governo da Bahia informou à imprensa que atualizou o Portal Transparência Bahia.
Segundo o governo, um novo painel permite ao cidadão acesso completo e customizado aos dados sobre as contratações emergenciais realizadas pelos órgãos do Executivo para o combate à pandemia da Covid-19.
O texto de divulgação distribuído para jornalistas ainda diz que “a criação do novo canal é resultado da determinação do governador Rui Costa por máxima transparência”.
Leia +: PGR pede medidas cautelares ao STJ em caso de compra de respiradores pelo Consórcio (https://politicaaovivo.com/pgr-pede-medidas-cautelares-ao-stj-em-caso-de-compra-de-respiradores-pelo-consorcio/)
As informações desta matéria foram extraídas do site Política AoVivo
O brasileiro acredita mais no presidente Jair Bolsonaro do que no apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, segundo pesquisa feita pelo Instituto Paraná a pedido do Diário do Poder.
O presidente foi escolhido por 37,9% do total, enquanto 32,6% acham que o jornalista merece mais credibilidade. Nenhum dos dois foi a escolha de 25,1% e outros 4,4% não sabem.
Bolsonaro tem a confiança de 42,9% dos homens, enquanto Bonner tem 31,2%. Entre as mulheres, o âncora do JN está à frente por 0,3% (33,8% contra 33,5% de Bolsonaro). No Nordeste, Bonner tem 39,6% de confiança, enquanto Bolsonaro fica com 30,1%.
O Paraná Pesquisa ouviu 2.390 pessoas em todo o País.
O hospital de campanha montado no estádio do Pacaembu, na capital paulista, deve encerrar os atendimentos até o fim deste mês. O motivo do fechamento é digno de se comemorar: a queda no número de pacientes tornou possível que as unidades de saúde tradicionais consigam dar conta dos infectados. A informação é de médicos que trabalham no local.
Ainda segundo os médicos, parte da equipe que atuava no local já foi transferida para outras unidades geridas pela organização social criada pelo Hospital Israelita Albert Einstein, que mantém o hospital.
Agência Brasil – Pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), do Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR) e do Instituto Carlos Chagas da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (ICC/FiocruzParaná) iniciaram uma pesquisa pioneira que usa células-tronco no tratamento de pacientes com a covid-19. O coordenador do Núcleo de Tecnologia Celular da PUCPR, Paulo Brofman, um dos líderes do projeto, disse ontem (22), em entrevista à Agência Brasil, que a doença se apresenta de maneira muito diversificada nos pacientes, envolvendo desde sintomas leves até situação pulmonar bastante grave, que leva à necessidade de intubação e apoio de prótese artificial ou de respirador.
O Núcleo de Tecnologia Celular da PUCPR já tem vasta experiência com o uso de células tronco mesenquimais (CTMs), derivadas do tecido do cordão umbilical (TCU), para doenças pulmonares, desde pesquisa básica, pesquisa clínica e até em pesquisa clínica experimental.
Cientistas dos Estados Unidos e do Brasil também estão usando animais de grande porte para produção de soro com anticorpos contra o novo coronavírus. O produto poderá ser usado no tratamento da Covid-19 em um futuro próximo, uma vez testado e regulamentado.
O soro de pessoas curadas da doença – que contém os anticorpos para combatê-la- já é usado no tratamento em alguns casos, mas tem uma limitação de produção, já que depende da retirada do plasma do sangue dos pacientes recuperados. O uso dos animais nesse processo deve aumentar a disponibilidade do produto.
A empresa norte-americana SAB Therapeutics faz testes com um anticorpo policlonal extraído do plasma de vacas geneticamente modificadas e que recebeu o nome de SAB-185. Anticorpos policlonais são como uma coleção de várias proteínas capazes de defender o organismo contra um patógeno.
As vacas da SAB receberam cromossomos do sistema imune humano, segundo a empresa. Quando entram em contato com um invasor, como um vírus, por exemplo, elas produzem anticorpos policlonais humanos em vez de bovinos. Cada vaca pode produzir cerca de 45 litros de plasma por mês, de acordo com a companhia.
De acordo com a empresa, testes clínicos com o produto devem começar nos próximos meses.
