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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), perplexa com as graves e violentas ocorrências em Brasília (DF), manifestou-se neste domingo, 8 de janeiro, pelo seu canal no Twitter, sobre os atos antidemocráticos e de vândalos que invadiram e destruíram os prédios públicos, que simbolicamente representam o Estado brasileiro: a sedes do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto.

A presidência da CNBB pede serenidade, paz e o imediato cessar dos ataques criminosos ao Estado Democrático de Direito. “Estes ataques devem ser imediatamente contidos e seus organizadores e participantes responsabilizados com os rigores da lei. Os cidadãos e a democracia precisam ser protegidos”, disse a mensagem.


Lira pede reunião entre chefes dos Poderes após atos em Brasília
Foto: Hugo Barreto/Metrópoles.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira(PP-AL), pediu, neste domingo (8/1), que os chefes dos Três Poderes façam uma reunião para debater as providências a serem tomadas sobre os atos que ocorrem em Brasília.

Lira disse estar “à disposição” para fazer a reunião e “deixar absolutamente inquestionável que os três Poderes estão mais unidos do que nunca a favor da democracia”.

Créditos: Metrópoles.


Manifestante exibe como troféu a porta do armário onde é guardada a toga de Moraes

Porta com nome de Alexandre de Moraes Foto: Reprodução / Redes Sociais

Durante os atos extremos em Brasília neste domingo (8), onde manifestantes contrários ao processo eleitoral que
deu vitória a Lula (PT) conseguiram furar o bloqueio policial e tomaram as dependências dos Três Poderes, a porta do armário onde é guardada a toga utilizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi arrancada.

Uma foto publicada nas redes sociais mostra um manifestante a exibindo com orgulho. A reação tem fundamento na discordância deste grupo acerca da postura de Moraes tanto como ministro do STF como na condição de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A imparcialidade do ministro é questionada por grande parte dos brasileiros.

Para adentrar o STF, manifestantes quebraram vidraças da fachada do edifício e chegaram ao plenário do tribunal.

Informações Pleno News


O presidente do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto, afirmou que as invasões em Brasília são uma “vergonha para todos nós”. O PL é o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Esse movimento de Brasília hoje é uma vergonha para todos nós. Não representa nosso partido, não representa Bolsonaro. Não apoiamos esses movimentos. Nós apoiamos pátria, família e liberdade. Apoiamos movimentos de bem. Esse movimento de Brasília hoje foi uma vergonha para todos nós
Valdemar Costa Neto, líder do PL

Costa Neto afirmou que o partido apoia manifestações “pacíficas e ordeiras”.

Todos nossos movimentos que foram feitos após as eleições, em frente aos quartéis, foram exemplo de educação, confiança e brasilidade. Lá tinham famílias representando o Bolsonaro, representando a direita. Todos movimentos foram pacíficos e ordeiros.
Valdemar Costa Neto, líder do PLnone

O líder do PL disse que a polícia precisa fazer a sua parte. Na legenda do vídeo, escreveu que “que a lei seja cumprida fortalecendo a nossa democracia”.

Invasões em Brasília

Milhares de extremistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e a sede do STF(Supremo Tribunal Federal) na tarde deste domingo (8).

Após a tomada do Congresso, um grupo menor também se dirigiu ao Palácio do Planalto, sede do governo federal, e conseguiu entrar na área externa do prédio. Policiais formaram uma barreira para impedir acesso ao interior do edifício, de onde despacham o presidente da República e vários ministros.

Os terroristas conseguiram subir a rampa do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu a faixa presidencial há uma semana.

Lula não está em Brasília. Ele viajou para Araraquara, no interior de São Paulo, para avaliar o impacto das chuvas que atingiram a região nos últimos dias. Na cidade paulista, ele anunciou que decretou intervenção federal no Distrito Federal.

Informações UOL


URGENTE: Manifestantes entram no Palácio do Planalto; VEJA VÍDEO

Manifestantes entram neste momento no Palácio do Planalto.

Veja abaixo:

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https://twitter.com/Paulogeneroso/status/1612152116298108928?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1612152116298108928%7Ctwgr%5E4b0458e31ba3ce7fe0c46708ea5ca1e4827fd94c%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F01%2Furgente-manifestantes-entram-no-palacio-do-planalto-veja-video%2F


Grupo protesta contra o presidente Lula

Vídeo registra momento em que manifestantes ocupam o teto do Congresso Nacional - 08/01/2023 | Foto: Reprodução

Manifestantes subiram a rampa do Congresso Nacional e ocuparam o teto do Parlamento neste domingo, 8. O grupo saiu do Quartel General do Exército de Brasília, a quase 8 quilômetros dali, em direção à sede do Legislativo.

