A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Estadual de Feira de Santana, gerenciada pelo Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), realizou esta semana uma celebração ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Além de conscientizar, a equipe promoveu um treinamento no Núcleo de Educação Permanente, destacando a importância do atendimento da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas unidades de saúde.
A iniciativa, conduzida por Fernanda Lacerda (Biomédica) e Maria Isabel Rocha (Assistente Social), contou com a participação de toda a equipe assistencial da UPA. Fernanda, que é coordenadora do laboratório da unidade, compartilhou sobre a abordagem da ação: “Aproveitamos esse momento em que toda a imprensa está voltada para o Dia de Conscientização Mundial do Autismo para sensibilizar, acolher e divulgar conhecimentos”.
Fernanda, como mãe de uma criança autista, ressaltou a importância de um atendimento mais humano e empático por parte dos profissionais de saúde. Ela enfatizou que a garantia dos direitos básicos das pessoas com autismo contribuiria significativamente para a satisfação do atendimento final.
Durante a atividade, os profissionais percorreram diversos setores da unidade, buscando despertar a sensibilidade para o acolhimento das pessoas com autismo e suas famílias. Um dos pontos destacados foi a garantia dos direitos, incluindo o atendimento prioritário previsto por lei para autistas. Além disso, foram compartilhados conhecimentos básicos sobre autismo, como sinais de alerta e aspectos relevantes para o diagnóstico precoce. As mães presentes na pediatria da unidade foram especialmente envolvidas, recebendo informações valiosas para identificar possíveis indicadores de autismo em seus filhos ou em crianças próximas.
A ação teve o apoio do Serviço Social da Unidade e foi desenvolvida pelo Grupo de Humanização, com a participação ativa de diversos profissionais, desde a recepção até os setores assistenciais, incluindo enfermeiros e médicos pediatras.“Todos precisam estar cientes e preparados para essa demanda. A inclusão e o cuidado integral da população, em especial dos autista, é prioridade para nós da UPA Estadual”, finalizou Fernanda.
“Sem açúcar”, “sem calorias”… Essas são algumas das razões que frequentemente ouvimos para justificar o consumo de refrigerantes zero, especialmente por aqueles que estão de dieta. No entanto, é aí que reside o problema. Com essas afirmações, o consumo dessas bebidas torna-se mais permissivo e parte do dia a dia.
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Aqui está um fato pouco conhecido: a ausência de açúcar nesses refrigerantes é compensada com adoçantes que, muitas vezes, intensificam a sensação de doçura em comparação com as versões tradicionais.
Esses adoçantes já foram relacionados ao excesso de peso. Um estudo da American Journal of Geriatrics Society mostrou que os consumidores de refrigerante zero tiveram um aumento de 70% na circunferência da cintura em comparação com aqueles que não consumiam essas bebidas.
A teoria dos pesquisadores é que os adoçantes confundem as papilas gustativas, além de fatores psicológicos que levam o indivíduo a se permitir consumir alimentos mais calóricos, sob o argumento de que estão economizando as calorias da bebida.
Apesar de não conterem açúcar, esses refrigerantes contêm corantes, acidulantes, conservantes, estabilizantes e ácido fosfórico. Só pelos nomes estranhos, já dá para imaginar que isso não é muito bom para a mucosa do estômago, certo?
Por último, o grande risco desses refrigerantes está relacionado ao intestino. Uma pesquisa realizada em Illinois, nos EUA, concluiu que o refrigerante zero estava associado à compulsão por açúcar.
Segundo os estudiosos, foi constatado que “adoçantes despertam o desejo por alimentos cada vez mais doces, instigando o cérebro a escolhas menos saudáveis e mais calóricas com o tempo”.
Finalmente, mas igualmente crucial, eles provocam mudanças na microbiota intestinal. Conforme um estudo publicado na revista Nature, os adoçantes perturbam a flora intestinal, contribuindo para a intolerância à glicose.
Sim, riscos à saúde íntima de homens e mulheres que frequentam fontes de águas naturais (mares, rios, represas, lagos) existem, mas claro que isso vai depender de alguns fatores, como o estado clínico prévio, a qualidade da água, a presença de determinados parasitas locais e a higiene pessoal, inclusive das roupas de banho.
Com machucados, inflamações ou outros sintomas nas mucosas íntimas, o ideal é não entrar na água, para evitar de se contrair infecções ou agravar as condições. Lesões, por trauma, atrito, alergia podem facilitar a entrada de fungos, bactérias, vírus, sobretudo em locais com pouca higiene ou sem saneamento básico.
