Bilionário se tornou o maior acionista da empresa após comprar parte das ações da companhia
Elon Musk Foto: EFE/EPA/Britta Pedersen/POOL
O bilionário Elon Musk decidiu que não vai integrar o Conselho de Administração do Twitter. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (11) pelo CEO da empresa, Parag Agrawal. Musk havia sido indicado ao cargo na semana passada, após ter adquirido 9,2% de participação na plataforma de mídia social. Com a aquisição, ele se tornou o maior acionista da empresa.
– Eu acredito que foi melhor assim. Sempre valorizaremos a contribuição de nossos acionistas, estejam eles em nosso conselho ou não. Elon é nosso maior acionista e permaneceremos abertos à sua contribuição – escreveu Agrawal.
O nível de participação do dono da Tesla na plataforma de rede social chegou a mudar de status na última semana, após a aquisição das ações. Inicialmente, Musk informou ao regulador do mercado financeiro americano que sua participação era “passiva”, ou seja, que não pretendia influenciar as grandes decisões estratégicas do plataforma.
Posteriormente, no entanto, ele enviou uma nova documentação ao órgão alterando seu status para investidor ativo, o que criou muita especulação sobre qual seria exatamente a atuação de Musk no conselho da rede social. Mesmo antes de adquirir uma parte da plataforma, Musk sempre foi um usuário participativo na rede, sugerindo várias propostas de mudanças no Twitter.
Bilionário levantou possibilidade ao questionar a adesão do Twitter aos preceitos da liberdade de expressão
Elon Musk Foto: EFE/EPA/Britta Pedersen/POOL
O bilionário Elon Musk, presidente da Tesla, anunciou no último sábado (26) que pensa em lançar sua própria plataforma de rede social. A declaração foi dada por Musk no Twitter enquanto ele comentava a possibilidade de construir um serviço que priorize a liberdade de expressão.
A ideia surgiu após Musk criar uma enquete para seus seguidores do Twitter, na sexta-feira (25), com a seguinte pergunta: “Liberdade de expressão é essencial para uma democracia funcional. Você acredita que o Twitter rigorosamente adere a esses princípios?”. Na ocasião, 70% das pessoas votaram “não”.
No sábado, o empresário complementou o questionamento feito no dia anterior com a seguinte colocação: “Levando em conta que o Twitter serve como uma praça pública de fato, não aderir aos princípios da liberdade de expressão prejudica a democracia”. Após essa afirmação, ele perguntou se uma nova plataforma era necessária.
Por fim, ao ser questionado por seus seguidores no Twitter sobre a nova rede, ele ainda sugeriu que estava “pensando de forma séria” em criar uma nova plataforma de rede social. Entretanto, apesar de lançar a ideia, o bilionário não trouxe mais informações sobre o assunto.
Recentemente, plataformas como a Truth Social, lançada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de serviços como o Gettr, Parler e Rumble, foram desenvolvidos justamente com a premissa de se tornarem espaços para promover a liberdade de expressão na internet.
Um dos escritórios de arquitetura mais proeminentes do mundo está projetando um novo metaverso – uma cidade virtual que espera ser uma utopia libertária.
Zaha Hadid Architects (ZHA) revelou renderizações do “ciber-urbano” Liberland Metaverse, uma pequena cidade virtual feita de edifícios futuristas e curvos no estilo arquitetônico que tornou famoso o escritório do falecido arquiteto.
Quando concluído, essa cidade oferecerá aos usuários a capacidade de percorrer o hub como um avatar e apresentará uma prefeitura, espaços de trabalho colaborativos, lojas, incubadoras de negócios e uma galeria para exposições de arte NFT. A comunidade que espera promover terá foco na autogovernança, com menos regras e regulamentos.
Esses ideais são baseados na chamada República Livre de Liberland, uma micronação da vida real fundada pelo político tcheco Vit Jedlicka em 2015 com o objetivo de implementar valores libertários de pequenos governos.
Encravado entre a Sérvia e a Croácia, o território de quase 5 quilômetros, que é maior que o Vaticano e Mônaco, é uma terra disputada e reivindicada por nenhum dos países.
Desde a sua fundação, ninguém se mudou para Liberland, que carece de infraestrutura – nem a construção começou ainda. Mas tem 7.000 residentes aprovados e 700.000 inscrições, de acordo com as informações da Jedlicka enviadas à CNN por e-mail. A micronação também tem uma bandeira nacional, hino e moeda – a criptomoeda Liberland.
Na época de sua fundação, tanto a Sérvia quanto a Croácia rejeitaram a micronação, com o Ministério das Relações Exteriores da Sérvia dizendo que a consideravam “um ato frívolo que não precisa de mais comentários”. Liberland não foi reconhecido por nenhuma outra nação.
