Nova decisão foi anunciada pelo ministro da Imigração australiana, Alex Hawke
Tenista Novak Djokovic Foto: EFE/EPA/Diego Fedele
Nesta sexta-feira (14), o tenista número 1 do mundo, Novak Djokovic, teve seu visto cancelado pela segunda vez. O anúncio foi feito ministro da Imigração australiana, Alex Hawke, que declarou estar buscando imediatamente deportar a estrela do tênis. A decisão coloca dúvidas sobre a participação do atleta sérvio no Aberto da Austrália, que começa na próxima semana.
– Hoje eu exerci meu poder sob a seção 133C(3) da Lei de Migração para cancelar o visto detido pelo senhor Novak Djokovic por motivos de saúde e ordem, com base no interesse público de fazê-lo – diz o anúncio feito pelo ministro.
Hawke declarou ainda que, ao tomar a decisão, considerou cuidadosamente as informações que foram obtidas pelo Departamento de Assuntos Internos do país, pela Força de Fronteira Australiana e pelo tenista. Também nesta sexta, o primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, afirmou que o cancelamento do visto de Novak Djokovic foi “de interesse público”.
– Os australianos fizeram muitos sacrifícios durante esta pandemia e esperam que o resultado desses sacrifícios seja protegido – afirmou o premiê.
Presidente havia projetado um aumento de apenas 29% para 2021
Inflação na Argentina corrói renda da população Foto: EFE/Enrique García Medina
O índice de preços ao consumidor (IPC) na Argentina registrou em dezembro uma alta de 50,9% no intervalo de um ano, e de 3,8% em comparação com novembro, segundo informou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).
A entidade indicou que o aumento nos preços de alimentos e bebidas foi o de maior incidência em todas as regiões, principalmente a carne.
A variação em relação ao ano anterior ficou 0,3 de ponto percentual abaixo dos 51,2% registrados no mês anterior, enquanto o aumento mensal do preço representa um salto de 1,3 ponto em comparação com os 2,5% de aumento mensal registrados em novembro.
De acordo com o relatório oficial, os produtos tiveram no mês passado uma variação positiva de 3,9% em relação a novembro, enquanto os serviços subiram 3,7%, números que chegam a 53,7% e 44,2%, respectivamente, em relação a doze meses atrás.
Entre os aumentos registrados em dezembro, os maiores destaques ficaram com restaurantes e hotéis (5,9%), bebidas alcoólicas e tabaco (5,4%) e transportes (4,9%).
Mas a categoria de alimentos e bebidas não alcoólicas teve o maior impacto no índice global, com um aumento de 2,4% no último mês do ano. Os segmentos que apresentaram menores aumentos foram saúde (0,5%) e educação (1%).
Com uma inflação acumulada para todo o ano de 50,9%, foi superada a marca de 2020, quando os preços avançaram 36,1%. O governo do presidente Alberto Fernández havia projetado um aumento de apenas 29% para 2021.
Governo também deve liberar crédito extra para duas pastas
Foto: Reprodução/ YouTube
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (13), durante sua live semanal nas redes sociais, que uma nova medida provisória (MP) deve ser publicada na próxima semana com a liberação de créditos extraordinários no valor de R$ 1 bilhão para a reforma de rodovias destruídas pelas chuvas nas últimas semanas. A estimativa do custo total das obras foi apresentada pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que participou da transmissão.
“A gente está estimando, presidente, alguma coisa em torno de R$ 1 bilhão para fazer todos os trabalhos de recuperação necessários. Nós tivemos muitas quedas de barreira, deslizamento de corpos de aterro, interrupções das mais diversas em vias, rompimentos de taludes, encabeçamentos de pontes. Então, é um trabalho muito grande. São vários pontos de interdição total ou parcial e a gente vai ter que restabelecer a mobilidade das pessoas, garantir a segurança de trafegabilidade. Esse dinheiro vai ser muito importante”, explicou o ministro.
