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Petista e o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), chegaram a desmarcar um encontro que teriam em Brasília

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem mantido conversas constantes com membros da CPI da Covid que não fazem parte do PT.

Segundo a coluna de Bela Megale, do jornal O Globo, apesar do seu partido ter dois membros na Comissão, Humberto Costa (PT-PE) como titular e Rogério Carvalho (PT-SE) como suplente, o ex-presidente também tem procurado nomes de centro que compõem a CPI.

Lula e o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), chegaram a desmarcar um encontro que teriam em Brasília no início do mês passado para evitar especulações sobre a comissão. Mas não é só com Renan que as conversas acontecem. Lula tem falado com outros protagonistas do chamado G7, grupo majoritário de senadores na CPI, que integram partidos de centro.

Ainda de acordo com a publicação, esses senadores, Lula tem elogiado a atuação do G7, que vê comprovada a omissão de Bolsonaro na compra de vacinas. Essas conversas que acontecem por telefone tem sido tratadas em segredo para não passar a imagem de que os senadores tidos como independentes estejam atuando sob influência ou orientação de Lula.

Informações Bahia.ba


Dirigentes pressionam por renúncia de presidente da CBF em meio à denúncia de assédio
Foto: Reprodução UOL

por Alex Sabino e João Gabriel|Folhapress 

Integrantes da diretoria da CBF e dirigentes de federações estaduais tentam convencer Rogério Caboclo a renunciar à presidência da entidade.  

A avaliação de cartolas ouvidos pela Folha é que a situação do dirigente no comando da confederação, que já era difícil, se tornou insustentável.  

Em meio às críticas pela organização da Copa América, à revolta da seleção brasileira contra sua gestão e as denúncias formais de assédio sexual protocoladas por uma funcionária, sua renúncia é esperada por dirigentes do futebol brasileiro.  

Caboclo já foi contatado por pessoas próximas, que tentam convencê-lo a deixar o cargo. Ele, porém, resiste à ideia. Há uma preocupação geral sobre as variações de humor e a instabilidade emocional do dirigente, que tem tratado mal até auxiliares mais próximos.  

As denúncias da funcionária, uma cerimonialista, envolvem diálogos em que ele pergunta se ela se masturba ou tenta forçá-la a comer biscoito de cachorro, chamando-a de “cadela”, como revelou o GloboEsporte.com. As queixas foram apresentadas formalmente à comissão de ética da entidade nesta sexta-feira (4).  

Dirigentes dizem que em nenhum momento Caboclo os chamou para conversar, pedir apoio ou prestar explicação sobre nenhuma das três situações.  

As denúncias já são de conhecimento da cartolagem há mais de um mês e Caboclo já havia ouvido sugestões de que deveria renunciar, mas se recusou a isso. Agora, os conselhos se tornaram mais fortes e a avaliação é de que ele não tem mais condições de continuar no cargo.  

Enquanto presidente, ele também não deve desistir da organização da Copa América, já que investiu enorme capital político (em Brasília e com a Conmebol) para trazê-la ao Brasil.  

A avaliação é de que, se antes o presidente tentava contornar a crise do torneio continental e da seleção, agora com a denúncia, o que já era difícil se torna inviável.

Informações Bahia Notícia


Profissionais de saúde seguram frascos da Sputnik V e da Covaxin - Amanda Perobelli/Reuters e Debajyoti Chakraborty / NurPhoto via Getty Images
Profissionais de saúde seguram frascos da Sputnik V e da Covaxin Imagem: Amanda Perobelli/Reuters e Debajyoti Chakraborty / NurPhoto via Getty Images

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), aprovou hoje, durante a 9ª Reunião Extraordinária Pública da Diretoria Colegiada, a importação de quantidades determinadas e o uso em condições controladas das vacinas Covaxin e Sputnik V no Brasil por 4 votos a 1. A avaliação durou aproximadamente 7 horas.

Destaco que fica autorizada a importação excepcional e temporária do seguinte quantitativo, correspondente a doses para imunização de 1% da população nacional, dentro do cronograma enviado pelo Ministério da Saúde: 4 milhões de doses.”Alex Machado Campos, diretor da agência

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Sputnik V

Em caráter excepcional, a Sputnik V teve aprovação de importação em quantidades específicas . Na prática, uma parte do quantitativo de doses da vacina poderá ser importada no primeiro momento para ser utilizada dentro de um estudo de efetividade a ser seguido pelos estados requerentes.