Mas agora a micronação espera se firmar no mundo virtual. Os metaversos, que geralmente são construídos usando a tecnologia blockchain, são um espaço ideal para os ideais do libertarianismo prosperarem, de acordo com o principal arquiteto da ZHA, Patrik Schumacher, por causa dos objetivos compartilhados da filosofia política de descentralização e autonomia. Ele está interessado em Liberland desde que foi fundado em 2015 e logo depois participou de sua primeira conferência.
“É uma cena muito animada de colaboradores… Muitos empresários de TI, cripto e tecnologia que acham o mundo muito restritivo”, descreveu.
Acordo foi assinado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, em Genebra
Ministro Marcos Pontes Foto: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
O Brasil poderá ser o primeiro país das Américas e o terceiro país não europeu a ser membro associado da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), um dos maiores laboratórios de pesquisa em física de altas energias e física de partículas do mundo. Com 23 países-membros e 10 associados, a organização opera o maior acelerador de partículas do mundo, o Large Hadron Collider (LHC).
O acordo foi assinado no último dia 3 de março pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, em Genebra, na Suíça, e pela diretora do centro, Fabiola Gianotti. E contou com a participação do representante permanente do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra, embaixador Tovar da Silva Nunes.
Embora o acordo tenha sido firmado, para que o Brasil integre o rol de associados a adesão ainda precisa ser ratificada pelo Congresso Nacional.
Segundo o Ministério de Ciência e Tecnologia, a associação representa o reconhecimento da excelência da ciência brasileira. O novo status do Brasil permitirá a pesquisadores e empresas do país acesso ao acelerador e a outras áreas do CERN, incluindo a participação em mercado de licitações da ordem de US$ 500 milhões anuais.
O acordo, segundo o ministério, é um anseio das empresas, das universidades, da comunidade científica e deve trazer muitas vantagens para o Brasil. Além da pesquisa e do acesso ao equipamento, em Genebra, vai permitir a empresas brasileiras atuar como fornecedoras da organização e participar de pesquisas de novas tecnologias e novas soluções. Inclusive, integrar o CERN ao Sírius, o acelerador de partículas brasileiro.
HISTÓRICO Em 24 de setembro de 2021, o conselho da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear anunciou a aceitação do Brasil como membro associado. Desde então, o governo federal, junto com a organização, passou a desenvolver o termo de adesão para formalizar a entrada do país. O acesso permitirá a empresas brasileiras desenvolver tecnologias para o CERN; assim como o uso da infraestrutura, em Genebra, por pesquisadores nacionais.
A SpaceX, do empresário Elon Musk, ativou seu serviço de internet via satélite Starlink na Ucrânia, que tem sofrido quedas constantes de energia em meio à invasão da Rússia. O anúncio foi feito neste sábado (26) por Musk em sua conta oficial do Twitter.
– O serviço Starlink está ativo na Ucrânia. Outros terminais estão a caminho – disse o presidente da SpaceX e da Tesla na publicação.
O governo ucraniano, por meio do ministro Mykhailo Fedorov, havia pedido ao empresário que fornecesse à Ucrânia estações de internet via satélite da Starlink.
– Enquanto você tenta colonizar Marte a Rússia tenta ocupar a Ucrânia! Enquanto seus foguetes pousam com sucesso do espaço, foguetes russos atacam – escreveu Fedorov para Musk no Twitter, no melhor estilo “quem não chora não mama”.
O pedido “incisivo”, no entanto, foi prontamente atendido.
A Starlink é uma rede de internet baseada em satélite destinada a cobrir o planeta com banda larga de alta velocidade e pode potencialmente levar conectividade a bilhões de pessoas que ainda não têm acesso confiável à internet.
Rede social liderada por Mark Zuckerberg enfrenta queda de popularidade entre jovens e perda de terreno para concorrência, como aplicativo TikTok
Pela primeira vez desde que foi lançado, há 18 anos, caiu o número de usuários ativos diários (DAU, na sigla em inglês) do Facebook, um reflexo da queda de popularidade da rede social entre os jovens e a perda de terreno para a concorrência.
A empresa controladora do Facebook, a Meta Networks, informou que as DAUs caíram para 1,929 bilhão nos três meses até o final de dezembro, em comparação com 1,930 bilhão no trimestre anterior.
Também alertou sobre a desaceleração do crescimento da receita diante da concorrência de rivais como TikTok e YouTube, enquanto os anunciantes também estão cortando gastos.
As ações da Meta caíram mais de 20% nas negociações após o expediente em Nova York.
A queda no preço das ações da Meta eliminou cerca de US$ 200 bilhões (R$ 1 bilhão) do valor de mercado das ações da empresa.
