Presidente do Banco Central participou de CPI do Crime Organizado no Senado nesta quarta-feira, 8
Galípolo diz que Lula lhe mandou ser ‘o mais técnico possível’ | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, confirmou à CPI do Crime Organizado, nesta quarta-feira, 8, que esteve presente em uma reunião no Palácio do Planalto com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o presidente do BC, ele foi informado por Lula que deveria comparecer a uma reunião para tratar de assuntos bancários. Estavam presentes no encontro Daniel Vorcaro, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o empresário baiano Augusto Lima, o ministro da Casa Civil Rui Costa e o ministro de Minas Energias Alessandro Silveira.
“Recebi, a seguinte instrução do presidente: ‘Seja técnico, o mais técnico possível, você tem toda autonomia nesse processo para você perseguir, seja quem for e investigar, seja quem for, mas também não faça nenhum tipo de pirotecnia”, explicou Galípolo. “A orientação sempre foi essa.”
A CPI do Crime Organizado tenta esclarecer o papel de servidores do Banco Central e apurar eventuais vínculos de profissionais do sistema financeiro com esquemas de lavagem de dinheiro e fraudes que envolvem o Banco Master.
Segundo o requerimento, a presença de Galípolo na reunião com Vorcaro “levanta questionamentos legítimos”. Para o colegiado, será necessário esclarecer “a finalidade institucional do encontro e possíveis desdobramentos regulatórios”.
Daniel Vorcaro: em uma década, patrimônio cresceu cerca de mil vezes, conforme a Receita Federal | Foto: Reprodução/X
Banco Central no alvo da CPI
O colegiado também marcou o depoimento do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto para esta quarta-feira. Diferentemente do atual presidente da autoridade monetária, que foi convidado, Campos Neto foi convocado pelo colegiado, o que levaria a obrigatoriedade de comparecimento, mas ele não veio.
Esta é a terceira vez que a comissão tentou ouvir o economista. Campos Neto não compareceu à sessão da terça-feira 31, assim como faltou à reunião de 3 de março.
O ex-presidente do Banco Central optou por não ir à CPI, em nenhuma das convocações, depois da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que tornou sua presença facultativa ao conceder um habeas corpus.
Ex-deputado se encontra nos EUA, depois de condenação pelo STF
O ministro Alexandre de Moraes, em sessão da 1ª Turma do STF – 5/8/2025 | Foto: Ton Molina/Foto Arena/Estadão Conteúdo
Nesta quarta-feira, 8, o governo Lula atualizou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o processo de extradição do ex-deputado Delegado Ramagem (PL-RJ).
Conforme o ofício, o Ministério da Justiça solicitou ao Itamaraty novas informações a respeito do andamento do pedido.
De acordo com o documento, a pasta aguarda retorno para, então, comunicar ao STF assim que houver atualização dos trâmites.
Em novembro do ano passado, a 1ª Turma do STF condenou Ramagem a 16 anos de prisão, em virtude de suposta tentativa de golpe de Estado.
Por isso, o ex-deputado deixou o Brasil e, atualmente, vive nos Estados Unidos (EUA).
A mulher e parte da família dele também se encontram com ele no país.
Nesse ínterim, Moraes determinou a abertura de um processo de extradição.
Processo de extradição de Ramagem
O delegado federal Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência, durante sabatina na Comissão de Relações Exteriores do Senado – 26/6/2019 | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
No mês seguinte à condenação de Ramagem, e por causa da ausência em território nacional, Moraes determinou o começo do processo de extradição.
Segundo a Polícia Federal, Ramagem saiu pela fronteira do Brasil com a Guiana, sem passar por nenhum posto migratório.
Ele embarcou no Aeroporto de Georgetown, com destino aos Estados Unidos, onde entrou com passaporte diplomático.
Com a entrada do Novo, ACM Neto passa a reunir o apoio de todo o espectro da direita e da centro-direita na corrida pelo governo estadual neste ano
Pré-candidato ao governo da Bahia, o ex-prefeito soteropolitano ACM Neto (União Brasil) ampliou, nesta terça-feira (7), sua base de apoio ao receber a adesão do Novo, partido presidido no estado pelo ex-deputado federal José Carlos Aleluia. Cotado para disputar o Palácio de Ondina, Aleluia optou por retirar sua pré-candidatura em favor da unificação do campo político.
Com a entrada do Novo, ACM Neto passa a reunir o apoio de todo o espectro da direita e da centro-direita na corrida pelo governo estadual neste ano.
