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A escalada da epidemia no Congo é vista como uma ameaça global por especialistas. Com os eventos programados para o mês do orgulho gay em todo o mundo nas próximas semanas, as autoridades dos Estados Unidos estão se preparando para o retorno da Mpox (MPXV), a doença infecciosa anteriormente conhecida como varíola dos macacos, que afetou dezenas de milhares de homens gays e bissexuais em todo o mundo em 2022. Embora uma combinação de mudanças comportamentais e vacinação tenha controlado esse surto, a maioria das pessoas em risco ainda não foi imunizada.

Nesta quinta-feira (16), os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos alertaram para uma versão mais letal da Mpox, atualmente disseminada na República Democrática do Congo (RDC), e instaram as pessoas em risco a serem vacinadas o mais rápido possível. Até o momento, nenhum caso desse subtipo foi identificado fora da África. No entanto, a escalada da epidemia no Congo representa uma ameaça global, similar às infecções na Nigéria que desencadearam o surto de 2022, conforme apontam os especialistas.

Anne Rimoin, epidemiologista da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, enfatizou a importância de uma vigilância contínua das doenças em todo o mundo. Rimoin estuda o Mpox no Congo há mais de 20 anos e alertou pela primeira vez sobre seu potencial de disseminação global em 2010.

Existem dois subtipos principais: o Clade I, dominante no Congo, e o Clade II, uma versão que causou o surto global de 2022. Ambos circulam na África há décadas, surgindo esporadicamente em surtos.

As pessoas infectadas podem apresentar febre, dor de cabeça intensa e dor nas costas, seguidas de erupção cutânea. Muitos pacientes também desenvolvem feridas dolorosas no local da infecção. Aqueles com sistemas imunológicos enfraquecidos, incluindo os que vivem com HIV, têm maior probabilidade de adoecer gravemente e morrer.

A versão do vírus que causou o surto de 2022, chamada Clade IIb, resultou em mais de 30.000 casos nos Estados Unidos naquele ano. Embora a epidemia tenha diminuído em 2023, com apenas cerca de 1.700 casos, agora está mostrando sinais de ressurgimento, com o número de casos no país neste ano sendo quase o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.

No Congo, até 14 de abril, o vírus do Clade I causou cerca de 20.000 casos e quase 1.000 mortes desde janeiro de 2023. A infecção pelo Clade I tem uma taxa de mortalidade de cerca de 5%, em comparação com menos de 0,2% do Clade IIb. Mais de três quartos das mortes relacionadas à Mpox do primeiro tipo no Congo ocorreram em crianças com menos de 15 anos, devido ao contato direto com animais infectados, como macacos e esquilos, ou à ingestão de carne de caça contaminada. As crianças muitas vezes vivem em famílias superlotadas e têm problemas de saúde.

Nos Estados Unidos, um teste aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) detecta todas as versões da Mpox, mas não pode distingui-las. Um resultado positivo nesse teste deve ser seguido por testes mais específicos para identificar o subtipo.

Para a prevenção, duas doses da vacina são mais eficazes do que uma, com uma eficácia de até 90%, de acordo com uma análise recente de 16 estudos. Mesmo quando a vacina não previne a infecção, ela pode reduzir a gravidade e a duração da doença. No entanto, menos de um em cada quatro americanos em risco recebeu duas doses.

Jennifer McQuiston, vice-diretora da Divisão de Patógenos de Alta Consequência do CDC, observou que é necessário continuar a educar a população sobre a importância da vacinação, sugerindo abordagens mais criativas.

Em 2022, a vacina estava disponível apenas nos Estados Unidos através de agências federais e enfrentou problemas de distribuição, limitando sua disponibilidade; agora está disponível comercialmente. A Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda vacinas para países africanos, ainda não aprovou a vacina e nem iniciou o processo de aprovação.

Informações TBN


Dia Mundial da Hipertensão, comemorado anualmente em 17 de maio, foi instituído com o objetivo de alertar a população para os riscos dessa doença tão perigosa. A hipertensão arterial (pressão alta) é uma enfermidade crônica que aponta os níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Em 90% dos casos é uma doença herdada dos pais. Mas, vários fatores relacionados ao estilo de vida também contribuem nos níveis de pressão arterial como o fumo, a bebida alcoólica, a obesidade, o colesterol, o consumo excessivo de sal, estresse e sedentarismo.