Segundo Bolsonaro, a liberação dos recursos já está acertada com o Ministério da Economia. “Eu acho que, até segunda-feira, a gente consegue assinar essa MP”, afirmou. No fim de dezembro, o governo federal já havia liberado R$ 200 milhões para a recuperação de rodovias em diversos estados, principalmente Bahia e Minas Gerais, que registram, até agora, a maior extensão de estradas danificadas.
Além do recurso para rodovias, Bolsonaro disse que está previsto outro crédito extraordinário de R$ 1,3 bilhão para o Ministério do Desenvolvimento Regional. O recurso também será usado para obras de reconstrução de equipamentos públicos destruídos pelas chuvas nos estados. Há ainda um crédito “entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões”, de acordo com o presidente, que será destinado ao Ministério da Agricultura. Neste caso, os recursos serão usados para apoiar produtores rurais que tiveram lavouras fortemente afetadas pelas chuvas e para apoiar agricultores que estão sofrendo com a seca severa na Região Sul.
Cabo fluvial
Nesta sexta-feira (14), Bolsonaro viaja para Macapá, onde participa do lançamento do cabo subfluvial de fibra ótica do programa Norte Conectado. O cabo, da Infovia 00, terá 770 quilômetros de extensão pelo leito do Rio Amazonas. De acordo com o Ministério das Comunicações, ele vai ligar as cidades de Macapá, Almeirim (PA), Monte Alegre (PA), Alenquer (PA) e Santarém (PA), oferecendo internet ultrarrápida, com capacidade de 100 gigabites por segundo, conexão quase mil vezes superior à banda larga doméstica que, em média, tem capacidade de 100 megabits por segundo.
O programa Norte Conectado prevê a expansão da infraestrutura de comunicações na região, ampliando o acesso e reduzindo os custos da internet banda larga. O presidente e comitiva embarcam da Base Aérea de Brasília por volta das 7h30 da manhã. O evento, na capital do Amapá, está marcado para às 11h. Em seguida, Bolsonaro retorna ao Distrito Federal.
Terceira dose produziu aumento de anticorpos contra a variante Ômicron e outras cepas do novo coronavírus, diz empresa
Foto: Governo do Estado de São Paulo
AstraZeneca e suas parceiras fabricantes terceirizadas forneceram mais de 2,5 bilhões de doses de sua vacina para o mundo todo Governo do Estado de São Paulo
A AstraZeneca afirmou nesta quinta-feira (13) que dados preliminares de estudos mostraram que sua vacina contra a Covid-19, a Vaxzevria, produziu aumento de anticorpos contra a variante Ômicron e outras cepas após a aplicação de uma terceira dose de reforço.
A resposta, que também ocorre contra a variante Delta, foi registrada em análises sanguíneas de pessoas que foram vacinadas previamente ou com a Vaxzevria ou com uma vacina de RNA mensageiro (mRNA), afirmou a farmacêutica, acrescentando que vai submeter os dados a reguladoras do mundo todo, dada a necessidade urgente por doses de reforço.
A AstraZeneca desenvolveu a vacina com pesquisadores da Universidade de Oxford, e estudos de laboratório conduzidos pela universidade no mês passado já concluíram que a aplicação de três doses da vacina aumenta os níveis de anticorpos no sangue contra a variante Ômicron, de rápida propagação.
A nota breve na quinta-feira, sem incluir dados específicos, foi a primeira da AstraZeneca sobre o potencial de proteção do imunizante como dose de reforço seguindo a aplicação de duas doses da própria, ou de alguma outra de tecnologia mRNA, fabricada pela Pfizer ou pela Moderna.
A empresa disse que a conclusão “acrescenta ao conjunto cada vez maior de evidências que sustentam que a Vaxzevria como terceira dose de reforço independentemente das vacinas anteriores testadas”.
