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O vereador Ronaldo Caribé (MDB) promoveu na tarde desta quinta-feira (18), uma reunião por videoconferência com representantes do residencial Solar da Princesa, da Construtora Atrium, da Caixa Econômica Federal e da prefeitura de Feira de Santana para discutir melhorias no calçamento do residencial.

Durante a reunião, os representantes dos órgãos presentes se comprometeram a realizar uma nova visita técnica na localidade para que na próxima reunião, prevista para a semana seguinte, possa dar uma resposta concreta para a comunidade local.

O vereador pediu agilidade no assunto e reafirmou o compromisso de estar defendendo os interesses do seu povo.

“Estou trabalhando para dar uma resposta positiva acerca desse problema, que tanto tem incomodado os moradores da região. Não vou descansar até ver esse problema resolvido”, afirma o vereador.

Com informações da Assessoria de Comunicação


A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 18, mais uma etapa da Operação Sem Limites, que integra da 71ª fase da Operação Lava Jato, que mira na área de ‘trading’ (comércio de petróleo, óleos combustíveis e derivados) de empresa estatal do ramo da exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e derivados.

São 14 ordens judiciais, 12 mandados de busca e apreensão e dois ofícios para obtenção de dados telemáticos. Também foram expedidas ordens para bloqueio de valores até o limite dos prejuízos identificados até o momento, cerca de R$ 17 milhões.

As ordens judiciais foram expedidas pela 13ª Vara Federal da Justiça Federal em Curitiba/PR, e os mandados estão sendo cumpridos, todos, no estado do Rio de Janeiro.

Após análise de materiais apreendidos na 57ª Fase, Operação Sem Limites, deflagrada em dezembro de 2018, foram identificados novos indivíduos que auxiliavam e integravam a organização criminosa, estruturada no sentido de lesar a empresa mencionada, especialmente em sua área de trading, onde são realizados negócios de compra e venda de petróleo, óleos combustíveis e derivados, dentre outros, junto a empresas estrangeiras e que são destinadas às atividades comerciais da estatal.

A PF conseguiu identificar titulares de contas no exterior em nome de empresas offshores, e por meio delas, profissionais do mercado paralelo de câmbio realizavam transferências bancárias internacionais para a realização de “dólar-cabo”.

Rotativo News/informações A Tarde

Foto: divulgação PF


Nesta desta quarta-feira (17), a Polícia Civil e Ministério Público (MP) do RJ prenderam Carlos Frederico Verçosa Duboc, superintendente de Orçamento e Finanças da Secretaria Estadual de Saúde em mais uma fase da Operação Mercadores do Caos, que investiga suposta fraude na compra de respiradores pelo estado para o combate à Covid-19.

Os equipamentos foram comprados em caráter emergencial e, segundo o MP, jamais foram entregues.

Duboc foi preso em casa, em Pendotiba, Niterói. Informações dão conta de que ele foi acordado pelos policiais.

Além da prisão de Duboc, os agentes saíram para cumprir ainda quatro mandados de busca e apreensão no Rio e outros cinco em Brasília, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada do Rio de Janeiro.

De acordo com o Ministério Público, o esquema fraudulento “desviou mais de R$ 18 milhões do Erário do Rio de Janeiro”.

Rotativo News/informações G1
Foto: reprodução TV Globo


O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem (15) que a análise pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de um processo que pode levar à cassação da chapa presidencial é “começar a esticar a corda”.

Em entrevista à BandNews, o presidente ressaltou que o processo já deveria ter sido arquivado e que o julgamento é “inadmissível” e alimenta uma crise política “que não existe”.

Em entrevista à revista Veja, na semana passada, o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, descartou a possibilidade de uma intervenção militar no país, mas ele alertou os partidos de oposição que não estiquem a corda.

Na entrevista à BandNews, o presidente reafirmou que não existe risco de intervenção militar e que é “digno de pena” que alguém levante uma faixa em um protesto a favor da reedição de um AI-5. Segundo ele, o Supremo Tribunal Federal (STF) não precisava ter delimitado a interpretação sobre a atuação das Forças Armadas.

O presidente disse que as Forças Armadas são os verdadeiros responsáveis pela democracia no país e que jamais cumpririam ordens absurdas. Ele ponderou, contudo, que a cúpula militar jamais aceitaria “um julgamento político para destituir um presidente democraticamente eleito”.​

O tom adotado pelo presidente é semelhante ao de nota divulgada por ele na sexta-feira (12). Como resposta a Fux, ele afirmou que as Forças Armadas não aceitam tentativas de tomada de poder decorrentes de “julgamentos políticos”.​

Na entrevista, o presidente disse ainda que há uma “brutal interferência” do STF no Poder Executivo, referindo-se à suspensão da nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal. Ele ressaltou que está sendo “paciente ” e “complacente” demais.

