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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o lançamento do Programa SOS de Ponta - Capacitação nas Urgências e Emergências do Brasil.
Foto: Marcelo Camargo

O Ministério da Saúde anunciou hoje (18) que investirá R$ 14 milhões na criação de 10 mil vagas para o Programa SOS de Ponta, visando a qualificação de profissionais da saúde para realizarem atendimentos de urgência e emergência em suas unidades de saúde.

“Vivemos hoje situação de emergência na saúde pública internacional. Nosso país teve mais de 600 mil óbitos decorrentes da covid 19. A grande lição dessa pandemia é o fortalecimento do sistema de saúde no Brasil”, disse o ministro Marcelo Queiroga durante a cerimônia de lançamento do Programa SOS de Ponta-Capacitação nas Urgências e Emergências do Brasil.

Segundo ele, o sistema de saúde tem, atualmente, “posição confortável” para atender aqueles que, com síndrome respiratória grave, necessitam de unidades de terapia intensiva (UTIs). “Hoje trazemos essa ação SOS de Ponta porque sabemos que, nas urgências e emergências, é que existe o risco maior de morte, e precisamos qualificar melhor aqueles que estão na ponta para atende a essas situações”, disse o ministro.

Médicos pelo Brasil
Queiroga antecipou que, até o final do ano, sua pasta lançará o Médicos pelo Brasil, programa que, segundo ele, “terá edital para a contratação dos médicos de uma maneira diferente da do passado, que inclusive traziam cidadãos de outros países, em regime muito impróprio para trabalhar em nosso país. Queremos mudar esse cenário”.

O ministro classificou como “ativo precioso” os profissionais da saúde que vêm atuando na linha de frente para o combate à pandemia, e reforçou a importância da relação de confiança entre médicos e pacientes. Segundo Queiroga, “telesaúde e e telemedicina nunca vão substituir, mas reforçar, as relações médico-paciente, ampliando acessos”.

*Agência Brasil


INTP, ESTJ, ESFP… O questionário que classifica pessoas em categorias demarcadas por quatro letrinhas é tratado como algo sacrossanto por departamentos de recursos humanos e parte dos psicólogos. Mas, afinal: ele funciona mesmo?

Ilustração das 8 letras que formam as 16 personalidades do teste Myers-Briggs: E, N, T, P, I, S, J e T.
 Henrique Petrus/Superinteressante

Ilustração Henrique Petrus Design Natalia Sayuri Lara

Carl Gustav Jung e Sigmund Freud eram grandes amigos no começo do século 20. Os pesos-pesados da psicologia moderna se conheceram pessoalmente em 1907, em Viena. O austríaco Freud, 19 anos mais velho, encantou-se com a genialidade do suíço Jung, que, aos 32, trabalhava como psiquiatra e professor universitário. 

Eles continuaram a se encontrar e a trocar centenas de cartas. Pelo trabalho de Jung, Freud o considerava seu sucessor na recém-criada psicanálise: ele seria o jedi; Jung, o padawan.

Mas não foi bem assim. Jung não concordava que as motivações da mente partiam da sexualidade, enquanto Freud (ateu convicto) se opôs completamente ao misticismo que há na psicologia de Jung. Essas divergências teóricas levaram, em 1912, a um rompimento digno de música sertaneja. O suíço passou os três anos seguintes na sofrência: recluso, sem ler, escrever ou dar aulas. 

Nesse período dark, Jung refletiu sobre a sua relação com Freud. E chegou a uma conclusão: as divergências rolaram porque os dois tinham personalidades diferentes. Concluiu que Freud era um extrovertido – alguém que se sente à vontade em uma multidão, e que prefere compartilhar com outras pessoas os seus problemas para resolvê-los; e que ele, Jung, seria introvertido – alguém que opta pelo mundo interior, que usa a solidão como combustível para recarregar as energias.

A relação extroversão versus introversão foi a base para o livro Tipos Psicológicos (1921). Ali, Jung destrincha essa e outras duas supostas duplinhas de tipos funcionais da nossa personalidade: sensação  x  intuição (relacionadas à maneira como percebemos e buscamos informações); sentimento  x  pensamento (a base para as tomadas de decisão). 