Os dados sobre o potencial da vacina da AstraZeneca como dose de reforço foram obtidos a partir de uma análise comparativa em estudos que testam um imunizante desenvolvido com a tecnologia de vetor por trás da Vaxzevria, mas com objetivo de combater a hoje superada variante Beta. A AstraZeneca está tentando mostrar que sua vacina específica para a Beta também tem potencial contra outras variantes e mais dados de estudos são esperados ao longo da primeira metade do ano.
Separadamente, a Universidade de Oxford e a AstraZeneca começaram no mês passado a trabalhar em uma vacina especialmente destinada a combater a variante Ômicron, embora a AstraZeneca – assim como outras fabricantes de vacinas em projetos de desenvolvimento semelhantes – tenha dito que ainda não está claro se a atualização é necessária.
Um estudo britânico de grandes proporções em dezembro concluiu que as doses da AstraZeneca aumentam anticorpos quando administradas como doses de reforços após a imunização inicial com doses próprias ou da Pfizer, mas isso foi antes da explosão de casos provocada pela variante Ômicron.
No entanto, o estudo na época concluiu que as vacinas de mRNA fabricadas por Pfizer e Moderna fornecem o maior estímulo aos anticorpos quando administradas como terceira dose.
A AstraZeneca e suas parceiras fabricantes terceirizadas forneceram mais de 2,5 bilhões de doses de sua vacina para o mundo todo, apesar do imunizante não ser aprovado nos Estados Unidos, enquanto a Pfizer entregou cerca de 2,6 bilhões de doses.
Governador diz que não é possível impor imunização porque o cidadão ‘tem o direito de poder fazer a sua escolha’. Lei, que já está em vigor, foi proposta por deputado sob justificativa de que vírus ‘não é letal’.
Governador Ronaldo Caiado sanciona lei com direito de recusa à vacinação, em Goiás
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), sancionou a lei que que proíbe a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19 no estado. Com isso, cabe ao cidadão decidir se quer ou não ser imunizado. A decisão passou a valer na terça-feira (12), quando foi publicada no Diário Oficial.
(CORREÇÃO: O G1 errou ao informar que o texto da lei sancionada é de autoria de um vereador. Na verdade, a proposta é do deputado e delegado Humberto Teófilo (PSL). A correção foi publicada às 00h33 de quinta-feira).
A lei diz que “é assegurado à pessoa residente no Estado de Goiás o direito de não se submeter de forma compulsória à vacinação adotada pelo Poder Público para o enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da Covid-19”.
O projeto de lei já havia sido aprovado na Assembleia, em duas votações, em dezembro do ano passado. Entre as justificativas usadas, o autor do texto, deputado delegado Humberto Teófilo (PSL), disse que a obrigatoriedade feria o direito à liberdade individual. Ele também alegou que o vírus “não é fatal”.
Caiado defendeu que a decisão de não se vacinar é uma “prerrogativa do cidadão” e que ele não pode ser obrigado pelo estado a fazê-lo.
“Não se impõe obrigatoriedade. Isso é uma prerrogativa do cidadão. Cada cidadão tem o direito de poder fazer a sua escolha. Não podemos impor, num regime democrático, com uma constituição cidadã, que a pessoa amanhã seja privada de algo que ele deseja”, avalia.
Por decisão de Caiado, vacina contra a Covid não será obrigatória em Goiás — Foto: Reprodução/Instagram
Ele disse ainda que vai mostrar à população a importância da vacinação e que gostaria “estar no primeiro lugar da fila” para receber a dose e que quem não o fizer pode estar sujeito a determinadas restrições.
“É lógico que quando ele for fazer uma viagem, se isso for uma condicionante, ele não vai poder fazer a viagem. Em algumas circunstâncias, ele poderá não poder ocupar um cargo ou uma função se não tiver uma vacina. Agora, o estado não pode determinar que a pessoa tenha que ser vacinada”, destaca.
