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A Austrália, considerada um sucesso no combate a pandemia do novo coronavírus, nesta semana registrou um alto número de novos casos da doença. As entidades de Saúde identificaram 77 novos casos e atribuíram a nova onda de infecção a um único local na cidade Melbourne: um hotel em que as pessoas eram mantidas sob quarentena. Reportagem do portal Metrópoles explica que funcionários do local fizeram sexo com os pacientes, e por isso o número de infectados disparou.

Os seguranças do hotel admitiram que, durante os 14 dias em que os pacientes estiveram hospedados nos quartos cinco estrelas do Stamford Plaza, eles fizeram sexo.

Segundo reportagem do Herald Sun, os 77 novos casos do novo coronavírus registrados na última quarta-feira (1º), foi o número mais alto contabilizado desde 31 de março. Para as autoridades, esse aumento tem relação com os episódios ocorridos no hotel. Em toda semana, 289 pessoas foram contaminadas com Covid-19.

Em comparação a diversos países, a Austrália é um exemplo no controle da pandemia: são 8 mil casos e 104 mortes. Porém, o caso de Melbourne alertou o estado de Victoria, onde fica a cidade, para a possibilidade de uma segunda onda do novo coronavírus que pode se espalhar pelo país.


Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (1º), o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo de Medeiros, declarou que o Brasil vive um platô na curva de mortes em função da covid-19, termo utilizado pelas autoridades de saúde quando há uma estabilização da evolução dos índices.

Quando consideradas as semanas epidemiológicas, desde a 22ª, a média semanal vem oscilando. Na 22ª foi de 6.821, na 23ª de 7.096, na 24ª de 6.790, na 25ª de 7.256 e na última, 26ª, baixou para 7.094.


Ao discursar na tribuna da Casa da Cidadania, durante a última sessão ordinária que antecede o recesso parlamentar, realizada nesta terça-feira (30), o vereador Edvaldo Lima (MDB) comunicou o encaminhamento de uma ação civil pública contra o governador da Bahia – Rui Costa (PT) – e o secretário da Saúde do Estado da Bahia – Fábio Vilas-Boas – por terem permitido a realização do Carnaval 2020 em meio à disseminação da Covid-19 por diversos países.

O vereador se mostrou completamente indignado com o crescente número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus e culpabilizou o Governo do Estado pela propagação da doença durante a realização do Carnaval de Salvador 2020. Neste sentido, Edvaldo Lima informou ter protocolado, na manhã de hoje, junto ao Ministério Público, uma ação civil pública para responsabilizar o Governo do Estado pela disseminação da doença.

E justificou: “no dia 04 de fevereiro o Ministério Público declarou a situação de emergência, orientando todos os governadores, inclusive o da Bahia, sobre a preocupação com a Covid-19. No dia 12 de fevereiro, este vereador fez um encaminhamento ao Ministério Público solicitando o cancelamento do Carnaval 2020, do qual, o governador da Bahia, juntamente com o secretário de Saúde tiveram conhecimento, mas, não tomaram nenhuma providência. Por isso, protocolei essa ação civil pública para que o Governador, Rui Costa, e o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, possam ser responsabilizados por todas as famílias que perderam seus entes queridos e que elas sejam indenizadas pela irresponsabilidade do governador e do secretário”, reivindicou o edil.


A vacina experimental contra o novo coronavírus produzida pela farmacêutica Pfizer, em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech, demonstrou bons resultados em testes com humanos. A vacina estimulou a resposta imune dos pacientes saudáveis, informou a Exame.

No entanto, a vacina também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas.

Em testes iniciais, a vacina foi capaz de gerar anticorpos contra a Covid-19 e alguns deles chegaram a neutralizar o vírus, o que pode significar que é capaz de parar o funcionamento dele. De acordo com a reportagem, ainda não se sabe se esse nível mais alto de anticorpos é realmente capaz de gerar imunidade à doença. A Pfizer irá conduzir novos estudos em breve para provar que quem tomou a vacina é 50% menos vulnerável ao vírus.