Imagens mostram o momento em que um bloqueio da polícia é rompido e as pessoas seguem à Câmara dos Deputados e ao Senado. Vídeos das manifestações registram o momento em que o saguão da Câmara é adentrado pelos manifestantes. Não se sabe se houve algum tipo de depredação ao local.

A imagem lembra um ato de 2013, na esteira das manifestações contra o aumento das passagens de ônibus, quando milhares de pessoas também ocuparam o teto e a marquise do Parlamento. Com máscaras no rosto, muitos seguravam bandeiras brancas e cartazes com dizeres: “Não à violência”.

Do outro lado da Praça dos Três Poderes, manifestantes estão em frente ao Palácio do Planalto.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, posicionou-se, sobre o caso. “Repudio veementemente esses atos antidemocráticos, que devem sofrer o rigor da lei com urgência”, escreveu Pacheco, no Twitter.

Organização dos manifestantes que ocuparam o teto do Congresso Nacional

No sábado 7, o acampamento no QG de Brasília praticamente esvaziou-se, depois da posse de Lula. O espaço, contudo, voltou a registrar a presença de mais pessoas, na iminência do protesto que veio a ocorrer na tarde de hoje.

Em reação, o ministro da Justiça, Flávio Dino, assinou uma portaria autorizando o uso da Força Nacional para reprimir “atos violentos”.

A medida foi anunciada por Dino no Twitter e estabelece que os agentes têm de agir em prol “da ordem pública e do patrimônio público e privado entre a Rodoviária de Brasília e a Praça dos Três Poderes, assim como na proteção de outros bens da União situados em Brasília, em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 8 e 9 de janeiro de 2023”. Em publicação no Twitter, Dino lembrou que tem o apoio das “forças federais disponíveis em Brasília”.

Informações Revista Oeste


Lula já tem reprovação maior que aprovação e assusta base do governo, VEJA NÚMEROS
Foto: Fábio Tito/G1

A primeira edição da pesquisa da Modalmais/AP Exata sobre a popularidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revela que o presidente tem a reprovação levemente maior do que aprovação na primeira semana nas redes sociais. Com isso, não houve a tradicional lua de mel que costuma ocorrer nos primeiros meses dos governos eleitos democraticamente no Brasil, de acordo com o levantamento divulgado nesta sexta-feira (6/1).

O percentual de pessoas que avaliam a gestão como ruim e péssima é de 38,8%. Enquanto isso, o índice bom e ótimo alcança 37,4% das respostas. Outros 23,8% dos entrevistados consideram o governo regular. Em termos de comparação, com a última semana do governo Jair Bolsonaro (PL), a avaliação negativa era de 41,3%, enquanto a positiva de 38,9%, e a regular, de 19,8%.

“Portanto, o cenário mostra que a polarização segue muito ativa e afeta a imagem do novo governo, deixando claro que o ambiente de otimismo em torno da gestão que se inicia não conseguiu avançar para além das bolhas que apoiaram Lula no período eleitoral. Há uma forte vigilância em torno dos atos do novo presidente e o quadro só deverá se alterar mediante os resultados que serão apresentados ao longo do mandato”, conforme os dados da pesquisa da AP Exata encomendada para o banco digital Modalmais. Os cálculos são feitos com base em Inteligência Artificial, tendo como referências dados de pesquisas offline e sentimentos expressados pelos internautas nas redes sociais.

Créditos: Correio Braziliense.


“Pedido de prisão de Bolsonaro é inconstitucional”, explica Ivan Sartori
Foto: Divulgação | Ivan Sartori.

O governo do presidente Jair Bolsonaro terminou há uma semana, mas a fixação da esquerda, especialmente as franjas mais radicais, como o Psol e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), ainda vai durar muito tempo. A nova ofensiva jurídica foi apresentar um pedido de prisão preventiva de Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O partido alega que Bolsonaro atentou contra a democracia, disseminou fake news, contestou o resultado eleitoral e incentivou protestos e bloqueios de rodovias. Oeste conversou com o desembargador Ivan Sartori, ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre o assunto.

Leia os principais trechos da entrevista.

— Parlamentares do Psol protocolaram um pedido de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF. O senhor avalia que há chances de prosperar?