Para saber se a água está imprópria para banho, você pode observar alguns sinais, como sua cor, cheiro e transparência. Se ela estiver turva, escura, com espuma, ou mau odor, pode indicar contaminação por esgoto, lixo ou substâncias nocivas. A presença de bandeiras vermelhas ou placas também podem servir de alerta.
De simples alergia a risco de vida
Desconfie se após muito tempo na água, ainda mais por dias seguidos, surgirem sintomas como coceira, ardor, corrimento, dor, inflamação ou sangramento na região íntima, indícios de infecções. Genitais e ânus também podem sofrer com inchaço, vermelhidão, fissuras, secura e descamação, por assaduras e alergias.
Quando ocorre um desequilíbrio no microbioma íntimo, por excessos de calor e de umidade e queda de imunidade, o fungo Candida albicanspode se multiplicar rapidamente e causar candidíase, doença cujos sintomas incluem: coceira, corrimento branco ou esverdeado, feridas e ardor na vagina ou no pênis.
Outras doenças, transmitidas por fontes de água contaminadas, incluem hepatite A, micose, esquistossomose, febre tifoide, cólera, diarreias causadas por Escherichia coli e Salmonella, e leptospirose. “Essa última, uma doença infecciosa febril que ocorre após a exposição direta ou indireta à urina de ratos e pode matar”, informa Moacir Jucá, infectologista da Rede D’Or, de Pernambuco.
“Vampiros” que penetram orifícios
Em relação a “ataques”, peixes do tipo candiru, comuns da Amazônia, apresentam como comportamento característico a penetração de orifícios, como uretra, ânus e vagina. “Como são bem pequenos, de poucos centímetros, se entram no corpo, ficam presos, causam muita dor e só podem ser removidos por cirurgia”, explica Alex Meller, urologista e professor na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Além do candiru, existem ainda parasitas de outras espécies que podem acessar os genitais e o ânus por meio da água. São exemplos alguns tipos de verminoses, como Enterobius vermicularis (oxiúros), que causa coceira anal intensa e nas mulheres inflamação da vulva (vulvovaginite), e Schistosoma, parasita que pode provocar diarreia, inchaço da barriga e migrar para órgãos como fígado e baço.
Fora sanguessugas e insetos aquáticos, que da uretra podem percorrer e se alojar na bexiga, causando fortes dores e complicações. Por isso, é importante tomar precauções ao nadar em rios ou em águas desconhecidas, evitar as que estejam contaminadas, manter a higiene pessoal e, com sintomas, consultar um médico.
Fora da água, tire logo a roupa de banho
Com sungas, maiôs e biquínis no corpo por muito tempo, os genitais e o ânus também ficam suscetíveis a problemas causados por microrganismos, sujeira, sal e produtos químicos. Portanto, retirá-los após sair da água ajuda a prevenir doenças e manter o conforto térmico e a higiene pessoal, lembra Solange Gomes, dermatologista da Clínica Ideal (SP).
Se não for possível trocar imediatamente as peças encharcadas por outras, vale tomar uma ducha prévia, ou se secar com uma toalha limpa, principalmente as áreas de dobras, até tomar um banho de verdade, acrescenta o urologista Alex Meller. Os trajes que foram utilizados devem ser lavados à mão com sabão de coco ou neutro, pois apenas a água corrente não é o suficiente para a limpeza.
Acessórios de se sentar como esteiras, cangas e cadeiras também não devem ser guardados sujos e, na falta deles, não é indicado se sentar diretamente sobre praias de rios ou mares. “Por conta do risco de se pegar bicho geográfico, que faz um caminho avermelhado linear na pele, causando muita coceira”, adverte Gomes. As larvas do parasita podem penetrar pés, mãos, nádegas e até genitais.
Trocar o açúcar pelo adoçante aumenta a fome? Uma série de estudos têm buscado avaliar essa relação, com resultados conflitantes. Em 2021, por exemplo, um trabalho publicado na JAMA apontou para a possibilidade que sim, consumir adoçantes artificiais, em especial a sucralose, alvo da investigação, elevaria o apetite e, consequentemente, atrapalharia o processo de perda de peso muitas vezes buscado com a troca do açúcar pela substância.
