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O azeite extravirgem – suco de azeitona – é a única gordura vegetal extraída de uma fruta por inteiro e é um dos alimentos mais falsificados do mundo. Rico em nutrientes, ele pode ser usado em todas as refeições.

Azeite: por que ele faz tão bem para a saúde e quando você pode usar alternativas mais baratas? — Foto: Adobe Stock

Azeite: por que ele faz tão bem para a saúde e quando você pode usar alternativas mais baratas? — Foto: Adobe Stock 

Gordura pode ser saudável? Sim! E o azeite – de verdade – é uma prova disso. 🫒 Livre de aditivos químicos, o produto é o suco de uma fruta (a azeitona) e 100% natural. Para produzir um litro de azeite, são necessários dez quilos de azeitona e, por ter um processo de fabricação complexo e trabalhoso, ele não é barato. Mas uma garrafa pode ser usada em muitas refeições. Isso se for consumido principalmente na finalização de pratos. 🥗 

Especialistas defendem que o azeite é versátil, podendo ser consumido até no café da manhã e no lanche da tarde. 

O azeite extravirgem é a única gordura vegetal extraída de uma fruta por inteiro – somente a polpa e caroço, num processo exclusivamente mecânico. Extremamente rico em nutrientes, ele é um alimento funcional e a base de gordura da dieta mediterrânea, que é referência como uma das mais saudáveis do mundo. 

Mas quando o azeite é usado no preparo de alimentos a mais de 180°C, o tipo extravirgem pode perder algumas propriedades nutricionais. Para frituras e refogados, é comum a recomendação do uso de azeite comum ou outros óleos, como de coco, gergelim e abacate. 

O óleo misto ou composto acaba sendo usado por muitas famílias por questões financeiras, por ser mais barato. Mas ele costuma ter apenas 10% de azeite e é extremamente inferior ao azeite em termos nutricionais. 

O azeite é um dos dez alimentos mais fraudados do mundo. No dia 22 de outubro, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou uma nova lista com 12 marcas de azeite de oliva que tiveram lotes reprovados para o consumo (veja quais). Seis marcas tiveram todos os seus lotes desclassificados. As análises do Ministério revelaram a presença de outros óleos vegetais misturados aos azeites, comprometendo a qualidade e a segurança dos produtos. 

Diferente do vinho, quanto mais recente for a garrafa, mais qualidade terá o produto e mais caro ele tende a ser. 

“Azeite não se guarda. Não se faz adega de azeite. Temos que ter no máximo duas garrafas em casa: uma para cozinhar, outra para finalizar. E uma vez aberta, temos que usá-las em 30 dias no máximo, para que não se oxide. Os inimigos do azeite são a luz, o oxigênio, o calor. Ele não vai estragar, mas vai oxidar, perder valor nutricional e mudar suas características sensoriais para características oxidadas e rançosas”, explica o azeitólogo Marcelo Scofano. 

Abaixo, nesta reportagem você vai saber: 

  1. Quais cuidados devem ser tomados ao escolher o azeite
  2. Dicas de como armazenar o azeite 
  3. Como o azeite deve ser usado e as alterativas mais baratas 
  4. Por que o azeite é bom para a saúde e por que outros óleos podem fazer mal? 
  5. Por que o azeite está tão caro? 

⚠️ Cuidados ao escolher o azeite

O azeite é um dos dez alimentos mais fraudados do mundo e a fraude se dá por mistura de outros óleos, inclusive impróprios para o uso culinário. Para fugir das fraudes, atente-se para as dicas: 

*A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponibiliza uma ferramenta de pesquisa onde o consumidor pode consultar se um determinado produto está irregular ou se é falsificado. Ao entrar no site, é preciso inserir no campo “Produto” o nome da marca do azeite. 

“Ao comprar um azeite, o consumidor não deve considerar o valor da compra e sim que aquele produto não acaba de imediato – como outros produtos que são consumidos em um par de horas. O azeite é um alimento rico não somente em aromas e sabores, mas também em compostos nutricionais que fazem bem a nossa saúde”, afirma a azeitóloga Ana Belotto. 

“A gente vai desconfiar se o azeite tem uma embalagem plástica, que não protege dos raios ultravioletas. Todas as vezes que há investigação, percebe se que há muita fraude e às vezes não é nem um produto falsificado. Às vezes é um produto que se diz extravirgem, mas na verdade é um azeite misto”, acrescenta o azeitólogo Marcelo Scofano. 

O extravirgem é extremamente caro para ser produzido e mantido com as características originais até o consumidor final. Os cuidados vão desde o pomar, no manejo da árvore, na colheita até a gôndola. 

Quanto maior o tempo entre a colheita e a extração do azeite, maior tende a ser a acidez do produto. Assim como o índice de peróxido, fruto da oxidação do azeite. A partir do momento que a fruta sai do pé, ela começa a oxidar e gerar peróxidos. 