As principais condições para seu uso são:

  1. importação somente de vacinas das fábricas inspecionadas pela Anvisa na Rússia (Generium e Pharmstandard UfaVita);
  2. obrigação de análise lote a lote que comprove ausência de vírus replicantes e outras características de qualidade;
  3. notificação de eventos adversos graves em até 24 horas (veja a lista completa de exigências mais abaixo).

As notificações de eventos adversos serão analisadas pelas áreas de Fiscalização e Monitoramento da Agência.

Todas as responsabilidades e condicionantes vinculados a esta importação visam garantir, com o mínimo de segurança, o bem maior que aqui tutelamos, a saúde. Daí porque entendo ser imprescindível o cumprimento integral pelos requerentes de todos os aspectos aqui destacados.”Alex Campos, diretor relator

Dessa forma, foi autorizado de modo excepcional e temporário a importação de doses suficientes para 1% da população de cada um dos seguintes estados (leia mais abaixo):

  • Bahia – 300 mil doses
  • Maranhão – 141 mil doses
  • Sergipe – 46 mil doses
  • Ceará – 183 mil doses
  • Pernambuco – 192 mil doses
  • Piauí – 66 mil doses.

Um primeiro pedido de importação e uso da Sputnik V foi negado pelos diretoresem 26 de abril. Pouco depois, os governadores do Consórcio Nordeste encaminharam à Anvisa um pedido de reavaliação sobre a vacina russa, anexando o relatório da Federação Russa ao Ministério da Saúde para sanar dúvidas sobre o imunizante.

Ao total, 17 governadores já adquiriram mais de 66 milhões de doses da Sputnik V, sendo que, caso aprovado o uso emergencial, 37 milhões de doses devem ser entregues ao país ainda neste semestre.

Covaxin

Já para a importação excepcional da Covaxin, foi definida a quantidade de 4 milhões de doses. Durante a reunião, o diretor relator Alex Campos destacou as melhorias feitas na linha de fabricação da Bharat Biotech após a inspeção da Anvisa realizada na fábrica da Índia, em abril deste ano, além da aprovação pela Agência da condução de estudo clínico de fase 3 com a vacina no Brasil.

A autorização também impõe condições (leia mais abaixo):

  1. que todos os lotes destinados ao Brasil tenham sido fabricados após as adequações de Boas Práticas de Fabricação (BPF) implementadas pela fabricante Bharat Biotech;
  2. apresentação de certificado de potência para todos os lotes;
  3. entrega e avaliação pela Anvisa dos dados referentes a dois meses de acompanhamento de segurança do estudo clínico de fase 3;
  4. liberação de todos os lotes quanto aos aspectos de qualidade por análise laboratorial pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz.

Após o uso das 4 milhões de doses autorizadas, a Agência vai analisar os dados de monitoramento do uso da vacina para poder avaliar os próximos quantitativos a serem importados.

Pelo menos 20 milhões de doses da vacina indiana são previstas em um acordo de aquisição com o governo federal.

Mudanças em dados

O relatório técnico de 53 páginas, que contém as informações sobre o imunizante russo, também chegou a ser entregue à Anvisa no dia 21 de maio pelo Fundo Russo, após pedido dos governadores diante da primeira reprovação da vacina Sputnik V.

Mendes afirmou que “não é possível ignorar as pendências” apontadas na última avaliação e que a equipe técnica do setor observou uma mudança nos dados sobre o adenovírus replicante, ponto mais polêmico da vacina.

“O método só é considerado válido se passa por uma série de técnicas para que seja expressado e posso mostrar sua robustez. Então, a validação não foi descrita nessas metodologias internas e também não descreve se existe um acordo com os guias reconhecidos internacionalmente”, justificou Mendes.

O coordenador argumentou que apenas um subgrupo foi testado, o que colocaria em xeque os resultados apresentados.

“Não apresenta o tempo máximo de resultados disponíveis após o esquema de vacinação completo. Não existe descrição sobre os ensaios utilizados para resposta de avaliação imune e como foram realizadas as validações desses ensaios. Também não há considerações sobre o poder estatístico aplicado nos resultados desse estudo”, afirmou Mendes.

Ana Carolina Araújo, gerente-geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, que também apresentou análise técnica, destacou que a agência tentou, mas não conseguiu visitar o Instituto Gamaleya, na Rússia, para analisar a produção da Sputnik.