No entanto, um novo estudo clínico, que utiliza uma metodologia considerada padrão ouro para esse tipo de pergunta, trouxe uma resposta diferente. Publicado nesta semana na revista científica eBioMedicine, do grupo The Lancet, o trabalho apontou que a ingestão de alimentos contendo edulcorantes artificiais provoca uma redução semelhante do apetite àquela observada após o consumo dos itens com açúcar. Em outras palavras, consumir adoçante não aumenta a fome.
O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, em colaboração com o Centro Pesquisa para Nutrição Humana Rhône-Alpes, na França. É o último trabalho a ter sido publicado como parte do consórcio SWEET, grupo formado por 29 agentes de pesquisa, consumo e indústria que buscam produzir evidências científicas sobre os benefícios e riscos a longo prazo da troca do açúcar pelos adoçantes.
A coordenadora conjunta do projeto SWEET, professora Anne Raben, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, destacou, em comunicado, que “as descobertas mostram que os adoçantes são uma ferramenta útil para reduzir a ingestão de açúcar adicionado sem levar a um aumento compensatório no apetite ou na ingestão de energia, apoiando assim a utilidade dos adoçantes para o controle do apetite, da energia e do peso”.
O trabalho analisou a resposta de 53 homens e mulheres, com idades entre 18 e 60 anos e quadros de sobrepeso a obesidade, ao consumo de biscoitos contendo açúcar ou dois tipos de adoçante: o stevia, uma alternativa natural, e o neotame, um edulcorante artificial como o aspartame ou a sucralose.
Os testes foram conduzidos entre 2021 e 2022. Foram três períodos de consumo de duas semanas cada. Em cada um deles, os participantes comiam uma das três versões dos biscoitos. Cada etapa era separada por um intervalo de 14 a 21 dias entre elas.
Os participantes foram instruídos a chegarem ao laboratório para o experimento após um jejum noturno. Uma amostra de sangue era coletada para estabelecer os níveis basais de glicose, insulina e hormônios relacionados ao apetite, e os próprios voluntários também avaliavam seus apetites e preferências alimentares.
Depois de consumir os biscoitos, eles avaliavam o quanto se sentiram saciados durante várias horas, e os exames de sangue eram refeitos. Os resultados não mostraram diferenças no apetite ou nas respostas endócrinas aos adoçantes em comparação com as ao açúcar, apontando que não há um aumento do apetite.
Além disso, os níveis de insulina medidos duas horas após a ingestão dos biscoitos com adoçantes foram reduzidos em relação aos com açúcar, assim como os níveis de glicose no sangue, o que comprova o efeito dos edulcorantes de reduzir a taxa de açúcar na corrente sanguínea – feito importante especialmente para aqueles em risco de doenças metabólicas como diabetes tipo 2.
“Nosso estudo fornece evidências cruciais que apoiam o uso diário de adoçantes e intensificadores de doçura para o controle do peso corporal e do açúcar no sangue”, diz o pesquisador principal Graham Finlayson, professor de Psicobiologia da Escola de Psicologia da Universidade de Leeds, em comunicado.
“A redução do consumo de açúcar tornou-se uma meta importante de saúde pública na luta para reduzir a carga crescente de doenças metabólicas relacionadas à obesidade, como o diabetes tipo 2. (…) A substituição de açúcares por adoçantes e intensificadores de doçura em produtos alimentícios é uma das estratégias dietéticas e de fabricação de alimentos mais amplamente utilizadas para reduzir a ingestão de açúcar e melhorar o perfil nutricional de alimentos e bebidas comerciais”, continuou a autora principal do estudo, Catherine Gibbons, professora associada da Faculdade de Psicologia da Universidade de Leeds.
Embora sejam comumente divulgados os casos de pessoas com mais idade que morreram durante o sexo, como o pai do ator Matthew McConaughey, que perdeu a vida no decorrer de ato sexual, em 1992, a fatalidade pode acontecer em qualquer idade – os fatores de riscos envolvem malformações cardíacas e uso de drogas.
A idade média das pessoas que morreram durante o sexo encontrada em um estudo de 2022 foi de 38 anos. A análise reuniu dados de 17 casos relacionados a óbitos dessa natureza registrados em um hospital do Reino Unido entre 1994 e 2020: 11 homens e 6 mulheres. Apenas quatro deles tinham histórico prévio de doenças cardíacas.
O que mata as pessoas durante o sexo?
Mais da metade dos indivíduos analisados no estudo perdeu a vida por causa da síndrome de morte arrítmica súbita (SADS, em inglês), que acontece quando há uma parada cardíaca súbitasem motivo aparente. Há indícios que conectam o óbito a sutis alterações cardíacas transmitidas geneticamente.
