“Centenas de não robôs ficaram perplexos”, disse o comentarista
Caio Coppolla dá esclarecimentos em seu programa na Jovem Pan News Foto: Reprodução/YouTube Caio Coppolla
Após ser duramente criticado por ter dado a entender que apoiaria Sergio Moro nas próximas eleições, em uma entrevista no programa Pânico, o comentarista Caio Coppola decidiu esclarecer suas declarações.
Em seu novo programa na Jovem Pan News, o Boletim Coppolla, o comentarista frisou que se trata de uma fake news e desinformação. Ele conta que foi surpreendido nas redes sociais e “massacrado” por “supostamente” apoiar a candidatura de Sergio Moro à Presidência. Posteriormente, o esclarecimento foi publicado em seu perfil no Instagram.
Em um tom polido, Coppolla chega a dar razão a quem ficou perplexo e considera a hipótese de ter se expressado mal.
– Centenas de não robôs ficaram perplexos, e com toda razão, com a minha suposta declaração de voto ao ex-juiz […] É claro que se a coisa tomou toda essa proporção é porque eu não me expressei bem ou porque houve algum mal entendido – disse nesta quarta-feira (1°).
Coppolla diz compreender que seu papel enquanto comentarista de uma grande emissora não é apoiar políticos ou governos, mas criticar todos eles “com embasamento e propriedade, na medida dos seus erros e acertos”, com exceção ao ex-presidente Lula.
– A única exceção a essa linha editorial é a candidatura do ex-condenado por corrupção, que será combatida de forma intransigente por ofender demasiadamente nosso senso de justiça e moralidade.
Embora tenha feito críticas a Sergio Moro durante sua participação no Pânico, Coppolla aponta que o que incomodou as pessoas foi sua declaração de “dar o benefício da dúvida” ao ex-juiz, além de considerar a hipótese de o mesmo ser uma “boa escolha para o país”.
– Uma análise isenta e desapaixonada desse trecho desmonta a ideia de apoio político – argumenta.
Ele diz que dar o benefício da dúvida quer dizer que ele ainda não está convencido dos benefícios da candidatura de Moro, o que seria diferente de apoiar.
– Eu já fui duramente penalizado por defender o que eu acredito. E fiz isso sem contar com proteção institucional ou cargo público… Eu espero que você enxergue algum valor nisso, e me dê um desconto. Por favor não me interprete da pior maneira possível quando eu me comunicar mal – pede o comentarista.
Chegou a vez do bairro Campo Limpo e região receberem nesta quinta-feira (2) a Caravana Ouvindo Feira, realizada pelos Mandatos Itinerantes dos deputados federal Zé Neto e estadual Robinson Almeida, e dos vereadores Silvio Dias e Professor Ivamberg. O encontro acontece às 19h30, no Centro Paroquial Padre Luís Angelo, na rua Maria Alves Brasil, nº 44 – Loteamento João Serafim (uma rua antes à esquerda do Colégio da Polícia Militar), e contará também com as presenças do vereador Luiz da Feira e lideranças comunitárias, associativas e sindicais do Campo Limpo e adjacências.
Criado em 2019 por Zé Neto, Robinson Almeida e, à época, o vereador Alberto Nery, o Ouvindo Feira tem como objetivo dialogar com a população dos bairros e distritos de Feira de Santana sobre as demandas da comunidade, buscando encontrar soluções para os respectivos problemas.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) chorou nesta quinta-feira (2), durante evento de lançamento de sua pré-candidautra ao governo do estado da Bahia. Depois de discursar para uma enorme plateia, ele subiu ao palco, enquanto um telão exibia imagens suas e tocava o jingle do seu avô, Antonio Carlos Magalhães (1927-2007), quando foi eleito governador em 1990.
Usando um microfone headset, que fica acoplado na orelha (muito associado a palestras dados por coachs), ACM Neto foi às lágrimas quando o público começou a gritar seu nome.
No discurso, ACM Neto fez duas críticas à gestão petista, que há 15 anos governa a Bahia. “Nós temos a convicção de que a Bahia pode mais. Pode mais na segurança pública. Na educação, saindo da lanterninha. Na saúde, sobretudo com os desafios deixados pela pandemia. Na geração de emprego, já que o nosso Estado hoje é campeão nacional de desemprego”, discursou o ex-prefeito.
Durante a cerimônia do lançamento da candidatura do ex-prefeito ACM Neto a governador da Bahia, ocorrida na manhã desta quinta-feira (2), no Centro de Convenções Salvador, na Boca do Rio, o prefeito Bruno Reis ressaltou a importância de Neto para o estado da Bahia, nos oito anos em que exerceu o mandato de deputado federal.
