Homem decapitou a mãe e alegou estar ‘sob influência de forças satânicas’ Foto: Pexels
Em Santo Antônio do Palma (RS), um homem de 27 anos foi preso em flagrante na quarta-feira (24) por ter decapitado a mãe, de 54 anos. Em depoimento à polícia, ele confessou o crime.
O filho da vítima alegou que estava sob “influência de forças satânicas”. Ele foi enviado para a Penitenciária Estadual de Bento Gonçalves. As informações são do portal O Tempo.
O caso foi descoberto após uma pessoa da família acionar a Brigada Militar do Estado. Ela viu a casa da família fechada e desconfiou que havia algo errado.
Quando os agentes chegaram ao imóvel, a vítima estava jogada no chão e decapitada.
Thiago Zaidan, delegado responsável pelo caso, disse ao jornal Gaúcha ZH que o filho da mulher tentou trocar de roupa e se limpar. O jovem também teria higienizado a faca usada no crime.
– Ele disse que estava sob a influência de forças sobrenaturais e forças satânicas. Ele tinha acompanhamento psiquiátrico e também usava drogas, pois encontramos alguns indícios no quarto dele. Ele fez coisas de quem está com certo discernimento. Tentou se limpar, limpou a faca, tentou esconder a cabeça. Ele também nos disse que a ideia era esconder o corpo.
O filho da vítima tem passagens anteriores por posse de drogas e tentativa de furto qualificado. Por ter decapitado a própria mãe, ele responderá por feminicídio, com qualificadores de emprego de meio cruel e impossibilitar defesa da vítima.
Uma carga de cigarros contrabandeada e avaliada em R$ 1 milhão foi apreendida em Feira de Santana. Segundo a Polícia Civil, o material estava em uma carreta que foi localizada perto do Posto Elite, em um trecho da BR-101. A ação foi feita na madrugada deste domingo (21) por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decarga). “O motorista foi autuado em flagrante por contrabando e pode até perder a propriedade da carreta, registrada em seu nome”, disse Gustavo Coutinho, titular da Decarga.
Em abordagem a outro veículo, os policiais civis apreenderam cerca de 1 mil pássaros silvestres. Os animais estavam acondicionados em caixas de madeira. Dois homens que estavam em um veículo Ford Focus, que foi interceptado, foram presos em flagrante por crime ambiental.
“Os pássaros estavam em situação de maus tratos e alguns não suportaram as péssimas condições de transporte. As aves sobreviventes foram entregues ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) para soltura em local adequado”, afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, a carreta com os cigarros apreendidos está à disposição da Justiça.
A integrante da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) que atuou no resgate da tragédia que matou a cantora Marília Mendonça e mais quatro pessoas na sexta-feira (5) afirma ter visto uma das vítimas ainda com vida. O policial portava uma câmera acoplada em sua farda, que mostra algumas imagens do início do socorro.
– Dá para ver o braço, só o antebraço ali – afirmou um policial militar ao aproximar-se da aeronave.
Quando o outro agente pergunta se o membro estava mexendo, o primeiro diz que estava “tremendo muito”.
Os agentes utilizaram cordas para chegar com segurança até a aeronave Beechcraft King Air C90A e tiveram muita dificuldade em abrir a porta, bastante amassada em decorrência do impacto nas rochas.
No entanto, quando os agentes finalmente conseguiram entrar no avião, as esperanças caíram por terra.
Kleyton Carvalho, diretor-técnico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), descreveu o cenário encontrado, em conversa com a Band News:
– Verifiquei todos os sinais vitais, para ver se contava com vida. Era a nossa esperança, né? Era só isso que nós queríamos naquele momento – disse.
– A aeronave estava bastante danificada, bastante quebrada. Tinham pertences e malas sobre as vítimas. Por fora, realmente parecia que o estrago não foi tão grande. Era muito difícil, pelo estado da aeronave, ter alguém com vida – ressaltou o profissional.
Amadeu Alexandre, dono de uma empesa de guinchos acionada para retirar o avião do Córrego do Lage, local da tragédia, também relatou o cenário de devastação:
– De longe, era uma coisa; de perto, parecia que tinha passado um furacão. O assoalho estava todo destruído, os bancos fora do lugar… Tudo foi arrancado dentro do avião. Não tem como não pensar no que as pessoas passaram. Fiquei atordoado – contou.
O legista responsável informou que as vítimas sofreram politraumatismo, mas a polícia ainda aguarda a finalização dos laudos sobre a causa oficial dos óbitos.