Do outro lado do Atlântico, a americana Katharine Briggs se encantou pelo livro de Jung e passou anos estudando formas de aperfeiçoar a teoria do suíço, e de torná-la mais acessível. Mesmo sem formação em psicologia, ela criou (com a ajuda da filha, Isabel Briggs Myers) um questionário de personalidade para ajudar as pessoas no trabalho e na vida de modo geral.

Nascia ali o Myers-Briggs Type Indicator (MBTI). Registrado em 1943, ele fornece 16 tipos de personalidade. Cada uma mistura quatro letrinhas, com base em quatro eixos: introversão (I) e extroversão (E), sensação (S) e intuição (N), pensamento (T) e sentimento (F), julgamento (J) e percepção (P). Este último par foi uma adição de Myers e Briggs à teoria junguiana e tem a ver com o modo que levamos a vida (se é num estilo mais regrado ou mais espontâneo, respectivamente).

No fim, você ganha um conjunto de quatro letras que supostamente descreve sua personalidade. Você pode terminar “diagnosticado” como ESFJ (extrovertido, sensorial, sentimental, regrado), INTP (introvertido, intuitivo, racional, espontâneo) ou qualquer outra das 16 combinações possíveis.

No final da Segunda Guerra, a família Briggs conseguiu que o MBTI fosse aplicado em agentes do Escritório de Serviços Estratégicos dos EUA, que antecedeu a CIA. Em 1975, Mary McCaulley, professora de psicologia da Universidade da Flórida, juntou-se a Isabel (Katharine morreu em 1968) e ajudou a popularizar o teste em empresas e instituições.

Hoje, existem mais de 2 mil testes de personalidade – uma indústria que pode valer US$ 500 milhões (há quem estime US$ 2 bilhões). Motivo não falta. “Os seres humanos gostam de obter informações sobre si mesmos”, diz Gabriel Gaudencio Rego, membro do Laboratório de Neurociência Cognitiva e Social do Mackenzie. “Quando um teste nos coloca um rótulo de algum jeito, sentimos que nos conhecemos um pouco melhor.”

O MBTI segue como um dos testes mais populares: traduzido para 29 idiomas, cerca de 2 milhões de pessoas realizam, todos os anos, a versão oficial do questionário – é preciso pagar por isso. Ele é usado, sobretudo, por departamentos de recursos humanos, inclusive em 88% das empresas do S&P 500, o clube das companhias mais valiosas dos EUA.

Tudo isso sem que dê para saber ao certo se funciona mesmo. Mas, calma, já discutiremos isso. Primeiro, vamos entender como ele funciona.

O provão

Desde a sua primeira versão, o MBTI já passou por várias atualizações, nomeadas por letras. A mais usada hoje é a M, que tem 93 questões. Mas há outras mais extensas (como a Q, com 144 perguntas). Quanto mais longo o questionário, mais detalhado será o resultado final.

Há dois tipos de questões no MBTI – sempre com apenas duas alternativas de resposta. O primeiro tipo pergunta como você normalmente agiria ou se sentiria em determinada situação (uma festa com muita gente, um prazo apertado no trabalho, um fim de semana todo planejado). Já o segundo é mais direto: entre duas palavras (“abstrato” ou “concreto”, “fazer” ou “criar”), você deve escolher apenas uma.

Devo confessar que é um tanto cansativo completar o teste (fiz o de 144 questões). Certas perguntas soam parecidas, e várias palavras se repetem. E às vezes fica difícil se ater às alternativas que o teste dá. Na questão “O que te dá mais energia? Ficar sozinho ou em grupo?”, parece faltar a terceira via: um sonoro “depende”.

Mas há uma razão para essa estrutura polarizada. “Em testes do tipo, nós temos o impulso de tentar controlar o resultado, então algumas questões são placebo – estão ali só para confundir”, explica a psicóloga Tania Casado, diretora do Escritório de Desenvolvimento de Carreiras da USP (ECar). Nos anos 1980, ela foi uma das primeiras a estudar o Myers-Briggs no Brasil. “A versão F do MBTI, por exemplo, tem 166 perguntas, mas só 90 são levadas em conta.”

