O Concurso 2.460 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (5) à noite em São Paulo, pagará o prêmio de R$ 90 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.
Ninguém acertou as seis dezenas no último concurso, realizado quinta-feira (3).
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, ao preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), ao preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003.
Comentarista esportivo é crítico ferrenho de Jair Bolsonaro
Walter Casagrande disse “não” ao PT Foto: Reprodução/TV Globo
O Partido dos Trabalhadores (PT) convidou o comentarista esportivo da Globo Walter Casagrande para concorrer a uma vaga no Senado Federal pelo partido nas eleições 2022. A informação foi divulgada pelo colunista Menon, do UOL Esportes, nesta sexta-feira (4).
De acordo com Menon, o convite fora feito em 2021 e, desde então, o ex-jogador participou de alguns encontros do partido para ouvir as propostas. Caso aceitasse, ele poderia seguir os passos de Romário, que foi eleito ao Senado pelo Rio de Janeiro.
Após as reuniões, Casagrande acabou optando por não aceitar ingressar na carreira. Crítico ferrenho do presidente Jair Bolsonaro, o comentarista de 58 anos disse que vai continuar sendo “um cidadão contestador”.
Autoridades do governo alegam disseminação de “fake news”
Presidente russo Vladimir Putin determinou bloqueio de redes sociais Foto: EFE/EPA/Andrey Gorshkov/Sputnik/Kremlin Pool
O regulador de comunicações da Rússia, Roskomnadzor, bloqueou o Twitter pouco depois de fazer o mesmo com o Facebook.
De acordo com um documento publicado no site do órgão, a mudança atende um pedido do Ministério Público russo feito em 24 de fevereiro, data do início da ofensiva militar russa na Ucrânia.
O Roskomnadzor já tinha anunciado o bloqueio de acesso na Rússia à rede social Facebook. A medida foi tomada em resposta ao que o órgão chamou de “censura” de contas da imprensa russa.
– Em 4 de março foi decidido bloquear o acesso à rede social Facebook, controlada pela Meta, no território da Federação Russa – disse o Roskomnadzor em um comunicado.
O regulador russo já havia restringido e reduzido parcialmente o acesso ao Facebook e ao Twitter pela disseminação do que chamou de “informações falsas” sobre as ações das forças russas na Ucrânia.
A medida foi tomada depois que a empresa de tecnologia dos EUA restringiu as contas oficiais de quatro veículos de comunicação russos: o canal de televisão militar Zvezda, a agência de notícias oficial RIA Novosti, o portal Lenta e o jornal Gazeta.ru.
A Procuradoria Geral da Rússia alegou que o Facebook “restringiu ilegalmente a divulgação por usuários de internet de informações socialmente importantes no território da Federação Russa, incluindo mensagens e materiais de veículos registrados, em conexão com a imposição de sanções políticas e econômicas por países estrangeiros em relação à Rússia”.
As autoridades russas consideram que isso viola o direito dos cidadãos contido no artigo 29 da Constituição russa de “acessar, receber, transmitir, produzir e divulgar livremente informações de forma lícita”, disse a Procuradoria.
O Roskomnadzor informou ter solicitado à empresa matriz do Facebook, Meta, que suspendesse as restrições e explicasse as razões de sua introdução, mas ela teria ignorado o pedido.
De acordo com a Coreia do Sul, esse já é o nono disparo norte-coreano realizado apenas neste ano
Kim Jong-Un, líder supremo da Coreia do Norte Foto: EFE/EPA/KCNA
A Coreia do Norte lançou, neste sábado (5), pelo fuso horário local, o que autoridades sul-coreanas acreditam ser um míssil balístico em direção ao mar do Japão (também conhecido como mar do Leste). O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul (JCS) relatou o lançamento, o nono até agora realizado neste ano por Pyongyang.
O último teste desse tipo realizado pela Coreia do Norte aconteceu menos de uma semana depois de o regime alegar ter realizado outro lançamento de um projétil como parte do desenvolvimento de um satélite de reconhecimento e quatro dias antes das eleições presidenciais na Coreia do Sul.
