ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Parlamentares querem mais tempo para apurar fraudes no sistema de empréstimos e vínculos com o entorno de Lula

Lei Magnitsky teve caráter político, diz jurista | Foto: Gustavo Moreno/STF
Na última semana, a oposição acionou o STF para que Lulinha cumpra medidas cautelares | Foto: Gustavo Moreno/STF

Congressistas da oposição estudam acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a continuidade da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O prazo da comissão termina em março, mas parlamentares querem ampliá-lo por mais 120 dias.

O grupo se apoia no argumento jurídico de que a prorrogação é automática, desde que o requerimento reúna o número mínimo de assinaturas. No entanto, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), precisa ler o pedido em plenário — o que ele possivelmente evitaria fazer.

Nesse sentido, a oposição avalia que, sem a leitura oficial, a prorrogação pode ser inviabilizada, mesmo com o apoio necessário.

O Nos bastidores, os congressistas acusam Alcolumbre de tentar proteger aliados do governo Lula por meio da possível manobra. Um dos focos da CPMI envolve as operações de empréstimos consignados feitos por bancos, com indícios de fraudes e favorecimentos.

Outro ponto sensível da investigação são os vínculos de Antonio Carlos Antunes, o Careca do INSS, com Lulinha, filho de Luiz Inácio Lula da Silva.

Os parlamentares querem mais tempo para aprofundar esses e outros pontos que, segundo eles, revelam relações obscuras dentro da estrutura do INSS.

Oposição quer medidas cautelares contra Lulinha

Na última semana, a oposição acionou o STF para que Lulinha cumpra medidas cautelares. Os congressistas pediram a imposição de tornozeleira eletrônica e a entrega do passaporte às autoridades.

Os autores do pedido destacaram a ligação de Lulinha com o Careca do INSS e mencionaram reportagens que indicavam risco de fuga do filho do presidente para a Espanha. Para os parlamentares, a mudança de país representaria risco à continuidade das apurações.

“Lulinha não pode sair do país e prejudicar as investigações sobre a mesada de R$ 300 mil que a PF descobriu em mensagens de WhatsApp no celular do Careca do INSS”, escreveu o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).

Informações Revista Oeste

Comente pelo facebook:
Comente pelo Blog: