O concurso 2.446 da Mega-Sena deve pagar hoje (22) o prêmio de R$ 22 milhões a quem acertar as seis dezenas.
O sorteio será realizado às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.
O último concurso (2.445), na última quarta-feira (19), não teve acertadores das seis dezenas.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
Os prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes e de São Paulo, Ricardo Nunes, decidiram em reunião virtual nesta sexta-feira (21) adiar os desfiles das escolas de samba do carnaval nas duas cidades para o fim de semana do feriado de Tiradentes, em 21 de abril. A decisão foi uma orientação das secretarias de saúde das duas cidades e foi motivada pela explosão de casos da covid-19 causados pela variante Ômicron.
“A decisão foi tomada em respeito ao atual quadro da pandemia de covid-19 no Brasil e à necessidade de, neste momento, preservar vidas e somar forças para impulsionar a vacinação em todo o território nacional”, diz nota conjunta das prefeituras. A reunião contou com a presença dos prefeitos, dos secretários de Saúde e das ligas de escolas de samba das duas capitais.
No começo do mês, as capitais já haviam cancelado os blocos de rua por causa do aumento de casos de covid-19.
Escolas
Em nota divulgada após a decisão, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) diz que o adiamento era um dos cenários previstos. “Com a proximidade do evento, foi mais prudente adiar a festa, situação alinhada com as autoridades sanitárias estaduais e municipais”.
A Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo disse em nota que reafirma o compromisso com as autoridades no combate à pandemia. “Acatamos, com a segurança de quem acredita na ciência, a decisão que vai priorizar o coletivo”.
Dor de cotovelo, dor de amor, dor de corno — com o perdão do palavrão —, falta de grana, doença na família, espinhela caída, mau olhado, quebranto… Quando vem aquela vibe ruim, o olho ficando rasinho, aquela vontade incontrolável de chorar, chore, chore mesmo, sem medo de ser ou parecer infeliz ou fraco. Se se importar muito com a opinião alheia, chore na cama quentinha, debaixo das cobertas, com as luzes todas apagadas, mas chore. Só as pedras não sofrem e só a bailarina daquela música não passa perrengue. A lista da Bula de hoje vai ajudar você a desabafar.
Depois de um casamento falido, em que era abusada pelo companheiro, só resta a Clara, fugir, sem nada, levando os dois filhos pequenos. A fim de não apavorar as crianças, ela finge que acabaram de entrar de férias, mas, sem ter nada o que esperar da vida, logo a necessidade os colhe. Os três, completamente perdidos na sociedade amoral, mesquinha e dominada por ególatras na maior cidade megalópole do mundo, passam por maus bocados, só resistindo graças à bondade de estranhos, que se ajudam movidos pelo que há de comum em suas histórias, enquanto tentam viver por mais um dia e não sucumbir aos rigores do inverno de Nova York, à espera de que dias melhores cheguem depressa.
Amor por Metro Quadrado (2018), Anand Tiwari
A vida adulta é uma sucessão de dificuldades. Há que se formar numa boa faculdade, a fim de se ter um diploma que conte, o que não é garantia de se conseguir um bom emprego. Quando se começa a chegar lá, é necessário se mostrar antenado com as muitas transformações do mundo contemporâneo, sem se deixar engolir pelo mercado, cada vez mais competitivo. Por fim, em se afinando todas essas variáveis, cuidar das obrigações sociais: arranjar um bom parceiro, casar e ter filhos. Mas e quando os ponteiros do relógio começam a girar mais e mais depressa, o tempo avança e não acontece nada disso? Sanjay e Karina, dois perdedores, como o mundo os enxerga, não têm dinheiro o bastante para comprar a casa que querem. A solução parece óbvia: o casamento, ainda que nem de longe estejam apaixonados um pelo outro. Eles desafiam as circunstâncias e apostam nisso, sem saber que podem estar mudando suas vidas para sempre.