Para a bióloga Ana Maria Moro, diretora do Laboratório de Biofármacos do Instituto Butantan, os anticorpos produzidos pelas vacas da SAB não são totalmente humanos porque ainda carregam traços dos animais, como uma pequena porção de açúcares das células onde são produzidos.
Há ainda uma série de anticorpos monoclonais em desenvolvimento, lembra Ana Maria. Os monoclonais são cópias de uma única proteína protetora que comprovadamente pode neutralizar o invasor. O método é considerado mais preciso, mas ainda deve levar algum tempo até estar disponível.
No Brasil, o Instituto Vital Brazil, ligado ao governo do estado do Rio de Janeiro, conduz um estudo que usa cavalos para produção do soro que contém anticorpos policlonais do novo coronavírus para tratar pacientes da Covid-19.
No método, cavalos recebem um pedaço do Sars-Cov-2 que não causa a doença nos animais, mas ativa o organismo dos bichos para a produção dos anticorpos.
Em cerca de 15 dias após a primeira aplicação do vírus, os anticorpos já podem ser detectados. A primeira imunização dos animais aconteceu no dia 27 de maio.
De acordo com Stolet, participam do estudo cerca de 25 pesquisadores do Vital Brazil, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
O sangue retirado dos animais passa por um processo que separa a parte líquida, o plasma, que é o que dá origem ao soro para o tratamento. O material é então purificado em um processo com reações físicas e químicas que retiram bactérias e vírus e permitem descartar outras proteínas e moléculas de gordura desnecessárias para o tratamento.
O instituto foi fundado há mais de cem anos e tem experiência na produção de soros para o combate ao vírus da raiva e venenos de serpente, que são produzidos de maneira semelhante ao desenvolvimento do soro contra a Covid-19.
Depois de 60 dias a partir da primeira aplicação do vírus nos cavalos do Vital Brazil, a produção dos anticorpos deve chegar ao máximo, e os testes pré-clínicos devem começar. Antes dos testes em humanos, o produto vai passar por experimentos em ratos e em macacos. Um cavalo é capaz de produzir cerca de 20 litros de plasma em um mês.
Se o produto passar pelos testes de segurança e eficácia, deve ficar disponível gratuitamente em aproximadamente seis meses, afirma Stolet. O instituto faz parte da rede de laboratórios oficiais que fornecem medicamentos para o SUS (Sistema Único de Saúde).
Para Stolet, a pesquisa também reforça a necessidade de mais investimento público para a ciência brasileira. (Folhapress)
Folhapress – O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira (22) que o processo sobre a perícia no celular do advogado de Adélio Bispo, autor da facada no então candidato a presidente Jair Bolsonaro em 2018, retorne para o TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).
O magistrado foi escolhido na sexta-feira (19) relator do mandado de segurança, que é movido pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). O TRF-1 já examinou o assunto e decidiu em fevereiro remeter o caso ao STF, onde a ação deu entrada na semana passada.
Uma eventual autorização para a Polícia Federal analisar o aparelho e outros materiais apreendidos no escritório de Zanone Manuel de Oliveira pode levar à reabertura das investigações sobre a tentativa de assassinato do hoje presidente.
A OAB tenta impedir a devassa no telefone para resguardar o sigilo profissional do advogado, garantido pela Constituição.
Fux negou o prosseguimento sem analisar o mérito. Ele alegou razões processuais para devolver a ação à segunda instância da Justiça Federal, argumentando ausência de previsão legal para o STF julgar o caso.
O TRF-1 havia permitido o encaminhamento dos autos por considerar que é papel do Supremo julgar recurso ordinário (um tipo de apelação) em caso de crime político.
Para o ministro, porém, a situação é diferente: trata-se de mandado de segurança relacionado a prerrogativas advocatícias, e não “à existência ou não de crime político”.
Procurada, a OAB não quis comentar a decisão. O advogado Zanone Oliveira diz que sua atuação no caso se deu dentro dos limites legais e sustenta que Adélio cometeu o crime por conta própria, sem ordem ou ajuda de terceiros. “Espero que os arquivos da advocacia sejam mantidos em sigilo”, afirma.