– Nossos militares detectaram um projétil que acreditamos ser um míssil balístico lançado no mar do Leste a partir da região de Sunan por volta das 8h48 (20h48 de sexta-feira em Brasília) – diz o comunicado enviada pelos chefes do JCS.
Sunan é o distrito de Pyongyang onde fica o aeroporto internacional da cidade e é o local a partir do qual o regime lançou outro míssil balístico há uma semana. Naquele teste anterior, o regime alegou ter testado um projétil como parte do desenvolvimento de um satélite de reconhecimento.
O governo japonês disse também acreditar que o lançamento de hoje envolveu um míssil balístico, como na semana passada, e que o projétil parece ter caído fora da chamada Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do Japão. O escritório presidencial em Seul convocou uma reunião do Conselho Nacional de Segurança (NSC) para discutir o lançamento.
Ação marca os dois anos do primeiro caso diagnosticado
Há dois anos, Feira de Santana registrava o primeiro caso da Covid-19 na Bahia. Neste domingo (6 de março), em alusão a data, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai disponibilizar à população a vacinação contra a doença, no canteiro da avenida Getúlio Vargas, imediações da rua São Domingos, das 9h às 12h. Serão disponibilizadas as quatro doses. Ainda será ofertado exames para diagnóstico da doença.
APLICAÇÃO
A primeira dose do imunizante será destinada para as crianças de 6 a 11 anos, adolescentes de 12 a 17 anos, maiores de 18 anos, gestantes e puérperas.
As crianças e adolescentes devem ser vacinados na presença dos pais ou de um responsável legal. Será obrigatório apresentação de cartão SUS ou CPF, RG ou certidão de nascimento e caderneta de vacinação.
A aplicação da segunda dose é para aqueles que estão no período recomendado.
DOSE DE REFORÇO
Já a dose de reforço é para pessoas acima de 18 anos, que receberam a segunda dose há mais de quatro meses e em pacientes imunossuprimidos (transplantados, em quimioterapia, hemodiálise, HIV e outros) que tenham recebido a segunda dose há mais de 28 dias.
A quarta dose é para os pacientes imunossuprimidos, que tenham tomado a terceira dose há pelo menos quatro meses.
A Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (SEINFRA) anunciou a data para substituição da pavimentação asfáltica da Avenida Francisco Freitas, em Anguera, que deve acontecer na primeira quinzena do mês de março.
O projeto da nova pavimentação da avenida foi finalizado e que está aberto o processo licitatório para contratação da empresa que irá executar a obra.
O valor médio da obra será de R$ 2,3 milhões e será realizada pelo Governo do Estado da Bahia a pedido do prefeito Mauro Vieira.
Nesta sexta-feira (04), 13 pessoas estão hospitalizadas com Covid-19 em Feira de Santana. O município registrou mais 164 casos positivos da doença e atingiu a marca de 50.193 recuperados da doença, índice que representa 74% dos confirmados. Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA SEXTA-FEIRA
04 de março de 2022 Casos confirmados no dia: 164 Pacientes recuperados no dia: 27 Resultados negativos no dia: 179 Total de pacientes hospitalizados no município: 13 Óbito comunicado no dia: 0 NÚMEROS TOTAIS Total de pacientes ativos: 55 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 67.765 Total de recuperados no município: 50.193 Total de exames negativos: 102.670 Total de óbitos: 1.075 VACINÔMETRO COVID-19 1º Dose: 545.534 2º Dose: 469.708 3º Dose: 159.411 Dose Única: 8.606
Ação foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal pelo senador Randolfe Rodrigues
Ministro Alexandre de Moraes Foto: STF/Rosinei Coutinho
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de cinco dias para que o governo se manifeste sobre a presença do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), do Rio de Janeiro, durante uma viagem do presidente Jair Bolsonaro à Rússia. Além disso, ele pediu informações à Câmara de Vereadores do Rio para saber se Carlos estava de licença para fazer a a viagem.