O índice de peróxidos é tão importante quanto o índice de acidez. No azeite extravirgem, o índice de peróxido tem que ser menor que 20 e a acidez precisa ser menor ou igual a 0,8. 

“A gente tem uma série de cuidados, como também a temperatura ao extrair o azeite, o tempo entre a colheita e a extração, a maneira de envasar o produto e o transporte até o local da venda. Qualquer erro nessa cadeia vai transformar o teu azeite extravirgem num azeite virgem. Além da análise química, precisamos fazer uma análise sensorial para saber realmente se é um azeite extravirgem. Quando ele tem um aspecto de pastoso, indica que tem óleo refinado e houve mistura, passou por um processo industrial, o que indica uma fraude”, explica o azeitólogo Ricardo Abdala. 

Dica de como armazenar 

O azeite possui três inimigos: luz, oxigênio e calor. Por isso, as embalagens devem ser escuras e com boas tampas para vedação. Recomenda-se: armazenar o produto em local escuro e longe de fontes de calor, como fogão e churrasqueira, e da luz solar. 

Como o azeite deve ser usado e as alterativas mais baratas 

azeite extravirgem deve ser usado preferencialmente sem aquecer, para que a pessoa possa se beneficiar das suas propriedades nutricionais, segundo nutricionistas. Mas especialistas também afirmam que se ele for aquecido até 180°C, os nutrientes são preservados. 

azeite comum é mais indicado para refogar e preparar alimentos, pois na sua obtenção de refino já é utilizado o calor. Sendo assim, ele não possui as mesmas características nutricionais do azeite extravirgem, mas confere sabor e aroma às preparações. 

“Eu aconselho sempre ter dois azeites em casa: um com o perfil mais suave e um com perfil mais intenso de sabores e aromas. Porque azeites mais delicados harmonizam e combinar com receitas e pratos que levem menos condimento, que sejam também mais suaves e delicados. E azeites mais intensos pedem receitas com mais especiarias, com mais sabor. Em uma pizza meia marguerita e meia pepperoni, por exemplo, a pepperoni pede um mais intenso. E a margherita pede azeites mais delicados e suaves”, aconselha a azeitóloga Ana Belotto. 

Ana acrescenta ainda que, além de saladas, massas e pizza, o azeite pode ser usado também em sorvetes, mousse de chocolate e no café da manhã com a granola, a salada de fruta e substituindo a manteiga em pães e torradas, por exemplo. 

Para quem não puder investir sempre na aquisição do azeite, por questões financeiras, há opções saudáveis, como os óleos de gergelim, coco, abacate ou algodão. Estes óleos também são mais resistentes ao calor, sendo opções mais saudáveis para frituras. 

“Se o foco é reduzir custo, os óleos de coco, gergelim e abacate são menos prejudiciais à saúde em relação a óleos como o de soja e canola. Seriam alternativas mais baratas em relação ao azeite”, orienta a nutricionista Ramielle Calmon. 

O óleo misto ou composto costuma ter apenas 10% de azeite e é uma mistura de diferentes óleos vegetais, como milho, soja e girassol(normalmente o de soja por ser mais barato). Por isso, ele é extremamente inferior ao azeite de oliva em termos nutricionais. O óleo misto é derivado de um processo industrial, enquanto o azeite é 100% natural. Seu uso não é recomendado na finalização de pratos, mas ele pode ser mais resistente ao aquecimento (com ponto de fumaça mais alto). 

Uma dica para usar o azeite no revogado é não deixá-lo esquentar a ponto de sair fumaça. Quando chega neste ponto, indica que a temperatura passou dos 180°C e iniciou o processo de queima. Nesse momento, começa a haver diminuição dos compostos fenólicos , que têm propriedades antioxidantes. 

“Quando falamos de ponto de fumaça, este termo se relaciona à temperatura e tempo máximo que o óleo ou azeite pode ser aquecido antes de começar a se decompor. Na decomposição térmica, ocorre a liberação de acroleína e outros compostos nocivos à saúde. A acroleína é uma substância que dá ao óleo um sabor defumado e amargo e é irritante da mucosa gástrica”, explica Luana Limoeiro, doutora em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela UFRRJ e diretora do Conselho Regional de Nutrição 4ª Região (CRN-4). 

A temperatura da fritura fica entre 180 e 220°C. Confira o ponto de fumaça dos principais óleos da alimentação: 

👍⚠️ Por que o azeite é bom para a saúde e por que outros óleos podem fazer mal? 

O azeite extravirgem contém: 

✅ O consumo do azeite extravirgem traz benefícios para a saúde, como: 

“O tipo extravirgem é obtido através da prensagem à frio apenas uma vez, sem altas temperaturas ou solventes químicos, preservando o teor doa ácidos graxos monoinsaturados. Assim, a recomendação é o seu consumo frio, sem aquecer, por cima das preparações, como salada ou legumes”, destaca Limoeiro. 

O ômega 6 é um ácido graxo poli-insaturado, que desempenha um papel importante no crescimento e desenvolvimento normais, na função cerebral e cardíaca. No entanto, seu consumo excessivo pode ser prejudicial à saúde, porque tende a estimular a produção de cortisol, hormônio relacionado ao enfraquecimento do sistema imunológico, ao diabetes, elevação do colesterol ruim e redução do bom. E a principal fonte alimentar de ômega 6 é o óleo de cozinha, como o de canola, milho, soja ou girassol. 

🚫 O consumo excessivo de ômega 6 pode causar problemas de saúde, como: 

A dieta ocidental é rica em ultraprocessados, o que faz com que a maioria das pessoas ultrapasse a recomendação de ingestão de ômega 6. A OMSrecomenda que a proporção de ômega 6 em relação ao ômega 3 não ultrapasse 5:1, mas na dieta ocidental é de 20:1, destaca Limoeiro. 

“Para evitar problemas de saúde, recomenda-se consumir mais frutas, verduras, legumes e peixes e evitar produtos processados e consumo exagerado desses tipos de óleos nas preparações, como fritura, por exemplo”, diz a nutricionista.

Informações G1


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O Dia Mundial da Psoríase, celebrado em 29 de outubro, surge como uma oportunidade importante para sensibilizar a população sobre esta condição de pele que afeta milhões de pessoas no mundo inteiro. No Brasil, estima-se que cinco milhões de indivíduos convivam com essa doença, segundo a Associação Brasileira de Psoríase e Artrite Psoriásica. Esta condição não apenas impacta a saúde física, mas também pode afetar significativamente a saúde mental dos diagnosticados.

Entre as celebridades que trouxeram a psoríase à luz está Beyoncé, que compartilhou suas experiências durante a infância, onde lidava com a condição através de cuidados especiais que fortaleciam seu vínculo familiar. Além dela, outras figuras públicas como Kim Kardashian e Cyndi Lauper também revelaram conviver com a doença, ajudando a desmistificar e a promover a conscientização sobre a doença.

O Que é Psoríase?

Entenda a Psoríase: veja sintomas, tratamentos e como prevenir
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A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele, não contagiosa, frequentemente caracterizada por manchas vermelhas cobertas por escamas secas e prateadas. De acordo com o dermatologista Victor Bechara, a condição pode atingir também o couro cabeludo, unhas, e em casos mais graves, as articulações. Esta patologia pode, ainda, estar associada a doenças cardiometabólicas e gastrointestinais, demonstrando sua complexidade.

Sintomas e Fatores de Risco da Psoríase

Os sintomas da psoríase variam entre os indivíduos, mas frequentemente incluem manchas ressecadas e dolorosas, coceira persistente, e alterações ungueais. Em casos graves, pode ocorrer destruição das articulações. Fatores como genética, estresse, obesidade, tabagismo e certos medicamentos podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento da doença, afetando significativamente a qualidade de vida do paciente.

Quais São os Tipos da doença?

Diversas manifestações da psoríase existem, incluindo apresentações clássicas e variações raras. A onicólise, por exemplo, é caracterizada pelo descolamento das unhas, enquanto a psoríase eritrodérmica envolve vermelhidão e descamação generalizada. O acometimento das articulações pode provocar dor severa, exigindo um tratamento cuidadoso para evitar incapacidades e complicações.

Tratamento e Manejo da Psoríase

Embora a psoríase possa influenciar a autoestima, existe uma variedade de tratamentos disponíveis que podem aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O manejo típico inclui mudanças no estilo de vida, como controle de peso e redução do uso de tabaco e álcool. Medicamentos tópicos e orais, imunobiológicos e fototerapia são frequentemente prescritos. A cooperação com psicólogos é essencial para lidar com o impacto psicossocial da doença, permitindo um tratamento mais abrangente.

A prevenção e o diagnóstico precoce são chave para controlar a psoríase. Manter-se atento a quaisquer sintomas iniciais pode fazer a diferença no sucesso do tratamento. O diagnóstico antecipado facilita a contenção da doença e previne complicações. Portanto, consultas regulares ao dermatologista são cruciais para um manejo eficaz e para evitar o agravamento dos sintomas.

Informações TBN


Caso queira emagrecer, veja quais propriedades da fruta tendem a impulsionar a perda de peso, conforme cita a nutricionista Priscilla Dias

frutas diversas e coloridas

O Brasil é o maior produtor global de laranja, conhecida por fortalecer o sistema imunológico, devido à presença das vitaminas A, B e C; retardar o envelhecimento; e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Caso esteja em processo de emagrecimento, saiba que a fruta também pode contribuir com a perda de peso.

Para descobrir quais propriedades da laranja tendem a favorecer quem deseja “secar”, a coluna Claudia Meireles conversou com a nutricionista Priscilla Dias, de Belém (PA). Ela listou cinco “aspectos” da fruta cítrica que ajudam na perda de números na balança.

Foto de uma laranja cortada ao meio e de uma fruta inteira sobre uma superfície branca. Ao redor tem folhas de laranjeira - Metrópoles
A fruta tem propriedades que contribuem para a perda de peso

1. Controle do apetite

De acordo com a nutricionista, as fibras presentes na laranja, principalmente a pectina, ajudam a promover a sensação de saciedade, reduzindo a vontade de comer em excesso. “Consumir a fruta inteira é mais benéfico nesse sentido do que apenas o suco, pois preserva as fibras”, recomenda.

2. Baixo teor calórico

Priscilla esclarece que a laranja é “relativamente baixa” em índice calórico. “Uma fruta média contém em torno de 60 a 80 calorias, o que a torna uma excelente opção de lanche leve e saudável”, menciona.

3. Regulação do intestino

Como traz na composição alto teor de fibras, a fruta pode melhorar a função intestinal, conforme reforça a especialista em nutrição: “Esse macronutriente é importante para a digestão e a eliminação de toxinas, auxiliando indiretamente no controle de peso.”

Foto colorida de mulher segurando o desenho de um intestino. Ela está próximo de uma mesa com frutas - Metrópoles
A fruta cítrica beneficia a saúde do intestino e, consequentemente, ajuda a perda de peso

4. Fonte de antioxidantes

Segundo a nutricionista, a vitamina C e outros antioxidantes presentes na laranja também ajudam a combater o estresse oxidativo. Esses compostos tendem a prejudicar o metabolismo e aumentar a inflamação no corpo, fatores associados ao ganho de peso.

5. Hidratação

Outra propriedade da laranja envolve a alta quantidade de água, o que favorece a hidratação. “É algo essencial para o funcionamento metabólico adequado e para o controle do peso”, pondera a especialista em nutrição.

Priscilla ressalta sobre a fruta contribuir com a perda de peso. “Isso ocorre especialmente quando a laranja é consumida de forma equilibrada, dentro de um contexto de alimentação saudável e com controle de calorias”, salienta a profissional de nutrição.

Foto da metade de uma laranja - Metrópoles
A laranja está recheada de nutrientes

Informações Metrópoles


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Imagem: Getty Images/iStockphoto

Quando se trata de perder peso, as mudanças de hábitos noturnos são fundamentais para emagrecer sem prejudicar a saúde. No final do dia, os alimentos muitas vezes são uma válvula de escape para o estresse, e escolhas alimentares mais impulsivas podem acontecer.

O estresse constante, inclusive, afeta significativamente a capacidade de manter um peso saudável. A pessoa muito estressada libera hormônios como o cortisol. Em excesso no organismo, ele ajuda a engordar, já que desacelera o metabolismo.

Além disso, quem vive estressado constantemente também dorme menos, tem pouco tempo para se exercitar ou pula mais as refeições.

A boa notícia é que alterações simples na rotina já contribuem com a perda de peso. A seguir, veja cinco hábitos noturnos que contribuem para o processo de emagrecimento.

1. Planejar o cardápio e ter rotina para comer

Às vezes, precisar cozinhar depois do trabalho é um empecilho para manter hábitos alimentares saudáveis. Nesses casos, é tentador optar por itens como fast food e frituras, já que preparar uma refeição nutritiva costuma demandar tempo.

Por isso é importante planejar com antecedência o cardápio semanal: vale a pena preparar algumas opções no fim de semana e congelar.

Algumas folhas também podem ser higienizadas antecipadamente e armazenadas na geladeira. Isso facilita o consumo de saladas e vegetais, que aumentam a saciedade por conta das fibras.

Outra atitude que diminui a fome ao final do dia é ter horários para se alimentar e evitar pular refeições. É fundamental se organizar para tomar o café da manhã, realizar os lanches intermediários, almoçar e jantar.

2. Dormir bem

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Imagem: Niels Zee/ Unsplash

Quem não dorme bem ou menos do que deveria tem um risco maior de ganhar peso. Nesses casos, há uma alteração no metabolismo, aumentando o apetite, atrapalhando o autocontrole e dificultando a tomada de decisões. O ideal é dormir mais cedo, para evitar aquela vontade de fazer um lanchinho, e por cerca de 7 a 8 horas por noite.

O sono tem papel importante na regulação do peso. Pessoas que dormem mal ou por tempo insuficiente tendem a consumir, em média, 500 calorias a mais em relação àquelas que não apresentam alteração do sono. E além do consumo calórico aumentado, a preferência é maior por alimentos com maior teor de açúcar e gorduras.

3. Não exagerar no jantar

Algumas pessoas sentem mais fome no período noturno e extrapolam no jantar. Por isso, é importante ficar de olho no que se coloca no prato. Vale a pena investir em refeições mais leves e incluir proteínas mais magras (frango e peixes), fibras (vegetais), carboidratos complexos (arroz integral e batata-doce) e gorduras boas (sementes e oleaginosas).

Alimentos com cafeína, muito condimentados, bebidas gaseificadas, carboidratos simples, doces, guloseimas e frituras devem ser evitados. Além disso, a recomendação é evitar o consumo alimentar 2 horas antes de dormir.

4. Não “assaltar” a geladeira de madrugada

Em alguns casos, as pessoas acordam com fome durante a noite ou têm insônia e resolvem comer. A atitude não é recomendada, mas se a vontade for difícil de controlar, é necessário buscar alimentos pouco calóricos como frutas ou iogurte natural.

Por mais que seja tentador, o ideal é evitar alimentos ricos em açúcar como bolos e sorvetes. Esses itens são muito calóricos e não trazem saciedade. Alimentos estimulantes como café e refrigerantes também não devem ser ingeridos nesse período.

Se o comportamento for frequente, busque ajuda especializada para verificar se não é o caso de um transtorno alimentar como a síndrome do comer noturno ou uma compulsão alimentar.

5. Evitar os carboidratos simples

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Imagem: iStock

O ideal é evitar carboidratos simples à noite, pois eles aumentam o nível de açúcar no sangue (glicemia), o que provoca um pico de insulina. Este hormônio favorece o acúmulo de gordura corporal.

Sempre que possível, opte por carboidratos complexos, que são digeridos de forma mais lenta e dão mais saciedade. Alimentos como arroz, macarrão e pães integrais, além de batata-doce, grão-de-bico e mandioquinha fazem parte desse grupo.

Informações UOL


Especialistas explicam que quando as dores de cabeça se tornam frequentes, o quadro é classificado como cefaleia crônica

mulher com as mãos na cabeça

Você costuma ter dores de cabeça diariamente? A dor de cabeça, ou cefaleia, é um problema comum na população. A condição se manifesta como uma sensação de pressão, desconforto ou dor na região da cabeça e pescoço.

De acordo com os especialistas entrevistados pelo Metrópoles, sentir dor de cabeça todos os dias não é algo normal e, assim como qualquer dor, pode ser interpretada como sinal de que algo no corpo não está bem.

O clínico geral e geriatra Paulo Camiz, do Hospital Sírio-Libanês, explica que quando as dores de cabeça se tornam frequentes, especialmente ocorrendo em mais da metade dos dias do mês, o quadro é classificado como cefaleia crônica diária.

“A cefaleia crônica surge frequentemente a partir de dores de cabeça esporádicas que se tornam mais constantes e menos intensas ao longo do tempo”, esclarece.

O médico aponta ainda que um exemplo clássico é a enxaqueca, que inicialmente é esporádica, mas pode evoluir para a forma crônica. As causas para esse desenvolvimento, segundo ele, são variadas.

“Problemas psiquiátricos, como depressão e ansiedade não tratados, são as causas mais comuns de cefaleia crônica diária. Outro fator importante é o abuso de substâncias, especialmente analgésicos. Muitas pessoas começam a tomar remédios para dor sem esperar o efeito, abusando das doses, o que acaba cronificando a dor”, destaca. Camiz também alerta para o consumo excessivo de cafeína, que pode ser uma causa comum de enxaquecas frequentes.

O neurologista Maciel Pontes, do Hospital de Base do Distrito Federal, acrescenta que estresse e tensão muscular também são fatores importantes que contribuem para o surgimento de dores de cabeça constantes, especialmente a cefaleia tensional.

“Essas dores são frequentemente caracterizadas por uma sensação de pressão ao redor da cabeça, que geralmente é bilateral. Ao contrário da enxaqueca, a cefaleia tensional não costuma vir acompanhada de outros sintomas, como náusea ou sensibilidade à luz”, diz.

Identificar a origem da dor é essencial para um tratamento eficaz. O especialista sugere que prestar atenção às características das dores e ao contexto em que elas ocorrem pode ajudar na diferenciação.

“Se a dor for mais intensa em momentos de estresse ou após longos períodos em uma posição desconfortável, é possível que esteja relacionada à tensão muscular”, afirma Pontes.

Outro aspecto a ser considerado são os hábitos diários. O especialista alerta para os gatilhos que podem desencadear dores de cabeça crônicas. “Estresse, insônia e uma alimentação inadequada, com o consumo excessivo de cafeína, álcool e alimentos processados, estão entre os principais fatores desencadeantes”, explica. A desidratação e o uso excessivo de medicamentos analgésicos também são apontados como causas comuns.

