Corpo da criança foi submetido a necropsia logo após a morte ser declarada

Henry Borel de Almeida, de 4 anos, sofreu lesões entre 12h e 48h antes de exame pericial Foto: Reprodução

O laudo da necropsia do menino Henry Borel de Medeiros, de 4 anos, que morreu sob os cuidados da mãe e do padrasto, o vereador dr. Jairinho, no Rio de Janeiro, apontou que as lesões do garoto acontecerem entre 12h e 48h antes do exame, realizado logo após a morte do menino.

Henry foi declarado morto por volta das 5h do dia 8 de março, após dar entrada em um hospital particular na Barra da Tijuca com diversas lesões, edemas, hematomas e equimoses pelo corpo.

Os peritos avaliaram que algumas das lesões “podem ter sido causadas na tentativa de socorro e equimoses [extravasamento de sangue dos vasos sanguíneos da pele que se rompem formando uma área de cor roxa] em crianças são muito comuns”.

No entanto, os legistas também foram enfáticos ao afirmar que os machucados do garoto não foram acidentais, e são resultado de ações contundentes, ou seja, foi uma morte violenta.

ENTENDA O CASO
A morte do pequeno Henry Borel Medeiros, de apenas 4 anos, que chegou já sem vida a um hospital na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada do último dia 8 de março, ainda intriga a todos por conta das circunstâncias do fato. Deixado na casa da mãe completamente saudável, a criança deu entrada no centro médico com hemorragias e edemas graves.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o caso, que tem entre os envolvidos o vereador da cidade do Rio Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho (Solidaridade), e a namorada Monique, mãe da criança. Os dois já prestaram depoimento, mas alegam que ouviram um barulho na madrugada e encontraram o menino desacordado do quarto.

Para tentar explicar alguns pontos desse fato, o Pleno.News traz agora uma breve linha do tempo do que já foi dito e do que já se sabe sobre a morte da criança. Acompanhe:

A IDA PARA A CASA DA MÃE
Após ficar o fim de semana com o pai, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, Henry foi deixado na casa da mãe, Monique Medeiros da Costa Almeida, na Barra da Tijuca, na noite do último dia 7 de março, um domingo. Monique estava com o namorado, Jairo Souza Santos, o vereador do Rio Dr. Jairinho (Solidariedade).

Separado desde setembro da professora Monique Almeida, Leniel contou que as idas do filho para a casa da mãe eram sempre cercadas de muito nervosismo por parte de Henry, que chegava até a vomitar, o que também aconteceu na noite do último domingo. O engenheiro, porém, disse acreditar que a reação era “normal”.

– Quando eu fui entregar para mãe, ele chorava muito, não queria ir, me agarrou. Uma coisa que acontecia, [era] normal, toda vez que ele ficava nervoso, ele vomitava. Ele vomitou. Eu estava entendendo que era uma reação normal da criança – disse Leniel.

O QUE A MÃE E O PADRASTO ALEGAM TER ACONTECIDO
Para a polícia, Monique e Jairinho contaram que ouviram um barulho durante a madrugada do dia 8 e encontraram o menino desacordado no quarto. O pai do menino relatou que, segundo a ex-mulher, a criança estava com os olhos revirados e já com dificuldade de respirar. O casal levou Henry para o Hospital Barra D’Or. Monique ligou para o ex-marido, avisando do incidente.

Entretanto, segundo o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), a criança já deu entrada no hospital sem vida e apresentava lesões no crânio, no estômago, no fígado e nos rins, além de várias manchas roxas. O laudo do IML apontou “hemorragia interna e laceração hepática [danos no fígado], causada por uma ação contundente [violenta]”, como causa da morte.

O QUE INDICAM AS LESÕES NO MENINO
De acordo com peritos ouvidos por diversos veículos de comunicação, não é possível que as lesões tenham sido causadas por uma queda da cama ou de algum item presente dentro do quarto do garoto. Segundo o perito legista Carlos Durão, ouvido pela TV Globo, os machucados no corpo de Henry são observados em casos de acidentes de trânsito.