“Lembro muito bem do trabalho feito por toda a Bahia, conhecendo todos os municípios, o que fez dele o deputado mais votado da Bahia. Chegou ao Parlamento como neto de Antônio Carlos Magalhães e sobrinho de Luís Eduardo Magalhães, mas logo perceberam quem era o jovem deputado, que mais trouxe obras para a Bahia naquele período, e um dos parlamentares mais influentes do Brasil, mesmo na oposição”, afirmou o chefe do Executivo municipal.
O chefe do Executivo municipal também lembrou que a gestão do ex-prefeito colocou a capital baiana de volta aos trilhos. “Em 2012, muitos diziam que era impossível ele governar uma cidade falida, principalmente por não ser do mesmo partido do presidente e do governador. No entanto, com o povo ao seu lado, e quando o povo quer não tem jeito: ACM Neto foi eleito prefeito de Salvador. Montou uma equipe qualificada e, com dedicação, se tornou o melhor prefeito do Brasil, por oito anos consecutivos. E, com quase 90% de aprovação, me elegeu seu sucessor, como o prefeito mais votado de todas as capitais brasileiras. ACM mudou a realidade de Salvador”, afirmou o prefeito.
Bruno Reis destacou ainda que por ser filho da terra, ACM Neto é fruto de um sonho construído há 22 anos, quando iniciou na vida pública, e é parte do sonho de milhares de baianos, de todas as partes do estado, que se acostumaram a vê-lo levar melhores condições à população carente. “Com toda a experiência que adquiriu, ACM Neto está pronto. Não há quadro público tão qualificado que reúna experiência administrativa e capacidade política, mostrada na atuação como presidente nacional do Democratas e como um dos idealizadores do União Brasil”.
O evento contou ainda com a presença de lideranças partidárias, congressistas e demais personalidades da política nacional, como o ex-ministro da Saúde, Luis Henrique Mandetta, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o deputado federal Luciano Bivar.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), lidera com folga as intenções de voto para o governo da Bahia, mostram dados levantados pelo Intituto Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias, divulgados nesta quinta-feira (2).
O democrata, que lança candidatura ao governo baiano hoje, soma 54,8% das intenções de voto no estado. O senador Jaques Wagner, que já foi governador da Bahia por dois mandatos e é a aposta do PT para 2022, aparece em segundo lugar com 23,1%.
Apontado como terceira via, o ministro da Cidadania João Roma soma 3,9%. O nome seguinte é o da ex-secretária de Saúde de Porto Seguro, Raissa Soares, que concentrou 2,6% das intenções de voto na Bahia.
Os nomes com os menores percentuais são do vereador de Salvador Alexandre Aleluia (DEM) 0,9% e do ex-vereador Marcos Mendes (PSOL) 0,3%.
Aqueles eleitores que não souberam ou não responderam equivalem a 5% e os que votariam branco, nulo ou não escolheria nenhum dos nomes 9,3%.
ESPONTÂNEA Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados nomes como opções aos eleitores, a maior parcela não sabe responder (63,6%). Entre os nomes citados, o de ACM Neto soma o maior percentual: 12,2%.
O governador Rui Costa, que está no segundo mandato, foi citado por 10,6%. Já Jaques Wagner por 3,2%.
João Roma teve 0,9%, Raissa Soares 0,4% e outros nomes 0,3%.
O levantamento BN/ Paraná Pesquisas foi feito por intermédio de entrevistas pessoais por telefone, não robotizadas, em 200 municípios baianos. Foram ouvidos 2002 eleitores entre os dias 24 e 28 de novembro.
O ex-prefeito de Feira de Santana e possível candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), esteve no município de Serra Preta nesta terça-feira (01) para participar do aniversário de 68 anos de emancipação política.
Na oportunidade, ele participou da Sessão Solene na Câmara de Vereadores juntamente com o prefeito Franklin Leite, o ex-prefeito Antônio Carneiro, vereadores, secretários e lideranças políticas, em uma cerimônia prestigiada por centenas de pessoas.
“Tenho certeza que Serra Preta seguirá no caminho do progresso e do desenvolvimento”, ressaltou Ronaldo em suas redes sociais.
Presidente russo afirmou que o Brasil é um dos parceiros estratégicos mais importantes para o país
Presidente Jair Bolsonaro ao lado do presidente da Rússia, Vladimir Putin Foto: Alan Santos/PR
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi convidado pelo presidente russo, Vladimir Putin, para visitar a Rússia. O convite ocorreu durante a cerimônia de apresentação das credenciais do novo embaixador do Brasil em Moscou, Rodrigo Soares.
– Ficaremos felizes em ver o presidente do Brasil na Rússia – afirmou Putin.