Quando se preocupar?

A preocupação com dores de cabeça não deve ser subestimada, especialmente quando os episódios se tornam persistentes. Pontes alerta que quando a dor de cabeça vem acompanhada de sintomas como perda de visão, desmaios, confusão mental ou fraqueza em um lado do corpo, pode ser sinal de algo mais sério.

Sintomas que fogem do padrão habitual de uma cefaleia comum podem indicar condições graves, como tumores ou aneurismas. “É fundamental ficar atento a qualquer mudança significativa na intensidade ou na frequência da dor, ou se essa dor se apresenta de forma diferente do que a pessoa está acostumada”, enfatiza.

Quando há suspeitas de que a dor de cabeça possa estar relacionada a um problema mais sério, buscar atendimento médico imediato é crucial. Exames mais aprofundados, como ressonância magnética ou tomografia, podem ser necessários para investigar a origem da dor e descartar condições preocupantes.

Como resolver o problema

O tratamento para as dores depende de cada caso. “O tratamento pode incluir medicamentos preventivos que devem ser prescritos por um neurologista, além de opções que visam controlar o estresse, como a terapia cognitivo-comportamental”, afirma o neurologista.

Além do tratamento medicamentoso, a adoção de um estilo de vida mais saudável é fundamental. “Práticas regulares de atividades físicas, técnicas de relaxamento como yoga e meditação, e uma alimentação equilibrada podem fazer uma diferença significativa na frequência e intensidade das dores”, sugere.

Em alguns casos, as terapias complementares, como a acupuntura, têm se mostrado eficazes. Essas abordagens podem oferecer alívio adicional e, quando combinadas com tratamentos médicos, resultam em melhores resultados.

Informações Metrópoles


Imagens trazem textos de alerta sobre riscos à saúde

Foto:Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou na sexta-feira (18), em uma audiência pública, em Brasília, as imagens que serão inseridas nas embalagens de produtos derivados do tabaco, bem como nos expositores e mostruários desses produtos em estabelecimentos comerciais. A meta é criar representações mais fortes e objetivas para atingir o público de maneira eficaz.

Segundo a agência reguladora, as advertências sanitárias nas embalagens de produtos fumígenos precisam ser atualizadas regularmente para manter sua eficácia na comunicação dos principais danos à saúde causados pelo consumo de derivados do tabaco e, ainda, das substâncias responsáveis por esses danos.

“Essas advertências representam uma das campanhas de comunicação em saúde mais efetivas do país, contribuindo significativamente para a política de saúde pública no combate ao tabagismo”, diz, em nota, a Anvisa.

Alertas

O novo conjunto gráfico traz sete novas imagens que ilustram os danos à saúde causados pelo tabagismo: aborto, cegueira, câncer ou morte e atribui a elas mensagens conscientizadoras relacionadas ao desespero, dor, angústia ou morte, por exemplo.

As advertências sanitárias estão em fortes tons amarelos para chamar a atenção do público. A visualização das imagens que serão impressas nas embalagens de produtos derivados do tabaco, como cigarros, charutos, cigarrilhas, fumo para cachimbo e tabaco mastigáveis, estão disponíveis no link.

Nos monstruários e expositores instalados em estabelecimentos comerciais que vendem produtos derivados do tabaco, o foco das mensagens está nos danos coletivos, com destaque para as consequências do fumo passivo ou a ameaça à saúde pública, provocada pelo consumo do tabaco.

No material publicitário serão incluídos QR Codes para direcionar os interessados a conteúdos em áudio sobre as advertências. A meta é facilitar o acesso das pessoas com deficiência (PCD) aos alertas sobre os riscos do tabagismo.

As peças do marketing para mostruários e expositores de produtos com tabaco podem ser visualizadas aqui.

Próximos passos

As propostas coletadas nA sexta-feira (18), durante audiência pública, serão consolidadas por equipe técnica para orientar a elaboração de uma futura norma da Anvisa, a ser votada pela Diretoria Colegiada (Dicol) do órgão.

A Anvisa informa, ainda, que os diretores também vão definir a frequência das alterações, com uma duração prevista de dois anos para as novas imagens, até 2027.

Histórico

No Brasil, o modelo de aviso de advertência em produtos derivados do tabaco existe desde 2001 e já passou por quatro atualizações em 2001, 2003, 2008 e 2017.

O país foi o segundo a exigir imagens nos avisos sanitários, conforme recomendação da Comissão Nacional para Controle do Tabaco, a partir da Assembleia Mundial da Saúde, em 2000.