O presidente não é parte no processo que foi examinado por Fux. O advogado Antonio Pitombo, seu representante no caso da facada, disse ao jornal Folha de S.Paulo recentemente que a defesa fará “todos os esforços para contribuir com evidências que possam levar ao encontro da verdade sobre a autoria do crime”.
Até agora, em dois inquéritos abertos sobre o atentado, a PF concluiu que Adélio agiu sozinho e que não houve mandante. O esfaqueador, absolvido por ter sido considerado inimputável, está preso desde o crime na penitenciária federal de Campo Grande (MS), onde cumpre medida de segurança.
Na semana passada, o juiz que cuida do caso, Bruno Savino, da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora (MG), determinou o arquivamento do segundo inquérito do órgão, que teve um relatório parcial apresentado em maio.
O magistrado confirmou a possibilidade de retomada da apuração se surgirem “novos elementos informativos”. A única pendência apontada pela PF para concluir os trabalhos é a perícia nos materiais encontrados com Zanone, que assumiu a defesa de Adélio logo após o ataque.
A análise permitiria esclarecer quem contratou ou financiou a defesa, o que levaria a pessoas ou organizações que poderiam ter interesse em arquitetar o crime. Até agora, a PF não apontou o envolvimento de terceiros na tentativa de matar Bolsonaro.
O processo sobre o celular do advogado teve início em março de 2019, quando a OAB conseguiu no TRF-1 uma liminar cancelando o pedido de quebra de sigilo nos materiais recolhidos no escritório. A quebra de sigilo bancário e a apreensão foram autorizados pela 3ª Vara Federal de Juiz de Fora .
A atuação da instituição motivou um ataque de Bolsonaro ao presidente da Ordem, Felipe Santa Cruz. Na ocasião, o titular do Planalto disse, de forma irônica, que poderia explicar a Santa Cruz como o pai dele desapareceu durante a ditadura militar (1964-1985).
Zanone deixou a defesa de Adélio no fim do ano passado, depois que o cliente pediu para ser representado pela DPU (Defensoria Pública da União). O advogado ainda tem relação com o esfaqueador porque é seu curador perante a Justiça.
O ex-defensor e seus sócios já deram diferentes versões sobre a entrada no caso. A principal foi a de que o advogado foi procurado por um representante de uma igreja evangélica frequentada por Adélio. O benfeitor teria entregado R$ 5.000 em dinheiro e desaparecido.
À PF o integrante da defesa se recusou a revelar a identidade de quem fez o pagamento, alegando cláusula de confidencialidade e a necessidade de resguardar o nome para proteger a pessoa de ameaças e de riscos à sua integridade física.
Autoridades ligadas ao caso dizem que a hipótese mais provável é a de que a banca tenha trabalhado de graça, em troca de repercussão na mídia.
O presidente e seu entorno vinham difundindo, sem apresentar provas, a versão de que haveria pessoas por trás de Adélio. Chegaram a sugerir elos do autor com partidos como PSOL e PT e com o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL), o que nunca foi comprovado.
A politização do caso, usada por bolsonaristas principalmente em momentos de crise política, perdeu força desde a divulgação das conclusões da PF. Os resultados da apuração foram apresentados pessoalmente a Bolsonaro pelo delegado Rodrigo Morais, responsável pelos inquéritos.
O presidente, que até então colocava em xeque o trabalho do órgão no caso, ouviu explicações ao longo de duas horas, no dia 15 de maio, e não voltou a falar publicamente do assunto. A corporação afirma ter ido atrás de todas as pistas e suspeitas que chegaram ao seu conhecimento.
A DPU tenta conseguir a transferência de Adélio para um estabelecimento onda possa receber, segundo o órgão, tratamento adequado de saúde mental. A eventual saída do preso do sistema penitenciário federal abriu uma divergência entre as varas federais de Juiz de Fora e de Campo Grande.
Com o impasse, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) foi instado a se manifestar. Na última quarta-feira (17), o ministro Joel Ilan Paciornik determinou a permanência de Adélio em Mato Grosso do Sul, mas o tribunal ainda terá que analisar o mérito do conflito.