O pedido de prisão não tem o mínimo fundamento. Primeiramente porque Bolsonaro não cometeu nenhum crime, ele simplesmente agiu como um governante e praticou os atos administrativos e políticos que devia praticar como governante. Então a prisão é inconstitucional e também não existe nenhuma pressa, nenhum perigo, perigo na demora ou qualquer periculum libertatis. Não tem nenhum sentido.

— Ao analisar o governo Bolsonaro, algum ato do então chefe do Executivo poderia ser motivo para levá-lo à prisão?

Reitero que não há nenhum motivo para levar Bolsonaro à cadeia, ele não praticou nenhum crime, ele agiu na condição de presidente, de dirigente da Nação. As rédeas relativas à gestão da pandemia não ficaram nas mãos do Bolsonaro. O Supremo retirou isso do governo federal, foi fracionado entre governo federal, Estados e municípios.

— Mas a esquerda insiste em dizer que ele cometeu um “genocídio”, nas palavras do próprio presidente Lula.

Bolsonaro não cometeu nenhum crime. O que ele fez foi gerir essa questão da pandemia como presidente, como diretor-geral da Nação política e administrativamente. A questão era complicada, era uma questão nova que realmente não se sabia qual caminho tomar. Havia uma tendência mundial, mas isso não significa que era a tendência certa — mesmo porque a vacina era nova, experimental. Ele determinou aplicação das vacinas, a compra das vacinas antes mesmo do Congresso se manifestar.

— Há uma série de denúncias contra Bolsonaro na Justiça. Qual será o destino desses processos agora, depois de ter deixado o Planalto?

Esses processos não devem dar em nada, a denúncia nem mesmo deve ser recebida. Não existe nenhuma tipificação de crime ali. Não vejo nenhuma possibilidade desses processos ter finalização ou qualquer destino que possa prejudicar Bolsonaro. Mas, aqui no Brasil, estamos vivendo um momento difícil de recessão em que o Supremo decide ao arrepio da Constituição. Então pode haver uma decisão política que pode prejudicar Bolsonaro, mas tecnicamente, juridicamente não existe.

— Então é só perseguição política.

Reitero que ele deixou a direção da nação e esses processos não devem ter nenhuma consequência jurídica. Não devem sequer ter desfecho ou prosseguimento, salvo por decisão política, perseguição política.

Créditos: Revista Oeste.


O ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB-MA), depois de tomar posse na pasta, em Brasília – 02/01/2023 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB-MA), depois de tomar posse na pasta, em Brasília - 02/01/2023 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça, Flávio Dino, autorizou neste sábado, 7, o uso da Força Nacional na Esplanada dos Ministérios contra manifestantes anti-Lula. Caravanas chegaram neste sábado a Brasília para um ato que se opõe ao petista.

A medida foi anunciada por Dino no Twitter e estabelece que os agentes têm de agir em prol “da ordem pública e do patrimônio público e privado entre a Rodoviária de Brasília e a Praça dos Três Poderes, assim como na proteção de outros bens da União situados em Brasília, em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 8 e 9 de janeiro de 2023”.

Em publicação no Twitter, Dino lembrou que também vai contar com o uso das “forças federais disponíveis em Brasília”.  Para o ministro da Justiça, a convocação da Força Nacional justifica-se em face de “ameaças veiculadas contra a democracia”. “Sobre uma ‘guerra’ que impatriotas dizem querer fazer em Brasília, já transmiti as orientações cabíveis à PF e à PRF”, disse Dino. “E conversei com o governador Ibaneis e o ministro Múcio.”

https://twitter.com/FlavioDino/status/1611847309566042113?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1611847309566042113%7Ctwgr%5Ee67251cd1a0e6303f80f79c8f4528f2539626f85%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fpolitica%2Fflavio-dino-determina-uso-da-forca-nacional-para-reprimir-manifestantes%2F

Flávio Dino usa Força Nacional contra manifestações

O Quartel General do Exército (QG) em Brasília recebeu novas caravanas hoje. O acampamento no local praticamente esvaziou-se, depois da posse do presidente Lula. Agora, contudo, voltou a registrar a presença de mais pessoas. A ideia é realizar um protesto contra o petista, na próxima segunda-feira. Nas redes sociais, os manifestantes publicaram o desembarque de passageiros no QG do Exército. A previsão é a de que ao menos 11 ônibus cheguem à capital.

Informações Revista Oeste


Saiba como funciona o apoio das milícias à família da ministra na Baixada Fluminense

Seguranças armados intimidam população | Foto: Arquivo

A primeira semana do governo Lula foi marcada por uma crise provocada pela revelação de que a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, conhecida como Daniela do Waguinho, é ligada a uma tradicional milícia que controla a cidade de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de São Paulo. Ao longo da semana, ganhou novos capítulos — e só piorou.

