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Ministros também receberam honraria

Lula e Janja Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta sexta-feira (14), o presidente Lula (PT) condecorou 262 pessoas com a Ordem do Mérito Educativo. A honraria é destinada a personalidades que tenham se distinguido por “excepcionais serviços prestados à educação” no Brasil.

Janja e 15 ministros do governo estavam entre os 28 agraciados com o grau de Grã-Cruz, o mais alto da honraria, que também foi dado a quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de escritores e influenciadores.

Essa foi a quarta vez que Janja foi condecorada por Lula. Em 2023, ela recebeu a Ordem do Rio Branco, maior honraria dada pelo governo brasileiro. Já em 2024, a primeira-dama recebeu a medalha de mérito Oswaldo Cruz, destinada a quem contribui com o bem-estar físico e mental dos brasileiros. Em maio de 2025, Janja foi agraciada com a Ordem do Mérito Cultural. As informações são do jornal O Globo.

Informações Pleno News


Proposta estava prevista para ser votada na última quarta-feira, mas análise foi adiada após pedidos de líderes partidários, Planalto e governadores de direita

Motta diz que adiamento do PL antifacções é para ampliar o debate e que não quer dar “troféu” a políticos

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta sexta-feira (14) que a votação do projeto antifacções tem o objetivo de ampliar o debate sobre o tema. Ele também disse não querer que o relator da proposta, Guilherme Derrite (PP-SP), ou o presidente Lula ganhem um troféu com aprovação do projeto.

A informação é da à GloboNews. A votação do texto estava prevista para a última quarta-feira (12), mas foi adiada para a próxima terça-feira (18) após pedido de líderes de diferentes partidos, de governadores de direita e do próprio governo.

“Quero que todos sentem a mesa e debatam com seriedade. Não estou interessado se Derrite vai ganhar troféu ou se esse troféu vai pra Lula. Isso não está na minha lista de prioridades”, disse Motta. “O que pretendo é que o Congresso endureça as leis e os bandidos entrem e fiquem na cadeia. Com essa quantidade de leis frágeis, não é isso que acontece hoje no Brasil”, emendou o presidente da Câmara.

Informações Metro1


O parlamentar entrou na mira do Supremo depois de denunciar a perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro

PL argumenta que Eduardo não pode ser alvo de investigação por opiniões públicas, mesmo que licenciado do cargo | Foto: Reprodução/Flickr
A análise ocorre no plenário virtual da Primeira Turma | Foto: Reprodução/Flickr 

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para tornar o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) réu por suposta tentativa de coação contra a Corte. O colegiado formou maioria com o voto do ministro Cristiano Zanin a favor do recebimento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta sexta-feira, 14.

Eduardo Bolsonaro virou alvo do STF depois de denunciar abusos da Corte contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados.

A PGR acusa o parlamentar de articular ações nos Estados Unidos com o objetivo de pressionar autoridades brasileiras e influenciar o julgamento do ex-presidente, que recebeu pena de 27 anos e três meses de prisão por suposta participação em “trama golpista”.

O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, disse em seu voto que a PGR apresentou “provas detalhadas” das ações do deputado, que revelam que ele buscou criar instabilidade social ao promover sanções internacionais e interferir na atuação do STF.

Moraes culpa Eduardo por perda de visto

Além de Zanin, o ministro Flávio Dino acompanhou o voto de Moraes, restando apenas o voto de Cármen Lúcia para finalizar o julgamento, que está previsto para ser concluído em 25 de novembro. 

Mesmo sem o voto final, a maioria já se formou a favor da abertura do processo.

“Há relevantes indícios de que as condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro tinham como objetivo a criação de um ambiente institucional e social de instabilidade, com aplicação de crescentes sanções a autoridades brasileiras e prejuízos econômicos ao Brasil, como modo de coagir os Ministros do Supremo Tribunal Federal a decidirem favoravelmente ao réu Jair Messias Bolsonaro, em total desrespeito ao devido processo legal”, afirmou Moraes em seu voto.

Moraes citou a suspensão de vistos de ministros e familiares, sanções econômicas e a aplicação da Lei Magnitsky, reforçando que Eduardo Bolsonaro teria atuado com autoridades dos EUA para pressionar o Judiciário brasileiro.

Próximos passos 

A análise ocorre no plenário virtual da 1ª Turma, sistema em que os ministros registram seus votos em até sete dias, sem discussão presencial. Com a saída de Luiz Fux, apenas quatro ministros participam do julgamento nesta etapa.

Nesta fase, o Supremo avalia se a PGR apresentou elementos suficientes para justificar a abertura do processo, sem ainda discutir o mérito da acusação. Se confirmada a maioria, Eduardo Bolsonaro se tornará formalmente réu em ação penal.

Informações Revista Oeste


Caiado, Tarcisio, Cláudio Castro, entre outras figuras se encontraram com o ex-presidente nos próximos dias

Foto: Ton Molina/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou na quinta-feira (13) a visita de uma série de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a ele em sua residência, em Brasília, onde cumpre prisão domiciliar, como determinado pelo próprio magistrado no início de agosto. As informações são do jornal Estadão e do portal InfoMoney.

Entre os nomes autorizados a se encontrar com o ex-presidente estão: que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). Castro visitará Bolsonaro no dia 26 de novembro, enquanto o encontro com Tarcísio foi agendado para o dia 10 de dezembro.

As autorizações foram concedidas após a defesa de Bolsonaro solicitar visitas na “data mais breve possível”. O pedido ocorre na fase final do julgamento do “Núcleo 1” da trama golpista, no qual o ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.

No requerimento, a defesa de Bolsonaro argumenta que as visitas dos governadores possuem a finalidade de “permitir encontro pessoal específico, a ser realizado em data oportunamente ajustada, preferencialmente na data mais breve possível, em razão da necessidade de diálogo direto”, modelo que difere do habitual argumento da defesa do ex-presidente, que usa “data oportunamente ajustada” como justificativa para os encontros.

Além dos governadores, Moraes autorizou, no mesmo despacho, as visitas do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), secretário temporariamente afastado de Segurança Pública de São Paulo, e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), previstas para 1º e 9 de dezembro.

Todos os visitantes autorizados mantêm postura crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Moraes autorizou as visitas no horário das 9h às 18h, conforme calendário abaixo:

24 de novembro: Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia

25 de novembro: Bruno Scheid, vice-presidente do PL em Rondônia

26 de novembro: Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro

27 de novembro: Cleidimar da Silva Moreira, padre

28 de novembro: Evair de Melo, deputado federal

1º de dezembro: Guilherme Derrite, deputado federal

2 de dezembro: José Medeiros, deputado federal

3 de dezembro: Odelmo Leão, ex-deputado

4 de dezembro: Pablo Henrique de Faria, padre

5 de dezembro: Paulo M. Silva

9 de dezembro: Ronaldo Caiado, governador de Goiás

10 de dezembro: Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo

11 de dezembro: Sanderson, deputado federal

Informações Bahia.ba


A defesa do ex-presidente também solicitou autorização para a ida do governador Tarcísio de Freitas

O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro | Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira, 12, autorização para uma visita do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Na véspera, quando completou 100 dias em prisão domiciliar, Bolsonaro pediu autorização semelhante para receber o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas

Nos documentos enviados ao STF, os advogados de Bolsonaro destacam a “necessidade de viabilizar um encontro pessoal específico” entre o ex-presidente e cada um dos governadores, usando a mesma justificativa para ambos os pedidos.

O STF analisa os pedidos. Se aprovados, os encontros serão realizados separadamente. Entre as exigências de segurança determinadas pela Justiça está a promoção de inspeções rigorosas em todos os veículos que saem da residência de Bolsonaro, conforme decisão judicial de 30 de agosto.

O ex-presidente Jair Bolsonaro e o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas | Antonio Cruz/Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro e o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas | Antonio Cruz/Agência Brasil 

Defesa de Bolsonaro pediu liberação de visitas de outras autoridades

Na semana anterior, a equipe jurídica do ex-presidente já havia solicitado autorização para visitas do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), e do secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP-SP). 

Outros requerimentos também buscam liberar visitas de Bruno Scheid, vice-presidente do PL em Rondônia, do deputado federal Ubiratan Antunes Sanderson (PL-RS), do deputado federal José Antonio Medeiros (PL-MT) e do ex-deputado federal Odelmo Leão (PP-MG).

Jair Bolsonaro foi condenado em 11 de setembro a pena de 27 anos e 3 meses de reclusão, acusado de liderar uma suposta tentativa de golpe de Estado depois das eleições de 2022.

