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Em Esplanada, candidato a governador destacou dificuldades vividas na região, como problemas de atendimento no Hospital Dantas Bião, de Alagoinhas

O candidato a governador ACM Neto afirmou neste sábado (13), em Esplanada, que o atual governo do estado tem normalizado dificuldades graves vividas pela população baiana, como por exemplo a demora na fila da regulação e os problemas de atendimento no Hospital Dantas Bião, em Alagoinhas, unidade de referência para os municípios do Nordeste da Bahia.

“A minha grande diferença para os meus adversários é que eles se contentam e querem vender a imagem de que tudo isso é normal. Eles se acostumaram com o drama vivido pelos baianos na espera por uma vaga na fila da regulação e a dificuldade que é conseguir um internamento hospitalar. Mesmo aqui em Alagoinhas, no Hospital Dantas Bião, que está vivendo problemas sérios de funcionamento e não consegue atender a demanda de todas as cidades da região”, disse ACM Neto em ato político.

Os problemas do Dantas Bião motivaram uma reunião recente do Ministério Público com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), na qual foram cobradas providências do governo do estado. Entre os problemas relatados pelos promotores, constam dificuldade de atendimento médico, de marcação de cirurgias eletivas e ausência de material básico para higiene e realização de procedimentos médicos no hospital.

Os médicos que trabalham na unidade reclamaram do atraso de salários em plena pandemia. Mesmo após a troca recente de administradora, os profissionais seguem reclamando das condições de trabalho e da incerteza em relação aos pagamentos, segundo o Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed).

“Esse é o resultado de 16 anos de trabalho desses que nos comandam em todo esse tempo. São 16 anos, isso é tempo o suficiente. Podiam ter feito muito mais do que fizeram, mas chegou a hora da mudança. Chegou a hora de renovar, chegou a hora de dar a oportunidade para um projeto novo, chegou a hora dos baianos irem às ruas e dizerem, nós vamos estar juntos para construir a vitória do futuro na Bahia”, discursou na cidade.

Acompanhado da candidata a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e do candidato ao Senado Cacá Leão (PP), Neto visitou na tarde deste sábado as cidades de Entre Rios, Esplanada e Acajutiba. Eles estão rodando pelo Norte e pelo Nordeste baiano desde a última quinta-feira.

Em seu discurso, ACM Neto citou outros problemas vividos pela população e que o governo do estado tenta esconder por meio da propaganda. “A Bahia não pode ser campeã nacional de violência. Eles não estão fazendo nada para tirar a Bahia da vergonhosa posição de último lugar em qualidade de ensino desse país. O IBGE novamente divulgou os dados do desemprego no Brasil e confesso que, para mim, infelizmente, não foi nenhuma surpresa quando a gente olha que a Bahia está em primeiro lugar”, disse.

Agenda

Ainda neste sábado, os candidatos cumprem agenda com visitas a Aporá, ao distrito de Itamira e a Inhambupe, onde serão recebidos pelo prefeito Nena (PP), que recentemente declarou apoio a ACM Neto. Na cidade, eles realizarão o primeiro ato político desde o anúncio da adesão.


Candidato a governador afirmou que é preciso revitalizar afluentes do Velho Chico e garantir desenvolvimento dos perímetros irrigados

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) completa neste sábado (12) a agenda na região do Norte e do Semiárido da Bahia. Em suas visitas, ele afirmou que, em 16 anos de governos do PT, não houve obras importantes na infraestrutura hídrica, e que é preciso aproveitar o potencial econômico proporcionado pela proximidade com o Rio São Francisco e dos seus afluentes que cortam a região.

“Quando a gente olha para esses 16 anos sob governos do PT, não houve nenhuma obra importante na área hídrica na Bahia. Nós temos um potencial extraordinário através dos nossos rios, e o Rio São Francisco é o maior deles. É um rio nacional, mas cuja maior extensão está na Bahia”, disse em entrevista a uma rádio na cidade de Santa Brígida.

Segundo ele, é preciso buscar a perenização de rios como por exemplo o Vaza-Barris, que corta toda a região do Semiárido no Nordeste. “Temos os afluentes e tudo o que se pode aproveitar que hoje não é aproveitado do potencial desses rios, a exemplo do próprio Vaza-Barris. Os rios precisam de perenização, os rios precisam de revitalização e é fundamental a gente ter projetos integrados para que isso seja realizado”, disse.

“Podemos fazer isso através da criação de barragens e barramentos, de canais, de adutoras, projetos para desenvolver mais perímetros irrigados, projetos que levem a água para o homem do campo, o que hoje infelizmente não existe e não foi feito nesses 16 anos de governo do PT na Bahia”, completou.