“À época, nós não conseguimos fazer a visita, ela não foi autorizada. E, por isso, não foi possível verificar a existência dos padrões, suas caracterizações, as instalações, discutir os parâmetros críticos do produto”, afirmou Araújo.

Veja lista completa de obrigações a serem cumpridas para a importação da Sputnik

I – Todos os lotes a serem destinados ao Brasil devem ser provenientes das plantas produtivas inspecionadas pela Anvisa: Generium e Pharmstandard UfaVita.

II – Todos os lotes a serem destinados ao Brasil devem vir acompanhados dos certificados de análise da etapa de concentrado da vacina e do produto acabado, demonstrando a ausência de adenovírus replicante (RCA).

III – Todos os lotes a serem destinados ao Brasil devem vir acompanhados dos laudos de esterilidade microbiológica.

IV – A vacina deverá ser utilizada apenas na imunização de indivíduos adultos ? 18 anos e < 60 anos.

V – A vacina não deverá ser utilizada em gestantes, puérperas, lactantes e indivíduos com comorbidades.

VI – Os lotes das vacinas importadas somente poderão ser destinados ao uso após análise laboratorial e liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz.

VII – O requerente deverá registrar a execução de todas as obrigações previstas na RDC 476/2021 e reforçadas neste Voto. Tais registros deverão ser apresentados à Anvisa sempre que solicitados.

VIII – O requerente deverá considerar no plano de imunização as ações necessárias para evitar os erros programáticos de trocas entre os dois componentes da vacina, devendo haver monitorização e ações contínuas para minimizar o risco e os danos.

IX – O requerente deverá adotar ações de mitigação de risco considerando as diferenças de informações e formatos entre as embalagens, rótulos e bulas originais em comparação com as diretrizes regulatórias nacionais.

X – O requerente deverá disponibilizar às unidades de saúde as informações de rótulos e bulas, que sejam importantes para o uso correto do produto, no idioma português. Destaca-se que todas as indicações, contraindicações e restrições de uso constantes neste Voto deverão estar refletidas no documento a ser disponibilizado.

XI – Todos os lotes da vacina a ser fornecida devem atender às condições aprovadas pela autoridade sanitária internacional.

XII – O requerente deverá distribuir e utilizar a vacina em condições controladas com condução de estudo de efetividade, com delineamento acordado com a Anvisa e executado conforme as Boas Práticas Clínicas, de acordo com o sugerido pelo Consórcio Nordeste.

XIII – Os eventos adversos graves devem ser comunicados à Anvisa em até 24 horas, por meio do sistema VigiMed ou e-SUS Notifica. Os demais eventos adversos e as queixas técnicas devem ser notificados em até 5 (cinco) dias de seu conhecimento. As queixas técnicas devem ser notificadas pelo sistema Notivisa.

XIV – O requerente deverá encaminhar à Anvisa, mensalmente, relatório de avaliação benefício-risco da vacina, contendo resultados de segurança e efetividade de cada lote importado, detalhado, segundo as boas práticas de farmacovigilância.

XV – O requerente deverá acompanhar diariamente alertas internacionais de segurança da vacina Sputnik V emitidos pelos países que estão utilizando a vacina e comunicar imediatamente à Anvisa em caso de alertas de segurança emitidos por outras autorizadas sanitárias internacionais.

XVI – O requerente deverá compartilhar o mapa de distribuição dos lotes e respectivos resultados de controle de qualidade com as áreas da Anvisa ligadas ao pós- mercado, a fim de agilizar as medidas de suspensão do uso frente a eventuais riscos identificados.

XVII – A vacina deverá ser distribuída apenas a centros de vacinação vinculados aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

XVIII – As seguintes contraindicações deverão ser consideradas na imunização: hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula, gravidez, uso por lactantes, menores de 18 anos, mulheres em idade fértil que desejam engravidar nos próximos meses, ter recebido outra vacina contra Covid-19, febre, HIV, hepatite B ou C, antecedentes de qualquer vacinação nas quatro semanas anteriores à potencial data de vacinação, ter recebido imunoglobulinas ou hemoderivados há três meses antes da potencial vacinação, tratamentos com imunossupressores, citotóxicos, quimioterapia ou radiação há 36 meses antes da potencial vacinação, terapias com biológicos incluindo anticorpos anticitocinas e outros anticorpos, enfermidades graves ou não controladas (cardiovascular, respiratória, gastrointestinal, neurológica, insuficiência hepática, insuficiência renal, patologias endócrinas) e antecedentes de anafilaxia (segunda dose da vacina).