Ao final do teste, eu recebo o meu resultado (deu ESFJ), além de uma extensa explicação sobre os quatro elementos (e seus opostos). O MBTI é cuidadoso: ele diz que essas não são características definitivas, mas sim as que, provavelmente, aparecem com mais frequência na sua vida.

Há outros cuidados, como reforçar o tempo todo que não há personalidades “certas” e “erradas” – todos os elementos seriam igualmente valiosos. Durante a explicação, o MBTI se preocupa também em esclarecer algumas concepções equivocadas, como dizer que pessoas espontâneas não podem ser organizadas, ou que introvertidos não conseguem assumir cargos de liderança.

Toda essa experiência tem um preço: US$ 50 – mais de R$ 270. Salgado. Não à toa, a versão mais famosa do MBTI, na verdade, não é o MBTI, mas sim o 16Personalities, um teste rápido, disponível na internet – e gratuito.

O 16Personalities tem 60 questões e leva poucos minutos para ser feito. Ao contrário do MBTI, as respostas para perguntas de situação estão em uma escala (de “concordo totalmente” a “discordo totalmente”). E, sim, dá para ficar no meio do muro – um alívio para os indecisos.

Depois da experiência com o MBTI oficial, você percebe que o 16Personalities talvez seja menos completo – e preciso. Mas é divertido: cada personalidade possui a sua respectiva cor e personagem (ENFJs são “Protagonistas”, ISFJs são “Defensores”, ENTPs são “Inovadores”). Junto ao relatório final, o teste mostra celebridades e figuras históricas que, de acordo com os organizadores do teste, carregariam uma sigla igual à sua. Puro chute, claro. Meu teste deu que estou no mesmo clube da Beyoncé, da Rainha Elizabeth e do Vin Diesel. 

Em suma, não passa de diversão. Para evitar processos, o 16Personalities não menciona em nenhum momento o MBTI nem a família Briggs. 

Quem quiser aplicar o MBTI para valer não pode colocar o teste na internet, já que é preciso pagar direitos autorais à família Briggs. No Brasil, o único autorizado a traduzir e vender o teste é a consultoria Fellipelli, que começou a aplicá-lo por aqui em 1996. 

“Foi feita toda uma validação, sobretudo com a tradução, para ver se o conteúdo estava de acordo com a realidade sociocultural brasileira”, conta a psicóloga Adriana Fellipelli. É como um trabalho de dublagem: às vezes, é mais negócio mudar a piada (em vez de traduzi-la ao pé da letra) para preservar o sentido original. A Fellipelli também capacita consultores, que podem aplicar e explicar os resultados do MBTI em empresas, escolas e consultórios. Não é preciso ser psicólogo para obter essa certificação.

Testando os testes

Um hemograma não tem erro. A agulha entra, o sangue sai e, em poucos dias, você descobre se o seu colesterol está alto ou baixo. Avaliações psicológicas, contudo, são mais complicadas. Afinal, como medir precisamente conceitos abstratos como felicidade, criatividade – ou, nesse caso, personalidade?

O campo que se encarrega disso é a psicometria, que usa a estatística para tentar compreender o nosso funcionamento psicológico. E pode acreditar: construir um teste leva bastante tempo.

Primeiro, deve-se partir de alguma teoria relativamente consagrada; no caso do MBTI, a junguiana. Depois, é preciso aplicá-lo em diversas pessoas, para criar uma base de dados consistente. Isso será vital para a fase de validação, que acontece em duas etapas. A primeira é a de conteúdo: avaliar se o teste mede, de fato, o que ele se propõe a medir; por exemplo: se um paciente que diversos profissionais descrevem como “extrovertido” obtém de forma consistente “introvertido” como resultado do teste, talvez seja preciso recalibrá-lo. 

A segunda parte analisa se é possível fazer alguma inferência ao resultado do teste – no caso do MBTI, contextualizar as quatro letrinhas que você recebeu. “Essa é uma etapa importante. Imagine receber uma pontuação em um questionário que mede ansiedade, mas não saber se você está acima ou abaixo da média”, esclarece Josemberg Andrade, membro da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica (CCAP), grupo criado em 2003 pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).