Ex-dançaria do grupo É o Tchan, Silmara Miranda, de 40 anos, que hoje é formada em Jornalismo e concursada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), está gerando polêmica dentro da corporação. Isto porque a servidora, empossada há apenas um ano na PRF, foi nomeada para um cargo de confiança no setor de comunicação social do órgão, no dia 21 de outubro.
Internamente, colegas estão chamando a situação de “ascensão supostamente meteórica”, sugerindo que Silmara tenha sido privilegiada de alguma forma. As críticas fizeram com que a ex-dançarina se manifestasse nas redes sociais.
– Para esta função, não existe absolutamente nenhum critério de antiguidade, sendo um cargo de livre nomeação e exoneração – explicou a policial rodoviária.
Ainda segundo a servidora, a chance de transferência para Brasília foi oferecida a todos os policiais da PRF, em processo seletivo interno iniciado em 22 de fevereiro deste ano.
– No entanto, apenas 10 se inscreveram manifestando a vontade de morar na capital federal – disse.
Silmara ainda declarou: “A ausência da verdade teve o objetivo de denegrir a minha imagem e anular todo o esforço que fiz para chegar até onde cheguei”.
– A vontade de desempenhar um bom trabalho com iniciativa, proatividade e boa comunicação certamente ajudou na escolha para o cargo – citou.
Silmara Miranda atuou como a “loira do Tchan” entre os anos de 2003 e 2007, ao substituir a dançarina Sheila Mello.
De acordo com a Polícia Militar, Granadas, fuzis e coletes à prova de bala foram apreendidos durante a ação. Polícia Rodoviária Federal diz que confronto ocorreu em dois locais diferentes.
Armamento apreendido durante operação da PM e PRF que resultou na morte de 25 suspeitos de roubo a bancos em Varginha (MG) — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Uma operação conjunta entre Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) resultou na morte de 25 suspeitos de roubos a bancos neste domingo (31) em Varginha (MG). De acordo com a PM, os suspeitos eram especialistas neste tipo de crime. Granadas, fuzis e coletes à prova de bala foram apreendidos.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os confrontos com os homens ocorreram em duas abordagens diferentes. Na primeira, os suspeitos atacaram as equipes da PRF e da PM, sendo que 18 criminosos morreram no local.
Armamento apreendido durante operação da PM e PRF que resultou na morte de 25 suspeitos de roubo a bancos em Varginha (MG) — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Em uma segunda chácara, conforme a PRF, foi encontrada outra parte da quadrilha e neste local, após intensa troca de tiros, sete suspeitos morreram.
Durante as duas abordagens, foram recuperados, explosivos , armas longas ponto 50 e 10 fuzis, além de outras armas, munições, granadas, coletes, miguelitos e 10 veículos roubados.
A Polícia Militar de Varginha revelou que os suspeitos haviam alugado um sítio na cidade para ficarem perto do Batalhão da PM e assim realizarem a ação.
Ação da Polícia contra roubo a bancos termina com 25 mortos em Varginha, MG
“Foi uma operação conjunta PRF e PM, que resultou em uma apreensão de forte armamento, um grande número de armas de fogo, além também de explosivos, coletes balísticos que eram utilizados por esses infratores. O que temos até agora é que houve essa grande apreensão em que vários criminosos estão sendo socorridos”, explicou a capitão Layla Brunnela da Polícia Militar.
“Provavelmente é a maior operação referente ao novo cangaço aqui no país, muitos infratores fariam um roubo a banco e foram surpreendidos pelo nosso serviço de inteligência integrado com a Polícia Rodoviária Federal”, completou.
Armamento apreendido durante operação da PM e PRF que resultou na morte de 25 suspeitos de roubo a bancos em Varginha (MG) — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Segundo a Polícia Militar, uma coletiva de imprensa será realizada ainda neste domingo para esclarecimento dos fatos.
Segundo a PRF, a ocorrência foi encaminhada à Polícia Judiciária.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforçará a fiscalização do trânsito nas estradas federais do país durante todo o feriado de Finados. Com o objetivo de prevenir e reduzir o número de acidentes e combater práticas ilícitas, o policiamento ostensivo nas rodovias começou a ser intensificado a partir da 0h de hoje (29), com a Operação Finados 2021.
Até as 23h59 de terça-feira (2), a PRF intensificará a presença em locais onde há maior incidência de acidentes graves e de criminalidade. A corporação também vai realizar ações educativas e de conscientização sobre condutas perigosas no trânsito.