Informações Revista Oeste


O chanceler Mauro Vieira conversou com o secretário de Estado dos EUA nesta quarta-feira, 12

Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, e o chanceler Mauro Vieira | Foto: Reprodução/Montagem/Revista Oeste
Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, e o chanceler Mauro Vieira | Foto: Reprodução/Montagem/Revista Oeste

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, voltou a pedir ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, uma resposta de Washington ao acordo sugerido pelo Brasil em 4 de novembro para suspender o “tarifaço” contra produtos brasileiros. Os dois tiveram um breve diálogo nesta quarta-feira, 12, durante o intervalo das reuniões do G7 em Niagara, no Canadá

Foi o segundo encontro presencial entre os dois ministros desde o início das discussões diretas entre os países, em 6 de outubro. Vieira destacou ao representante norte-americano a pressa do governo brasileiro para avançar nas negociações com a Casa Branca, conforme apuração do portal Poder360. 

Já fazem 37 dias de conversas sem que um entendimento comercial seja firmado. Uma nova rodada de negociações está marcada para esta quinta-feira, 13, na capital dos EUA, a pedido do governo Lula. 

Governo Lula pede a Rubio que EUA avaliem acordo para fim do 'tarifaço'
Linha do tempo do “tarifaço” | Foto: Reprodução/Poder360

Além do “tarifaço”, governo Lula quer suspensão da Magnitsky

Desde agosto, o Brasil pressiona pela retirada da tarifa extra de 50% sobre produtos nacionais, implementada pelos Estados Unidos no dia 6 do mesmo mês. Além disso, o Planalto exige o fim das sanções contra autoridades brasileiras, como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, impedido de movimentar recursos nos EUA por determinação da Lei Magnitsky.

Segundo a política tarifária adotada pelo governo dos EUA, há uma sobretaxa de 40%, motivada, entre outros fatores, pela insatisfação do governo Trump com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele recebeu pena de 27 anos e 3 meses em processo relatado por Moraes na Primeira Turma do STF.

Informações Revista Oeste


A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou nesta quarta-feira (12) que o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, “não tem condições” para abrigar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em outubro, Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão no inquérito do golpe. O processo ainda está na fase de recursos, e o local de cumprimento da pena ainda não foi definido. “A Papuda não tem condições para abrigar um presidente da República com a saúde tão debilitada, que pode ter várias complicações dentro do nosso sistema prisional. É algo totalmente desnecessário para esse momento, então nós fazemos um apelo aqui”, declarou Celina em entrevista nesta quarta.

Segundo Celina, o governador Ibaneis Rocha (MDB) também já afirmou que, mesmo discordando, cumprirá uma eventual decisão do STF no sentido de enviar Bolsonaro para a Papuda. “O governador Ibaneis se antecipou, já disse que isso não depende da gente, vai depender do ministro Alexandre de Moraes. A decisão será cumprida”, disse.

*Metro1
Foto: Ton Molina/STF


A megaoperação policial no Rio de Janeiro reacendeu o debate sobre segurança pública no país e derrubou a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (12), a desaprovação ao governo do petista passou de 49% para 50%, enquanto a aprovação recuou de 48% para 47%.

A Quaest entrevistou presencialmente 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de novembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi realizado em meio à repercussão da megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos, tornando-se a mais letal da história do estado, e reacendeu o debate sobre a política de segurança pública.

A ação policial contou com ampla aprovação popular: segundo a Quaest, 67% dos brasileiros disseram aprovar a operação, enquanto 25% a desaprovam. O apoio às ações policiais e a intensificação do debate sobre segurança vieram acompanhados de uma piora na avaliação do governo. A parcela que considera a gestão de Lula positiva caiu de 33% para 31%, enquanto a avaliação negativa oscilou de 37% para 38%.

As declarações de Lula sobre o tema já vinham enfrentando ampla rejeição antes mesmo da operação. Durante viagem à Malásia, quando se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o petista afirmou que “os traficantes também são vítimas dos usuários”. Segundo a Quaest, 81% dos brasileiros discordam dessa frase, enquanto apenas 14% concordam e 5% não souberam responder.

Na sequência, no último dia 4 de novembro, o presidente voltou a tratar do tema e classificou como “desastrosa” a ação da polícia no Rio. A nova fala também foi mal recebida pela maioria da população. De acordo com a Quaest, 57% dos brasileiros discordam da afirmação de Lula, enquanto 38% concordam e 5% não souberam responder.

O desgaste do governo ocorre em um momento em que a segurança pública voltou a ocupar o centro das preocupações dos brasileiros. A violência é citada por 38% dos entrevistados como o principal problema do país, uma alta em relação a outubro, quando o índice era de 30%.