– Uma queda de uma altura baixa é pouco provável que esteja na origem dessas lesões traumáticas – afirmou o perito.

O médico legista aposentado Talvane de Moraes, por sua vez, acrescenta que há lesões em áreas diversas do corpo, “o que uma queda não proporcionaria”.

– Pode haver equimoses [manchas], mas em regiões onde o corpo colidiu com o chão. Acho difícil colidir cabeça, fígado, pulmão, rim e abdômen [de uma vez só] – explicou Moraes.

Questionado se os ferimentos seriam resultado de uma tentativa de reanimação, Moraes ressaltou que isso seria improvável, já que as partes que geralmente são machucadas em um processo do tipo não estavam lesionadas.

– Numa reanimação, às vezes a força aplicada pode fraturar o tórax ou a costela, dependendo da estrutura esquelética da vitima. No Henry não tem nada disso – completou.

A INVESTIGAÇÃO DO CASO
Até a quinta-feira (18), a polícia se limitou a dizer que está investigando o caso. O pai de Henry depôs no dia 8 de março mesmo, dia da morte do filho. Já Monique e Dr. Jairinho passaram 12 horas depondo em salas separadas na 16ª DP (Barra da Tijuca) e deixaram a delegacia às 2h30 de quinta-feira (18), sem falar com a imprensa.

Ao jornal Extra, Dr. Jairinho enviou uma nota na qual disse “estar triste”, “sem chão” e “suportando a dor graças ao apoio da família e dos amigos”. No comunicado, porém, o parlamentar não explicou maiores circunstâncias do fato.

– As autoridades apuram os fatos, e vamos ajudar a entender o que aconteceu. Toda informação será relevante. Por isso, acho prudente primeiro dizer na delegacia a dinâmica dos fatos, até mesmo para não atrapalhar os trabalhos desenvolvidos – completou.

Informações Pleno News


Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT) virou alvo da Polícia Federal pela suposta prática de crime contra a honra do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) após criticá-lo durante uma entrevista. O pedido de abertura de inquérito foi assinado pelo próprio Bolsonaro por meio da Subchefia de Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência e posteriormente conduzido pelo ministro da Justiça, André Mendonça. De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, o documento cita uma entrevista à Rádio Tupinambá, de Sobral (CE), em novembro do ano passado, na qual Ciro afirmou que a população, ao não apoiar os candidatos de Bolsonaro, mostrava um sentimento de “repúdio ao bolsonarismo, à sua boçalidade, à sua incapacidade de administrar a economia do País e seu desrespeito à saúde pública”. Também o chamou de “ladrão” e citou o caso de “rachadinha” que envolve seus filhos ao falar das pretensões políticas do ex-juiz Sérgio Moro.

“Qual foi o serviço do Moro no combate à corrupção? Passar pano e acobertar a ladroeira do Bolsonaro. Por exemplo, o Coaf, que descobriu a esculhambação dos filhos e da mulher do Bolsonaro, que recebeu R$ 89 mil desse (Fabrício) Queiroz, que foi preso e é ladrão, ladrão pra valer, ligado às milícias do Rio de Janeiro. E onde estava o senhor Sérgio Moro? Acobertando”, disse Ciro.

Em cerca de uma hora de entrevista, Ciro ainda traçou cenários eleitorais de 2022 e fez análises sobre as crises sanitária e econômica enfrentadas pelo País. O pedetista se manifestou sobre a abertura do inquérito e demonstrou que não está dando importância. “Fui informado da abertura desse inquérito há cerca de dez dias. Estou pouco me ligando”, disse Ciro nesta sexta-feira (19). O caso corre na Justiça Federal do DF. Segundo despacho do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, Ciro é alvo de investigação policial com base do artigo 145 do Código Penal, que trata sobre crime contra a honra. Procurado, o ministério não comentou até a conclusão desta edição.

Informações: Metro1


A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) está monitorando os vídeos compartilhados nas redes sociais em que um homem utiliza filtro que simula a personagem Elsa, do desenho animado Frozen, de forma deturpada, sugerindo que as crianças, entre outras coisas, insinuem possessões demoníacas.

A gravação, feita por meio do aplicativo TikTok e compartilhada no Instagram por um youtuber de São Paulo, beira a prática de crime, segundo investigadores da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil do DF. Com linguagem infantil e voz anasalada, o autor do vídeo passa uma mensagem que insinua conteúdos satanistas.

Informações: Pleno News


Justiça aceita denúncia do MP-BA contra investigados na Operação Cartel Forte
Foto: Divulgação

A Justiça recebeu denúncia oferecida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra os envolvidos no esquema investigado pela Operação Cartel Forte, deflagrada na quinta-feira (11) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Os mandados foram cumpridos no Serviço de Atendimento ao Consumidor do Shopping Salvador (SAC-Shopping Salvador) e na sede do Detran, onde trabalham os novos investigados, e nas residências deles, situadas nos bairros Praia de Armação e São Caetano (saiba mais).

O MP denunciou Adriano Muniz Decia, Catiucia de Souza Dias, Rafael Angelo Eloi Decia e Ivan Carlos Castro do Carmo. Eles são apontados como operadores do esquema criminoso montado na prestação de serviço de estampamento de placas veiculares junto ao Detran-BA.

A decisão publicada ainda na quinta pela juíza Virgínia Silveira Wanderley dos Santos Vieira, da 2ª Vara Criminal Especializada de Salvador, determina que os réus têm o prazo de 10 dias para responder à acusação.

Por Bahia Notícias


O governador Rui Costa (PT) está na mira da Procuradoria-Geral da República (PRG), segundo informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

O motivo, segundo a publicação, são delações premiadas a respeito da compra de respiradores, por R$ 100 milhões, que nunca foram entregues. O dinheiro também nunca foi devolvido aos cofres públicos.

Desde junho do ano passado, o caso saiu da Justiça baiana e passou a tramitar no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Pelo menos dois inquéritos abertos pelo Ministério Público Federal (MPF), acompanhados pela PGR, investigam uma das compras de respiradores, feita junto à Hempcare.

Na época do escândalo, o secretário da Casa Civil de Rui, Bruno Dauster, foi exonerado do governo.

Informações: Política Ao Vivo


Juízes apontaram um “particular desprezo em relação à vítima”

Justiça italiana confirma condenação de Robinho Fotos: Santos FC/Ivan Storti

Esta é uma notícia ruim para o jogador de futebol Robinho: a Justiça italiana confirmou a sentença de nove anos de prisão contra o atleta por um crime de estupro cometido em 2013.

A confirmação foi dada pela Corte de Apelo de Milão, que sustentou que a punição deveria ser mantida devido a uma manifestação, por parte de Robinho, de um “particular desprezo em relação à vítima, que foi brutalmente humilhada”.

A decisão ocorreu após os juízes analisarem mensagens enviadas pelo atleta comentando o caso.

Além disso, a Corte apontou ainda uma tentativa de enganar as investigações, oferecendo aos investigadores uma versão dos fatos falsa e previamente combinada”.

O jogador brasileiro e mais cinco amigos são acusados de estuprarem uma jovem albanesa, em um camarim da boate milanesa Sio Café, em janeiro de 2013, noite em que ela celebrava seu aniversário. Os outros quatro suspeitos são réus em outro processo, porque deixaram a Itália no curso das investigações.

Informações Pleno News


A droga estava no Porto de Santos e tinha a Espanha como destino

Cocaína estava escondida em carga de tapioca Foto: Divulgação/Receita Federal

A Receita Federal apreendeu, nesta quinta-feira (25), 1,7 tonelada de cocaína, durante inspeção de contêineres destinados à exportação no Porto de Santos. A droga estava escondida em uma carga de tapioca com destino a Valência, na Espanha.