“Esse apoio é muito importante porque consolida uma ampla aliança de todos os partidos e forças políticas de oposição ao PT aqui na Bahia. Mostra que não haverá nenhuma divisão no nosso campo político e, portanto, a gente com essa chegada do Novo e com o apoio de Aleluia, sela definitivamente essa primeira etapa das alianças, da montagem dos partidos e agora parte para pré-campanha a todo vapor e com força máxima”, ressaltou o ex-prefeito de Salvador, durante formalização do apoio do Novo à sua pré-candidatura em um evento no Hotel Mercure Rio Vermelho, em Salvador.
Neto também salientou a trajetória de Aleluia e o papel do Novo no cenário político nacional. “Quero fazer um registro de homenagem ao partido Novo. É um partido que faz um trabalho diferenciado neste país, que tem figuras de grande prestígio”, disse, ao citar o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente da República Romeu Zema.
Aleluia afirmou, em entrevista à imprensa, que, com a pré-candidatura de ACM Neto, a Bahia tem a oportunidade de encerrar o ciclo de 20 anos do PT no estado.
“Em 20 anos, o PT fez com que a Bahia, que era um estado líder em todos os campos (equilíbrio fiscal, segurança pública, educação, saúde e geração de empregos) passasse a ser o estado na zona de rebaixamento. Nós somos, entre os 10 maiores estados do Brasil, o pior em segurança, educação, saúde pública e o pior em ambiente para gerar emprego. Só isso já justifica unir as forças para vencer o PT”, frisou.
O ex-parlamentar federal avalia que a oposição tem condições de vencer já no primeiro turno. Para ele, esse cenário é viável. “O interior da Bahia está com Jerônimo hoje porque é governista. Mas vamos mostrar que venceremos no primeiro turno e muitos deles (eleitores do interior) virão para nós ainda rapidamente”, analisou.
Além do Novo e do União Brasil, ACM Neto já conta com o apoio de quatro partidos: PP, PL, Republicanos e PSDB. Os três primeiros, inclusive, integram a sua chapa, com Zé Cocá (PP) como pré-candidato a vice-governador, além de João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) como postulantes ao Senado.
Com essa base de alianças, ACM Neto terá vantagem no tempo de propaganda em relação ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), que buscará a reeleição.
De acordo com projeções do escritório do advogado eleitoral Ademir Ismerim, ACM Neto deve ter cerca de 4min57, enquanto Jerônimo Rodrigues, com PT, PCdoB, PV, PDT, PSD e MDB, ficaria com aproximadamente 3min31s. Já o pré-candidato do PSOL, Ronaldo Mansur, teria em torno de 31 segundos. Os números são estimativas, e os tempos oficiais serão definidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), reforçou que os membros do grupo de oposição terão “indepêndencia” para os seus apoios aos candidatos à presidência nesta ano. Em declaração nesta terça-feira (7), Neto afimou que é preciso “ter maturidade” e aceitar as decisões de sua base aliada, que é composta por políticos de diferentes partidos.
“Cada um vai ter a liberdade de fazer a escolha que achar correta. João Roma, já há algum tempo, havia anunciado que é natural o seu apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Assim como a Aleluia, que chega hoje, apoia a pré-candidatura de Zema, pelo Novo. A gente tem que ter a maturidade de conviver com essas opções partidárias, distintas, e respeitar esse posicionamento. […] Essa maturidade que é o que nos faz estarmos aqui, PL, Novo, Republicanos, PSDB, PP, União Brasil… Enfim, partidos que integram a nossa aliança, que vão marchar, se Deus quiser, a vitória deste ano”, disse Neto.
A fala de ACM Neto ocorre após o senador Angelo Coronel (Republicanos) declarar seu voto no pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). O anúncio foi feito em entrevista à Rádio Antena 1 Salvador, no programa Bahia Notícias no Ar, nesta segunda-feira (6). Na ocasião, o pré-candidato à reeleição afirmou que não poderia votar em outro presidenciável que não fosse o “amigo Flávio”.
APOIO DO NOVO ACM Neto também exaltou o apoio do partido Novo nesta terça-feira (7), após a retirada da pré-candidatura de José Carlos Aleluia. Segundo ele, a movimentação significa a “união de todas as forças da oposição”. Neto também avaliou que a divisão de candidaturas para enfrentar o PT na última eleição acabou enfraquecendo o bloco oposicionista.
