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Polícia retém caminhão que transportava carga de cimento sem nota fiscal e com excesso de peso

Diante dos fatos, o veículo foi autuado pela PRF e fiscais fazendários.
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A construção da primeira Oficina Ortopédica da Rede Própria de Saúde de Feira de Santana está em fase inicial, com a execução do alicerce, instalação das colunas e edificação do muro. A ordem para a execução da obra foi dada em 27 de setembro.

O novo equipamento de saúde da Prefeitura de Feira de Santana representa um marco na ampliação dos serviços de reabilitação no município. A unidade está sendo implantada no Parque Chauá, bairro Papagaio, ao lado da futura Unidade Básica de Saúde (UBS) Porte III.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, a Oficina Ortopédica reflete o compromisso da gestão em garantir mais inclusão e acessibilidade, possibilitando a reabilitação física e a promoção da autonomia de pessoas com deficiência.

“Saúde está diretamente associada à qualidade de vida, à esperança e à felicidade. Essa oficina será responsável pela confecção de próteses e órteses, devolvendo dignidade, acessibilidade e qualidade de vida à população”, afirmou o secretário.

A Oficina Ortopédica é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Feira de Santana e o Governo Federal, por meio do Novo PAC.

*Secom


A Prefeitura de Feira de Santana segue com o trabalho de recolhimento de animais de grande porte encontrados soltos em vias públicas. O serviço, executado pela Unidade de Controle de Zoonoses (UCZ), vinculada à Secretaria Municipal de Saúde, tem como principal objetivo garantir a segurança da população e evitar acidentes de trânsito provocados pela presença desses animais em ruas e avenidas da cidade.

Desde a reativação do serviço, em março deste ano, até setembro, 214 animais já foram recolhidos das vias públicas. O trabalho é contínuo e, segundo a Secretaria de Saúde, requer também a colaboração dos proprietários, para que mantenham seus animais em locais adequados e devidamente cercados.

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, alertou sobre os riscos que animais de grande porte soltos representam à segurança no trânsito.

“Um acidente com um cavalo é extremamente perigoso. Mesmo que o condutor não esteja em alta velocidade, o impacto é muito forte e pode ser fatal. O carro se recupera, mas a vida humana não. Por isso, é fundamental que esses animais não permaneçam soltos nas ruas”, afirmou.

O Serviço de Remoção de Animais foi reestruturado no início deste ano para oferecer mais agilidade e segurança na captura, especialmente em áreas de grande movimento.

“Reorganizamos o serviço, qualificamos as equipes e reformamos o caminhão para atuar de forma mais eficiente. O trabalho ocorre de segunda a domingo, com o objetivo de prevenir acidentes e preservar vidas”, destacou o titular da pasta.

Rodrigo Matos também pontuou as dificuldades enfrentadas pelas equipes na identificação dos donos dos animais apreendidos.

“Muitas vezes é difícil localizar os proprietários, seja porque não querem arcar com a multa, no valor de R$ 150, ou porque abandonaram o animal. Mesmo assim, o nosso compromisso é seguir atuando para proteger tanto a população quanto os próprios animais”, ressaltou.

O secretário reforçou que a preservação da vida é o foco principal da ação. “Cuidar da saúde pública também significa evitar tragédias no trânsito. Esses animais podem atravessar a pista de forma repentina e causar acidentes graves. A nossa prioridade é garantir segurança para todos”, acrescentou Rodrigo Matos.

De acordo com o gestor da Saúde, a intenção é transferir o serviço para a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), que dispõe de estrutura voltada especificamente para o monitoramento das vias e a segurança viária.

A população pode acionar o serviço por meio do aplicativo Feira Conectada ou do número 156, disponível todos os dias da semana, além dos telefones (75) 3617-3237 (fixo) e (75) 99851-8583 (WhatsApp), de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h.

*Secom


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) esclareça as informações sobre a viagem que a corporação diz que Filipe Martins, ex-assessor especial de Relações Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), teria feito aos Estados Unidos, em 30 de dezembro de 2022.