“A vacina será ofertada a população, agora não pode impor à população. Farei toda campanha no sentido de motivar as pessoas. Já disse dezenas de vezes que queria estar no primeiro lugar da fila para tomar a vacina. Vou conclamar a todos que vacinem, mas por livre e espontânea vontade”, conclui.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), se manifestou no mesmo sentido. De acordo com o presidente da Comissão de Direito Constitucional, Ponciano Martins Souto, a medida tem amparo jurídico.
“Cidadão não pode ser forçado a vacinar. O cidadão precisa ter mecanismos adequados a vacinar, por exemplo, uma imposição de multa e outras restrições. Não pode, de forma alguma ser obrigado a vacinar. Penso que o estado de Goiás fez uma opção e não vejo essa opção seja juridicamente inadequada”, pontua.
Empresa de segurança digital ensina a não cair em golpes
Foto: Marcello Casal Jr
O avanço tecnológico no campo do internet banking traz muitas comodidades para o correntista, mas com elas vêm as dores de cabeça. Criminosos encontraram uma forma de utilizar o pagamento via Pix e a tecnologia de QR Code para aplicar golpes.
Criminosos estão falsificando faturas de empresas e enviando para clientes. Essas faturas trazem códigos da tecnologia QR Code, pagas pela vítima usando o Pix pelo aplicativo bancário. Em alguns casos, a fatura falsa traz um código de barras e um QR Code. Em ambos, o dinheiro vai para a conta dos criminosos.
“A vantagem do Pix para os golpistas (assim como outros métodos de pagamento digitais é que eles são instantâneos, e consequentemente mais eficientes para quem usa a tecnologia de forma maliciosa”, afirmou a empresa de segurança cibernética Kaspersky, que detectou a fraude.
As faturas falsas são copiadas de forma quase idêntica às originais. Além disso, cibercriminosos imitam o visual das faturas ou sites das empresas reais, criam e-mails mascarados (remetentes) para simular os oficiais. Inclusive, oferecem desconto de 5% nos pagamentos via QR Code.
Além disso, os ladrões têm enviado e-mails com ofertas falsas de sites de streaming, como Netflix e Amazon Prime. O e-mail traz o QR Code para pagamento dos supostos planos mais em conta, como planos trimestrais.
Fique atento
A Kaspersky dá dicas para o consumidor não cair nesse tipo de golpe:
– Atenção ao destinatário. Apenas na primeira fraude é usada uma máscara, no segundo caso, o endereço é genérico e não tem relação com as marcas citadas no golpe.
– Atenção aos dados pessoais. Na fatura falsa não há a informação do nome do cliente, apenas o código do assinante, um número poucos sabem de cor. Além disso, a identificação do cliente é diferente. Existe um número na mensagem e outro na fatura.
– Fique de olho no código de barras. Contas de consumo (gás, energia, telefonia) sempre começam com o número 8. Por se tratar de uma fatura falsa, o código de barra começa com o número da instituição financeira na qual a fatura foi gerada ilegalmente.
– Visite o site oficial das empresas de streaming. Para a suposta promoção de filmes e séries, é importante que a pessoa cheque a veracidade da promoção no site das empresas. Se não houver nada, ainda é possível entrar em contato com eles pelos canais oficiais. Nunca use os contatos informados no e-mail, pois eles podem ser falsos também.
– Confirme os dados do destinatário antes de concluir o pagamento via Pix. Como em todos os esquemas fraudulentos, os criminosos usam nomes de laranjas para receber o dinheiro dos golpes. Apenas pagamentos legítimos mostrarão os nomes das empresas (razões sociais) corretos.
Um estudo descobriu que compostos de uma planta semelhante à da maconha podem ajudar a prevenir a Covid-19 bloqueando a entrada do coronavírus nas células. A pesquisa foi feita por estudiosos da Universidade Estadual de Oregon e da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon, nos EUA. As informações são do jornal O Globo.
De acordo com a publicação, os cientistas encontraram dois ácidos canabinoides comumente encontrados em variedades de cânhamo (planta da espécie Cannabis sativa, a mesma da maconha). Ao se ligarem, a proteína S, o ácido canabigerólico (CBGA) e o ácido canabidiólico (CBDA) podem impedir que o vírus infecte as células.
