Foto: PR/Alan Santos

Em busca do apoio de evangélicos para as eleições de 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um evento religioso no fim de semana onde afirmou que assistiu a cultos durante o tempo em que passou preso. A iniciativa do petista, no entanto, foi criticada pelo pastor Silas Malafaia, que afirmou que Lula “não vai enganar o povo evangélico”.

A declaração foi dada pelo pastor à coluna Radar, da Revista Veja.

– A esquerda não engana mais a gente. Esse negócio de querer abrir Bíblia, levantar mãozinha, não funciona mais. Meu irmão, nós não somos mais trouxas. A esquerda é contrária a todos os nossos princípios ideológicos. O PT votou contra tudo aquilo que temos como princípio básico e não abrimos mão. Lula não vai enganar o povo evangélico – apontou.

No evento, Lula chegou a dizer que a “religião pode ser feita com muita verdade e ninguém precisa utilizar da boa-fé dos outros”.

*Pleno.News


Foto: Adriano Villela/bahia.ba
Foto: Adriano Villela/bahia.ba

Em visita a Salvador nesta segunda-feira (29), o ministro da Cidadania, João Roma, exaltou obras realizadas na Bahia pelo governo federal. “Quem quiser comer o melhor requeijão do Brasil, pode ir para Santa Bárbara, com pista duplicada de Salvador até Santa Bárbara. Essa obra impedia pessoas de chegar em Salvador para ter um momento com sua família. Engarguelava tudo em Feira de Santana, que o presidente Bolsonaro também vai colocar as máquinas na pista para fazer o rodoanel de Feira, coisa que foi prometida por governos anteriores, mas que nunca chegou para a população”, afirmou.

Na ocasião, ele também comentou sobre outras obras, como a ferrovia Oeste-Leste. “Já era para ter sido inaugurada, agora que está chegando os trilhos. O trilho chegou por Salvador, que também recebe investimentos na sua rede portuária. Um porto que andava virado de costas para cidade, e hoje é um porto que abraça a cidade, e vem recebendo investimentos, como inclusive a restauração do estaleiro enseada, lá no Paraguaçu”, disse.

Roma também pregou a união no país, em ato do governo federal realizado no Hospital Martagão Gesteira: “São muitas ações, mas sem dúvida nenhuma, para que a gente possa andar de cabeça erguida, e comemorar essas obras de pedra e cal, o Brasil precisa cada vez mais de união. O Brasil não pode ser um Brasil de contrastes”.

E discursou sobre a fome. “Nós temos sim que comemorar os nossos vetores de desenvolvimento, como o agronegócio, mas não é admissível que um país, que alimente mais de um bilhão de pessoas, que um em cada cinco pratos de comida seja produzido para o Brasil, que se desperdice mais de 30% do que se produz aqui, e ainda tenha gente passando fome nesse Brasil. O que nós precisamos é diminuir esses hiatos. Juntar a realidade do povo brasileiro para que a gente consiga cada vez mais exercer nossa capacidade de solidariedade, unindo a nossa nação, pois o Brasil é um só. Nossa pátria é única e ninguém vai dividir essa pátria”.

*Bahia.ba


O levantamento foi feito nos dias 24 e 25 de novembro

  Pesquisa aponta ACM Neto na frente de Wagner na disputa pelo Governo

O ex-prefeito ACM Neto (DEM) lidera a corrida pelo Palácio de Ondina, em disputa com o ex-governador e atual senador Jaques Wagner (PT), segundo a pesquisa RealTime Big Data, divulgada nesta segunda-feira (29) na TV Record Bahia.

Na pesquisa espontânea, o Neto aparece com 23% contra 11% de Wagner, Costa com 8% e Roma 2%. Os outros candidatos, somados, chegam a 3%. Brancos e nulos ficaram em 14% e 39% não souberam responder.

No levantamento estimulado, quando os nomes são apresentados aos entrevistados, Neto lidera com 43% contra 30% de Wagner. Na sequência Roma com 9% e Bernadete Souza com 3%. Os brancos e nulos somaram 10% e os que não souberam ou não quiseram responder representaram 5%.

Foram ouvidas mil pessoas, por telefone, entre os dias 24 e 25 de novembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos e o nível de confiança é de 95%.  