Nas suas agendas, o candidato do União Brasil destacou o papel dos distritos de irrigação às margens do São Francisco. “Temos aqui várias famílias que dependem do perímetro irrigado. É importante o que já existe, mas não é suficiente e não aproveita todo o potencial dessa região. Nós sabemos a dificuldade dos produtores e eu vejo a luta dos deputados que a toda hora precisam ir a Brasília para assegurar que os recursos continuem chegando, para que esses produtores tenham condições de se manter de pé”, disse.

Neto disse que, se eleito, o governo do estado vai se fazer presente na região e vai discutir, junto aos prefeitos, uma solução definitiva para garantir a produtividade. “Para garantir emprego, para garantir oportunidades para as pessoas viverem do seu trabalho. Devolvendo a esperança do homem do campo, de poder sustentar a sua família com o seu suor, priorizando a agricultura familiar”, completou.

Agenda

Neste sábado (13), serão cinco municípios percorridos. Nesta data, ACM Neto, Ana Coelho e Cacá Leão participam de eventos em Entre Rios, Esplanada, Acajutiba, Aporá, distrito de Itamira e Inhambupe.


Mais duas casas reformadas pelo programa Moradia Melhor serão entregues pela prefeitura de Anguera. A entrega será feita neste domingo (14) às 10h. Uma casa fica na rua Otávio Mangabeira outra na rua Francisco Santana.

“Temos o prazer de entregar mais essas duas residências reformadas. O nosso programa tem o objetivo de transformar a vidas dessas famílias, realizando o sonho de possuírem uma moradia digna”, destacou o prefeito de Anguera, Mauro Vieira.


A escalada do supremacismo branco na Europa, mormente em países que entraram para a história por seu caráter pacifista, por sua opção bem pesada de não interferir na soberania de outros países e, na frente contrária, acolher cidadãos de nações em risco social, acossados pela fome, por políticas radicais e genocidas, pela perseguição religiosa e tantas outras desgraças inamovíveis ao longo da história, alçou uma conquista sem precedentes em 22 de julho de 2011, momento em que um lunático se desloca até uma ilha na Noruega e abre fogo contra crianças e adolescentes, em grande parte imigrantes, negros e muçulmanos. À violência da ação, iniciada por um atentado a bomba que fez  oito vítimas, coube um movimento para a compressão da sangria de igual vigor, organizado nos mínimos detalhes, rápido e, o mais importante, eficaz. Em poucas horas o autor dos disparos, fatais para outras 69 pessoas, estava segregado do convívio social. Todo o país mergulhava então no torvelinho de que sairia transformado, ferido no que tem de mais precioso, porém maduro o bastante para encarar a necessidade de discutir um tema urgente ao qual nunca havia dado a devida importância.

Famoso por aceitar o desafio de verter para o cinema eventos trágicos, o premiado Paul Greengrass dá uma contribuição inestimável à humanidade com seu “22 de Julho” (2018), em que reporta de maneira pungente os bastidores do ataque, os dramas particulares dos atingidos e as consequências para uma das democracias mais civilizadas do mundo. Greengrass se vale dos recursos todos que o consagraram nesse filão — câmera na mão; enquadramentos que levam o espectador para dentro da cena; som ambiente no lugar de trilha sonora — a fim de imprimir à história a dramaticidade que ela sem dúvida tem, mas que em nenhum momento descamba para o melodrama ou para o sensacionalismo. O diretor se fixa em destrinchar um conflito por vez, didaticamente, sem que a fluidez ou a naturalidade do que é narrado sejam comprometidas. O que se observa na tela é um enredo caudaloso, rico em informações, de assimilação imediata e logo submetida a juízos de valor que condenam o facínora, mas com espaço para que tenha a chance de tentar expor seu ponto de vista.

Anders Behring Breivik escolhera aleatoriamente o dia para deixar como legado a humanidade o ódio gratuito a indivíduos que, no seu delírio, considerava impuros e portanto indignos de estar no mesmo país que ele. A admissão da ideia de que a Noruega marchava para se tornar um território apartado do restante da Europa pelos motivos diametralmente opostos ao que defendia se prestaram como lenha a uma fogueira que vinha ardendo há algum tempo, e Breivik dedicou-se boa parte de sua vida a arquitetar a ofensiva ao que chamava de desintegração moral da Noruega, submetida a um processo irreversível de absorção de outras culturas a partir do aumento exponencial de cidadãos de outros países junto à população. A condução de Greengrass, sempre preocupado com a fidedignidade da narrativa, mostra Breivik, brilhantemente encarnado por Anders Danielsen Lie, no pleno gozo de suas faculdades mentais, tanto na primeira fase de sua empreitada (a investida contra uma autarquia do governo do primeiro-ministro Jens Stoltenberg, de Ola G. Furuseth, Oslo) como na invasão à ilha de Utøya, distante cerca de 150km a noroeste da capital, onde fulminou quase setenta pessoas e feriu outras duzentas. Como em “United 93” (2006), o apuro técnico do diretor chega a provocar espanto, e ao cabo das sequências de perseguições da besta humana no encalço de adolescentes sonhadores e desarmados, o roteiro de Greengrass dedica boa parte do que ainda resta dos 144 minutos de projeção a convalescença de Viljar Hanssen, o mártir vivido por Jonas Strand Gravli.