As doenças cardiovasculares são, lamentavelmente, as principais causas de morte em todo o mundo. No Brasil as doenças do coração também ocupam o topo da lista de óbitos, representando uma preocupação significativa para a saúde pública. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que mais de 17,9 milhões de pessoas morram a cada ano devido a essas enfermidades. A hipertensão arterial acomete mais de 32% da população adulta brasileira, ou o equivalente a 36 milhões de indivíduos, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Nesta data importante, é preciso entendermos os malefícios associados ao consumo excessivo de sal de cozinha e sódio, especialmente em relação à saúde cardiovascular.

O sal de cozinha, rico em cloreto de sódio, tem sido apontado como um dos principais vilões quando se trata de problemas cardiovasculares. O sódio em excesso pode elevar a pressão arterial, aumentando assim o risco de hipertensão, doenças cardíacas e Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs). Além disso, o consumo descontrolado de sal está associado à retenção de líquidos, inchaço e ganho de peso, fatores que podem agravar ainda mais as condições cardiovasculares.

No entanto, há uma luz no fim do túnel para aqueles que buscam reduzir sua ingestão de sódio sem sacrificar o sabor. O Bio Salgante surge como uma alternativa revolucionária no mercado brasileiro. Aprovado pela Anvisa e formulado sem sódio, este substituto de sal promete oferecer um sabor praticamente idêntico ao do sal comum.

Segundo a empresa fabricante, testes realizados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) demonstraram os benefícios do Bio Salgante. Em experimentos com ratos normotensos e hipertensos, a substituição do sal comum por esse novo salgante resultou na manutenção da pressão arterial, mesmo após períodos prolongados de ingestão. Além disso, ao não reter líquidos, o Bio Salgante oferece a promessa de reduzir inchaços e ganho de peso, proporcionando um benefício adicional para a saúde cardiovascular.

Neste Dia Mundial de Combate à Hipertensão, é essencial reconhecermos a importância de reduzir nossa ingestão de sal e sódio para proteger nossa saúde cardiovascular. Com o Bio Salgante, os hipertensos e aqueles que buscam melhorar sua saúde têm uma nova e saborosa alternativa à sua disposição. É um passo positivo em direção a uma vida mais saudável e livre de doenças do coração.

Fonte: Viver Mais Comunicação
Cristiane Melo: 75 99134-1324


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A inflamação crônica é uma resposta natural do corpo a infecções, lesões ou substâncias tóxicas. Durante esse processo, substâncias químicas são liberadas, aumentando o fluxo sanguíneo na área afetada e facilitando a cura.

Diferentemente da inflamação aguda, que é temporária e localizada, a inflamação crônica persiste mesmo sem perigos iminentes. Esse “estado de alerta” do sistema imunológico pode prejudicar tecidos saudáveis e levar a problemas de saúde crônicos.

Os riscos da inflamação crônica incluem doenças graves como câncer, alergias, asma e condições autoimunes. Além disso, especialistas apontam que ela pode afetar a saúde reprodutiva, causando falhas na implantação de embriões e abortos recorrentes.

Os sintomas da inflamação crônica podem ser sutis e variados, como fadiga, dor, rubor, fraqueza constante, infecções recorrentes e problemas digestivos. Identificar e buscar ajuda médica para um diagnóstico correto são essenciais. Mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e atividade física, são recomendadas para combater eficazmente a inflamação crônica.

Estudos mostram que a prevenção e o tratamento precoce são fundamentais para controlar a inflamação e reduzir o risco de doenças graves. Adotar hábitos saudáveis fortalece o sistema imunológico e mantém a inflamação sob controle.

Informações TBN


Manter uma dieta equilibrada diariamente pode ser um desafio, principalmente quando não há um planejamento das refeições. É importante ir ao mercado já sabendo o que você pretende consumir e quais itens não podem faltar no dia a dia.

Além do sabor, é fundamental garantir alimentos ricos em nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo.

A seguir, veja 9 alimentos que deveriam ser consumidos todos os dias e são fáceis de incorporar na rotina.

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1. Leguminosas

As leguminosas são alimentos que oferecem proteínas, fibras, minerais, como ferro, magnésio e potássio, além de vitaminas. Nesse grupo, destacam-se: feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico.

O consumo regular aumenta a saciedade, melhora o funcionamento do intestino, estabiliza os níveis de açúcar no sangue e reduz o risco de doenças crônicas, como problemas cardíacos, diabetes e câncer.

Esses alimentos podem ser cozidos e servidos como acompanhamento ou ingredientes de receitas, como sopas, saladas, purês e molhos.