*Folhapress


Militares da Força Aérea Brasileira (FAB) entraram de vez na crise entre o Executivo e o Supremo Tribunal Federal (STF) e enviaram um manifesto crítico ao ministro Celso de Mello, relator do inquérito que apura se o presidente Jair Bolsonaro interferiu politicamente na Polícia Federal, como acusa o ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

O documento conta com a anuência de oficiais do alto escalão das demais forças militares e foi enviado ao ministro no sábado (13/6), segundo revelou o jornal O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira (15/6).

O texto, ao mesmo tempo em que exalta as qualidades de militares, faz críticas ao poder Judiciário, mencionando, por exemplo, ações baseadas em subjetividade e uso de “palavreado enfadonho”. “Nenhum Militar galga todos os postos da carreira, porque fez uso de um palavreado enfadonho, supérfluo, verboso, ardiloso, como um bolodório de doutor de faculdade”, diz um dos trechos.

Em outro momento, o texto faz uma referênca mais direta a Celso de Mello, como na parte em que se lê: “Nenhum Militar, quando lhe é exigido decidir matéria relevante, o faz de tal modo que mereça ser chamado, por quem o indicou, de general de merda”. O trecho parece fazer menção ao episódio em que a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) chamou o ministro de “juiz de merda”, após de tornar alvo de operação da PF que investiga fake news.


Conforme Portaria assinada pelo presidente interino do Legislativo, vereador Alberto Nery, entre os dias 16 e 30 de junho, a Câmara Municipal de Feira de Santana realizará as sessões ordinárias de forma virtual por meio de videoconferências no Google Meet. Considerando o grande aumento de casos da Covid-19 no município, a medida visa reduzir a possibilidade de contágio e salvaguardar a saúde dos funcionários, servidores e vereadores.

Estarão presentes no plenário, o presidente interino da Câmara, o 2º vice-presidente – vereador Marcos Lima – e o 1º secretário da Casa – Cadmiel Pereira. A população pode acompanhar as sessões pela transmissão ao vivo, realizada pela TV Câmara ou buscar pelo canal do Youtube: “Ascom Câmara Feira”.

Rotativo News/Ascom
Foto: reprodução


Sob gritos de “fora, Bolsonaro” e com a presença da presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), o ato contra o presidente começou a se deslocar pela avenida Paulista (SP) por volta das 15h de ontem (14).

O protesto teve início no Masp. Após o Ministério Público acordar um revezamento da av. Paulista entre manifestantes pró e contra Bolsonaro, ficou acertado que o local seria exclusivo dos movimentos de oposição – como foi exclusivo dos apoiadores no domingo passado.

Os apoiadores do presidente realizaram o ato no na região central da capital, com carros de som com bandeiras do Brasil e mensagens contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

A manifestação na Paulista, porém, teve público menor do que o visto no Largo da Batata, o que contribuiu para maior distanciando entre os presentes. Ainda assim, houve aglomerações e desrespeito às medidas sanitárias contra o coronavírus.

Com o clima frio e chuvoso, o protesto reuniu movimentos negros, torcidas organizadas, movimentos feministas, a Frente Povo sem Medo, a Central de Movimentos Popular e partidos de esquerda, como PSTU e PCO.

As faixas e cartazes protestavam contra o racismo, o fascismo e o governo Bolsonaro. Uma faixa de cem metros verde e amarela estampava “Fora, Bolsonaro. Sua gripezinha já matou 40 mil”.

Praticamente todos os manifestantes usavam máscara. Houve gritos de “Bolsonaro vai tomar no c.” e “miliciano vai pra casa do c.”. O movimento Somos Democracia, de torcidas organizadas, soltou gás colorido azul e amarelo.

Gleisi e Guilherme Boulos (PSOL) participaram do ato afirmando que quiseram comparecer à manifestação para conversar com as pessoas, ver a mobilização e resgatar a luta pela democracia e resistência. Ela afirmou que o PT apoia os atos de rua, mas ressaltou que cuidados devem ser tomados, como o uso da máscara.

A cobertura da GloboNews sobre os atos contra o presidente Jair Bolsonaro causaram polêmica. Isto porque a emissora classificou como “ato em defesa da democracia”, uma manifestação que pedia, entre outras coisas uma “revolução e ditadura proletárias”.