Informações Bahia.ba


Homenagens a cinco médicos que contribuíram para escrever importantes páginas da história da Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana, gestora do Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), marcaram, nesta sexta-feira (18), as comemorações pelo Dia do Médico. A iniciativa, no auditório da unidade hospitalar, contou com a presença do prefeito eleito José Ronaldo, também ex-provedor e ex-interventor do hospital.
A entrega das placas é certificados em reconhecimento pelas contribuições e dedicação dos médicos às obras sociais filantrópicas da Santa Casa está em sua terceira edição, por iniciativa do provedor e Médico Rodrigo Matos.
Foram homenageados os médicos Altamirando Matos (gastro e endoscopia), José Antônio Barbosa (hematologia), Mário Sérgio Bacelar (cardiologia), Sílvio Marques (clínica geral) e Normeide Pedreira (pediatria). “Eles representam uma tradição de nossa historia”, destacou o médico Rodrigo Matos.
Ao entregar a honraria ao médico Silvio Marques, o prefeito eleito José Ronaldo enfatizou sobre as importantes contribuições da Santa Casa de Misericórdia para a população feirense como referência no atendimento de excelência em diversas especialidades da saúde através da filantropia.

ASCOM/JOSÉ RONALDO


No “Acessíveis” desta semana, a bióloga e influenciadora Mari Krüger derrubou mitos populares sobre saúde e alertou para uma afirmação que parece exagerada, mas não é: ficar muito tempo no banheiro usando o smartphoneaumenta o risco de desenvolver hemorroidas.

Ela explicou que o hábito de usar o celular no banheiro pode levar a uma maior permanência no vaso sanitário, o que aumenta a pressão na região do ânus. A distração com o celular pode fazer com que a pessoa continue a fazer força para evacuar, mesmo quando não é necessário. “Isso ajuda a criar hemorroidas”, disse.

Escova de dente no banheiro pode causar infecção? Fazer xixi em banheiro público faz mal? Tomar banho diariamente desgasta a proteção da pele? Choque térmico “entorta” a cara? Não faltam ideias de conteúdo para a bióloga nas redes sociais.

“A parte boa de trabalhar com isso é que eu nunca vou ficar sem pauta, porque todo dia surge um novo absurdo para desmentir”, contou ela, no videocast de Titi Muller e Marimoon em Universa.

Com 1,2 milhão de seguidores no Instagram e 820 mil seguidores no TikTok, Mari Krüger é conhecida por gravar vídeos bem-humorados nos quais desmente promessas enganosas que circulam nas redes sociais. Ela já explicou, por exemplo, que o leite não é inflamatório e que as famosas “gominhas de vitaminas” não fazem o cabelo crescer magicamente.

Para ela, a maior parte das pessoas que caem em fake news sobre ciência são as mais velhas. A bióloga vê na geração Z um ceticismo que falta às gerações anteriores. “As nossas mães estão caindo nos golpes do ‘zap’. Eu acho que vem uma geração que está questionando os jogos de azar, por exemplo”, disse ela.

Eu sou uma otimista sobre redes sociais, acho que essa geração nova veio bem questionadora. E eu odeio falar ‘o lado bom da pandemia’, mas acho que houve um lado bom que foi: a ciência entrou na moda. Mari Krüger

‘Homeopatia é a mãe das pseudociências’

Em alguns “vespeiros”, Mari afirma que prefere não se envolver — um deles é a homeopatia. A própria bióloga diz que já foi adepta dessa terapia alternativa que, embora seja reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), passou a ser mais debatida e criticada nos últimos anos.

“Homeopatia é a mãe de todas as pseudociências, aquela que todo mundo teve contato lá na infância em algum momento”, afirmou Mari, em participação no videocast “Acessíveis“, videocast de Titi Muller e Marimoon. “Já usei muita homeopatia e, de fato, é uma coisa que a gente não tem comprovação científica necessária.”

Para a bióloga, apesar de a homeopatia ser aparentemente inofensiva, ela pode se tornar um problema nos casos em que a pessoa abandona um tratamento convencional e recorre unicamente à terapia alternativa: “Uma das minhas grandes tretas com os tratamentos pseudocientíficos e suplementos é justamente isso: é o quanto isso vai atrasar um diagnóstico e um tratamento correto”.

Se você está com dificuldade de dormir, por exemplo, pode ser muita coisa: pode ser uma dificuldade respiratória, pode ser um refluxo, pode ser questão hormonal, psicológica, psiquiátrica…E daí, ao invés de buscar um diagnóstico e tratamento correto, você vai buscar um suplemento e isso vai atrasar um tratamento que podia ter sido mais eficaz se tivesse sido descoberto lá no início. Mari Krüger

A influenciadora, porém, nunca gravou nenhum vídeo sobre homeopatia. “Óleo essencial também não compro essa briga”, acrescentou Mari, que também disse que “a psicanálise é um vespeiro que eu não mexo”.