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2. Laticínios com baixo teor de gordura

Consumir leite, iogurte e queijos com baixo teor de gordura favorece a saúde óssea, cardíaca e muscular. Isso porque eles contêm cálcio, proteínas, vitamina D e potássio. Além disso, são alimentos sem excesso de gordura, contribuindo para o controle de peso.

O leite desnatado, por exemplo, pode ser ingrediente de shakes e vitaminas. Já o iogurte pode ser uma opção de lanche intermediário com fruta e aveia. O queijo, por sua vez, costuma fazer parte de sanduíches, saladas e omeletes.

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3. Aveia

A aveia contém fibras, ferro, cálcio, magnésio, zinco, potássio, fósforo, cobre, manganês, vitaminas, carboidratos e proteínas. Por conta desses nutrientes, o cereal pode ser consumido todos os dias.Continua após a publicidade

Entre os benefícios da aveia, estão: melhorar o funcionamento do intestino, reduzir a pressão arterial e o colesterol “ruim” (LDL). Também regula o açúcar no sangue, dá energia e aumenta a saciedade.

Além do famoso mingau de aveia, ela pode ser consumida em saladas de frutas, pães, tortas, bolos e biscoitos.

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4. Verduras e frutas

Consumir vegetais é uma prática bastante saudável, pois são alimentos ricos em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes, fundamentais para o bom funcionamento do corpo.

Esses alimentos fortalecem o sistema imunológico, melhoram o funcionamento do intestino e previnem diversas doenças, como problemas cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer. Além disso, têm poucas calorias.Continua após a publicidade

A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda o consumo diário de pelo menos 400 gramas de vegetais por dia ou cinco porções desses alimentos.

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5. Ovos

Podem ser consumidos diariamente, pois aumentam o aporte proteico da alimentação. Além de serem fontes vitaminas (como A, D, E, B12) e minerais (como ferro, zinco e selênio), fundamentais para a manutenção adequada da saúde.

O ovo é considerado uma fonte de proteína de alta qualidade e contém todos os aminoácidos essenciais necessários para o organismo.

De forma geral, melhora a saciedade e a imunidade, contribui com a memória e auxilia na recuperação muscular.

Além disso, também contém colina, um nutriente importante para a função cerebral, e promove a saúde cardiovascular, desde que consumido com moderação.

A quantidade recomendada varia de uma a três unidades, dependendo das necessidades individuais.

Sempre que possível, é melhor evitar o ovo frito ou preparações com muita gordura.

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6. Oleaginosas

As oleaginosas fornecem nutrientes como gorduras saudáveis, proteínas, vitaminas, fibras e minerais. Elas podem fazer parte da dieta diária, desde que consumidas com moderação, pois são bastante calóricas.Continua após a publicidade

O consumo regular contribui com a saciedade, melhora o funcionamento do intestino, controla a glicemia, o colesterol e a pressão arterial. Além disso, são benéficas para o coração e ajudam o corpo a ter mais disposição.

O ideal é consumir uma porção diária de oleaginosas, o que equivale a cerca de 30 gramas.

Entre as oleaginosas, destacam-se nozes, amêndoas, castanhas, pistache, macadâmia.

Elas costumam ser consumidas cruas, em torradas, saladas, iogurtes, smoothies ou integrar diversas receitas.

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7. Arroz integral

O arroz integral pode ser consumido todos os dias. É um alimento rico em carboidratos, com um conteúdo elevado de fibras e fonte de aminoácidos.

Possui também vitaminas do complexo B, minerais (como magnésio, fósforo, selênio e manganês) e antioxidantes.

Por ter fibras, promove a regularidade intestinal e previne a constipação. Além disso, tem um índice glicêmico mais baixo em comparação com o arroz branco, ou seja, previne os picos de açúcar no sangue e controla os níveis de glicose.

O arroz integral costuma ser o acompanhamento de diversos pratos principais, como frango, peixe e carne.

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8. Gorduras saudáveis

Muitas vezes, as gorduras são vistas como vilãs da dieta. No entanto, as gorduras saudáveis são importantes para o organismo funcionar adequadamente.

O consumo regular contribui com a saúde cardiovascular ao reduzir os níveis de colesterol “ruim” (LDL) e triglicerídeos, enquanto aumenta os níveis de colesterol HDL (bom). Além disso, desempenham um papel importante na saúde ocular, cerebral, reduzem o risco de inflamações e aumentam a sensação de saciedade.

Invista em azeite extravirgem, abacate, nozes, sementes de girassol e de abóbora, salmão, sardinha.