O CCAP é o órgão responsável por aprovar testes do tipo no Brasil. Uma equipe de especialistas, escolhida por edital público, analisa se eles atendem aos critérios científicos mínimos de precisão. A aprovação vale por 20 anos.

Tudo fica registrado no site do Satepsi (Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos), que mantém duas listas: testes favoráveis e não favoráveis para o uso de psicólogos. Em 2008, ele foi reprovado por falta de dados estatísticos suficientes. Em 2013, a Fellipelli realizou uma nova submissão – e o teste foi aprovado.

Mas e aí? O MBTI funciona mesmo?

Pontos fracos

Faz décadas que se questiona a eficácia do MBTI. Entre os anos 1970 e 1980, estudos analisaram voluntários que se submeteram ao teste. Cinco semanas depois, eles refizeram o questionário – o resultado foi diferente em 50% dos casos (em seu site oficial, o MBTI argumenta que essas pesquisas dizem respeito a uma versão antiga do teste, que não é mais usada). Por essas, a Associação Americana de Psicologia destaca que o MBTI tem pouca credibilidade entre psicólogos e pesquisadores.

Eu mesmo fiz dois testes MBTI, a versão em português e a em inglês. E obtive duas personalidades diferentes (ENFJ e ESFJ). Normal. Como dissemos aqui, há diferenças entre os dois, e o em português seria mais adequado para quem vive no Brasil. Mas a coisa complica quando leio a descrição dos dois tipos e, bingo, me identifico (em algum nível) com ambos. Isso também aconteceu com o meu resultado no 16Personalities (ISFJ). 

Uma possível explicação para isso está no Efeito Forer, que acontece quando nos identificamos com descrições vagas e gerais, que poderiam ser aplicadas a qualquer pessoa – o segredo do sucesso do horóscopo.

Isso não quer dizer que o MBTI seja pseudociência. Significa que a psicologia não é uma ciência exata. “Nenhum instrumento psicológico é capaz de descrever o todo de uma pessoa”, ressalta Andrés Antúnez, professor do departamento de psicologia clínica da USP. “Cada teste se baseia em uma das diversas teorias da psicologia – e nenhuma delas é dona da verdade.”

Ilustração de uma pessoa com várias facetas diferentes.
Henrique Petrus/Superinteressante

Conhece-te a ti mesmo

Em 2017, a Universidade de Oklahoma revisou uma série de estudos sobre o MBTI (a maioria conduzida em estudantes de idade universitária) e concluiu que os resultados referentes às duplas introversão/extroversão, sensação/intuição e pensamento/sentimento apresentaram 75% de confiabilidade (considerado satisfatório). Já o eixo julgamento/percepção, justamente o criado pela família Briggs, alcançou só 61%.

Décadas de discussão sobre a sua eficácia tornaram o MBTI cauteloso. Hoje, o teste é apresentado, sobretudo, como uma ferramenta de desenvolvimento pessoal – a Myers-Briggs Company, empresa que administra o teste, desaconselha que ele seja usado como um funil para selecionar, contratar (e demitir) funcionários.

Ao descrever os tipos psicológicos, Carl Jung defendeu que a plenitude da vida não se resumia a simples dicotomias, mas sim em balancear os traços. Extrovertidos podem tirar proveito de momentos de introversão e vice-versa. Para Jung, é indispensável aprender a dominar a sombra – o lado reprimido da nossa personalidade.

Ou seja: o MBTI, aplicado sob orientação de um bom profissional, pode ser um bom ponto de partida para o autoconhecimento. Só não pode ser a linha de chegada. 

Informações Super Interessante


Apenas 7% da população africana teve acesso à primeira dose de imunizantes

Tedros Adhanom Foto: EFE/ Salvatore Di Nolfi

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, classificou como “imoral” a distribuição de doses de reforço das vacinas contra a Covid-19 em alguns países, enquanto os imunizantes sequer chegaram para todo o continente africano.