XIX – O requerente deverá demandar aos fabricantes Generium e UfaVita a avaliação do processo fabril e a proposição de alguma medida adicional de mitigação do risco decorrente da ausência da validação da etapa de filtração esterilizante. Esses documentos deverão ser apresentados à Anvisa previamente ao Licenciamento de Importação (LI) e deverão ser analisados e concluídos como adequados pela área técnica previamente ao deferimento do LI.

XX – O requerente deverá apresentar o relatório final de validação do processo de fabricação do insumo farmacêutico ativo biológico ou declaração da autoridade russa de que verificou e aprovou tal documento.

XXI – O requerente deverá apresentar, para adequação das Práticas Assépticas e Teste de Esterilidade da UfaVita, os registros dos treinamentos dos operadores, bem como vídeos demonstrando a execução das atividades críticas nas áreas limpas, indicando que os procedimentos de trabalho foram efetivamente corrigidos e não representam risco de contaminação ao produto. Tais documentos podem ser apresentados diretamente à Anvisa para análise e aprovação previamente ao deferimento do LI ou por meio de declaração da autoridade russa de que os verificou e aprovou.

XXII – O requerente deverá apresentar os relatórios de validação de métodos analíticos para os testes de RCA, PCR para identidade dos adenovírus e Elisa para imunogenicidade em camundongos. Tais relatórios podem ser apresentados conjuntamente com a documentação a ser enviada ao INCQS.

Os condicionantes e responsabilidades deverão constar em Termo de Compromisso a ser celebrado entre a Anvisa e o requerente.

Além do cumprimento dessas condicionantes, os governadores terão as seguintes obrigações, previstas na RDC 476/2021:

De acordo com a RDC 476/2021, são obrigações do importador:

I – responsabilizar-se pela qualidade, eficácia e segurança da vacina a ser importada;

II – assegurar e monitorar as condições da cadeia de transporte;

III – assegurar que a vacina importada esteja com o prazo de validade vigente;

IV – estabelecer mecanismos para garantir condições gerais e manutenção da qualidade da vacina importada e o seu adequado armazenamento;

V – assegurar o monitoramento contínuo da temperatura de conservação e transporte, durante o trânsito internacional, desde o momento do embarque até a chegada ao local de armazenamento do importador e notificar à Anvisa, imediatamente, caso tenha ocorrido excursão de temperatura que possa comprometer a qualidade do produto;

VI – responsabilizar-se pela avaliação das excursões de temperatura que venham a ocorrer durante o transporte dos produtos importados;

VII – prestar orientações aos serviços de saúde sobre uso e cuidados de conservação dos produtos importados, assim como aos pacientes sobre como notificar as queixas técnicas e eventos adversos a eles relacionados;

VIII – criar mecanismos para a realização do monitoramento pós-distribuição e pós-uso da vacina importada e para que os casos de queixas técnicas e eventos adversos identificados sejam informados à Anvisa, por meio dos sistemas de informação adotados;

IX – responsabilizar-se pelo recolhimento do produto importado quando determinado pela Anvisa ou quando houver indícios suficientes ou comprovação de desvio de qualidade, que possa representar risco à saúde;

X – informar aos pacientes que a vacina para Covid-19 não possui registro e nem autorização temporária para uso emergencial, em caráter experimental, concedido pela Anvisa e que o referido produto apenas possui aprovação em agência regulatória sanitária estrangeira; e

XI – apresentar a documentação requerida ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), nos termos da Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 73, de 21 de outubro de 2008.

Veja lista completa de obrigações a serem cumpridas para a importação da Covaxin

I – Todos os lotes a serem destinados ao Brasil devem ter sido fabricados após as adequações de Boas Práticas de Fabricação (BPF) implementadas pela fabricante Bharat Biotech, conforme relatório de ação corretiva e preventiva (Corrective and Preventive Action – CAPA) apresentado à Anvisa.

II – Todos os lotes a serem destinados ao Brasil devem vir acompanhados dos certificados de análise atestando a realização de teste de potência.

III – Todos os lotes a serem destinados ao Brasil devem vir acompanhados dos laudos de esterilidade microbiológica.

IV – A vacina deverá ser utilizada apenas na imunização de indivíduos adultos ? 18 anos e < 60 anos.

V – A vacina não deverá ser utilizada em gestantes, puérperas, lactantes e indivíduos com comorbidades.