Informações Varela Notícias


Reunião deve ocorrer após governador de SP voltar de uma viagem que fará aos EUA

Governador João Doria durante entrega de prêmio a Sergio Moro Foto: PAULO GUERETA/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Após ganhar as prévias do PSDB e ser escolhido como candidato do partido à Presidência em 2022, o governador de São Paulo, João Doria, fez um aceno a Sergio Moro, que também pode disputar o cargo. E de acordo com a CNN Brasil, Moro ligou para Doria e combinou um encontro.

O aceno do governador de São Paulo ocorreu nesta sábado (27), durante uma entrevista à CNN logo após sair o resultado das prévias do PSDB. Doria falou que uma aliança com Moro seria possível.

– É possível. Eu tenho boas relações com Sergio Moro e tenho respeito por ele, não haveria nenhuma razão para não manter relações com alguém que ajudou o Brasil, com alguém que contribuiu com a Lava Jato, assim como Simone Tebet, uma brilhante senadora, e o senador Rodrigo Pacheco, com boa postura e equilíbrio – apontou.

O encontro entre o ex-ministro da Justiça e o governador de São Paulo deve ocorrer após Doria voltar de uma viagem aos Estados Unidos (EUA).

Informações Pleno News


Foto: Reprodução / João Roma

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga estará em Salvador na manhã des segunda-feira (29). O titular da pasta visita o Hospital Martagão Gesteira, no Tororó, a partir das 10h, quando irá assinar um novo contrato com a Pfizer.

O novo acordo coma farmacêutica vai possibilitar a aquisição de novas doses da vacina Comirnaty, que deverão ser entregues no decorrer do próximo ano.

A visita de Queiroga contará com a presença do ministro da Cidadania e deputado federal licenciado pela Bahia, João Roma. O Martagão deverá receber recursos do governo federal.

*Bahia Notícias


Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom

O ex-ministro Sérgio Moro (Podemos) pretende visitar a Bahia em janeiro, na busca por se viabilizar como candidato à presidência da República. O estado é visto como um reduto eleitoral de um dos seus principais rivais do político: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na Bahia, Moro será recebido pelo deputado federal Bacelar (Podemos), presidente da sigla no estado. “Irei sim. É um ilustre filiado do partido”, afirmou o parlamentar, em entrevista ao Bahia Notícias.

Ocorre que o partido, no contexto local, é aliado do PT, sendo base de apoio do governo Rui Costa (PT). Bacelar disse esperar, entretanto, que a chegada de Moro ao Podemos não atrapalhe a aliança construída na Bahia. “Espero que não [atrapalhe]. Estou trabalhando para isso”, comentou ao BN.

A visita de Moro à Bahia ainda não tem data confirmada. Outro estado nordestino pelo qual o político passará é o Ceará, em uma viagem articulada pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

Ex-juiz da Operação Lava Jato, Moro foi o responsável pelas condenações em primeiro grau do ex-presidente Lula. Porém, neste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o ex-magistrado paranaense suspeito e anulou as decisões contra o petista.

Moro também foi ministro da Justiça e da Segurança Pública na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido), mas saiu após acusar o atual presidente da República de tentar interferir em investigações da Polícia Federal.

*Bahia Notícias


Ex-ministro foi indicado por Jair Bolsonaro ao STF há mais de quatro meses

André Mendonça, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para uma vaga no STF Foto: PR/Carolina Antunes

O senador Davi Acolumbre (DEM-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), marcou para a próxima quarta-feira (1º), a sabatina de André Mendonça. O ex-ministro da Justiça foi indicado à vaga do Supremo Tribunal Federal (STF) aberta com a aposentadoria de Marco Aurelio Mello.

A decisão ocorre após Acolumbre travar a sabatina por mais de quatro meses, pois Mendonça foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro em 13 de julho. O esforço concentrado para a votação de autoridades foi marcado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para zerar a fila de indicações de autoridades.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) será relatora da indicação. O clima do Senado é de que o ex-AGU tem os votos necessários para ser aprovado.

Passando pela sabatina na CCJ, Mendonça precisa ter seu nome aprovado pelo plenário do Senado. Com o aval dos senadores, ele poderá enfim ocupar a 11ª cadeira do Supremo, em substituição ao ministro Marco Aurélio Mello.

Informações Pleno News


Governador de São Paulo obteve 53,99% dos votos e superou Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul (44,66%) e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto (1,35%).

Doria vence as prévias do PSDB e será o candidato do partido a presidente da República 

O governador de São Paulo, João Doria, venceu as prévias do PSDB em primeiro turno neste sábado (27) e será o candidato do partido à Presidência da República na eleição do ano que vem. 