– O uso crescente de reforços é imoral, desigual e injusto e tem que parar. Começar reforços agora é realmente o pior que podemos fazer como comunidade global. É injusto e também cruel porque não vamos parar a pandemia ignorando um continente inteiro, um continente que não tem nenhuma capacidade de fabricação de outros meios – disse ele, em entrevista à CNN nesta terça-feira (12).

A recomendação da entidade é que haja dose adicional para pessoas imunocomprometidas, mas é contrária à aplicação generalizada do reforço até que a primeira dose se torne mais acessível a outros países.

Tedros apontou que, enquanto a América do Sul, a do Norte, a Europa, a Ásia e a Oceania já garantiram a primeira dose a mais da metade de suas populações, na África apenas 7% das pessoas tiveram acesso à primeira dose.

Informações Pleno News


Especialistas dão dicas de como aumentar naturalmente produção de testosterona
Foto: Reprodução / IStok

Com o passar do tempo, é comum haver uma baixa de testosterona no organismo. De maneira errada, muita gente associa a testosterona apenas aos homens. De acordo com o endocrinologista, Luís Bianchi, o hormônio, também é importante para as mulheres, estando diretamente ligado à produção de massa muscular, manutenção do desejo sexual e regulação do humor.

Conforme publicou o Portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a quantidade de testosterona no corpo é medida em exames de sangue. De acordo com o nutricionista Paulo Mendes, apesar de um consenso sobre os níveis ideais ainda não ter sido estabelecido, os parâmetros mais comum de equilíbrio são 300 nanogramas de testosterona por decilitro de sangue para homens e entre 50 e 80 nanogramas para as mulheres.

O nutricionista Paulo Mendes afirma que, por conta do estilo de vida moderno, é mais comum apresentar menos testosterona do que o ideal. O sedentarismo e uma alimentação que não faz o aporte necessário de os nutrientes estariam por trás do problema.

Há condições de saúde pré-existentes que impactam na produção de testosterona. A obesidade, por exemplo, seria uma delas. Caso você esteja apresentando déficit na produção deste hormônio, Mendes sugere a adoção de hábitos mais saudáveis para tentar regulá-lo antes de partir para a reposição hormomal. Veja 8 dicas separadas por ele:

Pratique atividade física – Segundo o nutricionista, manter o corpo em movimento aumenta os estímulos energeticamente positivos no organismo. Os treinos de força, como o funcional, a musculação e o crossfit, aumentam a produção de testosterona. Já os exercícios aeróbicos, diminuem. O importante é manter o equilíbrio entre os dois tipos de treino;

Tenha boas noites de sono – Mendes explica que dormir bem é fundamental, pois garante o bom funcionamento do organismo. Segundo o especialista, pessoas que têm privações de sono por 3 horas diminuem em até 20% sua produção de testosterona;

Medite – De acordo com o nutricionista, a prática meditativa melhora o funcionamento das regiões do cérebro e, consequentemente, diminui o estresse. O controle do estresse colabora para a regulação da produção de testosterona;

Evite dietas muito restritivas – Mendes explica que restrições calóricas e dietas com baixo teor de carboidratos durante muito tempo também reduzem os níveis de testosterona. Se sua necessidade for aumentar a produção do hormônio, evite fazer dietas low carb e a cetogênica por muito tempo;

Aumente a vitamina D – A vitamina D é importante para a produção de testosterona. Para aumentá-la, basta tomar sol de maneira frequente;

Mantenha um peso saudável – De acordo com Mendes, o sobrepeso e a obesidade reduzem os níveis de testosterona, pois aumentam a quantidade de gordura na região das vísceras. Com isso, a testosterona é convertida em estradiol, aumentando a incidência de disfunção erétil e a perda da libido;

Evite fumar – O tabagismo suprime a produção de testosterona;

Cuidado com os anticoncepcionais – Paulo Mendes sugere que as mulheres com o hormônio em baixa evitem o uso de anticoncepcionais de uso oral, pois eles diminuem a quantidade de testosterona que circula no corpo. Segundo o especialista, com isso, há redução na libido, piora do sono e alteração do fluxo menstrual.