Sementes Podres (2018), Kheiron
Ah, a vida, suas coincidências e suas incríveis reviravoltas… “Sementes Podres” é uma prova do talento do comediante iraniano-francês Kheiron, responsável pelo roteiro brilhante, pela excelente direção e, como se não bastasse, ainda mostra a força de sua verve artística em frente às câmeras como Wael, um trambiqueiro profissional que em companhia da mãe adotiva, Monique, a ex-prostituta da sempre vibrante Catherine Deneuve, aplica os mais engenhosos golpes a fim de chegar ao fim do mês de barriga cheia. É certo que dá a impressão de que vivem rodeados de ingênuos, de quem são eles os únicos dotados de alguma malícia na vizinhança, mas o filme não perde em nada por isso. Até porque Victor, um assistente social completamente habituado às pancadas da vida, atravessa o caminho deles. Monique e Victor se conhecem de outros carnavais e essa é uma das justificativas para que o cambalacho, ao menos dessa vez, se mostre um retumbante fracasso. Para que as coisas não terminem ainda pior do que Wael imagina, o malandro aceita a proposta de Victor e vai auxiliá-lo com os adolescentes problemáticos que assiste, a princípio por um único dia. Wael realiza um trabalho tão excepcional que vai ficando, enquanto Monique também recrutada, trabalha como secretária do ex-parceiro de farras. Os dois, de um jeito meio torto, conquistam a confiança de Victor. Wael muda a vida dos garotos, muda sua própria vida, ao passo que Monique não fica atrás, ainda que tenha uma ou outra recaída de quando em quando — e arraste junto o filho. Ao se valer do argumento de que a verdade nem sempre precisa ser dita, “Sementes Podres” é um filme inspirador se tomado na sua exata medida. Depende do modo como se queira interpretá-lo.
A Escalada (2017), Ludovic Bernard
“A Escalada” conta a história de um jovem da periferia de Paris decidido a arranjar um patrocinador e subir o Monte Evereste apenas motivado pela paixão: sua crush dos tempos de garoto está disposta a lhe dar uma chance se ele conseguir vencer o monte mais alto — e certamente mais perigoso — do mundo. Será que o amor compensa a falta de experiência e a imaturidade dele? Ou seria a ânsia por ser amado que lhe faltava para dar à sua vida um sentido maior? Permanecer apenas existindo em detrimento da vida é que não parece uma opção razoável e ele se entrega ao desafio, visando à maior recompensa que alguém pode receber.
Somos Todos Iguais (2017), Michael Carney
Fustigada por um câncer que aos poucos consome sua vida, Deborah Hall tem fé de que vai se curar. Casada com Ron, famoso negociante de obras de arte, ela deseja que o marido se torne amigo de Denver, um mendigo violento, cujo passado remonta a episódios de abuso e exploração. Como nunca deixou de amar a mulher e quer conservar seu casamento, Ron tenta se aproximar de Denver. Contudo, as ilusões românticas de Deborah podem transtornar sua vida.
The Fundamentals of Caring (2016), Rob Burnett
A tragédia que colhe Ben muda completamente o curso de sua vida, e ele resolve abandonar a carreira de escritor para se dedicar a cuidar de pessoas com necessidades especiais. Trevor, 18 anos, seu primeiro cliente, é portador de distrofia muscular, o que não o impede de desancar Ben quando tem vontade. Trevor convida o novo amigo a fazer uma viagem, e os dois visitam os lugares que o garoto só conhecia pela televisão. Na estrada, se juntam a eles Dot e Peaches, e a aventura se torna cada vez mais saborosa à medida que redescobrem a vida a partir da importância dos amigos.
Um Homem Entre Gigantes (2015), Peter Landesman
Um homem de coragem, que não se verga aos desmandos dos poderosos, muito menos quando sabe que está certo. Este é o neuropatologista forense Bennet Omalu. Completamente devotado à carreira e a seus estudos, ao atender um jogador de futebol americano em ascensão, o doutor Omalu identifica no atleta um distúrbio neurológico grave. Investiga melhor o caso e chega à conclusão de que o evento se dá em frequência muito maior do que se supunha, justamente por causa da natureza violenta do esporte. Ao apresentar sua descoberta para a imprensa e determinado a combater a expediente agressivo nos campos, Bennet Omalu passa a ser alvo da NFL, a influente associação nacional de futebol americano.