A viagem ocorreu no dia 14 de fevereiro. A ação foi apresentada ao Supremo pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Além de Carlos, o senador também pediu que fosse investigada a ida do assessor Tercio Arnaud à Rússia na comitiva presidencial.
O pedido de Randolfe foi feito no inquérito das milícias digitais, relatado no STF por Moraes. O senador questionou “qual a verdadeira razão para uma viagem à Rússia em momento internacional tão delicado, com uma comitiva sui generis, com ausência de ministros e a presença de numerosos integrantes de seu gabinete do ódio e no início de ano eleitoral”.
Presidente reforçou a neutralidade em conflito no Leste Europeu
Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR
O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a defender a posição de neutralidade em relação ao conflito entre Rússia e Ucrânia, declarando que o Brasil “não mergulhará em aventura”. O chefe do executivo também afirmou que busca, em primeiro lugar, ter responsabilidade com o bem-estar dos brasileiros.
– Temos um problema a 10 mil quilômetros daqui. Nossa responsabilidade, em primeiro lugar, é com o bem-estar do nosso povo. Nossa postura tem mostrado para o mundo como estamos agindo neste episódio. Estamos conectados com o mundo todo, e o equilíbrio, isenção e respeito a todos se fazem valer pelo chefe do Executivo. O Brasil não mergulhará em uma aventura – declarou, nesta sexta-feira (4), durante evento para marcar o novo contrato de concessão das rodovias Dutra e Rio-Santos, em São José dos Campos, São Paulo.
– O Brasil tem seu caminho, respeita liberdade de todos, faz tudo pela paz, mas em primeiro lugar temos que dar exemplo para isso – acrescentou o presidente.
Nesta quinta-feira (3), Bolsonaro conversou por telefone com o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, sobre a guerra na Ucrânia. Os líderes concordaram sobre a necessidade de um “cessar-fogo urgente” no país.
Está prevista para a próxima semana no Senado a votação de duas propostas que visam reduzir o preço dos combustíveis no país. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 11/2020 e o Projeto de Lei (PL) 1.472/2021 estavam na pauta da semana passada, mas não foram votados.
O relatório do PLP chegou a ser lido e discutido, mas a votação acabou sendo adiada para depois do carnaval. Passado o feriado, o relator dos dois projetos, Jean Paul Prates (PT-RN), disse acreditar que a votação ocorra sem mais adiamentos. O senador informou que estará disponível para reuniões na segunda-feira e na terça à tarde.
“Podemos até jogar para quarta-feira, se for o caso. Só acho que não pode passar para a semana seguinte”, disse o senador, em conversa com jornalistas na tarde de hoje (4). Na sessão anterior, senadores da base governistas e alguns considerados independentes pediram o adiamento da discussão, afirmando que não tinham conhecimento pleno do relatório.
Prates destacou, no entanto, que não existem mais dúvidas, nem controvérsias quanto ao texto. Um dos sinais é que ninguém o procurou para apresentar emendas aos projetos após o adiamento da votação. “Não houve nenhum ponto de dissenso que me fizesse mudar. Não apareceu. As ferramentas estão prontas para votar. Se aparecer algum incremento pequeno, a gente analisa e corrige.”
Para Prates, o aumento dos preços do barril de petróleo em consequência da guerra na Ucrânia torna o debate ainda mais urgente. Desde 2016, a Petrobras adota a chamada Política de Preços de Paridade de Importação (PPI), que vincula o preço do petróleo ao mercado internacional, tendo como referência a cotação do barril tipo Brent, que é calculado em dólar. Isso quer dizer que o valor internacional do petróleo e a cotação do dólar influenciam diretamente na composição dos preços da companhia.
