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Os seis municípios baianos que até agora não registram casos da Covid-19 receberam juntos R$ 3,3 milhões em recursos do governo federal para o enfrentamento da emergência de saúde pública causada pela pandemia do coronavírus.

O valor recebido por Brejolândia, Brotas de Macaúbas, Canápolis, Érico Cardoso, Ipupiara e Novo Horizonte equivale a 0,25% do total recebido em todo o estado, que foi de R$ 1,2 bilhão.

Esses municípios representam 1,4% das 417 cidades da Bahia.

Dessa pequena lista, Ipupiara recebeu o maior valor. O governo federal destinou R$ 837.905,78 a essa cidade de 9,2 mil habitantes localizada na região de Irecê.

Município da região da Chapada Diamantina, Novo Horizonte recebeu R$ 631,1 mil para enfrentar a pandemia. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a 2019 indicam que a cidade tem uma população de 12,3 mil habitantes.

Em terceiro lugar aparece Canápolis, na Bacia do Rio Corrente, e que recebeu recursos da ordem de R$ 621,8 mil do governo federal. De acordo com o IBGE, o município tem 9.711 habitantes.

A União destinou R$ 555,4 mil à prefeitura municipal de Érico Cardoso, cidade de 10,6 mil habitantes na Bacia do Paramirim.

Também na Bacia do Rio Corrente e próxima a Canápolis, Brejolância recebeu R$ 506,5 mil. A cidade tem uma população estimada de 10.557 habitantes.

Por fim aparece Brotas de Macaúbas. Localizada na região do Velho Chico e com cerca de 10,2 mil habitantes, o município recebeu o menor valor entre as seis cidades: R$ 189.187,65.

Os dados foram consultados pelo Bahia Notícias no Portal da Transparência nesta quinta-feira (6). A reportagem também conferiu os municípios que mais receberam recursos para o enfrentamento da crise, e aqueles que foram destinados os menores valores.

Informações Bahia Notícias


A presidente do PSL na Bahia e deputada federal, Professora Dayane Pimentel, esclarece que a cordialidade que mantém com Carlos Geilson (Podemos) não implica que pode haver composição entre ambos visando as eleições municipais em Feira de Santana. “Ser cordial não significa que aceito compor com outro grupo. Sou educada e respeito a história política do amigo Geilson. Mas estou firme em minha pré-candidatura”, afirmou a parlamentar feirense.

A intenção da deputada federal é deixar claro para os feirenses que ela dialoga com os políticos da cidade que também buscam edificar uma trilha de desenvolvimento para os feirenses. “É hora de iniciar novos e melhores tempos para Feira de Santana”, ressaltou a Professora Dayane.

Informações De Olho na Cidade
Foto: reprodução


O prefeito Colbert Martins Filho disse, nesta quarta-feira, 5, que as 25 mil toneladas de asfalto a quente, o CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), compradas pela Prefeitura de Feira de Santana, serão aplicadas nos trechos onde a pavimentação está mais castigada. Vai beneficiar dezenas de ruas.

“Não será uma simples operação tapa-buracos. Mas, trechos inteiros da pavimentação que estão mais degradados, estragados, onde tem mais buracos, vão ser trocados”.

A expectativa é que o serviço seja iniciado já na próxima semana, a depender das condições do clima. O piso úmido não oferece boas condições para que o asfalto seja aplicado.

Colbert Filho disse ainda que se for necessário, o município vai adquirir ainda mais o material para atender às demandas da comunidade. Destacou que o volume de chuvas, há muito não registrado, castigou muito o piso da cidade.

“Vamos iniciar um grande recapeamento em Feira de Santana. Se necessário, vamos comprar mais asfalto para que as vias estejam em perfeitas condições de tráfego”.

O superintendente de Obras, José Pinheiro disse que tudo vai estar preparado e iniciado quando o tempo permitir. O secretário de Desenvolvimento Urbano, Sérgio Carneiro, afirmou que o serviço é importante para a cidade.

Secom


(Reuters) – A recuperação econômica em todo o mundo pode vir mais rápido se uma vacina contra a Covid-19 for disponibilizada a todos como um bem público, afirmou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, ontem (6).

“O compartilhamento de vacinas ou o compartilhamento de outras ferramentas efetivamente ajuda o mundo a se recuperar junto. A recuperação econômica pode ser mais rápida e os danos da Covid-19 podem ser menores”, disse Tedros, que participou de um painel de discussão online com membros do Fórum Aspen Security, dos Estados Unidos, moderado pela rede NBC.