Ele obteve mais que a maioria simples (50% dos votos mais um) e superou nas prévias o governador Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto. 

O resultado final foi o seguinte: 

  • João Doria – 53,99% dos votos
  • Eduardo Leite – 44,66% 
  • Arthur Virgílio – 1,35%
Governador de São Paulo, João Doria, posa para foto com apoiadores no domingo passado durante prévias do PSDB em Brasília — Foto: Alexandro Martello/g1

Governador de São Paulo, João Doria, posa para foto com apoiadores no domingo passado durante prévias do PSDB em Brasília — Foto: Alexandro Martello/g1 

Esta foi a primeira vez que o partido recorreu à realização de prévias para escolher o candidato à Presidência da República. 

Em razão de problemas no aplicativo de votação, as prévias iniciadas no último domingo tiveram de ser interrompidas durante quase uma semana e só foram concluídas neste sábado

A disputa foi marcada por divergências entre os pré-candidatos, que dividiram posições dentro da legenda. Ao longo da pré-campanha, Doria e Leite trocaram farpas, e a demora para a conclusão da votação acabou agravando a crise entre os governadores. 

No domingo, quando começou a votação, Bruno Araújo chegou a dizer que as prévias geram “racha”, mas que o vencedor terá de “lamber as feridas internas” e unificar o PSDB. 

Após o anúncio do resultado, o ex-prefeito e ex-senador Arthur Virgílio afirmou que a prioridade agora será “unir o partido”. 

“Vamos ter que romper qualquer laço do PSDB com o bolsonarismo. Não tem emenda que valha isso, não tem circunstância que valha isso. Nos temos que começar a fazer justiça aos nossos militantes”, declarou. 

Eduardo Leite afirmou que o partido tomou a “decisão absolutamente soberana, que tem meu reconhecimento”. 

“Desejo a ti toda a sorte, a força, para lutar a luta que tem pela frente”, disse, dirigindo-se a Doria. 

No discurso após o anúncio do resultado, Doria ressaltou realizações de figuras do PSDB nos governos do partido e atacou rivais, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro, prováveis adversários na eleição presidencial do ano que vem. Falou em vencer “a corrupção e a incompetência”. 

Em relação a Lula, disse que a adoção de políticas sociais não justifica “o maior esquema de corrupção do qual se tem notícia”. 

“Os governos Lula e Dilma representaram a captura do estado pelo maior esquema de corrupção do qual se tem notícia no país, a moralidade convertida em roubalheira. Fazer políticas públicas para os mais pobres não dá direito, a quem quer que seja, de roubar o dinheiro público. Os fins não justificam os meios. A péssima gestão da economia com Dilma nos legou dois anos de recessão e desemprego”, declarou. 

Segundo Doria, Bolsonaro “vendeu um sonho e entregou um pesadelo”. 

“Nosso fraterno Brasil se transformou no Brasil da discórdia, da desunião, do conflito, da briga entre familiares e amigos, da arrogância política. Da violência contra a democracia. Dos ataques à imprensa e a jornalistas”, disse. 

João Doria tem 63 anos e foi eleito governador de São Paulo em 2018, com mais de 10,9 milhões de votos. Assim como Eduardo Leite, apoiou Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição, ocasião em que foi cunhado o slogan “BolsoDoria”. 

Antes de ser governador de São Paulo, o tucano, que é formado em jornalismo e publicidade e atuava no ramo empresarial, foi prefeito da capital paulista, em 2016. Ele se filiou ao PSDB em 2001. 

Nas prévias, o PSDB dividiu os votantes em quatro grupos: 

  1. filiados; 
  2. prefeitos e vice-prefeitos; 
  3. vereadores, deputados estaduais e distritais.
  4. governadores, vice-governadores, ex-presidentes e o atual presidente da Executiva do partido, senadores e deputados federais.

Cada grupo representou 25% do total de votos. Ou seja, como o grupo 4 tem menos integrantes, na prática o voto de cada um teve um peso maior na contabilidade total da eleição. 

A votação nas prévias começou no último domingo (21), mas teve de ser interrompida após falhas no aplicativo destinado à votação dos filiados — a cúpula da legenda suspeita que as prévias tenham sido alvo de ataque hacker. 

Desde então, o partido realizou uma série de testes com novas empresas e, nesta sexta-feira (26), escolheu a BeeVoter. 