Daniela virou alvo de pressão depois da publicação de uma foto em que aparece ao lado do ex-PM Juracy Alves Prudêncio, o Jura, apontado como chefe da milícia acusada de vários assassinatos em Belford Roxo. Jura está preso na Cadeia Pública Constantino Cokotós, em Niterói (RJ), condenado a 26 anos de prisão por homicídio e associação criminosa. Ele atuou diretamente na campanha da ministra em 2018, quando ela concorreu a uma vaga na Câmara de Deputados, pelo MDB. No ano passado, como estava na prisão, ele atuou por meio da mulher, Giane Prudêncio. Daniela do Waguinho foi a deputada federal mais votada no Estado.

Bastou um miliciano ser reconhecido, chegou-se a um exército. Oeste descobriu que o grupo é formado por cerca de 50 homens, entre militares e civis, que andam armados e dominam a cidade.

Com a prisão de Jura, quem assumiu a milícia foi o PM Fábio Sperendio de Oliveira. Até dezembro, ele era funcionário na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro no gabinete do deputado Marcelo Canella (União Brasil). Mas a real função era como segurança da ministra e do marido dela, o prefeito da Belford Roxo, Wagner dos Santos Carneiro, conhecido por Waguinho (União Brasil).

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Durante a campanha eleitoral do ano passado, com o uso da milícia, o casal foi acusado de “fechar a cidade”. O que isso significa? Impedir que adversários do PT fizessem campanha em Belford Roxo. Além disso, pressionaram os servidores públicos e a população a votar em Luiz Inácio Lula da Silva. Mais de duzentas denúncias sobre o que acontecia no município foram feitas à Superintendência da Polícia Federal, ao Ministério da Justiça e ao Ministério Público Federal. Os documentos foram protocolados pelo deputado federal Carlos Jordy (PL).

A maioria dos denunciantes pediu sigilo por medo de represálias, já que os responsáveis pela polícias Militar e Civil são indicação do prefeito. Oeste teve acesso a algumas representações encaminhadas às autoridades. Segundo as denúncias, o prefeito, seus secretários e vereadores obrigaram funcionários da administração municipal, até mesmo os concursados, a participarem de atos de campanha de Lula. Ameaças de demissão, perda de cargo, ou mesmo suspensão do pagamento de salários, foram usados para coagir os servidores em favor do candidato. Os políticos citados negam as denúncias.

“Funcionários foram obrigados a comparecer a comícios, usando adereços e fazendo gestos relacionados ao candidato, trocar fotos de perfil em redes sociais e produzir imagens fazendo o “L””. Além de funcionários, comerciantes e moradores relataram ameaças por meio do fechamento de estabelecimentos comerciais e aumento de impostos municipais. “Uma denúncia narra que o prefeito interditou um comércio depois que o proprietário retirou a propaganda de Lula do comércio”, relata um dos documentos.

Grupo da ministra não tem oposição

Belford Roxo é uma cidade a 30 quilômetros da capital, com 513 mil habitantes. A Câmara tem 25 vereadores, e um único parlamentar de oposição, Daniel Silva de Lima, o Danielzinho, que chegou a perder o mandato depois de apontar irregularidades no governo de Waguinho. Em 2021, Danielzinho denunciou que respiradores doados no auge da pandemia pelo governo do Rio para o Hospital Municipal de Belford Roxo foram parar em uma unidade particular do município. A prefeitura nega que isso tenha ocorrido.

Depois de onze meses, o vereador voltou ao cargo por uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) que julgou improcedente a medida liminar da Câmara que afastou Danielzinho.

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No ano passado, Danielzinho concorreu a uma vaga na Assembleia Legislativa. Numa caminhada com apoiadores, foi agredido por seguranças de Waguinho. Ele registrou boletim de ocorrência na delegacia e na Corregedoria da Polícia Militar do Rio de Janeiro, já que entre eles, estavam policiais.

“Quem é contra o prefeito é perseguido, seja político, empresário ou população. Ele usa a máquina pública para prejudicar quem não concorda com ele”, afirma o vereador.

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Procurada por Oeste, a ministra não quis se pronunciar. Quando o escândalo veio à tona no começo da semana, a assessoria de Daniela emitiu a seguinte nota: “Daniela salienta que compete à Justiça julgar quem comete possíveis crimes”.

Informações Revista Oeste

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