Os papéis de outras plataformas de mídia social, como Twitter, Snap e Pinterest, também caíram acentuadamente nas operações após o fechamento dos mercados.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta Networks, disse que o crescimento da receita foi prejudicado porque o público, especialmente os usuários mais jovens, deixou a rede social e migrou para rivais, como o TikTok.
A Meta, que possui a segunda maior plataforma de publicidade digital do mundo depois do Google, também disse que foi atingida por mudanças de privacidade no sistema operacional da Apple.
As mudanças tornaram mais difícil para as marcas segmentar e medir sua publicidade no Facebook e no Instagram e podem ter um impacto “da ordem de US$ 10 bilhões” para este ano, de acordo com o diretor financeiro da Meta, Dave Wehner.
A receita total da Meta, cuja maior parte vem de vendas de publicidade, subiu para US$ 33,67 bilhões no trimestre, superando por pouco as previsões do mercado.
A empresa também prevê receitas entre US$ 27 bilhões e US$ 29 bilhões para o próximo trimestre (janeiro a março), valor menor do que os analistas esperavam.
Embora a empresa tenha feito seus próprios investimentos em vídeo para competir com o TikTok – de propriedade da gigante chinesa de tecnologia ByteDance -, ela ganha menos dinheiro com esses serviços do que com seus feeds tradicionais do Facebook e Instagram.
Zuckerberg disse estar confiante de que os investimentos em vídeo e realidade virtual valerão a pena, assim como as apostas anteriores em publicidade móvel e stories do Instagram.
Mas, observou ele, em meio a mudanças prévias em sua estratégia, a empresa nunca teve que enfrentar um grande rival.
“As equipes estão executando muito bem e o produto está crescendo muito rapidamente”, disse ele. “O que é único aqui é que o TikTok já é um concorrente tão grande e também continua a crescer a um ritmo bastante rápido”.
Usuários podem frequentar eventos virtuais no metaverso
Meta em declínio?
Análise por James Clayton, repórter de tecnologia da BBC na América do Norte
O Facebook sempre foi uma plataforma que cresce. Para cada trimestre em sua existência, os números globais foram em uma direção.
Mas, nos últimos anos, estagnou na Europa e nos Estados Unidos. Isso acabou mascarado pelo aumento de usuários no restante do mundo.
O Facebook não é tão popular entre os mais jovens como era. Como reconhece a empresa, o TikTok está prejudicando os negócios.
Mas também há outras razões pelas quais os investidores estão preocupados com a Meta.
O Facebook mudou seu nome porque queria se concentrar no Metaverso. Mas a Meta não está nem perto de construir um Metaverso; isso ainda é um sonho no momento. Em vez disso, está injetando bilhões de dólares na tentativa de criar isso – tudo porque Mark Zuckerberg acha que há um apetite por ele.
Mas isso significa um risco enorme.
Talvez a resposta para os problemas imediatos da Meta seja comprar o TikTok? Bem, os reguladores dos EUA nunca permitiriam isso devido às leis relacionadas à concorrência.
E o Facebook agora é visto por muitos no Vale do Silício como uma marca tóxica. Certamente não é um lugar legal para trabalhar da mesma forma que era há dez anos.
Isso torna mais difícil atrair talentos.
A Meta tem alguns problemas sérios daqui para frente. Esse marco pode ser apenas o começo.
Autorização tem validade até 2027 Foto: Divulgação/SpaceX/Pexels
A SpaceX, empresa de Elon Musk fornecedora de internet via satélite, recebeu nesta sexta-feira (28) a autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para operar no Brasil.
A Anatel concedeu à empresa o direito de exploração de satélite estrangeiro não geoestacionário de baixa órbita para a Starlink, sistema de satélites da SpaceX. Com a permissão, que possui validade até 2027, o serviço de internet via satélite poderá ser oferecido em todo o território Brasileiro.
A empresa, no entanto, não tem autorização para oferecer pacotes próprios de banda larga no país. A menos que este quadro mude, fornecedores de internet que já exploram este mercado poderão contratar o serviço da SpaceX para fornecer internet via satélite a seus clientes.
– É do interesse da empresa o provimento do acesso à internet para clientes distribuídos em todo o território brasileiro, o que certamente será bastante oportuno para escolas, hospitais e outros estabelecimentos localizados em áreas rurais e remotas – afirmou o conselheiro e presidente interino da Anatel, Emmanoel Campelo.
Por ser uma tecnologia nova, a SpaceX não terá direito à proteção, ou seja, os satélites serão passíveis de sofrerem interferência de outros serviços, informação que deve ser clara no contrato de fornecimento de serviços.
O governo brasileiro pretende usar a tecnologia principalmente na região da Amazônia, para levar internet a escolas, hospitais, clínicas e comunidades indígenas que ficam em áreas remotas. Além disso, o sistema também poderá auxiliar no monitoramento de desmatamentos ilegais e incêndios.