A decisão, publicada nesta quinta-feira (16), ocorre após a defesa de Martins contestar os dados apresentados pela PF, apontando que o ex-assessor não deixou o país na data em questão. Durante a fase de apuração, a PF havia informado ao Supremo que havia “fortes indícios” de que Martins teria acompanhado Bolsonaro na viagem aos Estados Unidos, realizada no fim do mandato presidencial.

A Polícia Federal chegou a ir até a residência de Martins, no interior de São Paulo, onde encontrou apenas seus pais. Os agentes disseram também ter consultado um site de segurança norte-americano, que indicava a entrada do ex-assessor em território dos EUA na mesma data. No entanto, seus advogados negam a viagem e sustentam que ele permaneceu no Brasil.

Em prol do argumento de Martins, há uma nota divulgada recentemente pelo U.S. Customs and Border Protection (CBP) — órgão responsável pelo controle de fronteiras dos Estados Unidos — que diz que Filipe Martins não ingressou no país em 30 de dezembro de 2022, o que contraria a informação apresentada pela PF. O comunicado reforçou que Moraes usou como base um registro errôneo para manter Martins preso.

Filipe Martins foi alvo de mandados de busca e apreensão e chegou a ficar preso por seis meses sob a alegação de que havia viajado aos Estados Unidos junto com o então presidente Jair Bolsonaro. Atualmente, o ex-assessor responde como réu do núcleo 2 do processo que apura o envolvimento de aliados do líder conservador na suposta tentativa de golpe de Estado.

Em suas alegações finais, a Procuradoria-Geral da República (PGR), chefiada por Paulo Gonet, pediu a condenação de Martins e de outros integrantes do mesmo grupo. O documento afirma que o ex-assessor “extrapolou, em muito, o escopo diplomático de sua função”.

*Pleno.News
Foto: Arthur Max/MRE


Sete casos de intoxicação por Nicotiana glauca, planta venenosa chamada popularmente de “falsa couve”, foram confirmados em Santa Vitória, no Triângulo Mineiro. O prefeito Sérgio Moreira confirmou a situação na quinta-feira (16).

O município, com cerca de 20 mil moradores, fica a aproximadamente 360 km de Patrocínio, onde quatro pessoas também foram intoxicadas pela mesma planta em 8 de outubro. Claviana Nunes da Silva, de 37 anos, faleceu. Um homem recebeu alta e outras duas pessoas ainda estão hospitalizadas.

A “falsa couve” pode ser confundida com a couve tradicional, mas apresenta folhas mais finas, toque aveludado e coloração verde-acinzentada.

*Metro1
Foto: Divulgação/Polícia Militar


Ministro do STF atendeu a pedido relacionado a denúncia do ex-deputado estadual Tony Garcia

Ministro Dias Toffoli em sessão no plenário do STF | Foto: Fellipe Sampaio /STF
Ministro Dias Toffoli em sessão no plenário do STF | Foto: Fellipe Sampaio /STF

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a fazer buscas na 13ª Vara Federal de Curitiba, onde o hoje senador Sergio Moro (União-PR) atuou como juiz. Essa medida atende a pedidos de investigação relacionados a uma denúncia do ex-deputado estadual Tony Garcia contra Moro.

Tony Garcia declarou ter sido coagido a realizar gravações ilegais a pedido de Moro durante o caso Banestado, ocorrido em dezembro de 2004, como parte de seu acordo de delação premiada. O ex-parlamentar também alega que, sob orientação do então juiz, teriam sido feitas investigações secretas contra autoridades com foro privilegiado, incluindo o então governador do Paraná e ministros do Superior Tribunal de Justiça (STF). Sergio Moro nega todas as alegações.

Razões da busca contra Moro

O ex-deputado afirma que documentos guardados na vara onde Moro trabalhou poderiam sustentar suas declarações. O ministro Dias Toffoli concordou com a apuração desse material e expediu mandado de busca à PF. “Defiro sejam empreendidas pela autoridade policial as diligências propugnadas, visando autorizar o exame in loco dos processos ali relacionados, documentos, mídias, objetos e afins relacionados às investigações”, afirmou Toffoli.

Ainda na decisão, Toffoli manteve a investigação sob responsabilidade do STF, contrariando o pedido de Sergio Moro, que argumentava que os fatos investigados aconteceram antes do início de seu mandato parlamentar. 

Moro critica proposta de novo imposto sindical: ‘Com meu voto, jamais’
Sérgio Moro foi juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Em nota oficial, os advogados de Moro afirmaram não ter acesso ao inquérito, que consideram fundamentado em relatos inverídicos de Tony Garcia.

A defesa de Sergio Moro declarou não ver nenhuma irregularidade nos fatos — supostamente ocorridos há duas décadas — citados pelo ex-deputado estadual do Paraná. “O senador não tem qualquer preocupação com o amplo acesso pelo STF aos processos que atuou como juiz. Essas diligências apenas confirmarão que os relatos de Tony Garcia são mentirosos”, afirmou a nota dos advogados de Moro.

Informações Revista Oeste


Data celebra Dia do Servidor Público

Prefeitura Municipal de Feira de Santana

A Prefeitura de Feira de Santana divulgou que não haverá expediente nas repartições municipais na próxima segunda-feira (27), em razão das comemorações pelo Dia do Servidor Público, celebrado oficialmente em 28 de outubro. Um decreto assinado pelo prefeito José Ronaldo (União Brasil) foi publicado na edição de sexta-feira (17) do Diário Oficial do Município.

Publicada no Diário Oficial do Município, a decisão estabelece ponto facultativo apenas para os setores administrativos. Já os serviços considerados essenciais, como o atendimento nas unidades de saúde, o Serviço Móvel de Urgência (SAMU), a limpeza pública e a atuação da Guarda Municipal, funcionarão normalmente.

Com a medida, as atividades regulares do município serão retomadas na terça-feira (28).


Thiago Silva marcou nos acréscimos e garantiu a vitória do Fluminense por 1 a 0 sobre o Juventude no Maracanã, pela 28ª rodada do Brasileirão. O resultado coloca o Tricolor na sétima posição e mantém o time gaúcho afundado na vice-lanterna

© Getty Images

O Fluminense venceu o Juventude por 1 a 0, nesta quinta-feira (16), no Maracanã, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Thiago Silva marcou o gol salvador do Fluminense, aos 52 minutos do segundo tempo.

O Fluminense chega a 41 pontos e fica na sétima posição, se aproximando do G6.

O Juventude segue em situação delicada, ficando com 23 pontos, na vice-lanterna. O Santos é a primeira equipe fora da zona de rebaixamento, com 31.

O Fluminense volta a campo no clássico contra o Vasco, na próxima segunda-feira. O Juventude recebe o Bragantino no mesmo dia. As partidas são válidas pela 29ª rodada.

LANCES IMPORTANTES

O jogo começou truncado, e o primeiro lance de perigo foi apenas aos 31 minutos. Igor Formiga passou no fundo e cruzou. A bola passou pela zaga e chegou em Mandaca, que arrematou. Fábio quase se complicou, espalmou, mas foi rápido para segurar.

O Juventude assustou mais uma vez no segundo tempo. Ênio desceu pela esquerda e cruzou fechado. Gabriel Taliari deu peixinho, mas não alcançou a bola que saiu pela linha de fundo.

O Fluminense chegou com perigo aos 32 minutos. John Kennedy e Hércules chutaram em sequência, com ambos sendo travados pela zaga.

Giovanny, que havia acabado de entrar, carimbou a trave de Fábio na melhor chance do jogo.

Após tentativa de finalização de Soteldo, Thiago Silva dominou na área, virou e bateu na saída de Jandrei. A bola passou perto da trave, pegando na rede pelo lado de fora.

Aos 52 minutos, Thiago Silva salvou o Fluminense com um gol de voleio após cruzamento desviado.

FLUMINENSE
Fábio; Samuel Xavier, Thiago Silva, Freytes e Renê (Fuentes); Martinelli, Hércules e Lima (John Kennedy); Canobbio (Soteldo), Serna (Riquelme Felipe) e Cano (Everaldo). Técnico: Luis Zubeldía.