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9. Carnes magras

Também é importante consumir carnes magras regularmente, como frango e peixes como tilápia, linguado e pescada.

Esses alimentos são ricos em nutrientes, como proteína, ferro, zinco e vitamina B12. De forma geral, oferecem todos os aminoácidos essenciais necessários para o crescimento, reparo e manutenção dos tecidos do corpo.

Têm menos calorias em comparação com cortes mais gordurosos de carne, o que é indicado para quem está tentando controlar o peso e visa manter a saúde cardiovascular.

Fontes: Daniel Magnoni, nutrólogo do Hospital São Camilo (SP); Jamile Tahim, nutricionista e mestre pela UECE (Universidade Estadual do Ceará); Sandra Lúcia, nutróloga e professora do curso de pós-graduação da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).

Informações UOL


Mais R$ 1 milhão em emenda parlamentar está sendo destinado pelo deputado federal Zé Neto (PT) para o Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), em Feira de Santana. A iniciativa visa a aquisição de novos equipamentos de última geração para ampliar os atendimentos nas áreas de cardiologia, oncologia, transplante de rins e cirúrgico, entre outras especialidades.

O recurso, anunciado na última sexta-feira (10) durante reunião com o provedor da Santa Casa de Misericórdia, Dr. Rodrigo Matos, e o diretor-administrativo Tácio Bezerra, soma-se a mais R$ 5 milhões oficializado, na ocasião, por Zé Neto para o início das obras do novo Hospital Baiano de Oncologia (HBO). Administrado pela Santa Casa, a unidade, que contará com moderna estrutura, dispondo de 224 leitos – 204 de internamento e 20 de UTI, além de centros cirúrgico e de diagnóstico por imagem, será construída no terreno ao lado do Hospital Dom Pedro.

“A compra desses novos aparelhos vão possibilitar que o Dom Pedro continue dando saltos importantes na modernização e na melhoria da qualidade do atendimento em Feira e região. Para se ter uma ideia, só nos últimos dois anos, nosso Mandato investiu mais de R$ 13 milhões através de emendas parlamentares, e mais de R$ 200 milhões de convênios e compra de serviços foram feitos pelo Governo do Estado, mostrando toda atenção e cuidado que nosso governador Jerônimo e a secretária de Saúde, Roberta Santana, vêm dando à saúde do povo baiano. Quanto ao Hospital do Câncer [HBO], esses R$ 5 milhões de emenda nossa, que já estamos alinhando as questões administrativas para o repasse, vão assegurar o início das obras deste que é um dos projetos mais importantes da história na área da saúde em nossa cidade”, pontuou Zé Neto.

ASCOM ZÉ NETO
Foto: Divulgação


Um grupo de nutricionistas de Harvard listou cinco alimentos para comer depois dos 50 anos para aumentar a longevidade

Foto colorida de uma mulher comendo - Metrópoles

Uma alimentação completa e equilibrada é fundamental para retardar o envelhecimento. Pensando nisso, um grupo de nutricionistas de Harvard listou cinco alimentos para comer depois dos 50 anos para melhorar a saúde física e mental, contribuindo para o aumento da longevidade.

Embora a recomendação dos profissionais seja a variedade de alimentos, eles possuem em comum o fato de conter nutrientes frescos. Portanto, evitar ou reduzir o consumo de alimentos processados ​​e ultraprocessados ​​é outro aspecto a ser levado em consideração, sobretudo, após os 50 anos.

Abaixo, confira cinco alimentos que prolongam a vida e agregam anos de saúde, de acordo com os nutricionistas de Harvard entrevistados pelo site norte-americano CNBC:

Frutas vermelhas

Os especialistas recomendam consumir frutas vermelhas, se possível, todos os dias. Elas são uma excelente opção para promover a recuperação muscular e cuidar da saúde cerebral. Os flavonoides, responsáveis pelas cores das frutas, são conhecidos pela ação anti-inflamatória e antioxidante no corpo.

Imagem mostra uma cesta com morangos recém colhidos, ainda com folhas e flores - Metrópoles
Rico em vitamina C e em ácido fólico, o morango combate o acúmulo de colesterol ruim

Vegetais de folhas verdes

Existem diversas propriedades nutricionais associadas aos vegetais de folhas verdes, como espinafre, acelga e rúcula. Além de ser rico em vitaminas do complexo A, C e K, esse grupo de alimentos contém ácido fólico, ferro, potássio e cálcio, o que se traduz em inúmeros benefícios à saúde.

Nozes e sementes

As nozes e sementes possuem ácidos graxos ômega-3 , nutrientes que ajudam a manter as células cerebrais saudáveis ​​e a reduzir a inflamação. Em outras palavras, esses alimentos retardam o envelhecimento e a deterioração do cérebro, mantendo o organismo saudável ​​por mais tempo.

Oleaginosas: castanhas e nozes
Oleaginosas são ricas em nutrientes

Leguminosas

As leguminosas são consideradas superalimentos devido ao seu perfil nutricional. Elas contêm carboidratos de absorção lenta, proteínas, pouca gordura e fibras. Além disso, fornecem micronutrientes como minerais, vitaminas do grupo B e polifenóis antioxidantes.

Peixes e carnes magras

O consumo de proteínas é essencial em qualquer dieta saudável, entretanto, elas devem vir de alimentos saudáveis. Salmão, frango, bacalhau e pato são algumas das opções que fornecem gorduras saudáveis.

Informações Metrópoles


Pesquisa aponta primeiros casos da doença febril em Roraima. Ela tem sintomas parecidos com a chikungunya e contágios urbanos têm crescido

anticorpos agindo contra vírus mayaro

Um estudo feito por biólogos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificou os primeiros casos de pessoas infectadas com o vírus mayaro em Roraima. A pesquisa foi publicada na edição de maio da revista Emerging Infectious Diseases, produzida pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

A investigação coletou 822 amostras de pacientes em estado febril em Roraima entre 2018 e 2021. Todos tinham sintomas semelhantes aos da dengue, mas tiveram resultado negativo para a doença.

Desse total, foram identificadas 3,4% pessoas com mayaro, o que representa 28 indivíduos contaminados no período. O número é expressivo pois não havia conhecimento de casos da doença no estado, o que pode apontar para uma subnotificação.

“A maioria dessas pessoas não relatou qualquer atividade em área de mata, dando margem para pensar em uma circulação nas áreas urbanas de Roraima”, alerta a pesquisadora Julia Forato, líder do estudo, em entrevista ao site da Unicamp.

Para o infectologista André Bon, do Hospital Brasília, a circulação em ambiente urbano é o que mais preocupa. “Os casos de mayaro geralmente ocorrem em pessoas que vivem em áreas próximas de selvas. Registros em áreas urbanas sempre nos deixam em alerta sobre uma maior difusão da doença”, afirma.

Casos de mayaro já tinham sido documentados no Acre, Amazonas e Pará, mas ele costuma ser identificado em comunidades mais isoladas e em pequena proporção de casos. Em Roraima (que até então só tinha registros em animais silvestres), porém, o vírus foi encontrado em habitantes de áreas urbanas.

O que é o vírus mayaro?

O vírus mayaro é transmitido em regiões tropicais do Caribe e da Amazônia. A condição é uma arbovirose, ou seja, uma doença transmitida por insetos. O principal vetor é o Haemagogus janthinomys, inseto que também transmite a febre amarela selvagem.

A febre do mayaro tem sintomas semelhantes aos da chikungunya, como dores no corpo, fadiga, dor e inchaço nas articulações. Os dois vírus são considerados primos pois pertencem à mesma família dos togavírus, apesar de terem surgido em regiões diferentes e terem estruturas ligeiramente distintas. O parentesco entre os patógenos é tanto que até a vacina que está sendo desenvolvida para um é capaz de proteger do outro.

Não há tratamento específico para a febre mayaro. A indicação para os pacientes é permanecer em repouso, com o uso de analgésicos ou drogas anti-inflamatórias apenas para amenizar os sintomas.

Futuro causa preocupação

O parentesco entre os vírus, porém, é motivo de preocupação. O medo dos pesquisadores é que o Aedes aegypti, tão disseminado no país e responsável pela transmissão do chikungunya, passe a carregar também o mayaro.

“Em laboratório, já foi constatada a capacidade do A. aegypti em transmitir também o mayaro. Como as pessoas não tiveram contato com esse vírus, são mais suscetíveis a ter uma infecção e isso pode ter o potencial de uma nova epidemia de casos”, completa a pesquisadora Julia.

Embora essa transmissão pelo Aedes tenha acontecido em laboratório, o infectologista Bon acredita que é preciso avaliar se o processo ocorre na natureza, já que é preciso ter uma carga viral alta o suficiente para passar para o mosquito, o que ainda não foi demonstrado.

Apesar dos casos inéditos em Roraima, não é a primeira vez que o Brasil vive um surto do vírus mayaro. Em 1955, apenas um ano após a doença ser descoberta, foi documentado um surto de casos em comunidades às margens do rio Guamá e em Belém (PA) com mais de 50 casos em humanos.

O último surto conhecido aconteceu em 2011, em Manaus (AM), com 33 casos confirmados. Desde então, apenas grupos isolados com o vírus foram identificados.

O homem é considerado um hospedeiro acidental da febre do mayaro e o risco de contágio é maior ao viver em regiões silvestres onde a doença é endêmica. Entretanto, com a diminuição dessa área, cresce a necessidade dos mosquitos se alimentarem do sangue de humanos.

Além do risco do mayaro, a pesquisa da Unicamp aponta que 60% das pessoas não tiveram nenhum vírus identificado entre os oito testes complementares feitos pelos pesquisadores, o que pode indicar que há um crescimento de doenças desconhecidas na região.

Informações Metrópoles


Algo simples, como a higiene correta do pênis, evitaria a maior parte dos casos em que homens precisaram amputar o órgão

Foto colorida de uma cenoura cortada ao meio em uma superfície cinza - Metrópoles

Por mais simples que possa parecer o ato de lavar o pênis, o fato é que a falta de higiene faz com que milhares de homens precisem amputar o órgão ao redor do mundo. No Brasil, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia, semanalmente nove homens têm o pênis amputado em decorrência de câncer — o que poderia ser evitado com limpeza regular.

Ao não higienizar o pênis de forma correta, há um acúmulo do que é conhecido como esmegma, uma secreção de cor branca que se forma naturalmente na pele com o acúmulo de oleosidade. Nos homens, costuma aparecer embaixo do prepúcio, a pele que cobre a cabeça do pênis.

De acordo com o urologista e sexólogo Celso Marzano, conhecido como Dr. do Sexo, essa sujeira, em excesso, eleva o risco de diversos malefícios, além de câncer.

“A falta de higienização pode aumentar o risco de infecções genitais, como inflamações do prepúcio e infecção urinária”, explica.

Para realizar a higienização correta é simples. Basta apenas água e sabão neutro, atentando-se para “esticar” a pele do pênis para baixo, deixando a glande exposta e lavando bem a região. Homens com fimose precisam ter ainda mais atenção nesse momento.

Por fim, o especialista afirma que o ideal é que essa higienização fosse feita após o sexo.

“Com ou sem camisinha, não é indicado dormir ou ficar com sêmen ou secreção vaginal no pênis. Se for secreção anal, pior ainda. Tem que lavar”, frisa.

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Reprodução/IIPB

Sophie Deram, nutricionista franco-brasileira e autora de “O peso das dietas” e “Os 7 pilares da saúde alimentar”, lançou seu novo livro “Pare de engolir mitos: Como as novas descobertas da nutrição podem nos orientar em meio a modismos, desinformação e pseudociência” pela Editora Sextante. Nesta obra, ela desafia o que consideramos como ‘cuidado pessoal’ e sugere que isso pode estar nos prejudicando. As informações são do Estadão.

Deram, uma das primeiras a usar o termo “terrorismo nutricional” e a se posicionar contra as dietas no Brasil, questiona uma série de mitos que permeiam as discussões sobre nutrição, alimentação e saúde. Ela desafia, com base em evidências científicas – ou na falta delas – crenças amplamente divulgadas e aceitas, desde “não devemos ingerir líquidos durante a refeição” até modismos mais recentes, como o jejum intermitente.

Em entrevista ao Estadão, ela expressa sua frustração com a repetição constante de informações errôneas. Ela acredita que essas desinformações nos levam a uma situação trágica. “As pessoas se desconectaram de sua sabedoria interna e começaram a seguir regras”, diz ela. Ela argumenta que terceirizamos nossa saúde, fome e sono, e que isso nos faz perder a confiança em nossos corpos.

Essa desconexão nos leva ao centro de uma tempestade de saúde, caracterizada pelo avanço de doenças crônicas e alta prevalência de transtornos de saúde mental. Ela acredita que precisamos repensar nosso foco excessivo no peso, que é apontado como um fator de risco para várias doenças. “Incentivar a pessoa a emagrecer é uma fábrica de obesidade”, afirma.

No livro, ela compartilha suas experiências em seu consultório, onde coordena um projeto de genética e atende no Programa de Tratamento de Transtornos Alimentares (Ambulim) do Hospital das Clínicas do IPq-FMUSP. Ela enfatiza a importância de o paciente se tornar o protagonista de sua própria saúde. “O médico ou o nutricionista não sabe mais do que a pessoa (sobre ela mesma). A pessoa dirige seu próprio barco”, diz ela.

Deram tem a ideia de escrever esse livro há 30 anos, quando sentiu na pele esses mitos da nutrição e da saúde enquanto morava nos Estados Unidos com seus filhos pequenos. Ela acredita que a nutrição é muito mais complexa do que um simples cálculo de calorias e que a obesidade deve ser vista mais como uma consequência do que a causa do problema. Ela argumenta que incentivar uma pessoa a perder peso pode colocá-la em risco de obesidade e doença crônica.

Ela conclui que a obesidade é uma condição, na qual você armazena um tecido gordo maior, com risco para doença cardiovascular, diabetes, etc. Mas a questão é: por que você engordou? Ela acredita que precisamos trabalhar a saúde primeiro, não atacar o peso. E isso, ela admite, é complicado de explicar, porque parece contraintuitivo.

Então, como lidar com esse paciente? É necessário ajudá-lo a se reconectar com o próprio corpo. Mas como fazer isso? A maioria dos pacientes tem o objetivo de perder peso. Eu digo a eles: “Não vou ignorar seu desejo de emagrecer, mas vamos mudar nossa abordagem. Você passou a vida inteira tentando perder peso e, nesse processo, acabou ganhando mais. E o paciente concorda, dizendo ‘é verdade, faz 20 anos que estou tentando perder peso. Comecei querendo perder três quilos, hoje preciso perder 20’”. Nosso objetivo será melhorar a alimentação, viver de forma mais saudável, melhorar o estilo de vida. Muitas vezes, o paciente tem medo, porque passou a vida inteira ganhando peso. Meu desafio é fazer o paciente comer, porque ele não quer comer.

Nosso foco é melhorar a alimentação. Como? Primeiro, é preciso ter consciência de como você está se alimentando. Muitos pacientes não sabem, porque seguiram regras externas de várias dietas. Eu digo: “Vamos observar como você funciona e vamos melhorar sua alimentação”. Geralmente, o paciente fica um pouco triste, porque ele diz “eu tento comer perfeitamente e, depois das 17h, tudo desanda”. Isso é o famoso comer emocional.

Como melhorar isso? O primeiro passo é ter certeza de que você não está com fome. Se estiver com fome, é melhor comer. Uma vez que cuidou dessa fome física, precisa perceber o que tem de psicológico na sua fome. É um trabalho de terapia.

Sophie Deram, nutricionista, afirma: “A minha dificuldade é fazer o paciente comer, porque ele não quer comer”. Segundo informações do Estadão, ela geralmente trabalha com cinco sessões e, depois, deixa o paciente decidir se quer continuar ou não, mas precisa de pelo menos cinco sessões para abordar toda a questão do comportamento. Os pacientes melhoram.

Ela fez uma pesquisa interna, não científica, com seus pacientes. Perguntou: “Você está comendo melhor?”. A resposta foi: “Muito melhor, porque eu não tenho tanto comer emocional”. Ela perguntou: “Você acha que está comendo menos?”. A maioria respondeu que sim, de 30% a 50%. Comendo melhor, com mais tranquilidade, respeitando o corpo e as vontades, mas identificando o comer emocional para responder sem comer a essas emoções.

O paciente não apenas come melhor, mas também come menos. Quando você tem permissão para comer, não precisa mais fazer “despedida”, se entupir de um pacote de doce. É uma reeducação total da relação com a comida. Ela também incentiva a atividade física e um sono melhor.

O que é uma alimentação saudável? Não há consenso dentro da nutrição. Alguns dirão que é comer tudo orgânico, outros dirão que não pode ter glúten, lactose ou alimentos inflamatórios. E tudo isso é defendido por alguns profissionais muitas vezes sem ter ciência por trás. Alimentação saudável deveria ter uma definição bem mais ampla, porque até alimentos como um bolo de chocolate podem ser saudáveis se você come em paz. Ela tem uma definição do que é comer de forma mais saudável: comer de tudo sem restrição, sem culpa, com prazer e respeitando a fome e as emoções. No comer saudável, não será um alimento ou outro que fará a diferença, é mais uma atitude geral. E, claro, incentiva mais alimentos frescos, caseiros, menos dietas e mais legumes e frutas. É importante ver a sua alimentação como um padrão. Não é uma refeição que vai estragar toda a saúde do seu corpo. Como se proteger de mitos, então? No final do livro, tem uma lista (do que fazer). Primeiro, reconectar-se: você é o seu melhor especialista. É interessante ter informação, mas tem que ter muita cautela em filtrar. Se escutar algo que te assusta, busque uma segunda opinião. Outra coisa: nenhum corpo funciona igual. Então, o especialista, aquela pessoa que realmente estuda, sempre terá um discurso relativamente ponderado. Jamais será oito ou 80, porque não existe essa certeza.