“É um apoio muito importante porque ele significa a união de todas as forças políticas que fazem oposição ao PT na Bahia. Na eleição passada, nós nos dividimos e isso acabou gerando um segundo turno e contribuiu para a nossa derrota. Aprendemos a nossa lição e aí a gente trabalhou agora ao longo dos últimos meses para construir não só uma chapa vitoriosa, mas uma aliança que junta todos esses partidos com a adesão do Novo, agora um dos principais partidos do Brasil”, avaliou Neto.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Veritá, divulgada nesta segunda-feira (6), indica a vantagem do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), na corrida eleitoral deste ano. De acordo com a pesquisa, ele aparece com 47,3% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) soma 30,9%.
Na mesma sondagem, Ronaldo Mansur (PSOL) surge em terceiro lugar, com 1,8% das intenções. Votos brancos e nulos representam 19,1%, enquanto 0,9% afirmaram optar por outros nomes.
O levantamento também avaliou o quesito rejeição, neste cenário 46,9% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Jerônimo Rodrigues de forma alguma. Já ACM Neto registra índice de rejeição de 21,5%. O ex-deputado José Carlos Aleluia aparece com 10,8%.
O estudo foi realizado entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 2.020 eleitores entrevistados. O levantamento está registrado sob os números TRE-BA 02245/2026 e TSE BR-08385/2026.
Exigência trata da qualificação de indicado pela defesa para prestar assistência ao ex-presidente durante recuperação médica
Alexandre de Moraes questiona qualificação do irmão de criação de Michelle Bolsonaro | Foto: Luiz Silveira/STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta segunda-feira, 6, que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente a qualificação de Carlos Eduardo Antunes Torres para avaliar sua inclusão como acompanhante.
O pedido partiu da defesa na quinta-feira 2. Os advogados solicitaram autorização para que Torres acompanhe Bolsonaro durante o período de recuperação.
Defesa alega que Michelle Bolsonaro precisa realizar atividades fora de casa e não pode ficar 24h com Bolsonaro I Foto: Divulgação/Palácio do Planalto
Segundo a defesa, o irmão de criação de Michelle Bolsonaro poderia prestar assistência ao ex-presidente. A justificativa menciona compromissos fora de casa.
Os advogados também citaram que a filha mais nova e a enteada de Bolsonaro possuem atividades escolares e profissionais, o que limitaria a disponibilidade para acompanhamento integral.
A defesa afirmou ainda que Torres já auxiliou Bolsonaro em outras ocasiões. Antes do regime fechado, ele cuidava da entrega de refeições ao ex-presidente.
Torres é pré-candidato a deputado distrital no Distrito Federal e já concorreu nas eleições de 2018 e 2022.
Apesar disso, a decisão inicial estabelece que profissionais de saúde qualificados, como enfermeiros ou técnicos, devem realizar o acompanhamento diário, em regime de 24 horas. Como a defesa não apresentou essa comprovação, Moraes determinou o envio das informações.
Situação de saúde de Bolsonaro e autorizações adicionais
Bolsonaro permanecerá em prisão domiciliar por 90 dias, período no qual o ministro avaliará a manutenção da medida. O ex-presidente se recupera de broncopneumonia bacteriana e deve passar por cirurgia no ombro direito.
A equipe médica condicionou o procedimento à recuperação completa do quadro respiratório.
No mesmo despacho, Moraes autorizou a inclusão do ortopedista Alexandre Firmino Paniago na lista de profissionais de saúde. Com isso, o médico poderá realizar visitas sem comunicação prévia.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi registrado como advogado do ex-presidente. Nessa condição, ele não precisa de autorização para realizar visitas.
Texto prevê cancelamento de multas, extinção de processos e suspensão de condenações relacionadas a bloqueios e manifestações
Deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) | Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
A deputada Caroline De Toni (PL-SC) apresentou, na última quinta-feira, 2, uma proposta para conceder anistia a caminhoneiros e motoristas penalizados por participação em manifestações e bloqueios ocorridos no país em 2022.
Pelo texto, a anistia abrange sanções nas esferas administrativa, civil e penal, incluindo multas aplicadas por decisões judiciais ou administrativas, processos em curso e condenações já transitadas em julgado. Nesses casos, os efeitos das punições seriam suspensos automaticamente.
O Projeto de Lei n° 1.590/2026 também determina o cancelamento de multas já aplicadas — inclusive aquelas inscritas em dívida ativa — e a interrupção de cobranças em andamento. A medida teria alcance nacional, independentemente do órgão responsável pela penalização.