Em nota, a PRF afirma que o principal objetivo da ação ostensiva é desestimular a prática de abusos e infrações, garantindo aos usuários das rodovias federais segurança, conforto e fluidez no trânsito, mesmo com o aumento significativo do fluxo de veículos durante o feriado prolongado.
As ações preventivas também visam à redução da gravidade dos eventuais acidentes e serão focadas em pronto atendimento, no enfrentamento à criminalidade e na tentativa de aumentar a percepção de segurança por parte dos usuários.
Além dos agentes de prontidão nas rodovias, policiais federais vão monitorar o comportamento dos motoristas a partir das centrais de Comando e Controle, de onde podem acompanhar, em tempo real, por meio de câmeras, tudo o que acontece ao longo das estradas, flagrando ultrapassagens indevidas ou proibidas, veículos trafegando pelo acostamento ou a velocidades incompatíveis com a via.
Para quem vai viajar, a PRF recomenda que o veículo seja revisado e que o funcionamento dos equipamentos obrigatórios seja testado. Também é importante verificar a documentação do veículo e de todos os ocupantes, inclusive crianças e adolescentes. Durante o percurso, é importante que o motorista mantenha uma distância segura do veículo à frente, respeite os limites de velocidade estabelecidos para a via, ultrapasse, quando necessário, apenas pela esquerda e preste atenção aos pedestres, ciclistas e outros usuários.
Na Bahia, apenas 22% dos homicídios dolosos (com a intenção de matar) ocorridos em 2018 foram esclarecidos até o final 2019, segundo o estudo “Onde Mora a Impunidade”, feito pelo Instituto Sou da Paz divulgado em outubro. Apesar do número baixo, o estado apresentou melhora de dois pontos percentuais em relação ao ano anterior.
A pesquisa feita pela organização não governamental solicitou as informações para os Ministérios Públicos e Tribunais de Justiça de todas as 27 unidades da federação. 17 estados enviaram os dados completos o que possibilitou o cálculo da taxa do índice de esclarecimento de homicídios. Os demais estados mostraram dados incompletos o que inviabilizou o cálculo. Sergipe foi o único estado a não dispor dos números. Como parâmetro, a pesquisa definiu como “esclarecido”, o crime no qual pelo menos um agressor foi denunciado pelo MP estadual.
Levando em consideração as 17 unidades da federação que informaram os dados, a Bahia teve o terceiro pior desempenho, sendo superado negativamente por Rio de Janeiro (14%) e Paraná (12%). Vale ressaltar que o levantamento não contabiliza mortes decorrentes de intervenção policial.
Por outro lado, Mato Grosso do Sul foi o estado onde mais se esclareceu esse tipo de crime, com 89%, seguido de Santa Catarina (83%) e Distrito Federal (81%). No Brasil a média geral alcançada foi de apenas 44%, uma melhora de 12% em relação ao ano anterior, que foi de 32%.
“Os estados que conseguiram os melhores resultados investiram na capacidade de investigação da Polícia Civil. São estados que têm uma estrutura adequada para produção de prova pericial. Eles têm equipe de perícia, capacidade de processar esses dados e retornar para as equipes de investigação em tempo hábil, que não interfira negativamente na investigação, o que impacta o tempo de resposta. Quanto mais tempo se leva para a obtenção de provas, mais difícil fica para a identificação e responsabilização dos autores”, destaca o coordenador do SDP, Leonardo Carvalho.
TRANSPARÊNCIA
Esta é a quarta edição do estudo realizado pelo SDP. Porém, é a primeira vez que a Bahia colabora com a disponibilização dos dados. Foram enviados os números referentes aos homicídios dolosos que aconteceram em 2017 e 2018 e esclarecidos nos anos seguintes ao crime, ou seja, elucidados até final de 2018 e 2019, consequentemente.
Apesar do desempenho considerado baixo, o coordenador do projeto vê com otimismo a inclusão do estado no estudo. “Mais que o indicador em si, isso sinaliza um avanço em relação a transparência das informações e divulgações dos dados, porque a Bahia até então não tinha conseguido passar para a gente dados válidos e agora passa a enviar. A gente tem a observar de modo positivo esse avanço na transparência e esperamos que os envios passem a ser regulares. A gente espera que enquanto o estado avança, ele consiga sustentar essa situação de maior transparência”, ressaltou.
Procurada, a Polícia Civil informou que não comenta dados compilados por outras instituições, mas ressaltou que ações de inteligência, investigações e prisões de envolvidos em crimes violentos letais intencionais são constantes. A PC deu como exemplo as ações da Operação Unum Corpos, realizada no mês de outubro, no interior do estado que resultou na prisão de 32 homicidas.