Em um artigo publicado no site de divulgação científica The Conversation a respeito do histórico de pesquisas sobre o tema, o patologista químico David Gaze ressaltou que, em geral, esses casos são consequência de uma combinação de esforço físico e drogas (lícitas ou ilícitas).
“Em geral, as pessoas são vítimas da atividade sexual em consonância com medicamentos, especialmente os para tratar a disfunção erétil e/ou drogas ilegais, como a cocaína”, assinala o patologista.
Tanto os produtos quanto a atividade física têm em comum o fato de aumentarem o fluxo cardíaco, o que pode engatilhar condições coronárias preexistentes ou levar à movimentação de coágulos até o coração.
Parceiros raramente socorrem a vítima
Em um estudo semelhante apresentado em uma conferência da American Heart Association, em 2017, pesquisadores descreveram o caso de 32 homens e duas mulheres vítimas de morte súbita durante o sexo. Em apenas um terço dos casos, os parceiros das vítimas tentaram fazer massagens cardíacas para reanimá-las.
Em nenhum dos estudos analisados pelo pesquisador a média de idade de morte súbita superou os 59 anos. “Mesmo que o risco seja baixo até para pessoas com cardiomiopatias, o mais aconselhável é não esperar para consultar um cardiologista em casos de morte súbita na família”, aconselha o médico.
Os preços dos medicamentos em todo o país devem ser reajustados em até 4,5% a partir deste domingo (31). Os valores que podem ser aplicados pelas farmácias foram aprovados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e publicados no Diário Oficial da União (DOU) da quinta-feira (28).
A porcentagem de aumento funcionará com um teto máximo e tem como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A aplicação do reajuste poderá ser feita pelas farmácias de uma só vez ou de forma parcelada ao longo do ano.
O Ministério da Saúde esclareceu que o valor é o mais baixo observado desde 2020 e que o percentual “não representa um aumento automático nos preços, mas sim a definição do teto permitido para reajustes”.
Para determinar o índice, a CMED considera diversos elementos, tais como a variação da inflação nos últimos 12 meses (IPCA), a eficiência das empresas farmacêuticas, despesas não afetadas pela inflação, como as taxas de câmbio e energia elétrica, e a competição no mercado, conforme estabelecido pelo método de cálculo em vigor desde 2005.
Segundo informações do Catraca Livre, um estudo recente identificou um indicador comum em jovens adultos que estão mais propensos a sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Os pesquisadores descobriram uma associação significativa entre enxaquecas e a ocorrência de AVC em indivíduos com menos de 45 anos.
Os resultados, publicados na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, também apontaram uma ligação entre AVC e distúrbios de coagulação sanguínea, insuficiência renal e doenças autoimunes. Essas descobertas são relevantes, pois a maioria das pesquisas tem se concentrado em fatores de risco tradicionais para AVC, como pressão alta, colesterol alto, diabetes tipo 2, tabagismo, obesidade, sedentarismo, abuso de álcool e doença coronariana.
Ao analisar dados de mais de 2.600 pessoas que sofreram AVC e mais de 7.800 que não sofreram, a equipe descobriu que, entre os adultos com menos de 35 anos, a enxaqueca era o fator de risco não tradicional mais relevante para AVC, contribuindo para 20% dos casos em homens e quase 35% em mulheres.
A enxaqueca é um distúrbio neurológico frequentemente marcado por uma dor de cabeça intensa, desencadeada por uma combinação de fatores genéticos, neuroquímicos e ambientais. Estresse, flutuações hormonais e hábitos de vida, como falta de sono e dieta irregular, também podem contribuir para o problema.
Existem diferentes tipos de enxaqueca, incluindo a enxaqueca com aura, caracterizada por sintomas neurológicos específicos que ocorrem antes da dor de cabeça; a enxaqueca sem aura, a forma mais comum que não é acompanhada por sintomas de aura; e a enxaqueca crônica, onde uma pessoa experimenta dores de cabeça por pelo menos 15 dias por mês, durante pelo menos três meses consecutivos.
Por conta da lotação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Queimadinha que está com todos os 14 leitos ocupados, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) orienta que a população, em situação de urgência e emergência, dê prioridade na procura de outros locais.
Nessa quinta-feira (28), 53 pessoas em Feira de Santana aguardam transferência para unidades que atendam casos de alta complexidade. As vagas são disponibilizadas pelo Sistema de Regulação do Governo do Estado.