VI – Os lotes das vacinas importadas somente poderão ser destinados ao uso após análise laboratorial e liberação pelo INCQS.

VII – O requerente deverá registrar a execução de todas as obrigações previstas na RDC 476/2021 e reforçadas neste Voto. Tais registros deverão ser apresentados à Anvisa sempre que solicitados.

VIII – O requerente deverá adotar ações de mitigação de risco considerando as diferenças de informações e formatos entre as embalagens, rótulos e bulas originais em comparação com as diretrizes regulatórias nacionais.

X – O requerente deverá disponibilizar às unidades de saúde as informações de rótulos e bulas, que sejam importantes para o uso correto do produto, no idioma português. Destaca-se que todas as indicações, contraindicações e restrições de uso constantes neste Voto deverão estar refletidas no documento a ser disponibilizado.

XI – Todos os lotes da vacina a serem fornecidos devem atender às condições aprovadas pela autoridade sanitária internacional.

XII – Os eventos adversos graves devem ser comunicados à Anvisa em até 24 horas, por meio do sistema VigiMed ou e-SUS Notifica. Os demais eventos adversos e as queixas técnicas devem ser notificados em até 5 (cinco) dias de seu conhecimento. As queixas técnicas devem ser notificadas pelo sistema Notivisa.

XIII – O requerente deverá encaminhar à Anvisa, mensalmente, relatório de avaliação benefício-risco da vacina, contendo resultados provenientes do monitoramento ativo do uso da vacina, com conclusão sobre segurança e efetividade de cada lote importado, detalhado, segundo as boas práticas de farmacovigilância.

XIV – O requerente deverá acompanhar diariamente alertas internacionais de segurança da vacina Covaxin emitidos pelos países que estão utilizando a vacina e comunicar imediatamente à Anvisa em caso de alertas de segurança emitidos por outras autoridades sanitárias internacionais.

XV – O requerente deverá compartilhar o mapa de distribuição dos lotes e respectivos resultados de controle de qualidade com as áreas da Anvisa ligadas ao pós- mercado, a fim de agilizar as medidas de suspensão do uso frente a eventuais riscos identificados.

XVI – O requerente deverá apresentar periodicamente à Anvisa os dados de estabilidade da vacina na medida em que forem sendo obtidos.

XVII – O requerente deverá apresentar à Anvisa o relatório completo do estudo de fase 3, assim que disponível.

XVIII – O requerente deverá monitorar ativamente os eventos adversos de interesse especial, principalmente aqueles com potencial de serem induzidos pelo uso do novo adjuvante, como reações autoimunes.

XIX – A vacina só poderá ser utilizada no Brasil após entrega e avaliação pela Anvisa dos dados referentes a dois meses de acompanhamento de segurança do estudo clínico de fase 3.

XX – A vacina deverá ser distribuída apenas a centros de vacinação vinculados aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

XXI – As seguintes contraindicações deverão ser consideradas na imunização: hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula, gravidez, uso por lactantes, menores de 18 anos, mulheres em idade fértil que desejam engravidar nos próximos meses, ter recebido outra vacina contra Covid-19, febre, HIV, hepatite B ou C, antecedentes de qualquer vacinação nas 4 semanas anteriores à potencial data de vacinação, ter recebido imunoglobulinas ou hemoderivados há 3 meses antes da potencial vacinação, tratamentos com imunossupressores, citotóxicos, quimioterapia ou radiação há 36 meses antes da potencial vacinação, terapias com biológicos incluindo anticorpos anticitocinas e outros anticorpos, enfermidades graves ou não controladas (cardiovascular, respiratória, gastrointestinal, neurológica, insuficiência hepática, insuficiência renal, patologias endócrinas), antecedentes de anafilaxia (segunda dose da vacina).

Informações UOL


A Bahia é um bom posto de observação para umas coisas, e um péssimo posto para outras. Para detectar mudança de governo, por exemplo, é péssima, já que a Bahia republicana não toma a iniciativa de fazer oposição ao status quo. Por outro lado, como a elite baiana não é muito dada aos maneirismos finos do Sudeste (vejam que paulista não tem seca, tem crise hídrica), amiúde temos caras-de-pau mostrando às escâncaras o que no Sudeste se disfarça.

De quanto tempo um estrangeiro precisaria para entender que o PSOL de Freixo é um partido de sindicalistas do funcionalismo público? No entanto, se visse o PSOL em campanha pelo governo da Bahia, sacaria num minuto. Afinal, que candidato a governador faz campanha falando da “URV dos técnicos” das universidades estaduais?