A campanha nacional de vacinação contra a gripe influenza foi prorrogada pela terceira vez em todo estado da Bahia, em função da baixa procura pelos grupos prioritários, e segue até o dia 24 de julho. Em Feira de Santana entre os dias 23 de março e 30 de junho foram imunizados 125.450 pessoas.

Outra novidade é que a vacinação seguirá em Feira de Santana para os grupos prioritários até o dia 10/07 e posterior a esta data, a partir do dia 13/07, a vacinação será estendida aos demais profissionais que oferecem serviços essenciais como: imprensa, profissionais da limpeza urbana, funcionários de mercado, lotéricas, telégrafos, correios, embasa e entre outros.

Para serem vacinados estes profissionais devem se dirigir a uma das 101 unidades básicas de saúde ou de saúde da família e apresentar comprovante de vínculo trabalhista ativo como carteira ou contrato de trabalho, bem como documento de identidade e caderneta de vacinação caso possua. A Prefeitura de Feira ressalta que as salas de vacina possuem horário especial devido acondicionamento e climatização das doses, encerrando o expediente cerca de 15 a 30 minutos antes do horário de fechamento da unidade.

A partir do dia 20/07 a campanha será aberta para toda a população, conforme estoque disponível na unidade de saúde.

Segundo o setor de imunização da Secretaria Municipal de Saúde a cobertura vacinal entre os grupos prioritários está em 35,52% entre as gestantes, 36,07% entre adultos de 55 a 59 anos de idade, 37,42% entre crianças de seis meses a menores de seis anos, 38,33% entre mulheres em período pós parto até 45 dias, 75,03% entre trabalhadores da saúde e 131,79% entre idosos, que ultrapassou a meta estabelecida de vacinar 90% em cada público alvo.

Outros grupos eleitos pelo Ministério da Saúde são: professores de escolas públicas e privadas, pessoas com deficiência, profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, povos indígenas, jovens ou adolescentes sob medidas socioeducativas entre 12 a 21 anos de idade.

A vacina contra a influenza visa reduzir complicações e internações decorrentes das infecções pelo vírus da influenza, que podem acarretar em uma sobrecarga no sistema de saúde devido a pandemia pelo novo coronavírus.

Pessoas com febre devem adiar a vacinação e pessoas com alergia a proteína do ovo, mesmo não havendo restrição, devem informar ao profissional de saúde.

A Prefeitura de Feira de Santana através da Secretaria de Saúde assegura o abastecimento das doses, conforme recebimento das remessas pelo Núcleo Regional de Saúde Centro Leste.


O número de casos do novo coronavírus no mundo chegou a 10,11milhões, após o registro de 96.286 novas infecções nas últimas 24 horas. O número representa uma redução acentuada nos contágios diários, informou nesta terça-feira (30) a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nos últimos dias, os casos confirmados por dia variaram de 130 mil a 160 mil, com um pico de 191 mil infecções em um único dia.

O banco de dados da OMS recebeu a confirmação de 502.278 mortes por Covid-19, o que significa 2.365 óbitos a mais do que no dia anterior.

Este é o menor número de mortes a nível mundial em semanas.

A tabela dos 12 países mais afetados do mundo permanece estável, com os Estados Unidos no topo, com mais de 2,54 milhões de casos, seguidos pelo Brasil, com 1,36 milhão.

Eles são seguidos, em ordem decrescente, pela Rússia, Índia, Reino Unido, Peru, Chile, Espanha, Itália, Irã, México e Paquistão.

*Com informações da agência EFE


O Hospital Inácia Pinto dos Santos, mais conhecido como Hospital da Mulher é destaque em todo estado com o primeiro lugar em antendimento no ano passado. Uma série histórica de internações e partos normais/cesárias, com 7.971 atendimentos, entre todos os estabelecimentos da rede pública da Bahia.

Esses números coloca o Hospital da Mulher como a Maternidade Referência no atendimento de parto humanizado e com assistência para 80 municípios pactuados. Em 2019 foram realizados 4.383 partos normais e 3.588 partos cesáreos. O destaque vai para o percentual de partos normais, que é de 54,99%, muito acima da média brasileira que é de 53,4%.