*Bahia Notícias


Seis dias sem mortes por Covid-19 em Feira de Santana

Pela primeira vez desde o início da epidemia, Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19 nos últimos seis dias. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ressalta que a inclusão dos registros de óbito é feita quando a ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
O informativo também indica que o município manteve a marca de 47.648 curados da doença, índice que representa 94,1% dos casos confirmados. Enquanto isso, nesta segunda-feira (11), apenas quatro casos foram positivos e três negativos.
Os resultados de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 05 de setembro e 08 de outubro que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 21 pacientes internados no município.

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA
11 de outubro de 2021

Casos confirmados no dia: 4
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 3
Total de pacientes hospitalizados no município: 21
Óbito comunicado no dia: 0

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 164 (Dados da Sesab)
Total de casos confirmados no município: 50.617 (Período de 06 de março de 2020 a 11 de outubro 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.954
Total de recuperados no município: 47.648
Total de exames negativos: 75.246 (Período de 06 de março de 2020 a 11 de outubro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 44
Total de óbitos: 994

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 26.080 (Período de 06 de março de 2020 a 11 de outubro de 2021)
Resultado positivo: 5.041 (Período de 06 de março de 2020 a 11 de outubro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 3
Resultado negativo: 21.039 (Período de 06 de março de 2020 a 11 de outubro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


Foto: Thiago Paixão

Campanha de Multivacinação foi iniciada na última sexta-feira, 1º, e segue até o dia 21 em Feira de Santana, com aplicação das vacinas contra hepatite, sarampo, coqueluche, meningite, febre amarela, difteria e tétano para menores de 15 anos (14 anos 11 meses e 29 dias). A imunização pode ser feita nas unidades municipais de saúde de segunda a sexta-feira.

Para ser vacinado é necessário apresentar o documento de identidade, cartão do SUS e a caderneta de vacinação – a ausência desses documentos não impede a vacinação. Vale destacar que as crianças e adolescentes devem estar acompanhadas de um adulto responsável.

Manter a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes em dia é uma responsabilidade dos pais ou responsáveis. Como estratégia para promover o acesso à vacinação daqueles que não puderem levar os menores durante a semana, a Secretaria Municipal de Saúde vai realizar o dia D de mobilização no próximo dia 16. Serão 103 unidades de saúde funcionando no sábado, das 8h às 17h, tanto na zona urbana quanto rural.

Essa ação visa oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis.

“Isso contribui para o controle, eliminação e erradicação dessas doenças”, destaca a diretora do Departamento de Gestão da Rede Própria, Joana Queiroz.

O Ministério da Saúde (MS) destaca a necessidade de vacinar o maior número possível de crianças e adolescentes, adotando-se todas as medidas de proteção amplamente divulgadas contra a Covid-19, para diminuir o risco de contágio da doença tanto entre os trabalhadores da saúde e a população.

Secom


Foto: Reprodução

A Prevent Senior vai encaminhar ao Conselho Regional de Medicina de SP (Cremesp) documentos que provam que médicos que hoje a denunciam receitaram hidroxicloroquina para eles próprios e para seus familiares.

A operadora quer demonstrar, com isso, que é falsa a afirmação de que eles eram pressionados a receitar o kit covid, um pacote de remédios ineficazes contra a Covid-19.

Além de hidroxicloroquina, o kit continha ivermectina, azitromicina e vitaminas.

Pelo menos dois médicos que já se expuseram para fazer as denúncias estão no dossiê da Prevent Senior: George Joppert e Walter Correa.

Questionados pela Folha, os dois se negaram a esclarecer, num primeiro momento, se tinham ou não receitado o medicamento para eles mesmos e para seus familiares.

“Isso é uma arapuca”, respondeu Walter Correa à coluna. Ele afirmou, no entanto, que teve Covid-19, mas nunca tomou hidroxicloroquina. “Vou tomar isso?”, disse.

Já a advogada dos médicos, Bruna Morato, confirmou a informação de que os médicos receitaram o medicamento para eles mesmos e para seus parentes. “É verdade”, afirmou ela.

Bruna Morato afirma que a informação “só comprova” que a Prevent Senior pressionava os profissionais a indicarem o kit covid aos pacientes. “A Prevent está me fazendo um favor gigante”, afirma.