O presidente da Rússia disse ainda que o Brasil é um parceiro muito importante e lembrou que o país irá ocupar uma cadeira no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
– O Brasil é um dos parceiros estratégicos mais importantes da Rússia – pontuou.
O presidente russo ainda deu destaque ao fato de Brasil e Rússia integrarem o Brics, formado também por Índia, China e África do Sul) e o G20, composto pelas 20 maiores economias do planeta.
Ex-presidente afirma que, se o povo considerar que ele “é a solução”, não titubeará
Foto: Marcos Correa/PR
O ex-presidente Michel Temer (MDB) não descarta a possibilidade de se candidatar à Presidência da República em 2022. Em declaração feita em uma entrevista à Record News, nesta quarta-feira (1º), Temmer chegou a dizer que, se o povo brasileiro considerar que ‘ele é a solução’, não irá titubear.
“Confesso que não está no meu horizonte. Entretanto, devo dizer, apenas por hipótese, se em um dado momento houver uma conjunção nacional, com vários setores, quase um Brasil inteiro dizendo que ‘ele é a solução porque já teve experiência, etc’, aí posso examinar”, disse.
O ex-presidente chegou a reforçar que ‘em política nunca se descarta nada’. O MDB lançou oficialmente o nome da senadora Simone Tebet como pré-candidata ao cargo em 2022.
Apresentador deve tentar uma cadeira no Senado, embora exista a possibilidade de se candidatar como vice de um tucano
Apresentador José Luiz Datena Foto: Reprodução/ Band
O apresentador José Luiz Datena anunciou, nesta quarta-feira (1º), apoio a João Doria para a presidência da República e Rodrigo Garcia, para o governo de São Paulo. Tanto Doria quanto Garcia são do PSDB.
– Fui convidado e aceitei participar da chapa deles, disputando um cargo majoritário – disse ele ao jornal Folha de S. Paulo.
Datena contou que deverá tentar uma cadeira no Senado, embora exista a possibilidade de se candidatar como vice de um tucano.
– Estou preparado. Se eles não arrumarem ninguém melhor, por que não? Vai depender da coligação, mas pode ser o próprio PSDB – declarou.
Ele criticou também a “indefinição” de Geraldo Alckmin, que está de saída do PSDB, em um diálogo que pode levá-lo ao posto de vice na chapa presidencial de Lula (PT). Para Datena, a falta de resolução “pesou 100%” em sua decisão de se unir a Doria e Garcia.
Decisão é do ministro Jesuíno Rissato. Ele mencionou decisão de 2019 do Supremo Tribunal Federal, segundo a qual casos relacionados a caixa 2 devem ser julgados pela Justiça Eleitoral.
O ministro Jesuíno Rissato, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), anulou nesta quarta-feira (1º) condenações da Operação Lava Jato de Curitiba e determinou o envio do processo de 15 réus relacionados à investigação para a Justiça Eleitoral.
Entre os beneficiados pela decisão estão o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-ministro Antonio Palocci, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e outros dez corréus condenados em 2017 pelo então juiz federal Sérgio Moro (vídeo abaixo) – responsável por ações da Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal. Entre os crimes estão corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Moro condena ex-ministro petista Antonio Palocci a 12 anos de prisão
Entre os condenados, também estavam Marcelo Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht, e os publicitários Monica Moura e João Santana.
Dois dos réus no processo já haviam sido absolvidos por falta de provas (Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci, e Rogério de Araújo, ex-executivo da Odebrecht).
Na prática, a decisão determina que o processo recomece do zero.
“Reconheço a incompetência da Justiça Federal para processar e julgar o presente feito, declaro a nulidade de todos os atos decisórios”, afirmou Rissato na decisão.
Ainda segundo o ministro, os processos devem ser remetidos ao juízo competente, que, por critério próprio, pode ratificar os atos, se não houver prejuízo aos acusados, “em atenção aos princípios da eficiência, da duração razoável do processo e da economia processual”.
A defesa de Vaccari alegou a incompetência da Justiça Federal para analisar as acusações, em razão da “existência de elementos de ocorrência da prática do delito de caixa dois eleitoral”.
Rissato citou decisão do STF que determinou, em 2019, que crimes eleitorais como o caixa 2 (não declaração na prestação de contas eleitorais de valores coletados em campanhas) que tenham sido cometidos em conexão com outros crimes como corrupção e lavagem de dinheiro devem ser enviados à Justiça Eleitoral.
Segundo o ministro, o precedente “é assente no sentido de que a competência para processar e julgar os casos de financiamento para campanhas eleitorais, mediante a utilização do denominado Caixa 2, que poderiam constituir o crime eleitoral de falsidade ideológica, é da Justiça Eleitoral”.