JUVENTUDE
Jandrei; Igor Formiga, Abner, Marcos Paulo e Alan Ruschel; Caíque, Jadson (Peixoto) e Mandaca (Nenê); Rafael Bilu (Negueba), Gabriel Taliari (Giovanny) e Gilberto (Ênio). Técnico: Thiago Carpini.

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Jefferson Ferreria de Moraes (GO)
Assistentes: Thiaggo Americano Labes (SC) e Fernanda Kruger (MT)
VAR: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Gol: Thiago Silva, aos 52′ do 2º tempo (FLU)
Amarelos: Thiago Silva e Freytes (FLU); Jandrei, Abner, Marcos Paulo, Jadson, Mandaca, Giovanny e Gabriel Taliari (JUV)

Fonte: Notícias ao Minuto


O Exército dos Estados Unidos lançou novo ataque marítimo sob justificativa de combate ao narcotráfico. A ação, próxima à costa venezuelana, deixou sobreviventes, diferente das anteriores, que mataram 27 pessoas. Trump é acusado de violar leis internacionais e de autorizar operações secretas na região

© Divulgação- Governo do Estados Unidos

O Exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque no mar do Caribe, próximo à costa da Venezuela, nesta quinta-feira (16), atingindo um sexto navio suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. A operação foi conduzida por militares do Comando Sul, segundo fontes ouvidas pela emissora norte-americana CBS News.

Diferentemente de outras ações, o ataque não foi anunciado nas redes sociais pelo ex-presidente Donald Trump, mas confirmado por autoridades do governo norte-americano, que afirmaram haver sobreviventes. Este é o primeiro caso com registros de pessoas vivas após as ofensivas anteriores, que deixaram 27 mortos, entre cidadãos da Venezuela, Colômbia e Trinidad e Tobago.

Na quarta-feira, a polícia de Trinidad e Tobago informou que investiga se dois cidadãos do país estão entre os seis mortos em um dos ataques. Lenore Burnley, mãe de uma das supostas vítimas, Chad Joseph, de 26 anos, afirmou à agência France-Presse que o filho era pescador e voltava para casa após três meses de trabalho na Venezuela. Segundo ela, a ação militar foi desproporcional e contrária às normas marítimas, que preveem a interceptação e abordagem de embarcações suspeitas, e não sua destruição.

Trump tem defendido as ações militares como parte de uma campanha contra o narcotráfico, tratando os suspeitos como combatentes ilegais. No Congresso, parlamentares democratas acusam o ex-presidente de violar o direito internacional e leis norte-americanas, enquanto até alguns republicanos pedem esclarecimentos à Casa Branca.

De acordo com fontes ouvidas pela agência Associated Press, a administração Trump ainda não apresentou provas de que os barcos atacados transportavam drogas. Os ataques ocorrem em meio ao aumento da presença naval dos Estados Unidos na região e a relatos de que Trump teria autorizado operações secretas da CIA na Venezuela com o objetivo de neutralizar o presidente Nicolás Maduro.

Questionado sobre o assunto, Trump não negou a informação e afirmou que também considera realizar ataques terrestres contra supostos traficantes em território venezuelano. Washington acusa Maduro de chefiar uma rede internacional de narcotráfico e oferece recompensa de até 50 milhões de dólares por sua captura, o que o líder venezuelano nega categoricamente. 

Fonte: notícias ao Minuto


Partidos aliados aguardam a decisão de Jair Bolsonaro sobre quem será o candidato do bolsonarismo à Presidência em 2026 para definir alianças e chapas ao Senado. O ex-presidente quer indicar ao menos um nome por estado, priorizando o controle político da Casa

© Getty

Partidos de direita aguardam a definição de Jair Bolsonaro (PL) sobre quem será seu sucessor na disputa pela Presidência em 2026 para definir chapas em estados considerados estratégicos para a eleição nacional.

O bolsonarismo tem candidatos competitivos ao Senado, seja do PL, seja de partidos aliados, em ao menos 13 estados -majoritariamente no centro-sul do país.