Do total, 19 pacientes aguardam na UPA Queimadinha, nove na UPA Mangabeira e 25 nas policlínicas municipais: Feira X (4), Parque Ipê (7), São José (2), George Américo (3), Humildes (2) e Tomba (7).
Entre os casos que chamam a atenção está o de uma idosa de 68 anos portadora de diabetes mellitus com complicações circulatórias com que espera transferência há 13 dias em uma das unidades de pronto atendimento.
REGULAÇÃO ESTADUAL
O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares conforme critério de gravidade e não proximidade, visando a democratização do acesso.
Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas.
Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema para que o paciente tenha a assistência adequada.
O Ministério da Saúde ampliou a vacinação para mais 154 cidades. Na primeira etapa, mais de 500 municípios foram contemplados.
O Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, visto através de microscópio eletrônico na Fiocruz Pernambuco, no Recife. — Foto: AP Photo/Felipe Dana
Nesta quinta-feira (28), o Ministério da Saúdedivulgou a lista com as novas cidades que receberão o imunizante (veja a lista completa abaixo).
As cidades estão localizadas em 11 Regiões de Saúde, que são formadas por municípios fronteiriços que compartilham redes de comunicação e infraestrutura de transportes. A finalidade dessas regiões é integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde.
VEJA A LISTA COMPLETA COM AS NOVAS CIDADES INCLUÍDAS
Redistribuição de doses
Segundo o ministério, há 668 mil doses que vencerão em 30 de abril, 523 mil em junho e 84 mil em julho. Para evitar que essas doses sejam inutilizadas, a pasta determinou a redistribuição dos imunizantes.
“Não podemos deixar essas doses vencerem. Diante disso, o Ministério trouxe uma solução: redistribuir, dentro das unidades federadas, ou seja, dentro dos estados, para municípios que ainda não foram contemplados”, disse Éder Gatti, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunização (DPNI).
👉 O remanejamento das doses próximas do vencimento para municípios dentro dos próprios estados foi detalhado em uma nota técnica do ministério.
Como todas as cidades do Mato Grosso do Sul já haviam sido contempladas e o Distrito Federal não tem municípios para onde redistribuir internamente, o excedente dessas duas unidades será enviado para o Amapá.
Além dessas doses, o ministério recebeu uma nova remessa de 930 mil doses da vacina Qdenga, que começará a ser distribuída em abril.
A redistribuição das doses começa a partir da nota técnica que será publicada hoje. A gente espera que até semana que vem comece a vacinação, mas não dá para precisar por conta dos desafios logísticos de cada local.
— Éder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI)
Segundo o Ministério da Saúde, 1.235.119 doses já foram distribuídas aos estados e DF desde o início da vacinação. Deste quantitativo, 534.631 foram aplicadas e 700.488 não foram registradas (ou seja, podem não ter sido aplicadas ainda ou, por lentidão do município, não ter entrado no sistema).
Ainda de acordo com a pasta, de todos os municípios que receberam doses, 13 cidades ainda não enviaram os dados para o governo.
O Brasil foi o primeiro país no mundo a oferecer a vacina na rede pública. Estão aptos para receber o imunizante pelo SUS as crianças e os adolescentes de 10 a 14 anos.
Segundo o Painel de Arboviroses, atualizado nesta terça-feira (26), o país tem 2.321.050 casos (prováveis e confirmados) de dengue e 831 mortes confirmadas pela doença até a semana 12.
🚨 Em fevereiro, a secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou que a estimativa da pasta é a de que o país registre, neste ano, 4,2 milhões de casos.
A Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove mutirão para exames de glaucoma, disponibilizando 400 vagas para a população. A iniciativa tem o objetivo de aumentar o acesso aos diagnósticos precoces da doença, que é uma das maiores causas de cegueira irreversível no mundo.
Os pacientes que foram convocados para participar do procedimento têm até o dia 9 de abril para entregar os documentos de identificação, cartão do SUS e um número para contato nas Unidades de Saúde da Família (USFs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dos bairros.
Após essa etapa, será realizado o agendamento da consulta e triagem do paciente em um local específico, que será informado pela unidade de saúde ou pela Central de Regulação, através do número de contato fornecido pelo paciente. A SMS enfatiza a importância de que os convocados estejam atentos às chamadas, para evitar a desistência por falta de atendimento telefônico.