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Janja segue repetindo o discurso que prevaleceu na campanha de 2022 de que os pastores conservadores nunca serão aliados confiáveis

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Passados quase 15 meses da eleição de 2022 e de uma governo em que o Centrão tem dominado a pauta, sob a liderança do presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), a primeira-dama Janja da Silva segue como o principal obstáculo para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se reaproximar de lideranças evangélicas de direita. O presidente segue na busca de mais apoio no Congresso para consumar sua governabilidade ou, ao menos chegar perto disso.

Defendem a reaproximação com os evangélicos, por exemplo, conforme o Metropóles, os ministros Paulo Pimenta, Jorge Messias e Alexandre Padilha, e petistas influentes como Edinho Silva e José Dirceu.

Janja segue repetindo o discurso que prevaleceu na campanha de 2022, de que Lula e o governo saem perdendo se relacionando com pastores conservadores e que eles nunca serão aliados confiáveis.

Informações Bahia.ba

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