Bônus
Big Fish e Begônia (2018), Liang Xuan e Zhang Chun
A fantasia épico-dramática dos diretores Liang Xuan e Chun Zhang impressiona, tanto mais por se tratar de gente nova no ramo. A qualidade técnica, a forca da mensagem, a precisão poética do roteiro, tudo conspira para que “Big Fish e Begônia” tome o espectador de assalto e fique por ali, cavando um espacinho no coração do público. O filme começou a ser pensado 12 anos antes do lançamento, e cada minuto parece ter sido crucial. O que se vê na tela é a realização de um sonho, e aqui não vai nenhuma metáfora gasta. Liang Xuan vira enquanto dormia a história de um peixe que ia crescendo até não caber mais em lugar algum se não o mar. O parceiro entendera a mensagem, que poderia dar em enredo para um bom filme sobre liberdade, escolhas, amadurecimento. Em 2004, começaram a trabalhar, primeiro sob a forma de curta-metragem. Chun é uma espécie de criatura mitológica, habitante de um mundo paralelo logo abaixo da superfície do oceano. O céu de Chun é a parte mais abissal do mar. Ao completar 16 anos, é submetida ao rito de passagem para a vida adulta de seu povo. Sob a forma de golfinho vermelho, é despachada para observar os homens — e esse é o verbo adequado. Não é permitida nenhuma aproximação, a fim de que se preservem as duas espécies. Mesmo considerando a regra temerária demais, Chun cumpre as ordens e se deslumbra com o que pode vivenciar. Já no caminho de volta para o seu mundo, fica presa numa rede de pesca. Quem a salva é o menino que havia conhecido ao chegar, que corajosamente se lança ao mar a fim de salvá-la. Chun se desprende da rede, mas o garoto morre. Num terrível drama de consciência, ela o resgata, e vai atrás do guardião de almas, um ser meio demoníaco com quem negocia a ressurreição dele, sob a condição de que lhe reserve metade de sua vida. Transformado num peixe, chamado de Kun pela nova amiga, será assistido pela menina até que possa retomar sua vida. Como o guardião lhe advertira, a presença de Kun num mundo que não é o dele traz complicações, como o desequilíbrio no ecossistema. O intruso passa por situações vexatórias e até repugnantes. A situação torna-se ainda mais delicada quando Chun e Qiu, o amigo que nutre uma paixão secreta por ela, sabem que Kun, na verdade, fora renegado por seu povo, que o queria fora da comunidade, e agora que ele começa a se recuperar, não o quer de volta. À luz da filosofia oriental, mais precisamente o taoísmo, no caso do filme, a história serviria como uma espécie de alerta sobre como o homem será encarado no além-vida, ou seja, de acordo com seu comportamento no mundo da matéria. A desdita de Kun talvez fosse mesmo o que lhe reservara o mundo divino, e Chun fora imprudente ao se envolver. Desde o princípio dos tempos, o homem sempre teve a possibilidade de fazer a escolha que lhe conviesse, desde que fosse capaz de arcar com as consequências de seus atos. A aura de fantasia aliada ao místico é um dos grandes momentos de “Big Fish e Begônia”, um filme que ensina, ainda que passe a impressão, à primeira vista, de ser só mais uma das muitas animações de algum país distante.
Quem diz que a Justiça é lenta não conhece o juiz Nunisvaldo dos Santos
– O prefeito Colbert se comporta como “tiro surdo”, termo do jargão policial, diz um blog.
– Se não há respeito pelo homem, deve-se ter, ao menos, ao cargo.
– Quem acha a Justiça lenta não conhece o juiz Nunisvaldo dos Santos.
– Em 24h impôs duas derrotas à Câmara, na quebra de braço com o governo municipal.
– O secretário Marcelo Britto foi ao frio para cuidar de problemas respiratórios da esposa. É o mesmo que cuidar de queimaduras no deserto do Saara.
– Um ex-prefeito da região anda na maior pindaíba. Chifrado e liso.
– No dia anterior à visita de Rui Costa a Santa Bárbara, teve que dormir de favor, em Feira de Santana, cheio de manguaça – e outras coisas mais.
– Pablo, Geilson, Tom e Ângelo Almeida. Feira pode recuperar a representatividade na Assembleia Legislativa.
– Antes que questionem, tem José de Arimatéia também. Mas esse é um mandato perna de cobra.
– Entre a quinta e a sexta o Protagonista foi o site/blog mais acessado de Feira.
– Todos têm direito ao contraditório. Acusado de bater na mulher, o superintendente da SOMA também tem.
– A expectativa, agora, é pela postura do prefeito Colbert Filho sobre o assunto.
– O vereador Paulão correu para cochichar com Rui Costa. O pidão quer estrada asfaltada e UPA em Jaguara. Quem não deve gostar é Zé Neto.
– Alguns nomeados da Prefeitura usam a rede social para justificar o salário. Aparentemente sem ter o que fazer no governo, utilizam o tempo ocioso para “morder”.
– Acham que grupo de WhatsApp é o cajado da verdade e da justiça. Pitbulls banguelos.
– A Secretaria da Mulher, em Feira de Santana, só existe no dia 30 de cada mês.
– A relação entre as agência publicitárias e a Prefeitura é tratada como tabu.
Por hoje é só. Vou ali, fazer um tratamento respiratório no Alasca.
Publicação simultânea entre o Rotativo News é O Protagonista
Em entrevista à Rádio Povo FM, o ex-prefeito de Salvador confirmou que retoma na próxima semana as viagens ao interior
O pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (Democratas/União Brasil) afirmou nesta sexta-feira (21) que o senador Jaques Wagner está muito incomodado e passou a atacá-lo de forma desrespeitosa e preconceituosa nos últimos dias porque não consegue justificar os grandes dramas sociais da Bahia. “Nosso estado é governado pelo PT há quase 16 anos. Pois bem, durante este tempo a Bahia se transformou no estado mais violento do país, tem a pior educação e um dos mais elevados índices de desemprego do Brasil e o serviço de saúde é totalmente ineficiente, com as pessoas esperando na regulação por meses ou até anos por um simples procedimento”.
Em entrevista à Rádio Povo FM de Feira de Santana – e transmitida simultaneamente para Jequié, Ribeira do Pombal, Poções, Jaguaquara e Ubatã -, o ex-prefeito de Salvador disse que não é “coincidência a Bahia liderar todos os índices de violência do Brasil e, ao mesmo tempo, apresentar a pior avaliação educacional”. “As coisas estão integradas e o governo do PT nunca fez nada para resolver a situação”. Neto lembrou que, nos próximos anos, a Bahia terá à disposição cerca de R$ 9 bilhões para serem aplicados na educação. “Eu diria que não adianta só construir escola, até porque fazer escola é fácil. O mais difícil é mexer na qualidade do ensino”.
Ainda na entrevista, ACM Neto confirmou que, na próxima semana, vai retomar as viagens pelo interior. “No ano passado visitamos 70 cidades de todas as regiões. Esta é uma grande oportunidade para conversar com os baianos, acompanhar a realidade de cada cidade e, sobretudo, ver as expectativas das pessoas”. De acordo com ACM Neto, todas as sugestões apresentadas por prefeitos, lideranças políticas e a sociedade serão incorporadas ao seu plano de governo. “Cada região precisa ser compreendida de acordo com as suas características e o que faltou ao governo do PT foi ter uma ação coordenada para promover o desenvolvimento de todas as regiões. “Se os baianos confiarem em mim e eu for eleito governador, vou rodar o Brasil e o mundo para atrair negócios para o nossos estado, assim como fiz quando fui prefeito de Salvador”.
Sobre sua caminhada até as eleições, Neto disse que tem recebido o apoio de muitos prefeitos, ex-prefeitos e candidatos. “Também estamos avançando muito nas conversas com os partidos e, até o começo de abril, muitas novidades serão anunciadas na Bahia”.
Em carta assinada por 186 pessoas, profissionais demonstraram “preocupação” a respeito de conteúdos publicados
Jornalistas da Folha pedem censura do próprio jornal (imagem ilustrativa) Foto: Pixabay
Jornalistas da Folha de S. Paulo divulgaram uma carta aberta para demonstrar “preocupação” a respeito de conteúdos publicados recentemente no jornal.
Os profissionais citaram o artigo assinado por Antonio Risério, cujo título é Racismo de negros contra brancos ganha força com identitarismo.
A carta endereçada à direção do jornal foi assinada por 186 jornalistas.
– Nós, jornalistas da Folha aqui subscritos, vimos, por meio desta carta, expressar nossa preocupação com a publicação recorrente de conteúdos racistas nas páginas do jornal. Sabemos ser incomum que jornalistas se manifestem sobre decisões editoriais da chefia, mas, se o fazemos neste momento, é por entender que o tema tenha repercussões importantes para funcionários e leitores do jornal e no intuito de contribuir para uma Folha mais plural – destacaram os profissionais.
No texto, os jornalistas também se manifestaram a respeito de outros autores que publicam na Folha, como Leandro Narloch e Demétrio Magnoli.