Agora é a vez de os jornalistas baianos jogarem luz sobre as reais intenções da categoria: os bonitos ganharam o direito de furar a fila da vacina caso tenham mais de 40 anos, e agora ameaçam uma greve de jornalismo por quererem estender a todos os jornalistas o direito de furar a fila da vacina.

Primeiro uma tal Comissão Intergestores Bipartites resolveu no dia 18 de maio que os “profissionais da comunicação” sadios com pelo menos 40 anos estariam dentro do grupo que poderia furar a fila da vacina. Muita cara de pau? Piora: no mesmo dia, o bravo Sindicato dos Jornalistas Baianos anunciou que iria lutar (sic) para poder vacinar todo jornalista.

No dia seguinte, o Ministério Público da Bahia, que em geral está ocupado em tirar o bifinho das crianças ou perseguir o Compadre Washington, desta vez fez algo de útil à sociedade e recomendou que a tal da CIB parasse de incluir meio mundo na categoria de fura-filas de vacina. O Ministério Público da Bahia fez essa recomendação em conjunto com o Federal.

Também no dia 19, o presidente da vetusta Associação Bahiana de Imprensa declarou que “não se trata de um privilégio corporativo, e sim desse reconhecimento de que a população precisa, para vencer a Covid-19, de informação de qualidade”.

Para descer a ladeira rumo ao sindicalismo mais caricato, há a agora a greve no feriadão. Em protesto contra a recomendação do MP, no dia 2 de junho foi convocada uma greve de jornalistas.

Nem um pio da FACOM
Será que alguém reclamou? Nenhum luminar da FACOM deu um pio. A FACOM, também conhecida como Faconha, é a Faculdade de Comunicação da UFBa, que tem uma significativa presença no jornalismo baiano e um pouco no nacional. Se Wilson Gomes se manifestou, terá sido oralmente, porque nos buscadores não aparece nada. Que eu saiba, único jornalista da imprensa baiana a se manifestar contra esse absurdo foi James Martins, um jornalista atípico porque tem erudição e não tem diploma. Em texto intitulado “Vacina pouca, minha prioridade primeiro”, escreveu: “Pelo viés da essencialidade e da exposição, [os trabalhadores de supermercados] estão muito mais expostos que eu e a maioria dos meus colegas. Aqui na Bahia, a primeira vítima da doença foi uma empregada doméstica. Elas já estão na lista de prioridades? E os porteiros? […] Vamos pensar juntos. Seria impossível ou inviável que algumas categorias sofressem uma triagem interna? Por exemplo, um jornalista que cobre hospitais, cemitérios, vai pra rua, etc. seria priorizado em relação a mim, que me exponho bem menos. Assim como sei de profissionais da saúde que não exercem e que já tomaram suas doses. Alunos de medicina na casa dos 20 anos, que só têm aulas online, e que também já estão vacinados. E por aí vai.”

Como uma andorinha não faz verão, podemos olhar para o grosso do jornalismo baiano e dizer que quem cala consente.

O que vai na cabeça desse povo?
Sendo eu jovem, magra e sadia, resolvi que não quero me vacinar tão cedo, porque a covid não é nenhuma aids em matéria de letalidade: é gripezinha para uns, causa mortis para outros. Tudo leva a crer que para mim seja gripezinha. Por outro lado, se as vacinas tiverem um efeito negativo no longo prazo, só descobriremos no longo prazo. Se eu tivesse motivos para achar que a covid é causa mortis para mim, estaria afobada atrás de Astra-Zeneca ou Pfizer também. Penso que jovens saudáveis devem raciocinar no longo prazo, e que velhos ou doentes devem raciocinar no curto prazo. No longo prazo, não parece uma boa ideia tomar esta vacina.

Usando os números na base do Our World in Data, foram foram documentados no Brasil desde o começo da pandemia 16,52 milhões de casos e 461.057 mil mortes de covid. Fazendo uma continha de dividir, temos que quase 2,79% dos infectados morreram. Vale frisar que esse número de infectados inclui velhinhos. Quais as chances de um jovem sadio — aqueles por quem luta o bravo sindicato — contrair covid e morrer?