Esse foi o terceiro dia consecutivo em que os agentes aduaneiros encontraram cocaína em cargas despachadas no porto. Na quarta (24), foram encontrados 67 kg do entorpecente alocados em uma carga de algodão; na terça (23), foram 501 quilos, ocultos em sacas de açúcar.

O carregamento de cocaína foi detectado por cães farejadores. Além desse método, costuma-se realizar a inspeção não intrusiva por imagens de escâner. A droga já foi entregue à Polícia Federal, que acompanhou a operação e prosseguirá com as investigações.

Segundo a Receita, as ações promovidas na alfândega do Porto de Santos em 2021 resultaram na apreensão de 4 toneladas de cocaína. Em janeiro, os agentes também fizeram outra grande interceptação, de quase 1 tonelada do entorpecente. Na ocasião, a droga estava escondida em sacas de soja.

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Guilherme Costa filmou o assassinato de Ingrid Oliveira e divulgou na internet

Vida real! Jovem mata rival no videogame com golpes de espada
Guilherme e Ingrid se conheceram há um mês em uma partida online de Call Of Duty Foto: Reprodução

Um jovem de 18 anos foi preso em Pirituba, Zona Norte de São Paulo, após matar uma colega de vídeo games, de 16 anos, a golpes de faca nesta segunda-feira (22).

Guilherme Alves Costa e Ingrid Oliveira Bueno da Silva costumavam jogar games de guerra, e, durante uma divergência, o rapaz cometeu o crime, gravou um vídeo e divulgou na internet.

– Vocês ‘tão achando que é tinta, montagem, mas não é. Eu realmente matei ela. Eu tenho um livro também. Pedi pra um pessoal divulgar – diz ele no vídeo, referindo-se a um diário de 52 páginas, no qual ele descreve seus dias, afirma que não gosta de ninguém e faz ataques ao cristianismo.

Guilherme chocou a polícia pela sua frieza e revelou que planejava o homicídio há duas semanas. Na delegacia, o jovem afirmou que o seu objetivo era ficar com a moça e depois matá-la.

– Ela atravessou o meu caminho […] Minha sanidade mental ‘tá completamente apta. Eu quis fazer isso – garantiu ele aos policiais, de acordo com informações do R7.

A polícia ainda tenta entender a motivação do crime.

CASO
Guilherme e Ingrid se conheceram na internet há cerca de um mês, em partidas online. A adolescente era conhecida como Sol e integrava a equipe FBI E-Sports do jogo Call of Duty (Cod), como parte de um time adversário ao de Guilherme, o Gamers Elite.

Na última segunda-feira, os dois se encontraram na casa do rapaz. Ela pediu um atestado no trabalho para ir até lá, escondida dos pais, e disse ao namorado que iria à casa de um amigo, sem entrar em detalhes.

Ingrid foi morta na residência de Guilherme, mas a família dele não notou nenhuma movimentação incomum ou barulho. Um dos irmãos de Guilherme descobriu o corpo da moça após chegar em casa e convenceu-o a entregar-se à polícia.

A mãe do rapaz, Maria Rita Alves, conta que o acontecimento chocou a todos.

– Sem palavras! Todo mundo aqui gostava dele. O filho que eu criei não foi esse, não foi – afirmou à RecordTV.

O crime foi registrado como homicídio qualificado no 87º DP, na Vila Pereira Barreto.

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Nesta etapa, a polícia busca provas para identificar membros de organizações criminosas suspeitos de fraudar o benefício. Operação é feita em 39 cidades mineiras. Na capital, são cumpridos 4 mandados

Foto: Divulgação

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), operação para combater fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial. Ao todo, foram expedidos 66 mandados de busca e apreensão de documentos em todo o país, sendo 39 em cidades mineiras. Só na capital são quatro alvos desta investigação. Policias cumprem mandados, também, em várias cidades da Região Metropolitana como Betim, Contagem, Lagoa Santa, Sabará, Ribeirão das Neves e Nova Lima.