O terceiro ato, que desfralda os intestinos de um dos julgamentos mais esperados da história da Noruega, sucede as cenas que registram o esforço de Viljar quanto a estar apto a reencontrar-se com seu algoz depois do olho esquerdo arruinado, incontáveis sessões de fisioterapia para recuperar o movimento das pernas e tornar a andar com alguma normalidade e os fragmentos de projétil alojados no cérebro, mantidos para que se preservassem as funções vitais, mas uma bomba-relógio que poderia explodir sem prévio aviso, tensão constante para toda a vida do personagem de Gravli. A trama quase se perde em meio à discussão sobre se Breivik teria ou não a dimensão fria do mal que estava a perpetrar — tese inicialmente defendida por Geir Lippestad, o advogado do terrorista, papel de Jon Øigarden, mas o próprio acusado confessa a sua vontade de matar e a história retoma o leito. Anders Behring Breivik foi condenado a 21 anos de detenção em regime fechado, pena máxima no ordenamento jurídico norueguês, em 24 de agosto de 2012.


Filme: 22 de Julho
Direção: Paul Greengrass
Ano: 2018
Gêneros: Drama/Crime
Nota: 9/10

Informações Revista Bula


Pesquisadores lamentam que o remédio tenha sido desacreditado pela comunidade científica

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação 

O periódico científico Revista Europeia de Epidemiologia publicou no dia 9 uma revisão de estudos sobre a possível eficácia da hidroxicloroquina na prevenção da covid-19. O estudo selecionou 88 pesquisas, que passaram por um filtro, restando 11 trabalhos:

  • Sete que administraram a substância antes de a pessoa ter tido contato com o novo coronavírus;
  • Quatro em que as pessoas tomaram hidroxicloroquina depois da infecção.

A seleção desses 11 trabalhos incluiu apenas estudos conhecidos como “padrão ouro” das pesquisas com medicamentos:  randomizados, controlados por placebo, duplo-cego. Nesse tipo de estudo, a administração do medicamento é aleatória: parte do grupo recebe placebo (como uma pílula de farinha, sem efeito), e a outra recebe o remédio em teste, mas nem o paciente nem o pesquisador sabem o que está sendo administrado.

O levantamento com sete pesquisas mostrou que os pacientes que tomaram o remédio antes da infecção apresentaram redução de 28% no risco de agravamento da covid-19. Já a análise dos quatro estudos informou que os resultados são praticamente nulos.

Entre os cinco autores, dois são da Universidade de Harvard, uma das mais conceituadas do mundo. Um deles é o cientista Xabier Garcia-De-Albeniz, líder do estudo e pesquisador Associado do Departamento de Epidemiologia da Universidade. Outro é Miguel Hernan, Membro do Corpo Docente em epidemiologia e bioestatística da Harvard-MIT Division of Health Sciences & Technology, além de ser diretor do CAUSALab, uma entidade de Harvard que visa a orientar políticas públicas.

Os pesquisadores lamentaram a falta de mais trabalhos científicos sobre o caso. “No início da pandemia, houve uma conclusão prematura de que a hidroxicloroquina não tinha efeito profilático, quando a conclusão correta seria que o efeito estimado era muito impreciso”, informa o estudo.

O texto cita pesquisas sobre a hidroxicloroquina do começo da pandemia de covid-19, com amostragem pequena, que eram contestadas em relação ao desenho experimental. À época, a droga foi desacreditada pela comunidade científica e por veículos de mídia, que chamaram os defensores do remédio de “negacionistas”. Para os autores do estudo, isso não deveria ter ocorrido.

Informações Revista Oeste


Concurso será às 20h em São Paulo

Bilhetes de aposta da mega-sena

O Concurso 2.510 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (13) à noite em São Paulo, pagará o prêmio de R$ 27 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.