A minha aposta é que eles nunca se fizeram essa pergunta. Sentem-se parte de um clã iluminado que tem como missão espalhar a Verdade dos Profetas da Divulgação (pseudo)Científica. Essa verdade simplória, talhada para intelectos rudimentares, consiste em: vai todo mundo morrer, a menos que tome “a” vacina – qualquer vacina, pois quem alega que uma vacina feita às pressas pode ser ineficaz ou prejudicial é um obscurantista antivacina. São simplórios, burros, tapados. Estão dispostos a tratar com xingamentos e slogans quem hesita, quem duvida, quem pensa.

O valor da vida humana
Agora, uma vez que eles acreditam mesmo que vai todo mundo morrer caso não tome vacina, é forçoso concluir que não estão nem aí para a vida humana. Afinal, a gente com idade ou comorbidade que deixou de tomar a vacina fica condenada à morte. Vacina para a gente bonita das redações; ao povo, brioches.

Depois, haja materiazinha furreca sobre “genocídio” para aliviar a consciência. Furam fila de vacina e não vivem sem serviçais, mas o “genocida” é o presidente. Compram drogas na mão de facção, mas o “genocídio da juventude negra” vai na conta da polícia. Não respeitam ninguém, e pisam no pescoço do povo por qualquer ninharia. Que não queiram ser respeitados, portanto.


Líder da Igreja Internacional da Graça de Deus tem 73 anos

Foto: Facebook/ Arquivo Pessoal
Foto: Facebook/ Arquivo Pessoal

O missionário R.R. Soares, 73 anos, líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, está internado com Covid-19 no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro.

Segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o missionário andou anunciado ao fiéis uma água “consagrada” para curar o novo coronavírus durante programa na TV, em maio de 2020.

Soares também tem tido papel importante como “conselheiro” de figuras do governo de Jair Bolsonaro. Fabio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social do governo federal, disse que Soares era uma figura de consulta.

Informações Bahia.ba


Francês Giroud também teve vínculo ampliado

Thiago Silva, chelsea, Liga dos Campeões

O zagueiro brasileiro Thiago Silva e o atacante francês Olivier Giroud vão jogar pelo Chelsea (Inglaterra) por mais um ano após a prorrogação de seus respectivos contratos, informou nesta sexta-feira (4) o clube inglês, que acaba de conquistar a Liga dos Campeões.

O brasileiro, que chegou ao time de Londres vindo do PSG (França), jogou 34 vezes em seu primeiro ano no Chelsea, marcando dois gols.

https://twitter.com/chelseafc/status/1400826360004816905?s=21

“Após a final da Liga dos Campeões, o Chelsea Football Club executou a opção de prorrogar o contrato de Thiago Silva por um ano, levando o seu período em Stamford Bridge para uma segunda temporada”, informou a equipe por meio de comunicado. “O novo contrato de Thiago Silva vai até o final da temporada 2021/2022”.

No caso de Giroud, que está no clube há três anos e meio, o Chelsea exerceu a opção de renovar o contrato por mais uma temporada.

O atacante marcou 32 gols pelo Chelsea, incluindo seis nesta temporada da Liga dos Campeões, o que o torna o artilheiro do campeão europeu nesta competição.

Informações Pleno News


Foto: Paula Fróes/GOVBA

A Bahia registrou 2.531 novos casos de Covid-19 e 97 mortes pela doença nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado nesta sexta-feira (4) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e o registro foram realizados hoje.

No total, o estado contabiliza 1.028.518 casos confirmados da doença desde o início da pandemia, com 21.609 mortes. A taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes adultos com Covid é de 85% no estado.

Secom


Neste sábado, 5, além da vacinação na UniFTC para profissionais de imprensa, acima de 40 anos, a Secretaria Municipal de Saúde também vai aplicar a segunda dose da vacina na Unidade Básica de Saúde Caseb 1, das 8h às 12h.

A imunização é para as pessoas que estão no período recomendado, mediante apresentação da caderneta de vacinação, comprovando que recebeu a primeira dose.

Também deve ser apresentado RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.

Ascom/SMS


Foto: Reprodução

Rafael Marques


Nesta sexta-feira (4), o prefeito Colbert Filho (MDB), em entrevista ao Rotativo News, chamou a atenção da população de Feira de Santana em relação às medidas restritivas contra a Covid-19 e as cepas que estão circulando no município.

“A quantidade de mortes não diz respeito às cepas. A Universidade Estadual de Feira de Santana fez uma pesquisa informando que a variante de Manaus é predominante em pessoas assintomáticas. Essa variante ainda está sendo testada”.