Um empresário foi preso no bairro do Horto Florestal, durante a Operação Invólucro, deflagrada na manhã desta quarta-feira (27). No escritório de uma fábrica de embalagens, localizada no bairro do Caji, em Lauro de Freitas, as equipes apreenderam um notebook, dois computadores, dois pendrives, diversas escrituras de imóveis e outros documentos processuais diversos.
Entre os documentos localizados, foram apreendidas diversas escrituras de imóveis em vários pontos do estado da Bahia. A titular da Dececap, delegada Márcia Pereira, avaliou as ações. “Trata-se de um trabalho executado com maestria por todas as instituições envolvidas nesta Força-Tarefa. Mais importante ainda é coibir crimes financeiros, que refletem em falta de recursos para serviços públicos a serem oferecidos a sociedade”, afirmou.
As ações realizadas com o objetivo de coibir crimes financeiros praticados por um grupo empresarial do segmento de embalagens plásticas, que resultaram em uma sonegação fiscal de mais de R$ 15 milhões, tiveram a atuação da Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), da Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Ceccor/LD), do Draco.
A Força-Tarefa é composta pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), Promotoria Regional de Combate à Sonegação Fiscal, Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (GAESF), do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), e Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (INFIP), da Secretaria da Fazenda.
O caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, retornou ao Brasil nesta terça-feira (26) e se entregou à Polícia Federal, na cidade de Joinville, em Santa Catarina. O líder caminhoneiro estava foragido há dois meses no México.
Zé Trovão teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no início de setembro. Ele é investigado por supostamente integrar um grupo digital que incita a violência contra as instituições democráticas e apoia atos considerados antidemocráticos.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o caminhoneiro afirmou que se entregou à Justiça “pelo Brasil”.
– Nesse 26 de outubro, eu me entreguei à Justiça brasileira, me apresentei à Justiça brasileira, porque, como diz o nosso hino, “verás que um filho teu não foge à luta”. E eu jamais iria abandonar o povo brasileiro – diz.
O caminhoneiro também agradeceu pelo apoio que recebeu nas redes sociais.
– Eu vim dizer muito obrigado. Não sei quanto tempo eu vou passar no cárcere, mas saibam que tudo isso é pelo Brasil, por cada ser humano, cidadão de bem. Fiquem com Deus e não desanimem – encerrou.
RETORNO AO BRASIL Segundo fontes que acompanhavam o militante, Zé Trovão teria saído do México na semana passada com destino ao Peru. Ele não chegou a ser preso nem no México, nem no Peru porque seu nome não havia sido incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol. O caminhoneiro teria chegado ao Brasil neste último fim de semana e ficado escondido na casa de familiares até se entregar hoje.
Zé Trovão se apresentou às autoridades após ser aconselhado por seus advogados. Agora, a defesa irá pedir a conversão da prisão preventiva para medidas cautelares, como a prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica – medida aplicada a alguns dos investigados no mesmo inquérito.
A Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA) vai prestar assistência jurídica aos familiares da jovem Kezia Stefany da Silva Ribeiro, de 21 anos, morta com um tiro. O suspeito do crime é o advogado criminalista José Luiz de Britto Meira Júnior, 50 anos. O crime aconteceu no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, no último dia 17 de outubro.
O advogado, que está preso desde a última quinta-feira (21), no Batalhão de Choque da Polícia Militar, afirmou que agiu em legítima defesa.
Coordenadora da Especializada de Direitos Humanos da DPE-BA, Lívia Almeida explica que a atuação não é com o objetivo da condenação do namorado de Kezia, papel que será feito pelo Ministério Público, mas para que a vítima e sua família tenham suas “vozes respeitadas” no processo.
“Vamos participar de todos os atos do processo, para que os depoimentos sejam colhidos de forma a que se respeite a dignidade da vítima”, afirma Lívia Almeida.
A subdefensora pública geral, Firmiane Venâncio, complementa que a atuação da Defensoria também visa evitar julgamentos e manifestações preconceituosas contra a vítima durante o processo ou sugestões de que Kezia Stefany deu causa ou tem alguma responsabilidade sobre o crime de feminicídio que ela mesma sofreu.
“Atuamos para evitar que haja esse tipo de pré-julgamento, que reforça determinados estereótipos desse padrão patriarcal de que as mulheres são culpadas pelos crimes de feminicídios que elas mesmas sofreram. É um tipo de crime que poderia ser evitado se nós não tivéssemos uma sociedade que fosse tão machista e patriarcal, e que ainda insiste em manter esse modelo vigorante”, analisa Firmiane Venâncio.