Segundo a advogada, todos os médicos da operadora e seus familiares eram segurados da Prevent Senior.

Sempre que algum deles tinha algum sintoma que poderia indicar infecção pelo novo coronavírus, tinham que retirar medicamentos do kit covid.

“Eles eram obrigados a prescrever não apenas para os pacientes gerais da operadora, mas também para eles mesmos e para os familiares”, diz ela.

Bruna Morato afirma que isso ocorria “quando eles apresentavam qualquer sintoma, mesmo que fosse apenas dor de cabeça, uma febre ou qualquer outro sintoma gripal”.

A advogada diz que isso era admissível no começo da epidemia, quando não havia ainda comprovação de que o kit covid não funcionava. Mas que a ineficácia foi comprovada, e mesmo assim a Prevent seguiu pressionando para que o kit fosse entregue aos pacientes.

No domingo (3), os médicos George Joppert, Walter Correa e Andressa Joppert mostraram o rosto pela primeira vez, numa entrevista ao “Fantástico”, da TV Globo.

Eles repetiram ao programa que eram pressionados a receitar o kit covid. Segundo Correa, a intenção deles é “expor a fraude do tratamento precoce, a fraude do suposto sucesso de gestão” da Prevent na crise.

Mônica Bergamo/Folhapress

Informações Política Livre


Foto: Fátima Brandão

A Fundação Hospitalar de Feira de Santana abrirá nesta segunda-feira, 4, no Centro Municipal de Prevenção ao Câncer Romilda Maltez (CMPC), das 8h às 13h, a programação alusiva ao Outubro Rosa, mês de prevenção ao câncer de mama. Neste dia, as mulheres serão orientadas sobre os serviços ofertados no período e como poderão agendá-los.

Até o dia 15, elas vão participar de palestras, dinâmicas e oficinas sobre o autocuidado. Também poderão marcar exames, como o preventivo, ultrassom mamária, mamografia e ultrassom transvaginal, através do número (75) 3602- 7340 ou no email: outubrorosa@fhfs.ba.gob.br.

O Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI) também estará com ações voltadas à prevenção do câncer de mama, entre os dias 4 e 29 de outubro. Durante esse período vai disponibilizar a mamografia digital [previamente agendada] às mulheres com recomendação médica.

A presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, informa ainda que o Hospital Inácia Pinto dos Santos, o Hospital Mulher, estará implantando o contraceptivo intrauterino – DIU – em pessoas pré-selecionadas pela Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia da UEFS em parceria com a FHFS, nos dias 2 e 9.

“Esse é um mês para chamar a atenção das mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, bem como alertá-las da necessidade de promover a sua saúde, combatendo outras doenças”, afirma a presidente da FHFS ressaltando que as ações do Outubro Rosa serão ampliadas às mulheres que residem na zona rural.

Secom


Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

O Ministério da Saúde informou que recebeu mais 2 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. O carregamento desembarcou neste domingo no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Segundo a pasta, das mais de 287 milhões de doses distribuídas aos estados, 75,9 milhões são da Pfizer.

De acordo com o vacinômetro do ministério, 229 milhões de doses foram aplicadas em todo o país, sendo que 143,9 milhões foram destinadas para aplicação da primeira dose e 85,2 milhões são de segunda dose ou única.

Na sexta-feira (24), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), entregou mais de 2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 ao Ministério da Saúde, somando o total de 4,5 milhões de doses entregues na semana.

Com o novo lote, a fundação alcança aproximadamente 101 milhões de vacinas disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O número foi alcançado em apenas oito meses.

Os recursos investidos na aquisição de doses de vacinas já somam R$ 188 bilhões, segundo o ministério.

Informações: Metro1


Os idosos acima de 70 anos, cuja aplicação da segunda dose contra Covid tenha completado seis meses, poderão ser vacinados com a terceira dose até as 17h, na UniFTC. O horário foi estendido pela Prefeitura de Feira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, para facilitar o acesso à vacina. No local, o movimento é tranquilo e sem filas.

Para receber o imunizante é necessário apresentar a caderneta de vacinação confirmando o recebimento das duas doses da vacina, RG, CPF e comprovante de residência

Secom

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