“O nacionalismo com vacinas não é bom, não vai nos ajudar”, acrescentou Tedros, em uma alusão à disputa competitiva entre diversas nações e seus laboratórios para criar uma vacina eficaz e pedir o máximo de doses possível com antecedência.

Na segunda-feira, Tedros disse que o coronavírus é a maior emergência de saúde desde o início do século 20 e que a corrida internacional por uma vacina também é “sem precedentes”.

“Precisamos aproveitar esse momento para nos juntarmos em unidade nacional e solidariedade global para controlar a Covid-19”, afirmou ele no fórum desta quinta-feira. “Nenhum país estará seguro até todos estarmos seguros.”

O diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, questionado sobre a proposta de vacina russa, disse ao painel que são necessários dados do estudo para garantir que as vacinas sejam seguras e eficazes.

Ryan também disse que as autoridades devem ser capazes de demonstrar a eficácia de uma vacina contra o coronavírus por meio de ensaios clínicos tradicionais, em vez de estudos de “desafio humano”.

Ele estava se referindo à exposição intencional de voluntários vacinados para verificar se a vacina funciona.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse também nesta quinta-feira ser possível que os EUA tenham uma vacina contra o coronavírus antes das eleições de 3 de novembro — uma previsão mais otimista do que o tempo apresentado por seus próprios especialistas em saúde da Casa Branca.

Trump acusou a OMS de se tornar um fantoche da China —onde o surto de coronavírus surgiu pela primeira vez no ano passado— durante a pandemia de Covid-19, e avisou que os Estados Unidos sairão da agência dentro de um ano.

Os EUA são o maior doador geral da OMS e contribuíram com mais de 800 milhões de dólares até o final de 2019 para o período de financiamento bienal de 2018-19.

Mas Tedros, que negou que a OMS responda à China ou a qualquer outro país, disse ao painel que o principal dano da iniciativa do governo Trump de sair da agência não será a perda de financiamento.

“O problema não é o dinheiro, não é o financiamento … é realmente o relacionamento com os EUA. Isso é mais importante para a OMS – o vácuo, não o financeiro. E esperamos que os EUA reconsiderem sua posição”, declarou.


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou, ontem (6), a Lei 14.034/20, que institui medidas de socorro ao setor aéreo durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Entre as mudanças, o texto acaba com a tarifa de embarque internacional adicional a partir do dia 1º de janeiro de 2021. A taxa adicional era de US$ 18, e foi criada em 1997 para financiar o pagamento da dívida pública.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, comemorou a medida pelo Twitter, argumentando que a tarifa aumentava os custos para os passageiros e afastava investimentos de empresas de baixo custo no país.

A lei também dá prazo de 12 meses para as companhias aéreas reembolsarem os consumidores que tiveram ou terão voos cancelados entre 19 de março e 31 de dezembro de 2020. Os ressarcimentos também valem para atraso ou interrupção do serviço, e os valores serão corrigidos pela inflação.

A nova legislação passa para o consumidor a necessidade de provar que “efetivo prejuízo” na prestação dos serviços para receber indenizações por danos morais, invertendo a lógica prevista no Código de Defesa do Consumidor. As companhias aéreas não vão precisar pagar se provarem que não foi possível evitar o dano ao passageiro, “por motivo de caso fortuito ou força maior”.

Outra medida de socorro ao setor é a possibilidade de companhias aéreas e concessionárias de aeroportos receberem empréstimos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) até o final do ano. As empresas precisam comprovar que tiverem prejuízo durante a crise. O prazo de pagamento será até 31 de dezembro de 2031, com incidência da Taxa de Longo Prazo (TLP). As companhias têm 30 meses para começar a pagar.

O prazo final de pagamento das parcelas anuais de outorga – valor pago ao governo por explorar serviços públicos – dos aeroportos privatizados com vencimento em 2020 foi adiado para 18 de dezembro. O Congresso Nacional ainda pode manter ou vetar as mudanças no texto feitas pela Presidência.


A Globo enviou carta à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) rescindindo o contrato de transmissão da Copa Libertadores. A informação foi publicada pelo UOL.

Em nota enviada pelo seu departamento de comunicação à reportagem, a emissora informa não ter tido alternativa “senão rescindir o contrato”. Ela afirma ter tentando renegociação dos valores a serem pagos, já que houve queda de receita causada pela pandemia da Covid-19, sem sucesso.

A Globo e o SporTV, seu braço esportivo em canal por assinatura, são obrigadas a fazer pagamentos anuais de US$ 65 milhões pelos direitos de transmissão (R$ 347,2 milhões em valores atuais) para partidas em canal aberto e fechado. O acordo é válido até 2022.