Os discursos alarmistas desses charlatões mudam constantemente. Eles vão atacar o leite, depois o pão… O livro dela foi escrito para que as pessoas não fiquem com mais medo, pelo contrário. A ideia é deixá-las mais empoderadas para falar e questionar se é verdade ou não e de onde vêm as informações.

Informações TBN


A carne vermelha é rica em proteínas e vitaminas, mas é preciso equilibrá-la na dieta, pois o excesso traz riscos à saúde

bife ao molho com batatas

A carne vermelha é um assunto cercado de polêmicas: há quem não dispense o consumo diário de um bom bife, como também existem aqueles que a excluem totalmente da dieta.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que a ingestão de carne vermelha seja limitada a 500 gramas por semana, isso porque há evidências de que o consumo excessivo esteja relacionado a doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer, como o de intestino.

Entre os argumentos pró-consumo de carne, estão o fato de o alimento ser uma boa fonte de proteínas, de vitamina-B e de minerais, como ferro e zinco.

Antes de bater o martelo, a professora de nutrição Fábia Carolina Resende, da Faculdade Anhanguera de Belo Horizonte (MG), destaca que é necessário delimitar o grupo de “carnes vermelhas” entre processadas e naturais. “As carnes processadas, tipo as carnes enlatadas, as salsichas e os salames, devem ser evitadas sempre por terem muito sal e aditivos”, afirma a especialista.

As carnes vendidas in natura no açougue são opções mais saudáveis e, entre elas, é possível escolher os cortes magros (coxão duro, coxão mole, filé mignon, lagarto, maminha, músculo e patinho). Se o preparo for caseiro, mais um ponto para o consumo, pois é possível optar por métodos de cozimento mais saudáveis.

“O ideal é consumir a carne cozida ou grelhada a uma temperatura média de até 100ºC para que não queime, como nos churrascos. Assim, é possível fazer uma dieta com três a quatro porções de carne por semana, mas buscando não superar os 500 gramas semanais”, explica a especialista.

O consumo de carne vermelha deve ser limitado a um máximo de 500 gramas semanais e preparos direto no fogo ou muito gordurosos devem ser evitados

Benefícios e prejuízos

Entre os benefícios proporcionados para o corpo pela ingestão de carne, estão o ganho de massa muscular, o fortalecimento do sistema imunológico e o combate à anemia. “As carnes vermelhas são uma excelente fonte de ferro. O mineral é importante por compor a estrutura das células responsáveis pelo transporte de oxigênio, garantindo a energia necessária para as tarefas diárias”, aponta a professora Fábia Carolina.

A carne vermelha também é rica em zinco, necessário para a formação dos ossos e a cicatrização das feridas.

Os estudos que relacionam o consumo de carne a doenças são observacionais – associam a dieta dos indivíduos às doenças que eles desenvolveram ao longo da vida. Em uma revisão de 37 estudos, os autores encontraram fracas evidências da associação entre o consumo de carne vermelha não processada e doenças cardíacas e diabetes tipo 2.

No caso da carne processada, uma revisão recente mostrou que a cada 50 gramas adicionais de carne processada consumida por dia, o risco de doenças cardíacas aumenta 26%, enquanto o risco de diabetes tipo 2 aumenta 44%.

Em relação ao câncer, a associação está bem clara com o câncer colorretal. Um estudo com quase 500 mil pessoas mostrou que a cada 50 gramas adicionais de carne vermelha consumida por dia o risco de câncer colorretal aumenta em 18%. E cada 25 gramas adicionais de carne processada, o equivalente a uma fatia de presunto, o risco aumenta 19%.

Segundo a nutricionista, isso acontece porque o consumo excessivo altera o equilíbrio da microbiota intestinal, o que leva a inflamações sistêmicas do organismo. “Essas inflamações, que se concentram especialmente em microlesões da parede intestinal, podem levar a um risco maior de câncer”, conclui Fábia Carolina.

Informações Metrópoles