O prefeito Colbert Martins Filho, que é médico por formação, comemorou os dados e reafirmou o compromisso com a saúde pública do município. “Podemos ver os avanços nos atendimentos ofertados pelo Hospital da Mulher e os outros equipamentos para a população feirense. Essa é a forma do governo trabalhar. Investindo muito mais na saúde e mostrando as pessoas os avanços na assistência”, disse.

O prefeito lembrou que o Hospital da Mulher exerce uma grande importância para a população de vários municipios do estado. “Esses dados mostram o resultado dos investimentos feitos e que ainda serão, por que vai muito além do reforço no cuidado de gestantes e bebês de alto risco, prematuros extremos, do pré-natal ao parto. Somos um Complexo Materno Infantil referência em parto humanizado e todos os esforços serão feitos para melhorar a cada dia nossa oferta de serviços especializados”, ressalta Colbert.

Para a diretora-presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, a expectativa é de que em 2020 os números sejam maiores. “Com certeza o Complexo Materno Infantil do Hospital Mulher é uma referência. Vem apresentando resultados positivos, dado aos investimentos que fazemos todos os meses. A série histórica apresenta apenas os números referentes a partos, mas também somos referência no BLH – Banco de Leite Humano, Mãe Canguru e Casa da Puerpéra. A expectativa é que esse ano seja maior. De janeiro a maio já foram realizados 1.859 partos normais e 1.550 cesáreos”.

Mantido com 75% dos recursos do próprio município, o Hospital da Muçher vem ampliando seus serviços mensalmente, para atender a grande demanda que vem de outros municípios do estado.

PMFS*


Os descartes e acondicionamento do lixo domiciliar em tempo de pandemia devem receber atenção redobrada. Especialmente se algum dos moradores da casa estiver contaminado pela Covid-19 e se recuperando da doença. Os infectados passam a gerar lixo com potencial de transmissão da doença, visto que o vírus, a depender de qual a superfície, pode passar até nove dias ativo sobre ela.

Uma das orientações é como deve ser o descarte de máscaras de pessoas não infectadas no lixo comum – o correto é coloca-la dentro de um saquinho plástico, que aumenta a segurança de quem vai recolhê-la. Já as sacolas onde são colocados resíduos produzidos por infectados devem ser identificadas com a sua origem.

Assim, os garis tomarão maiores cuidados quando do seu recolhimento. A pessoa que está isolada deve recolher o lixo e colocar fora do quarto, para que seja recolhido e colocado em um saco maior. É uma medida preventiva. Assim, evita-se o contato direto com o primeiro recipiente.

Os resíduos produzidos em casa representam risco em toda a sua cadeia. Desde o seu manejo dentro das residências até quem os coletam. Na pandemia, devido ao isolamento, há um aumento do seu volume e na sua composição.


As restrições impostas mundialmente devido à pandemia do novo coronavírus alteraram não apenas a economia global, mas também o problema do tráfico e consumo de drogas. Felizmente, a diminuição de voos, menos pessoas em circulação e restrição de eventos auxiliam autoridades na apreensão de entorpecentes e criminosos.

As restrições aos deslocamentos e reuniões podem ter levado a uma queda momentânea no consumo, especialmente daquelas drogas que aparecem frequentemente em festivais de música ou casas noturnas.

Este é um dos aspectos principais do Relatório Mundial sobre Drogas, divulgado nesta quinta-feira (25), em Viena, na Áustria, pela Organização das Nações Unidas. Ele leva em consideração que há uma redução momentânea, mas alerta sobre o aumento gradual do consumo de drogas desde 2018.

– Há mais pessoas usando drogas, mais substâncias e mais tipos de narcóticos do que nunca – resumiu a diretora executiva do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, Ghada Waly.

O uso de medicamentos farmacêuticos, em alguns casos falsificados, para fins recreativos ou sem supervisão médica também está aumentando, algo que tem causado dezenas de milhares de mortes nos Estados Unidos nos últimos anos.

Pleno News*

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