A transição do Banco do Brasil para o BRB (Banco de Brasília) e o retorno do funcionamento dos fóruns nas cidades baianas foram alguns dos temas discutidos no primeiro colégio de presidentes da gestão 2022-2024 da OAB Bahia, ocorrido nesta quinta (20), na sede situada em Salvador. O encontro contou com a participação de todos os presidentes das subseções da Ordem dos Advogados do Brasil, que se reuniram com Daniela Borges, atual presidente da OAB Bahia.
“Foram esclarecidos diversos pontos em relação aos correspondentes bancários e ao pagamento dos alvarás, bem como foi confirmado que já está havendo o pagamento destes via pix judicial e por transferência bancária. Até o fim do mês, segundo ficou confirmado na reunião, a agência do BRB de Feira de Santana será inaugurada”, declara o presidente da OAB Feira, Raphael Pitombo.
Com relação aos atos que determinaram o retorno do teletrabalho nos fóruns, isto é, o fechamento dos fóruns novamente, foi informado na reunião que houve o encaminhamento de um ofício, por parte da presidência da OAB Bahia, ao Tribunal de Justiça (TJBA) e ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a fim de manifestar o posicionamento contrário da instituição quanto ao fechamento dos fóruns.
“Trata-se de um retrocesso. A OAB não é negacionista, não nega a existência do vírus da covid-19, mas entende que se todo o setor produtivo de comércio e serviços da cidade está funcionando, o retorno das atividades presenciais dos tribunais também pode voltar, e não impede a continuidade do trabalho remoto; pelo contrário, é uma forma de, inclusive, mostrar a necessidade de aperfeiçoamento deste serviço”, pontua Pitombo.
Ele acrescenta ainda que a justiça busca adotar todos os cuidados necessários para combater o coronavírus, bem como obedecer a todas as recomendações sanitárias, então, por esse motivo, os tribunais e fóruns das cidades baianas não serão locais de foco de contaminação da doença.
A reunião contou com a presença da diretora jurídica do BRB, Helen Falcão, e também do presidente do banco, Paulo Henrique Costa. A desembargadora Maria de Lourdes Medauar, responsável por essa transição entre os bancos, também estava no colégio.
Exames da Covid-19 coletados entre os dias 15 de dezembro de 2021 e 18 de janeiro de 2022 que estavam aguardando resultado do laboratório, ou seja, mais de um mês, confirmaram 146 casos positivos nesta sexta-feira (21).
Devido o surgimento do surto de síndromes gripais, principalmente a Influenza, os laboratórios que realizam a coleta do exame RT-PCR no município ficaram sobrecarregados com o aumento da demanda de notificações, resultando no acúmulo de coletas e divulgação dos resultados.
A sobrecarga é evidente percebida nos boletins diários da Covid-19. Entre 01 de dezembro de 2021 e janeiro deste ano, 1.261 casos foram registrados. Apesar do crescimento nos casos, Feira de Santana apresenta poucos leitos ocupados, com 12 pacientes internados tanto de enfermaria quanto de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Mais de 49,3 mil pessoas estão recuperadas.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA SEXTA-FEIRA 21 de janeiro de 2022
Casos confirmados no dia: 146 Pacientes recuperados no dia: 50 Resultados negativos no dia: 87 Total de pacientes hospitalizados no município: 12 Óbito comunicado no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 290 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 53.434 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2022) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.078 Total de recuperados no município: 49.318 Total de exames negativos: 89.495 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2022) Aguardando resultado do exame: 817 Total de óbitos: 1.026
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.223 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2022) Resultado positivo: 5.144 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2022) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de janeiro de 2022)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
O Banco Central (BC) informou nesta sexta-feira (21) a ocorrência de incidente de segurança com dados pessoais vinculados a chaves Pix sob a guarda e a responsabilidade da Acesso Soluções de Pagamento S.A. (Acesso), em razão de falhas pontuais em sistemas dessa instituição de pagamento.
Segundo o BC, não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras.
O BC ainda informou que as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento. “Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail”, diz o comunicado.
O órgão também alegou o princípio da transparência para comunica o incidente de segurança “mesmo não sendo exigido pela legislação vigente, por conta do baixo impacto potencial para os usuários”, diz trecho da nota.
Este não é o primeiro caso do tipo. Em setembro do ano passado, o BC informou vazamento de dados de chaves Pix sob a responsabilidade do Banese (Banco do Estado de Sergipe).