Segundo a apuração da polícia, a suspeita é que criminosos usavam recursos do auxílio emergencial, de pessoas que não tinham solicitado a ajuda, e usavam os valores para o pagamento de boletos. A ação busca provas da atuação de fraudadores. A investigação começou a partir de reclamações feitas na Caixa e o cruzamento de dados com o núcleo de inteligência da PF.

A Operação “Terceira Parcela” conta com a participação de mais de 200 policiais e é uma continuidade de outras duas operações deflagradas pela Polícia Federal no ano passado. No dia 10 de novembro a Operação “Primeira Parcela” ocorreu nos estados da Bahia, São Paulo e Tocantins. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e quatro pessoas foram presas.

A ação, considerada pela Polícia Federal como a maior do país, foi resultado do trabalho feito por diversos órgãos e instituições públicas para combater fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial. A chamada Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial conta com a PF, o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, o Ministério Público Federal (MPF), a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

As investigações, nesta primeira fase, contabilizaram que os prejuízos causados pela quadrilha aos cofres públicos giram em torno de R$ 350 mil, somente no estado de São Paulo.

No dia 10 de dezembro durante a Operação Segunda Parcela, a Polícia Federal enviou equipes para investigar as fraudes ao Auxílio Emergencial para 14 Estados: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Santa Catarina, Tocantins, Paraná, Goiás, Rio Grande do Sul, Maranhão, Piauí e Mato Grosso do Sul. Foram cumpridos 42 Mandados de Busca e Apreensão, 13 Mandados de Sequestro de Bens e sete pessoas foram presas.

Durante a segunda etapa da operação foi determinado o bloqueio de valores de até R$ 650 mil, em diversas contas que receberam benefícios fraudados.

Nesta quinta-feira, em Minas Gerais, os mandados serão cumpridos nas cidades de Belo Horizonte, Betim, Caetanópolis, Campanha, Campestre, Contagem, Cristiano Otoni, Divinópolis, Dores de Campos, Governador Valadares, Itamarandiba, Ituiutaba, Jaíba, Juiz de Fora, Lagoa Santa, Luz, Machado, Mateus Leme, Montes Claros, Mutum, Nova Lima, Paracatu, Paraopeba, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Presidente Olegário, Ribeirão das Neves, Sabará, Salinas, Santa Maria de Itabira, Santo Antônio do Monte, São João Nepomuceno, Sete Lagoas, Uberlândia, Unaí, e Volta Grande.

Outros sete mandados de busca e apreensão serão cumpridos na Bahia, Tocantins e Paraíba.

Informações G1 Bahia


Vítima trabalhava no local desde 1983

Local em que a idosa vivia Foto: Divulgação/MPT-RJ

O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) moveu uma ação contra uma professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que mantinha uma empregada doméstica idosa em condições de trabalho análogas à escravidão. Segundo informações do portal UOL, a docente se apropriou do auxílio emergencial da idosa, que tem 63 anos de idade.

Por meio de uma força-tarefa de órgãos federais contra o trabalho escravo, a vítima foi resgatada. A casa da professora fica na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A idosa trabalhava no local desde 1983 e não era remunerada.

O MPT-RJ pediu à Justiça que a professora pague R$ 1,3 milhão em indenização por danos morais e coletivos, além de uma pensão e pagamento retroativo de salários.

Quando foi encontrada, a idosa estava dormindo em um quarto sem energia elétrica. O MPT-RJ informou que ela aparentava ter desnutrição.

Segundo relatos de vizinhos, vítima vivia sob constantes maus tratos, violência física, e realização de trabalhos exaustivos, além de atividades incompatíveis com sua idade e porte físico.

Não há prazo para que a Justiça analise o caso. A idosa foi levada para um Centro de Acolhimento da Prefeitura do Rio.

Informações Pleno News