A Casa tem a prerrogativa de aprovar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e foi eleita como prioridade por Bolsonaro, que sonha concentrar a maioria dos parlamentares para “ter mais poderes quer o próprio presidente da República”, como já afirmou.

Aliados do bolsonarismo apontam que alianças podem ser feitas ou desfeitas a depender de quem for o candidato ao Planalto -e de se for um nome também próximo de alguns partidos de centro, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), ou algum integrante da família Bolsonaro.

A indefinição se dá especialmente no PSD –que integra o governo Lula (PT), mas também o de Tarcísio em São Paulo. O governador tem mantido postura ambígua, mas freou a ofensiva presidencial nas últimas semanas e tem reforçado ser candidato à reeleição.

A ordem do ex-presidente é para que uma das vagas em cada estado seja de sua indicação, e a outra, de um partido aliado.

Apesar da prioridade dada por Bolsonaro, seu campo político precisaria de um desempenho eleitoral sem precedentes em 2026 para controlar a maioria das 81 cadeiras do Senado.

Em 2022, foram disputadas 27 vagas na Casa, e os aliados do ex-presidente conquistaram 56% delas. Em 2026, o Senado irá renovar as demais 54 vagas. Se o bolsonarismo repetir o índice de sucesso, conseguirá ocupar a maioria das cadeiras, 45, mas não chegará às 54 necessárias para conseguir a aprovação de um impeachment de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

No Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal e Paraná, a definição da chapa do Senado para o ano que vem depende bastante do arranjo para a disputa presidencial.

No Rio de Janeiro, se Tarcísio for candidato ao Planalto, o prefeito e provável candidato ao governo Eduardo Paes (PSD) pode ficar neutro em relação à Casa, o que beneficiaria o PL, que pode ter dois candidatos no estado.
Paes é aliado de Lula, mas o presidente do PSD, Gilberto Kassab, já disse que estará com Tarcísio caso o governador se lance à Presidência.

No Rio, além de Flávio Bolsonaro, o PL pode lançar ao Senado o governador Cláudio Castro, o senador Carlos Portinho ou até mesmo o líder da sigla na Câmara, Sóstenes Cavalcante.

O PSD hoje tem um pré-candidato próprio ao governo federal: Ratinho Jr., chefe do Executivo no Paraná. Ele manterá a candidatura caso o governador de São Paulo decida não concorrer. Caso contrário, poderá se lançar ao Senado. No estado, o bolsonarismo tem mais duas candidaturas: deputado Filipe Barros (PL-PR) e Cristina Graeml (Podemos).

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, a indefinição preocupa aliados do governador e do ex-presidente. Um cenário se desenha com Tarcísio concorrendo à reeleição, o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP), para uma vaga ao Senado e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) concorrendo para a outra -mas a presença dele nos EUA e as investigações que o atingem podem inviabilizá-lo.

Em outro cenário, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), deixaria o cargo para concorrer ao governo ou o vice-governador Felício Ramuth (PSD) seria alçado ao posto.

Há ainda a possibilidade de o vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo (PL), considerado um empecilho para eventual saída de Nunes, ser candidato ao Senado no lugar de Eduardo, que não deve retornar ao Brasil.

Em Minas Gerais, estado do também presidenciável Romeu Zema (Novo), o Republicanos deve lançar para governador o senador Cleitinho, enquanto o chefe do Executivo estadual busca emplacar seu vice, Matheus Simões.

Para isso, Simões pode se filiar ao PSD, que hoje é casa do senador Rodrigo 

Pacheco (MG), possível nome de Lula para governador no estado.

Santa Catarina, Distrito Federal e Rondônia são estados em que o PL deverá ter dois nomes concorrendo ao posto.

No primeiro caso, Carlos Bolsonaro deve ficar com uma das vagas. A segunda é disputada pela deputada Carol de Toni (PL-SC) e pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), que busca a reeleição.