Os pesquisadores afirmaram também que os compostos estudados, não são psicoativos e bloquearam a ação de variantes do coronavírus, como a Alfa (B.1.1.7) e a Beta (B.1.351).
Nos últimos quatro dias, Feira de Santana registrou 209 casos positivos da Covid-19. Somente nesta quinta-feira (13), 63 exames tiveram resultados positivos e ontem foram 62 confirmados. Os resultados de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 08 de dezembro de 2021 e 10 de janeiro de 2022 que estavam aguardando resultado do laboratório. O município manteve a marca de 49.188 curados da doença, índice que representa 93,7% dos casos confirmados. O boletim epidemiológico contabiliza ainda oito pacientes internados no município.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA 13 de janeiro de 2022
Casos confirmados no dia: 63 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 167 Total de pacientes hospitalizados no município: 8 Óbitos comunicados no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 189 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 52.465 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.247 Total de recuperados no município: 49.188 Total de exames negativos: 87.503 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Aguardando resultado do exame: 543 Total de óbitos: 1.022
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.223 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Resultado positivo: 5.144 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de janeiro de 2022)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Para eles, o senador “deseja intimidar o povo brasileiro ao atacar a liberdade de expressão”
Senador Randolfe Rodrigues Foto: Agência Senado/Pedro França
Um grupo de advogados decidiu apresentar uma nota de repúdio após o senador Randolfe Rodrigues acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) com a intenção de “censurar” o presidente Jair Bolsonaro. A ação foi enviada à Corte na semana passada e tem como base declarações feitas por Bolsonaro sobre a vacina contra a Covid-19 destinada a crianças.
No texto, o parlamentar acusa o presidente de promover uma “campanha de desinformação” sobre a vacinação contra a Covid-19 destinada a crianças. A ideia de Randolfe é proibir que Bolsonaro divulgue “informações falsas” sobre a vacinação de crianças e que seja estabelecida uma multa diária de R$ 200, caso ele insista no tema.
O documento é assinado pelo Movimento dos Advogados de Direita do Brasil e pelo Movimento Advogados Pró Bolsonaro Brasil. Nele, os advogados afirmam que o senador “deseja intimidar o povo brasileiro ao atacar a liberdade de expressão e a democracia brasileira calando a voz do Presidente do Brasil”.
Para eles, Randolfe “deseja politizar no Poder Judiciário o debate público e a opinião contrária de quem quer que seja sobre inoculação de experimento vacinal em crianças, neste caso, do Presidente do Brasil, sob argumentação de desinformação ou fake news”.
Por fim, os movimentos lembraram que “se não sabem tolerar a opinião do Presidente do Brasil, o querendo calar em inquérito inconstitucional ou investigar por tudo que pensa e fala, imagina o que acontecerá com simples cidadãos brasileiros que, por sua livre e espontânea vontade, dentro de suas convicções individuais, pensam e opinam no mesmo sentido do Presidente Bolsonaro”.
O documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes.
Veja a íntegra da nota:
NOTA DE REPÚDIO
Censurar o Presidente da República é atacar a instituição da Presidência do Brasil e a própria Democracia. O Movimento dos Advogados de Direita do Brasil e Movimento Advogados Pró Bolsonaro Brasil, manifestam REPÚDIO a petição incidental do Excelentíssimo Senador Randolfe Rodrigues protocolada no dia 07.01.2022 no bojo do inquérito nº 4781 que tramita no Supremo Tribunal Federal sob relatoria do Exmo. Ministro Alexandre de Moraes.
O senador Randolfe Rodrigues deseja intimidar o povo brasileiro ao atacar a liberdade de expressão e a democracia brasileira calando a voz do Presidente do Brasil por meio de pedido acautelatóriono inquérito nº 4781. Trata-se de medida intimidatória e extremista para impor o silêncio e a censura as falas do Presidente Jair Bolsonaro.