Há 7 anos, máquina espacial ficou sem combustível para retornar à Terra
Foguete Falcon 9, da Space X, irá colidir com a Lua Foto: Divulgação/Space X
Um foguete da Space X, do bilionário Elon Musk, irá colidir com a lua no dia 4 de março, após quase sete anos vagando pelo espaço. De acordo com astrônomos, a colisão resultará em uma explosão que deixará um pequena cratera artificial na superfície.
Lançado em 2015, o foguete Falcon 9 tinha como missão enviar um satélite meteorológico espacial a mais de um milhão de quilômetros. Ao completar o objetivo, a máquina espacial ficou sem combustível para retornar à Terra e foi abandonada no espaço.
Desde então, o Falcon 9 se tornou o que especialistas chamam de “lixo espacial”, que são máquinas abandonadas por não terem combustível suficiente para retornar ao nosso planeta. Musk é conhecido como um dos maiores “poluidores” do espaço, devido às explorações que costuma fazer fora da órbita terrestre.
– Ao longo das décadas, houve talvez 50 objetos grandes dos quais perdemos totalmente o controle. Isso pode ter acontecido várias vezes antes, apenas não percebemos. Este seria o primeiro caso confirmado – explica o professor McDowell, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, nos EUA.
“AirCar” passou por mais de 200 decolagens e aterrissagens e funciona a base de combustível comum
Foto: Divulgação/Klein Vision
Um carro voador, que pode se transformar em uma pequena aeronave, foi aprovado em testes de voo na Eslováquia e recebeu um Certificado de Aeronavegabilidade da Autoridade de Transporte Eslovaca após completar 70 horas de “testes de voo rigorosos”. O veículo é da empresa Klein Vision.
De acordo com um comunicado divulgado pela empresa, os voos de teste — que incluíram mais de 200 decolagens e aterrissagens — foram compatíveis com os padrões da Agência Europeia de Segurança da Aviação (EASA).
Para dirigir o veículo híbrido é necessária uma licença de piloto. A Klein Vision pretende colocar o “AirCar” à venda dentro de 12 meses.
Uma equipe de oito especialistas passou mais de 100.000 horas transformando conceitos de design em modelos matemáticos que permitiram a produção do protótipo do carro voador. O “AirCar” é movido por um motor BMW e funciona com “combustível vendido em qualquer posto de gasolina”.
O veículo pode voar a uma altitude máxima de 18.000 pés (cerca de 5,4 quilômetros).
Em junho, o carro voador completou um voo de teste de 35 minutos entre os aeroportos de Nitra e a capital Bratislava, na Eslováquia. Após o pouso, a aeronave se transformou em carro e foi conduzida pelas ruas até o centro da cidade.
O Ministério das Comunicações informou hoje (26) que doze capitais brasileiras já estão totalmente prontas – tanto em infraestrutura quanto em legislação – para receber a quinta geração de internet móvel, o 5G.
Leiloado em novembro do ano passado, o padrão 5G oferecerá internet de alta velocidade em todas as capitais brasileiras até 31 de julho deste ano.
Para as demais localidades, há necessidade de adequação de leis municipais e da instalação de infraestrutura adequada para o funcionamento da tecnologia. De acordo com os termos do leilão do 5G, empresas que arremataram as concessões de uso das bandas também firmaram o compromisso de ampliar para 100% do território nacional a cobertura do padrão atual, o 4G.
“Nossa missão é garantir a tecnologia 5G conectando o Brasil e levando a internet para todos os brasileiros”, afirmou em nota o ministro das Comunicações, Fábio Faria. “Ao longo dos anos, faremos com o que o país tenha assegurado a cada um o direito de acesso à internet; todos nós sabemos a importância que isso tem”, complementou.
Para que a tecnologia chegue em todas as cidades, é necessária adequação da Lei Geral das Antenas. O prazo para o processo vai até 2029.
Na parte de infraestrutura, o decreto nº. 10.480 de 2020 detalha a expedição de licenças para que as operadoras possam realizar a instalação da rede. A instalação das novas antenas do 5G difere das tecnologias anteriores, já que necessitam de densidade maior de replicadores de sinal. Os grandes centros urbanos terão uma antena para cada 100 mil habitantes – número 10 vezes maior do que o que se usa atualmente no padrão 4G. “Este é mais um dispositivo que contribui para a expansão das redes 5G, que, em comparação às tecnologias anteriores, requerem maior densidade de antenas (mas de menor tamanho)”, explica o secretário de Telecomunicações Arthur Coimbra.
A responsabilidade de fiscalização e regulamentação das antenas que serão instaladas em todo o Brasil é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que participará de todo o processo de transição da atual rede de antenas para o novo padrão.