*AE
Foto: EFE/Andre Borges


Votação passa pela CCJ e, depois, vai a Plenário

Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, nos interrogatórios dos réus da Ação Penal (AP) 2668 (9/6/2025), em Brasília, DF | Foto: Ton Molina/STF
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, nos interrogatórios dos réus da Ação Penal (AP) 2668 (9/6/2025), em Brasília, DF | Foto: Ton Molina/STF

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado promove nesta quarta-feira, 12, a sabatina do procurador-geral da República, Paulo Gonet, reconduzido para um novo mandato no comando da PGR.

A sessão é transmitida ao vivo pela TV Senado, que acompanha integralmente a sabatina e permite que o público assista às perguntas dos senadores e às respostas do procurador-geral da República em tempo real. A cobertura também está disponível nas plataformas digitais do canal, incluindo o site e o canal oficial no YouTube.

https://youtube.com/watch?v=Sy_slPizAqA%3Ffeature%3Doembed

Acompanhe a sabatina de Gonet minuto a minuto

10h02 — Flávio recorda a oitiva do perito Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na Comissão de Segurança Pública. “Ele provou que Moraes fraudou a própria decisão”.

9h59 — Flávio diz que Gonet “entrou no jogo sujo” do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

9h57 — Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirma que os membros do Ministério Público Federal “devem ter vergonha” da atuação de Gonet.

Informações Revista Oeste


Reprovação é maior com quem tem ensino superior

O presidente Lula durante um evento do Planalto - 26/9/2025 | Foto: Mateus Bonomi/Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo
O presidente Lula durante um evento do Planalto – 26/9/2025 | Foto: Mateus Bonomi/Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo

Pesquisa nacional de opinião pública realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgada nesta terça-feira, 11, mostra que 50,9% dos entrevistados desaprovam a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Outros 45,9% afirmam aprovar o governo, enquanto 3,2% disseram não saber ou preferiram não opinar.

De acordo com o levantamento, 32,1% dos entrevistados avaliam a gestão como ótima (11,7%) ou boa (20,4%), enquanto 43,3% consideram ruim (9,0%) ou péssima (34,3%). Já 23,2% classificaram o governo como regular e 1,4% não souberam responder.

O estudo, que ouviu eleitores brasileiros de diferentes regiões, faixas etárias e níveis de escolaridade, mostra um equilíbrio próximo entre aprovação e desaprovação, com leve vantagem para os que avaliam negativamente o desempenho do governo.

Avaliação caiu em relação a 2023

Os dados comparativos mostram que a popularidade de Lula oscila desde agosto de 2023, quando a aprovação era de 54,3% e a desaprovação de 40,1%. Desde então, o índice de aprovação manteve tendência de queda e chegou a 39,2% em abril de 2025, o menor patamar de seu terceiro mandato. Em novembro de 2025, a aprovação se estabilizou em 45,9%, enquanto a desaprovação ficou em 50,9%.

Entre as notas de avaliação, a proporção de entrevistados que classificam o governo como “péssimo” aumentou de 23,7% em agosto de 2023 para 34,3% em novembro de 2025. Já os que consideram a gestão “ótima” caíram de 15,9% para 11,7% no mesmo intervalo.

O levantamento apresenta pequenas variações, mas a desaprovação tem se mantido acima da aprovação desde fevereiro de 2025.

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com integrantes do governo, em alusão à nota da posição do Brasil diante da sanção dos EUA a Moraes
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com integrantes do governo | Foto: Ricardo Stuckert/R

Reprovação cresce entre os mais escolarizados

A pesquisa mostra diferenças significativas no perfil dos que aprovam e desaprovam o governo. Entre os entrevistados com ensino superior, 60,9% desaprovam a administração, e 36,8% aprovam. Entre os que possuem ensino médio, 53,2% desaprovam e 43,6% aprovam. Já entre os que têm ensino fundamental, a aprovação é maior, com 55,1% de aprovação e 41,1% de desaprovação.

No recorte por faixa etária, os mais jovens (de 16 a 24 anos) estão divididos: 47,7% aprovam e 48,1% desaprovam. O grupo de 25 a 34 anos apresenta maior reprovação, com 57,5% contra 39,4% de aprovação. Já entre os idosos, com 60 anos ou mais, a aprovação sobe para 52,8%, e a desaprovação cai para 42,4%.

Entre homens, 54,3% desaprovam e 43,7% aprovam o governo. Entre mulheres, a diferença é menor: 47,9% desaprovam e 47,8% aprovam.

Informações Revista Oeste

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