
- O complexo Disney foi construído com um sistema de drenagem muito eficiente. Isso evita que se formem poças d’água, onde os mosquitos poderiam se reproduzir.
- Os prédios dentro do complexo têm um formato proposital que não permite que a água se acumule. A arquitetura é atraente aos olhos, mas também tem um propósito.
- Larvicidas naturais, como óleo de alho — que os mosquitos odeiam –, são aplicados em pequenas quantidades pelo parque para impedir que as larvas de mosquitos se desenvolvam.
- Predadores naturais estão por toda parte: peixes nos lagos, pássaros voando.
- Plantas escolhidas estrategicamente: apenas as que pouco atraem mosquitos são cultivadas no complexo.
Mas meu truque favorito vem agora: galinhas! Em algumas áreas dos bastidores não diretos dos parques existem galinhas. Elas não são visíveis para visitantes e nem cast members (como são chamados os funcionários da Disney), apenas pessoas que trabalham no programa de vigilância.
Essas galinhas, chamadas de “sentinela”, atuam como uma espécie de “sistema de alerta” e são usadas para vigilância de vírus transmitidos por mosquitos em diversos locais do mundo. São galinhas que não ficam doentes com o vírus, mas seus corpos produzem anticorpos que indicam a presença do vírus na área.
Claro que a gente não pode dizer com cem por cento de certeza que a Disney é totalmente livre de mosquitos, porque tudo pode acontecer. Mas o sistema que se forma para que eles não consigam adentrar os parques é de se tirar o chapéu. Não é genial? Você já sabia disso?
Informações UOL