O último concurso, quarta-feira (10), não teve acertadores das seis dezenas, e o prêmio acumulou. A quina teve 47 ganhadores e a quadra, 2.560.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. Para adequar o número do concurso da Mega da Virada, que deve ter final 0 ou 5, foram criadas as Mega-Semanas que são exclusividade da Mega-Sena. Os sorteios ocorrem em datas predeterminadas ao longo do ano. Na ocasião são realizados três concursos semanais, às terças, quintas e sábados.

Informações Agência Brasil


O presidente Jair Bolsonaro (PL) avançou e reduziu a distância para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo e em Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do País. Levantamentos da Genial/Quaest divulgados nesta semana mostram que a “vantagem” do ex-presidente sobre o atual chefe do Executivo entre o eleitorado paulista, por exemplo, já está dentro da margem de erro, ou seja: empate técnico.

Na primeira semana da agosto, os números da Quaest em São Paulo mostraram o petista com 37% das intenções de voto e o presidente, com 35%. No levantamento anterior, Lula tinha 37% e Bolsonaro, 32%. Em Minas, a mudança também foi significativa. A distância entre ambos caiu nove pontos em um mês. Lula tem agora 42%, ante 33% de Bolsonaro. A pesquisa anterior apontava Lula com 46% e Bolsonaro, com 28%

Maior colégio eleitoral do País, São Paulo tem 22,16% da população apta a votar este ano. Minas é o segundo maior, com 10,41%. Juntos, os Estados abrigam um a cada três votantes do País.

No caso de Minas, o diretor da Quaest, Felipe Nunes, informa que Bolsonaro cresceu no eleitorado de renda baixa e no eleitorado de renda alta. “Neste segundo grupo, o crescimento foi superior à margem de erro, 12 pontos. Na renda baixa, chama atenção a queda de 8 pontos nas intenções de voto de Lula e o crescimento de 7 pontos de Bolsonaro”, escreveu o especialista em pesquisas eleitorais.

Outra mudança significativa foi captada entre os evangélicos mineiros. O empate técnico observado em julho se transformou em uma diferença pró-Bolsonaro de 18 pontos percentuais nesse segmento. Nunes afirma que é possível dizer que o atual presidente reverteu votos que eram dados antes ao petista. Já em relação à pesquisa nacional, o pesquisador avalia que Bolsonaro recuperou votos de evangélicos que defendiam até então a chamada terceira via.

A pesquisa nacional citada por Nunes e divulgada pela Genial/Quaest na semana passada confirma a movimentação dos candidatos, mesmo que na margem de erro. Lula oscilou negativamente de 45% para 44% entre julho e agosto. Já Bolsonaro oscilou para cima, de 30% para 32%.

Para a professora de Ciência Política Silvana Krause, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a redução da vantagem de Lula pode indicar ainda um ganho de Bolsonaro entre os eleitores que antes não estavam satisfeitos com o seu governo.

“Temos nas pesquisas um perfil de eleitor que diz que poderia votar em Bolsonaro ou Lula. Essa redução da vantagem (do petista) pode indicar um ganho do Bolsonaro sobre aquele que estava dizendo que poderia votar em Bolsonaro, mas não estava satisfeito com a agenda negativa dele”, diz Silvana.

A avaliação das pesquisas de julho e de agosto da Quaest, no entanto, não permite uma comparação completa, já que houve mudança no cenário de nomes testados. Foram removidos da lista, por exemplo, os então pré-candidatos André Janones (Avante), que deixou a disputa para apoiar Lula; Luciano Bivar (União Brasil), que deu lugar a Soraya Thronicke, do mesmo partido; e Pablo Marçal (Pros). Além da senadora Thronicke, o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) passou a compor o leque de opções apresentado ao eleitor.

Com informações do Estadão.


Ex-ministra exibiu outra cartilha do Ministério da Saúde que teria sido elaborada durante os governos petistas

Ministra Damares Alves
Ministra Damares Alves Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Na noite desta quinta-feira (11), a ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, utilizou as redes sociais para denunciar uma nova “cartilha de erotização infantil” dos governos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em um vídeo, Damares, que é candidata ao Senado, mostrou imagens presentes no material elaborado pelo Ministério da Saúde.

– Queria mostrar mais uma material da série “erotizando crianças com verbas públicas” (…). Na hora de falar sobre relação sexual, [a cartilha] mostrava homem com homem, mulher com homem e mulher com mulher. Olhem as imagens. Vocês acham que isso é imagem para material feito pelo Ministério da Saúde? – indagou.

A ex-ministra chamou o tema de delicado.