‘Saí da igreja quando entrei na faculdade, não encaixava’

Mari contou que se afastou da religião ao ingressar no curso de Biologia. “Saí da igreja quando entrei na faculdade, não encaixava”, disse ela. Embora se considere ateia, Mari admite que, em momentos de sofrimento de pessoas queridas, costuma “mentalizar” o bem.

Além disso, confessa já ter caído em um truque enganoso bastante comum: colocar sal debaixo da língua para fazer a pressão subir. O hábito começou quando ela era estudante de um colégio militar, onde “passar mal” era algo comum, devido aos exercícios que os estudantes tinham que fazer sob o sol quente.

“As pessoas desmaiavam muito, então todo mundo levava sachê de sal na farda para quando alguém passasse mal”, contou a influencer.

[Colocar sal debaixo da língua] é uma coisa que eu fiz por muitos anos (…) E eu fui descobrir que não adianta só depois de começar a criar conteúdo para a internet. O sal debaixo da língua não é tão automático quanto a gente pensa, é mais um placebo. Mari Krüger

Informações UOL


Mosquito Culex — Foto: Lauren Bishop/CDC/Divulgação

Em 2024, a dengue tem se destacado no Brasil, superando em casos e mortes doenças anteriormente mais letais, como a covid-19. Este fenômeno surpreendeu muitos especialistas e trouxe à tona a urgente necessidade de medidas eficazes para controlar a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

Por que a Dengue está em Ascensão?

O aumento dos casos de dengue no Brasil não é uma surpresa completa para aqueles que estudam as mudanças climáticas. As condições meteorológicas, com ondas de calor frequentes e chuvas desorganizadas, criam o cenário perfeito para a proliferação do Aedes aegypti. Além das questões climáticas, os desafios no controle da população de mosquitos nas áreas urbanas complicam ainda mais a situação.

Impacto das Mudanças Climáticas

As mudanças no clima global afetam diretamente a reprodução de mosquitos. Períodos de chuvas intensas seguidos por calor extremo ampliam as áreas de criadouros dos mosquitos. Esses fatores, combinados, resultaram em um cenário alarmante para saúde pública no Brasil em 2024.

Medidas de Controle e Prevenção

Para enfrentar a crescente crise de dengue, o Brasil precisa implementar estratégias efetivas de controle do mosquito. Medidas como campanhas de conscientização, trabalhos de limpeza pública para eliminar criadouros e o uso de novas tecnologias de controle de vetores se mostram essenciais.

Campanhas de Conscientização

Educar a população sobre como evitar criadouros de mosquitos continua a ser uma ferramenta vital. As campanhas de conscientização visam informar a população sobre a importância de eliminar locais com água parada, onde os mosquitos põem ovos.

Inovações Tecnológicas no Controle da Dengue

Diferentes formas de tecnologia estão sendo estudadas para ajudar a controlar o Aedes aegypti. Existem desde larvicidas biológicos até mosquitos geneticamente modificados, projetados para reduzir a reprodução da espécie selvagem. Estas inovações são promissoras, mas ainda precisam de mais pesquisas para avaliar sua eficácia em larga escala.

Vacinação: Uma Nova Esperança?

Diante do aumento dos casos, a Fiocruz busca estabelecer parcerias para produção nacional da vacina contra a dengue, Qdenga, em colaboração com o laboratório japonês Takeda. A vacina promete ser uma ferramenta valiosa no combate à dengue, tornando-se uma esperança de controle a longo prazo.

O aumento dos casos de dengue em 2024 destaca a necessidade de uma abordagem integrada que inclua prevenção, controle e vacinação. Este trabalho conjunto pode mitigar os impactos da doença, proteger vidas e promover a saúde pública no Brasil.

Informações TBN


Foto: Thiago Paixão – Arquivo

Em alusão ao Dia Nacional da Vacinação, celebrado nesta quinta-feira (17), a Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realizará uma ação especial de vacinação no Mercado de Arte Popular. A imunização ocorrerá das 8h às 13h, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e atualizar as cadernetas de vacinação da população que está com pendências.

Durante a ação, as vacinas de rotina e de campanha estarão disponíveis, entre elas: Hepatite B, Influenza, Tríplice Viral, Tétano, HPV, Febre Amarela e contra a doença meningocócica.

A secretária de Saúde, Cristiane Campos, destaca a importância da iniciativa. “O Dia Nacional da Vacinação é um momento crucial para reforçarmos a importância de manter as vacinas em dia, garantindo a proteção da população contra doenças graves. Estamos disponibilizando as vacinas de rotina e de campanhas, e esta ação é uma excelente oportunidade para aqueles que estão com vacinas atrasadas ou pendentes atualizarem a caderneta”.

Para receber a vacina, é necessário apresentar documento de identidade, cartão SUS e a caderneta de vacinação. A aplicação em crianças e adolescentes só será realizada na presença dos pais ou responsável legal.

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