Na justificativa, a autora argumenta que as punições decorrentes dos atos de 2022 foram desproporcionais e questiona o que classifica como intensificação de sanções em período eleitoral. O texto sustenta ainda que há um conflito entre direitos fundamentais, como o de ir e vir e a liberdade de manifestação, e afirma que decisões judiciais teriam priorizado um em detrimento do outro.
Projeto de anistia cita decisões anteriores do STF
A deputada também menciona decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, ao criticar o que considera falta de equilíbrio na aplicação de sanções. Segundo a parlamentar, não houve, nos casos abrangidos, ações que configurassem ameaça ao Estado Democrático de Direito.
O projeto cita ainda entendimento do STF de que a concessão de anistia é competência exclusiva do Poder Legislativo, ao mencionar julgamento relacionado à revisão da Lei da Anistia. A autora defende a ideia de que a proposta pode servir como instrumento de “pacificação social” e de reequilíbrio entre os Poderes.
O projeto começa a tramitar nas comissões da Câmara e, se aprovado, seguirá para análise do Senado.
Vereador destaca alianças dentro do partido, segue no grupo liderado por José Ronaldo e Pablo Roberto e projeta fortalecimento da legenda no estado
O vereador e pré-candidato a deputado, Jurandy Carvalho, confirmou que vai continuar no Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). A decisão, segundo ele, leva em conta as relações construídas dentro do partido e o projeto político para as próximas eleições. Ele citou nomes importantes dentro do partido que fazem parte desse alinhamento político.
“Amigos de Feira de Santana e de toda a Bahia, quero dizer que continuo no PSDB por ser um partido onde tenho grandes amizades, como o vice-prefeito Pablo Roberto, o deputado federal Adolfo Viana e os deputados estaduais Thiago Corrêa e Jordávio Ramos. Sigo também no grupo liderado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e pelo vice-prefeito Pablo Roberto. Existe a possibilidade de formarmos uma chapa forte, com a eleição de quatro ou cinco deputados estaduais e três ou quatro deputados federais. Vamos unir esforços para fortalecer cada vez mais o partido na Bahia”, afirmou.
O vereador também destacou que o momento é de organização e união dentro da sigla e reforçou que pretende intensificar o trabalho político nos próximos meses, mantendo presença nas comunidades e ouvindo as demandas da população.
“A ideia é construir uma candidatura sólida, alinhada com o projeto do partido e voltada para as necessidades da Bahia”, completou.
Neste domingo (5), a primeira-dama Janja da Silva publicou um vídeo no qual ela aparece preparando um almoço de Páscoa, na companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O cardápio foi carne de paca – um roedor de grande porte.
Janja conta que a carne presisou ficar dois dias no tempero com alho, tempero verde e ervas, “porque carne de caça pede ervas”.
Após acompanhar o preparo, Lula aparece depois de já ter comido elogiando a esposa.
– Eu acabei de comer a paca. Eu duvido que algum lugar do país alguém já comeu uma paca tão gostosa como essa paca que eu comi hoje. Divina. Parabéns, Janjinha – disse.
Janja encerra a gravação pedido para participar do programa matinal de Ana Maria Braga, na TV Globo.
A carne de paca é considerada um produto nobre e de alto valor, com o quilo custando, em média, entre R$ 150 e R$ 290. Nos comnetários da publicação, Janja disse que foi “um presente de um produtor legalizado”.
Hoje (4) é o último dia para os partidos políticos e as federações que desejam participar do pleito registrem seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com o TSE, a legislação eleitoral estabelece que “partidos e federações precisam estar regularmente constituídos com pelo menos seis meses de antecedência do 1º turno das eleições”, marcadas para o dia 4 de outubro.
Também acaba neste sábado o prazo para que candidatas e candidatos tenham domicílio eleitoral na circunscrição onde pretendem concorrer e para que estejam com a filiação partidária devidamente aprovada pelo partido.
O Tribunal informa que a “exigência segue a legislação eleitoral, embora as agremiações possam estabelecer prazos mais longos nos respectivos estatutos”.
Desincompatibilização
Outro prazo que termina neste sábado deve ser observado por ocupantes de cargos do Poder Executivo. De acordo com a legislação eleitoral, ocupantes de cargos como ministros de Estado, governadores e prefeitos, que pretendem se eleger para outros cargos, têm que se afastar da função no prazo máximo de até seis meses antes da data das eleições.
A exigência da chamada desincompatibilização de cargos, segundo o TSE, serve para impedir que haja abuso de poder econômico ou político nas eleições por meio do uso de recursos da administração pública, assegurando a paridade entre os candidatos em disputa.