Sobre a vacinação no município, o gestor municipal destacou a quantidade de doses aplicadas ontem (3).

“Foram 11.500 doses aplicadas. Estamos aplicando hoje e amanhã. Estou alegre com a velocidade, vacinamos em 11 unidades básicas de saúde e todos os PSFs. A vacina tem que tá no braço das pessoas e não guardada na geladeira. Vão chegar mais vacinas Pfizer, hoje, para gestantes e lactantes”, disse Colbert.

A respeito da segurança pública na cidade, o prefeito criticou mais uma vez a reação do governador Rui Costa (PT) sobre a cobrança do município.

“Uma reação destemperável. Uma pesquisa recente colocava Feira como uma das cidades mais violentas do mundo e parece que ninguém deu importância para isso. É preciso sim que o governador possa tomar uma atitude muito mais forte com a população. A segurança na cidade está muito ruim”, lamentou.

Centro de Controle Operacional

“É integrado com a Polícia Militar, a PRF e todos que os que compõem a segurança pública. Mas é importante e indispensável que a cidade tenha uma ação mais forte. Estive em Brasília na semana passada pedindo suporte”.

Greve dos rodoviários


“As empresas de ônibus estão apertadas com a queda no número de passageiros neste período. Espero que eles tenham a grandeza de poder aguardar mais um pouco, até porque foram considerados como prioridade para receberem a vacina. Respeito muito a posição dos rodoviários. Estamos antecipando créditos e fazendo um esforço enorme para garantir o transporte público”.


Foto: Danilo Freitas

O homem que foi preso por suspeita de matar o médico acreano Andrade Lopes Santana, de 32 anos, confessou o crime, de acordo com a Polícia Civil. Ele foi ouvido, pela segunda vez, no Presídio Regional de Feira de Santana e admitiu ter assassinado o colega.

O procedimento durou sete horas, segundo o coordenador de Polícia Civil de Feira de Santana, Roberto Leal. Em depoimento, Geraldo Freitas contou que uma guia espiritual teria avisado que ele seria assassinado por dois colegas de profissão.

Preocupado, o suspeito achou que Andrade estaria de conluio com um desafeto dele. Então, perguntou se isso estava acontecendo. Diante de uma resposta negativa, Geraldo teria pedido o celular da vítima, para ver conversas de aplicativo, e apontado uma arma para a cabeça dele.

Segundo o suspeito, Andrade teria resistido em entregar o aparelho e no meio da discussão, atirou sem querer. Ele disse à polícia que a vítima já caiu sem vida. Como estava com uma âncora para prender uma moto aquática, Geraldo disse que utilizou o equipamento para amarrar o corpo de Andrade.

Para o coordenador Roberto Leal, a versão apresentada não é convincente e a polícia segue investigando o caso. Outras testemunhas ainda serão ouvidas, pessoas ligadas à vítima e ao acusado. A polícia diz que recebeu, nesta sexta, a informação de que o crime pode ter sido motivado por vingança.

Antes de ser apontado como suspeito do crime, foi Geraldo Freitas quem recebeu os familiares de Andrade, que saíram do Acre para acompanhar as buscas pelo corpo. O homem também foi o responsável por registrar o desparecimento do amigo na delegacia de Feira de Santana.

O corpo do médico foi encontrado quatro dias depois de desaparecido, boiando no Rio Jacuípe, em São Gonçalo dos Campos, cidade vizinha a Feira de Santana.

Geraldo estudou medicina com Andrade, em uma faculdade na Bolívia. Concluído o curso, os dois se mudaram para o interior da Bahia, para trabalhar. De acordo com o delegado Roberto Leal, a polícia investiga se há participação de outras pessoas, além da motivação do crime.

Segundo os peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), foi constatado um disparo de arma de fogo na nuca e uma corda no braço amarrada a uma âncora para o corpo não emergir nas águas do rio Jacuípe.

O delegado informou que a polícia começou a suspeitar de Geraldo Freitas após contradições apresentadas no depoimento. Depois, foi identificado que ele foi quem comprou a âncora encontrada com o corpo da vítima.

Ainda segundo a polícia, o suspeito e a vítima tinham combinado de andar de moto aquática. A versão apontada pelo colega de Andrade na delegacia era a de que o amigo tinha comentado que sairia para comprar a moto, o que foi descartado.

Uma moto aquática foi encontrada no condomínio onde o suspeito foi preso, no início da tarde de sexta-feira, em Feira de Santana.

Informações: De Olho na Cidade