Os dois estiveram recentemente com Bolsonaro, preso em casa desde 4 de agosto. O ex-presidente disse à deputada que ela era um bom nome e deu aval para que tentasse se viabilizar. Já Amin afirmou à reportagem, após o encontro, que está cedo e há muita coisa para acontecer ainda.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), tenta um arco amplo de alianças, mas poderia perder Amin e o PP -que se uniriam a uma candidatura do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD)- caso seu partido lance dois nomes ao Senado.

No Distrito Federal, o PL apresenta duas candidaturas eleitoralmente viáveis, mas o movimento pode pôr o partido em rota de colisão com aliados. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é vista como garantida em uma das vagas -caso não se lance numa eventual chapa à Presidência, mesmo que como vice.

A outra é postulada pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), que busca firmar acordo com PL e PP. A ideia é que a vice Celina Leão (PP), amiga de Michelle, seja sua sucessora e a chapa contemple a ex-primeira-dama e ele.

Mas a deputada Bia Kicis (PL-DF) também se colocou para o cargo, após conversas com Bolsonaro no início do ano.

Em Rondônia, o PL também deverá ter dois candidatos: o senador Marcos Rogério, que tentará se reeleger, e o empresário e amigo do clã Bruno Scheid.
Opções ao Senado competitivas ao bolsonarismo*

NORTE (3)
– Acre: senador Márcio Bittar (PL-AC)
– Rondônia: deputado federal Fernando Máximo (União Brasil-RO)
– Pará: deputado federal Éder Mauro (PL-PA)

NORDESTE (1)
– Rio Grande do Norte: senador Styvenson Valentin (Podemos-RN)

CENTRO-OESTE (4)
– Distrito Federal: ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF)
– Goiás: deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO)
– Mato Grosso do Sul: governador Reinaldo Azambuja (PL)
– Tocantins: senador Eduardo Gomes (PL-TO)

SUDESTE (3)
– Minas Gerais: senador Carlos Viana (Podemos-MG)
– São Paulo: secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (PP)
– Rio de Janeiro: senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

SUL (2)
– Paraná: Cristina Graeml (Podemos)
– Santa Catarina: Carlos Bolsonaro (PL-RJ)

*Incluindo nomes do PL, partidos aliados ou notórios apoiadores de Bolsonaro que já estão bem posicionados em pesquisas locais para ao menos uma das vagas ao Senado

Com informações Notícias ao Minuto


Empresa emprega 277 mil pessoas em todo o mundo

Foto: reprodução

O novo CEO da Nestlé, Philipp Navratil, anunciou que cerca de 16 mil funcionários serão demitidos nos próximos dois anos. O número de demissões equivale a aproximadamente 6% do total de trabalhadores da companhia, que atualmente emprega 277 mil pessoas em todo o mundo.

“O mundo está mudando e a Nestlé precisa se adaptar com mais agilidade, o que exigirá decisões difíceis, porém necessárias, para reduzir o quadro de funcionários”, afirmou em comunicado Navratil, que assumiu o comando da empresa em setembro.

Os principais afetados ocupam cargos administrativos, cerca de 12 mil, enquanto a minoria, cerca de 4 mil, trabalha em fábricas da empresa, segundo informações da revista Veja.

A decisão foi bem recebida na Bolsa de Valores de Zurique (Suíça), já que as ações do grupo subiram cerca de 8% no mercado. Com as demissões, a expectativa é que o grupo economize mais de R$ 20 bilhões até o final de 2027.

A Nestlé atua há mais de 100 anos no Brasil. A empresa tem 31 unidades industriais, localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, segundo informações da própria página na web. Uma das fábricas da Nestlé fica em Feira de Santana, no centro-norte baiano.

Emprega mais de 20 mil colaboradores diretos e gera outros 200 mil empregos indiretos, que colaboram na fabricação, comercialização e distribuição de mais de 1.000 itens em todo o país. A empresa não informou, no entanto, se o Brasil sofrerá demissões.

Navratil assumiu o cargo de CEO da Nestlé no lugar de Laurent Freixe, que foi demitido após uma investigação interna da empresa apontar um relacionamento amoroso entre o então presidente e uma funcionária. O anúncio foi feito no dia 1º de setembro.

Fonte: correios