Embora gritassem palavras de ordem a favor da democracia e dos trabalhadores, eram visíveis os bandeirões vermelhos que traziam pedidos por “revoluções”.

Folhapress*


Rotativo News

A exoneração de Carlos Geilson (Podemos) do cargo de ouvidor geral do Estado foi publicada na edição do dia 3 de junho de 2020 do Diário Oficial. Ele é pré-candidato a prefeito da cidade de Feira de Santana. No lugar de Geilson assume Valdenor Pereira Cardoso.

Nove dias após a sua exoneração, em entrevista ao programa Rotativo News (Sociedade Fm 102.1), o radialista revelou que a sua rápida passagem por 12 meses no cargo estadual concedida pelo governador Rui Costa foi uma grande oportunidade de aprendizado.

“Fui para a Ouvidoria como um estágio. Ganhei mais do que perdi. Um amadurecimento”, disse.

Ele disputará a prefeitura da segunda maior cidade da Bahia contra o atual gestor do município, Colbert Martins (MDB), o deputado federal Zé Neto (PT), além do deputado estadual Targino Machado (DEM). Na oportunidade, ele projetou a provável situação da política municipal em 2020 em um cenário que permita maior governabilidade aos gestores.

“O prefeito eleito de Feira de Santana terá grande dificuldade de governar a partir do próximo ano. Quem quer que seja terá que ter um íntimo diálogo com os governos estadual e federal”, comentou.

Questionado sobre a sua relação com o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho, Geílson disse que “existe um respeito mútuo. Nunca faltou, de forma recíproca, o respeito (…) Quem não gostaria de ter o apoio de José Ronaldo em Feira? eu gostaria sim de ter este apoio tão importante e fundamental que todos querem”, entregou o ex-ouvidor geral do Estado.


O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, polemizou nas redes sociais na tarde desta quinta-feira (11) ao provocar o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o procurador da República e coordenador da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol. Momentos depois, o ex-ministro resolveu responder na sua rede social.

Em sua conta no Twitter, Lula chamou Moro e Dellagnol de “canalhas” e disse que queria debater com ambos para “mostrar o que eles fizeram ao país”.

Eu tô provocando o Moro e o Dallagnol pra debater comigo, ao vivo. Se a Globo quiser fazer, eu topo. Porque é preciso desmascarar esses canalhas e mostrar o que eles fizeram ao país.

Sérgio Moro respondeu dizendo que não debate “com condenados por corrupção presos ou soltos” e que “algumas pessoas só merecem ser ignoradas”.


Como já era esperado, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por 69 a 0, em sessão virtual nesta quarta-feira, 10, o procedimento de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). O presidente da Casa, André Ceciliano (PT), poderia decidir pela continuidade ou não monocraticamente, mas preferiu encaminhar o caso ao plenário. Parlamentares presos na Furna da Onça, que, recentemente, retomaram os mandatos, foram a favor do afastamento de Witzel. A atual gestão estadual foi alvo de três operações contra corrupção: Mercadores do Caos, Favorito e Placebo, todas apuram irregularidades em contratos sem licitação. Witzel e a primeira-dama, Helena, são investigados pela Procuradoria-Geral da república (PGR). Diante da crise, a Alerj acumulou 13 pedidos para retirar o ex-juiz federal do cargo.

VEJA apurou que a gota d’água para antecipar a decisão de abertura do impeachment ocorreu, na verdade, segundo os parlamentares nos bastidores, por causa da informação de que o advogado Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, continuou com a produção de dossiês contra os políticos da Alerj mesmo depois de deixar o cargo. Desta vez, de acordo com deputados, o material clandestino também teria incluído o vice-governador Cláudio Castro (PSC). A primeira denúncia de grampos ilegais surgiu em fevereiro, azedando de vez a relação do Palácio Guanabara com a Alerj. Tristão sempre negou. Ele é amigo do empresário Mário Peixoto, preso na Operação Favorito por suspeita de participação no esquema criminoso na área da Saúde envolvendo a construção de hospitais de campanha para pacientes com Covid-19.

O próximo passo, agora, será formar uma Comissão Processante com um deputado de cada partido. Em seguida, ela terá 48 horas para eleger um presidente e o relator do caso. A partir daí, o governador Wilson Witzel será notificado e terá até 10 sessões para apresentar a sua defesa. Feito isso, a comissão terá mais cinco sessões para preparar e apresentar o relatório final. Só então o documento volta a ser apreciado no plenário, precisando de pelo menos 36 votos a favor para ser aprovado.