A votação teve início às 8h deste sábado e se encerrou às 17h. Foram cerca de 30 mil votos entre os 44,7 mil filiados aptos a participar. Parte desses votos — 8% do total de filiados — já havia sido contabilizada no último domingo. 

Embora o partido registre somente dois votantes no exterior, técnicos identificaram pela manhã 26 mil tentativas de acesso ao aplicativo oriundas de outros países. Por isso, bloquearam os acessos do exterior, a fim de evitar vulnerabilidades. 

No fim da tarde, a assessoria do partido informou que foram registradas cerca de 30 milhões de tentativas de ataque ao sistema de votação, das quais 27 milhões somente na última meia hora.

Informações G1


Ativista afirmou que a revista “fez de boa amiga acolhedora” e que ela caiu “no conto”

Sara Winter Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Criticada após conceder uma entrevista à revista IstoÉ, a ativista Sara Winter decidiu voltar a falar sobre o assunto e rebater as críticas do que recebeu. Em entrevista ao site Brasil Sem Medo publicada neste sábado (27), ela explicou que falar com a IstoÉ “foi um erro” e que ela caiu no “conto do jornalista”.

As declarações de Sara Winter foram dadas à revista IstoÉ na semana passada e repercutiram nas redes sociais no último fim de semana. Ao veículo, Sara teria dito que foi orientada por Heleno a parar com os ataques à imprensa e ao então presidente da Câmara Rodrigo Maia. De acordo com ela, a ideia seria focar as críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A revista ainda abordou a relação entre Sara e a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF).

Ao veículo, a ativista disse que à IstoÉ distorceu suas palavras.

– Minha entrevista para a IstoÉ foi um erro. Infelizmente cai no conto do jornalista que disse que me ofereceu o espaço para falar sobre minha carreira no futuro. Atribuo esse erro a minha ingenuidade momentânea e a certa carência pelos espaços para os presos políticos na direita. Me considero muito inteligente no que concerne à desinformação, mas nesse caso, errei – ressaltou.

Ela então disse que a revista se fez “de amiga” com ela.

– A IstoÉ se fez de boa amiga acolhedora, exatamente o papel que a direita deveria ter feito e eu caí direitinho. Se até eu que sou extremamente experiente cai no conto, imaginem quantos jovens ingênuos são cooptados com as mesmas técnicas – apontou.

Sara também foi questionada sobre em quem votaria nas eleições de 2022. Ela afirmou que, apesar dos erros de Bolsonaro, seu voto seria nele.

– Se o Abraham Weintraub ou o Ernesto Araújo fossem candidatos a presidente, eu votaria neles. Mas eles não serão. O que temos hoje é Lula, é Ciro, é Moro, é Bolsonaro. O presidente errou muito, mas se a eleições fossem hoje eu votaria em Jair Bolsonaro.

Informações Pleno News


Decisão foi da Segunda Turma da Corte com os votos de Lewandowski, Gilmar Mendes e Nunes Marques

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) liberou, nesta sexta-feira (26), o desbloqueio dos bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O placar final ficou em 3 a 1 a favor do petista, com os votos favoráveis dos ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Nunes Marques.

A análise estava acontecendo por meio do plenário virtual e teve início com o voto de Edson Fachin, que votou a favor de manter o bloqueio. A Segunda Turma da Corte está desfalcada após a aposentadoria de Marco Aurélio Mello e o pedido de transferência de Cármen Lúcia para a 1ª Turma.

Os advogados de Lula recorreram à Suprema Corte depois que o juiz Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, manteve o bloqueio do patrimônio de investigados nos processos relacionados ao triplex do Guarujá, ao sítio de Atibaia e ao Instituto Lula, mesmo após o envio das ações ao Distrito Federal.

A defesa de Lula alegou que o juiz não poderia manter os bloqueios, visto que o STF reconheceu a incompetência da Justiça Federal do Paraná para julgar os processos do ex-presidente. Porém, para a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, a decisão do ministro Fachin invalidou os atos da Justiça do Paraná somente nas ações penais, sem menção às medidas cautelares.

A votação do pedido começou em 6 de agosto deste ano com o voto do relator, o ministro Edson Fachin, que rejeitou a solicitação feita pela defesa do petista. Dez dias depois, em 16 de agosto, o ministro Ricardo Lewandowski pediu vista, o que suspendeu o processo.

No dia 8 de novembro, Lewandowski devolveu o processo para julgamento, o que permitiu a retomada da votação do desbloqueio dos bens de Lula.

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