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A taxa de guincho cobrada pela empresa credenciada junto a Superintendência Municipal de Trânsito, no valor de R$ 250 por automóvel transportado para o pátio, será alvo de um projeto de lei de autoria do vereador Zé Filé (PSD). O objetivo é ajusta-la para valor proporcional a quantidade de veículos conduzidos a cada “viagem” ao local de guarda.

“O motorista do guincho  espera lotar o equipamento para depois conduzir vários carros ao pátio e cobrar a taxa máxima de cada um, como se estivesse levando um automóvel só.  Assim fica fácil, pois os donos dos pátios e dos guinchos estão enriquecendo”.  

Na opinião do  vereador, se a viagem custa R$ 250, este valor deve ser divido pela quantidade de veículos levados pelo guincho e não  cada um pagar a taxa integral.  Ele conclama aos colegas que  atentem para o fato e aprovem o projeto, visto que é “para o benefício do povo”. No caso de motocicletas, se uma viagem do guincho custa R$ 150 e o equipamento estiver com 10 veículos desse tipo, por exemplo, cada proprietário vai pagar  R$ 15 pela viagem, em vez do valor máximo por unidade.  

Para Zé Filé, uma vez aprovado, o projeto vai coibir a “ganância” dos donos de guincho e  de pátio.

“Vamos  acabar esse sistema de ganhar dinheiro fácil. Quando o carro é apreendido, o condutor  tem que ficar esperando lotar o guincho;  paga como se apenas um veículo estivesse sendo transportado e ainda  diária cheia pelo uso do pátio, independentemente do tempo que o carro permaneça lá. O meu  (ele teve seu automóvel conduzido), por exemplo, ficou pouco mais de 10 minutos e eu tive que pagar o valor total da diária.” 

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