Caso os deputados confirmem o impeachment após todo esse rito, o governador, inicialmente, ficará afastado por 180 dias. Neste período, será criado o chamado Tribunal Processante, com cinco deputados, cinco desembargadores sorteados e mais o presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), Cláudio de Mello Tavares. Será este grupo que determinará ou não a cassação definitiva de Witzel.

Dos 70 deputados, apenas Rosenverg Reis (MDB) não votou. André Ceciliano comandou a sessão e foi o maior vencedor da briga política. O petista foi quem denunciou publicamente Lucas Tristão em relação aos dossiês e aos grampos telefônicos ilegais. “Não faremos juízo de valor (de Witzel)”, disse Ceciliano em sua rápida justificativa pelo voto a favor do impeachment. Nos pronunciamentos, parlamentares destacaram ser “um dia triste” para o Rio de Janeiro. Mas destacaram que a medida não é um pré-julgamento do governador. A maioria reclamou, principalmente, da falta de diálogo com Witzel e de experiência administrativa do ex-juiz federal eleito em 2018 na chamada “onda Bolsonaro”.

“Falta preparo. Os deputados acompanhavam o governador e levavam cotoveladas dos seguranças”, lembrou Anderson Alexandre (Solidariedade) ao votar pelo afastamento. “Nunca acreditei neste governo. Pelo amor de Deus! Meu voto é sim”, afirmou Bebeto (Podemos), ex-jogador de futebol. “A situação é trágica. Está ingovernável”, completou Carlos Minc (PSB).

“Passei por um momento dolorido. Não desejo isso a ninguém. Eu disse isso ao governador: vou agir em cima dos autos do processo. Por isso, eu voto a favor”, declarou André Corrêa (DEM), preso na Furna da Onça. Chiquinho da Mangueira, do PSC, partido de Witzel, Marcos Abrahão (Avante), Luiz Martins (PDT) e Marcus Vinícius Neskau (PTB), também presos na mesma operação, votaram pelo impeachment do governador.

Com a carreira marcada pela parceria política com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), preso na Lava-Jato, Fábio Silva (DEM) acusou o Palácio Guanabara de ter “fantasmas”, sem explicar sobre o que se referia. “O Witzel roubou? Deixou roubar?”, questionou Silva antes de votar pelo impeachment. Flávio Serafini (PSOL) criticou Witzel na área da Segurança Pública e no combate à pandemia do coronavírus. “O Tribunal de Contas do Estado reprovou as suas contas. Tem que se explicar no parlamento e para a sociedade”, ressaltou Serafini. “Montou-se uma verdadeira quadrilha. Pessoas morrendo nos hospitais. Compraram ventiladores e não respiradores. Não tem explicação. Falta total de gestão”, acusou Lucinha (PSDB) autora de três dos 13 pedidos de impeachment em parceria com Luiz Paulo. “Corrupção em pandemia é crime contra a humanidade”, destacou o também deputado tucano.

Nos bastidores, Witzel teme ser preso pela Polícia Federal, além de ser cassado pela Alerj. Por isso, tomou duas medidas emergenciais: evitar críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ex-aliado e atual adversário, e oferecer cargos no governo para deputados. A estratégia, no entanto, não tem surtido efeito favorável e a crise política do ex-juiz federal se agravou. Nos últimos anos, cinco ex-governadores que foram eleitos no Rio e estão vivos já foram presos: Moreira Franco, Anthony Garotinho, Rosinha Matheus, Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. Todos respondem em liberdade, menos Cabral, preso em Bangu 8 desde novembro de 2016.

Procurado por VEJA, Witzel divulgou a seguinte nota:

“Recebo com espírito democrático e resiliência a notícia do início da tramitação do processo de impeachment pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

Estou absolutamente tranquilo sobre a minha inocência. Fui eleito tendo como pilar o combate à corrupção e não abandonei em nenhum momento essa bandeira. E é isso que, humildemente, irei demonstrar para as senhoras deputadas e senhores deputados.

Como bem ressaltaram o presidente da Alerj, André Ceciliano, e a maioria dos parlamentares, terei direito à ampla defesa e tenho certeza absoluta de que poderei demonstrar que nosso governo não teve tolerância com as irregularidades elencadas no processo que será julgado.

Vou seguir nas minhas funções como governador e me preparar para a minha defesa. Tenho certeza que os parlamentares julgarão os fatos como eles verdadeiramente são”.

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