– Gente, isso aqui é erotização de crianças com verbas públicas. Era dessa forma que o governo das trevas, o governo do PT lidava com verbas públicas – apontou.

https://t.co/IkYoFjBZ16

Informações Pleno News


“As informações falsas divulgadas por parte da mídia só expõem sua falta de escrúpulo”, disparou presidente

Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL veio a público, por meio de suas redes sociais, para negar que tenha almoçado ou sequer encontrado com o pastor Guilherme de Pádua, assassino confesso da atriz Daniella Perez, no último domingo (7), em Belo Horizonte. A informação sobre o suposto encontro foi veiculada em massa pela imprensa nesta sexta-feira (12).

Na data, Bolsonaro e sua esposa, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, participaram de um culto na Igreja Batista da Lagoinha pela manhã. A congregação acolheu Guilherme de Pádua em 1999, quando ele deixou a prisão. Após o culto, houve um almoço de comemoração aos 50 anos do pastor Márcio Valadão, que lidera a igreja. Bolsonaro, entretanto, afirma ter seguido para para São Paulo, onde acompanhou o jogo entre Palmeiras e Goiás.

– Sequer participei do almoço em Belo Horizonte. A mesma imprensa já havia divulgado que eu estava em uma churrascaria de SP na mesma data e hora. Quem propagou a mentira, já sabia da verdade, mas não se preocupou com a dor que poderia causar até à família de Daniella Perez. Aos que embarcaram nesse verdadeiro vale-tudo, podem bater em mim à vontade, só peço que tenham respeito pelo menos por aquelas pessoas que não podem se defender e que deveriam ser preservadas. O sofrimento dos familiares e amigos diante de uma perda não basta para vocês? – ressaltou.

Os rumores do suposto encontro surgiram após a divulgação de uma foto da atual mulher de Guilherme, Juliana Lacerda, junto à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A própria Juliana, todavia, negou que conhecesse Michelle. A declaração é corroborada pelo presidente da República.

– A própria pessoa envolvida nesse crime cruel e covarde nega ter estado presente no evento. Sua esposa, que não tem envolvimento com o crime, já se manifestou explicando que não conhece Michelle e que, assim como dezenas de mulheres, fez fila para tirar foto com a Primeira-Dama – continuou.

Para Bolsonaro, “as informações falsas divulgadas por parte da mídia só expõem sua falta de escrúpulos e o desprezo pela dor das pessoas, tratando-as como meras ferramentas”. Ele ainda complementa que sua “história de luta” mostra o lado que sempre esteve.

– Minha história de luta por leis mais duras para assassinos covardes, estupradores e demais crimes violentos fala por mim e mostra de que lado sempre estive. Enquanto viver, serão as vítimas, não seus algozes, que contarão com a minha eterna solidariedade – concluiu.

VEJA O PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE

Informações Pleno News


Deputados e senadores articulam reajuste para receber R$ 36,8 mil

Após os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovarem, um reajuste aos próprios salários em 18% na última quarta-feira (10/8), o Congresso Nacional começou a agir nos bastidores para também conseguir correção salarial. Os membros titulares do STF vão passar de R$ 39,3 mil para R$ 46,3 mil mensais, mas ainda dependem de aprovação de deputados e senadores e de sanção presidencial.

Apesar das críticas públicas de alguns deputados e senadores ao poder Judiciário por conta do reajuste, internamente alguns parlamentares já começam a pressionar a Mesa Diretora da Câmara para estabelecer um reajuste salarial de aproximadamente 10%. Hoje, deputados e senadores ganham R$ 33,7 mil e passariam a ganhar R$ 37,07 mil com a mudança.

“Reajuste de 18% para ministros do STF é um DEBOCHE com os brasileiros que estão desempregados, passando fome e lutando para sobreviver. Votarei contra esse pedido VERGONHOSO que aumenta de R$ 39 mil para R$ 46 mil o salário de ministro do Supremo”, escreveu em seu perfil no Twitter o deputado Marcel van Hattem (Novo-SP).

Ainda segundo o parlamentar, “é uma irresponsabilidade dos ministros do Supremo aprovar esse reajuste enquanto o Brasil e o mundo ainda passam por uma série crise econômica. Reforço: vou votar contra o reajuste quando for analisado na Câmara e trabalhar fortemente para que seja rejeitado no plenário!”

Só depois das eleições

Caso a medida de reajuste aos parlamentares avance, ela será efetivada apenas na próxima legislatura, já que o Congresso não pode promover reajuste durante o mandato atual. Outro fator que pesa para o movimento é que, desde 2014, os congressistas não recebem reajuste. No entanto, o debate só deve ganhar força após a realização das eleições, uma vez que a medida pode ser interpretada como negativa pelo eleitor.

Informações Terra Brasil Notícias