“Não cabe argumento [para não votar]. Tem que ser muito corajoso para chegar lá, em plena crise da Ucrânia, com o preço do petróleo a US$ 115, US$ 120 o barril, e dizer: ‘calma aí, ainda não sei qual vai ser o impacto disso’. Tem um ano que o preço [do combustível] está subindo, e vocês [da base do governo] dizendo que não podiam fazer nada. A gente faz os projetos, tramita, discute em comissões, e aí vêm dizer que não está preparado? É um argumento pífio.”
O senador usou o feriado do carnaval para conversar com colegas do Senado e governadores, tirando dúvidas a respeito dos dois projetos e, segundo ele, “combatendo algumas desinformações e temores não esclarecidos”.
Prates também defende manter aberto o diálogo sobre as sugestões apresentadas em plenário na sessão passada. Na ocasião, o relator acatou propostas para viabilizar a votação naquele dia. A tendência é reabrir o debate para essas propostas. “Estamos mantendo em discussão, é uma estratégia legislativa válida. Quando adiaram, eu disse: ‘todas essas coisas que me trouxeram eu vou analisar no período do feriado’. Estou considerando, e muito, mas está em discussão”, acrescentou.
ICMS e auxílio gás
O PLP 11/2020 propõe a simplificação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em todo o país, instituindo a chamada “monofasia”, ou seja, a cobrança do imposto em apenas uma fase da cadeia produtiva.
Atualmente, o ICMS sobre combustíveis varia de estado para estado e é calculado em toda a cadeia de distribuição e sobre um preço médio na bomba. O PLP propõe que o tributo tenha valor fixo em reais, por litro de combustível, em vez de ser cobrado como uma porcentagem sobre o preço final do produto.
O projeto inclui ainda aumento no valor do auxílio gás, revendo a legislação que o criou e ampliando seu público para 11 milhões de famílias em 2022. Seria o dobro de sua meta de atendimento em relação aos valores originalmente aprovados na lei orçamentária anual. Para custear a ampliação, Prates estima que será preciso dobrar o orçamento do programa, incluindo mais R$ 1,9 bilhão.
Como fonte para as despesas com o auxílio gás, o relator indicou os recursos arrecadados com os bônus de assinatura dos campos de petróleo do pré-sal de Sépia e Atapu. Ambos os campos foram arrematados na segunda rodada de licitações dos volumes excedentes da cessão onerosa do pré-sal, em dezembro do ano passado.
Fundo de Estabilização
Já o PL 1.472/2021, que cria o Fundo de Estabilização, visa usar os recursos deste para evitar que os efeitos das constantes mudanças no preço do petróleo e demais variáveis que afetam o valor dos combustíveis sejam sentidos diretamente nos postos de gasolina.
O PL estabelece diretrizes da política de preços na venda de combustíveis e derivados do petróleo, como proteção dos interesses do consumidor; redução da vulnerabilidade externa; estímulo à utilização da capacidade instalada das refinarias; modicidade de preços internos e redução da volatilidade de preços internos.
O projeto estipula também que os preços dos combustíveis derivados de petróleo praticados no país tenham como referência as cotações médias do mercado internacional, os custos internos de produção e os custos de importação.
O autor do projeto, senador Rogério Carvalho (PT-SE), critica a fórmula atual de cálculo dos preços dos combustíveis, com base na Paridade de Preços Internacionais. Para Rogério Carvalho, a adoção do PPI tem consequências para toda a economia e prejudica a população mais vulnerável. O senador disse que isso foi o que o motivou a apresentar um projeto para debater a política de preços da Petrobras.
Um dos argumentos do senador é que a Petrobras teria diminuído sua capacidade de refino com o intuito de aumentar a presença da iniciativa privada no setor, daí o cálculo do valor com base na PPI. Ainda segundo ele, “a PPI resulta em ganhos extraordinários para a Petrobras, e o objetivo final seria vender suas refinarias”.
O texto também criava um imposto de exportação para o petróleo bruto a partir do valor de US$ 40 o barril, mas o relator encontrou muita resistência entre os colegas e retirou o imposto de exportação do texto, para facilitar a aprovação do projeto.