A Globo adota com a Conmebol o mesmo procedimento que teve com a Fifa. A empresa tentou negociar com a entidade os pagamentos do contrato de US$ 600 milhões (R$ 3,2 bilhões). Sem acordo, entrou na Justiça para evitar a quitação da parcela de US$ 90 milhões (R$ 480,8 milhões) que tinha de ter sido feita no final do junho deste ano.

A disputa coloca em risco a transmissão pela emissora da Copa do Mundo de 2022, embora o jornal Folha de S.Paulo tenha publicado que a Fifa não trabalha com a possibilidade de a Globo não mostrar o evento.

A carta enviada pelo grupo brasileiro não significa que este não transmitirá a Libertadores deste ano. Existe a possibilidade da abertura de negociação com a Conmebol para um acordo. Se isso não acontecer, a confederação poderá fazer licitação pelos pacotes de jogos em TV aberta e fechada.

A Libertadores está marcada para reiniciar em 15 de setembro. (*Folhapress)


O governador Rui Costa anunciou ontem (6) a flexibilização do transporte intermunicipal para as cidades que ficam distantes até 100 quilômetros de Salvador. A data do início da flexibilização será anunciada na próxima sexta-feira (7).

Segundo Rui Costa, as empresas terão de cumprir protocolos rígidos de segurança. Os veículos só poderão transportar metade da capacidade máxima de passageiros.


Seis municípios baianos até agora não registram casos da Covid-19. São eles: Brejolândia, Brotas de Macaúbas, Canápolis, Érico Cardoso, Ipupiara e Novo Horizonte. Esses municípios representam 1,4% das 417 cidades da Bahia. Juntos as respectivas cidades já receberam R$ 3,3 milhões do Governo Federal para o enfrentamento ao Novo Coronavírus.


A Bahia recebeu R$ 1,2 bilhão em recursos do governo federal para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus. A verba emergencial foi enviada tanto para o estado quanto municípios. Os dados foram consultados pela site Bahia Notícias no Portal da Transparência ontem (6).

Feira de Santana foi a segunda cidade baiana do interior que mais recebeu recursos. Um montante de R$ 27 milhões foi encaminhado pelo governo federal para a cidade. Foi em Feira que aconteceu a detecção do primeiro caso de infecção pelo coronavírus no estado, há exatos cinco meses, em 6 de março

Até ontem, o município é o segundo com mais casos confirmados da doença na Bahia, com 7.568, além de 152 mortes.


A pandemia da Covid-19 está afetando toda a sociedade, especialmente os segmentos mais vulneráveis. Neste sentido, representantes do Movimento Negro de Feira de Santana apresentaram ao Governo Municipal um pedido de apoio para instituições e entidades que atuam diretamente junto a população de baixa renda no município. 

Na semana passada eles foram recebidos pelo chefe de Gabinete do Prefeito, Denilton Brito, que representou o chefe do Executivo Municipal, Colbert Martins Filho, juntamente a com a assessora especial do prefeito, Liu Cerqueira. Na oportunidade os representantes do Movimento Negro solicitaram o apoio da Prefeitura a partir da doação de cestas básicas, álcool gel, máscaras e material de higiene. 

Estiveram presentes representantes de blocos afros, afoxés, escolas de samba, grupos de capoeira, entidades de movimento negro, bandas e blocos de reggae, e religiões de matrizes africanas. A presidente do Núcleo Cultural Educacional Quilombola Odungê, Lourdes Santana, avaliou positivamente o encontro. 

“É a primeira vez que o movimento negro se reúne com o Governo Municipal para tratar de questões relacionadas a Covid-19. O povo negro tem sofrido muito com os efeitos dessa pandemia, seja no aspecto econômico e no aspecto da saúde. Então é fundamental buscarmos esse apoio do Poder Público e ficamos felizes em ver que nossas demandas estão sendo ouvidas”, salientou. 

Denilton Brito informou que o pleito foi encaminhado para o prefeito Colbert Martins Filho. E a expectativa é que seja atendido em breve. “A Prefeitura já vem atuando desde o início da pandemia no apoio e suporte a famílias carentes, com doações de alimentos, material de higiene e prevenção. E essa será mais uma ação direcionada neste sentido, dessa vez atendendo a solicitação do movimento negro”, frisou.

Dentre os representantes do movimento negro, também participaram do encontro Raimundo José das Neves, o mestre Macaco, presidente da Associação de Capoeira Arte e Recreação Berimbau de Ouro; Valter dos Santos, o mestre Val; e o sacerdote Afro Tata Nedembuka (Unzó kiwa Nenguá Múkua ita kayango).