Seu pleito revela mais uma ação inconstitucional de oposição política não somente contra o Presidente Jair Messias Bolsonaro, mas também contra Ministros e até mesmo seus familiares, visando silenciar sua manifestação de opinião contrária a inoculação de substância experimental vacinal em crianças.
Na verdade o senador socialista deseja politizar no Poder Judiciário o debate público e a opinião contrária de quem quer que seja sobre inoculação de experimento vacinal em crianças, neste caso, do Presidente do Brasil, sob argumentação de desinformação ou fake news.
A extrema-esquerda socialista representada pelo Senador Randolfe Rodrigues com seu desejo tirânico e espírito faccioso, busca pela violência retórica e esbravejadora na petição incidental protocolada no inquérito nº 4781 impedir o contraditório argumentativo e opinativo do Presidente do Brasil sobre os experimentos vacinais.
Na petição do Senador consta um verdadeiro arcabouço retórico ideológico e político desprovido de justa causa permeado tão-somente de trocadilhos politicamente corretos visando problematizar a manifestação do Exmo. Sr. Pres. da República atraindo holofotes midiáticos da imprensa militante mais uma vez criando narrativas mentirosas contra o Chefe da Nação Brasileira.
O direito de opinar e manifestar seu pensamento acerca de qualquer assunto é corolário do Estado Democrático de Direito e ainda vigente na sociedade brasileira, por mais que seja contrário a vozes midiáticas e militantes de oposição, e seu povo é livre para não submeter-se a pensamentos dominantes e hegemônicos de tiranetes da razão que usam de instrumentos inconstitucionais para calar vozes em procedimentos inquisitoriais já instaurados para impor a censura e intimidar com restrição da liberdade (prisão) por “crime de opinião” .
Ao Exmo. Ministro do STF Sr. Ministro Alexandre de Moraes, relator do Inquérito 4781, ao receber e processar a petição incidental do militante socialista que pede que o STF cale a boca do Presidente do Brasil não resta outra decisão, senão, o indeferimento liminar do pedido com o não acatamento das argumentações, ensejando o devido arquivamento., nem sequer, deveria cogitar, o acatamento e abertura de procedimento apartado para apurar responsabilidades do Presidente em razão de opinião contrária sobre a inoculação de experimento de substância vacinal em crianças.
Se não sabem tolerar a opinião do Presidente do Brasil, o querendo calar em inquérito inconstitucional ou investigar por tudo que pensa e fala, imagina o que acontecerá com simples cidadãos brasileiros que, por sua livre e espontânea vontade, dentro de suas convicções individuais, pensam e opinam no mesmo sentido do Presidente Bolsonaro.
O presidente também criticou possível aliança do petista com Geraldo Alckmin
Presidente Jair Bolsonaro afirmou ter sido alvo de comentários “maldosos” Foto: PR/Alan Santos
O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar a eventual eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (12), o presidente afirmou que reeleger o petista seria como “reconduzir um criminoso” à “cena do crime”.
Bolsonaro também criticou uma possível aliança entre o líder do PT e Geraldo Alckmin, ex-adversário político de Lula pode ser vice na chapa do ex-presidente.
– Um só delator devolveu R$ 100 milhões. Da onde veio a grana? E querem reconduzir à cena do crime o criminoso, juntamente com Geraldo Alckmin? É isso que queremos para nosso Brasil? – questionou.
Bolsonaro também elogiou o trabalho de seus ministros e afirmou que eles fazem uma “cota de sacrifício” estando no governo, quando poderiam ser melhor remunerados na iniciativa privada.
– A maioria de vocês poderia estar muito bem fora, mas está aqui, dando sua cota de sacrifício, ajudando este Brasil a vencer a crise [em] que se encontra no momento e [a] fazer com [a nação] que não volte à mão de bandidos, canalhas que ocupavam este espaço para assaltar o país, por um projeto de poder cujo ato final seria roubar nossa liberdade – declarou.