A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (5), três mandados de busca e apreensão contra alvos relacionados à prática de pedofilia pela internet. Suspeitos foram abordados em Salvador, Alagoinhas e Maragogipe.
De acordo com informações da Polícia Federal, as investigações iniciaram com informações sobre disponibilização de arquivos de vídeo ou imagem em plataformas ou aplicativos.
Conforme a legislação brasileira, é crime armazenar, produzir e compartilhar conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes. A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento, e de 4 a 8 anos pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.
A Polícia Federal (PF) instaurou inquérito nesta quarta-feira (4) a fim de apurar um suposto vazamento de depoimentos sigilosos enviados pelo órgão à CPI da Covid-19. O material está ligado a duas investigações da PF acerca do caso Covaxin e da acusação de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Não foi estipulado, contudo, quem são os alvos da apuração e onde o inquérito vai tramitar.
A PF disse por meio de nota que encaminhou à Comissão a íntegra dos autos dos inquéritos no dia 2 de agosto e o depoimento de oito pessoas intimadas sem edições. Desde então, vídeos e termos das oitivas foram divulgados pela imprensa.
– Em obediência às disposições processuais penais e com o objetivo de resguardar o andamento das investigações, a Polícia Federal solicitou à comissão parlamentar o necessário sigilo das oitivas – diz o órgão.
Em resposta, o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede), afirmou que não aceitará “intimidações” e recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para trancar o “inquérito ilegal e ilegítimo”.
– Atenção! Iremos ao STF com pedido de investigação contra o ministro da Justiça, Anderson Torres, e o diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, para que o inquérito aberto com o claro objetivo de atacar a CPI da Covid, seja trancado! Não vamos aceitar intimidações! – declarou em sua conta oficial no Twitter.
Integrantes da Polícia Federal estão revoltados com as suspeitas levantadas pela deputada federal Joice Hasselmann sobre a corporação. Em uma entrevista no último domingo (25), a parlamentar afirmou que não procurou a PF após ser agredida porque não confiava na investigação.
ocasião da entrevista, Joice afirmou que, apesar de confiar na atuação da PF, temia uma possível interferência do governo.
– Eu confio na instituição PF. Eu não confio é em algumas pessoas específicas e na possível interferência do governo na PF. Eu tenho receio de que o Planalto faça uma interferência. O GSI já está envolvido em uma tramoia – acusou Joice.
Ela disse ainda que defende a autonomia total da corporação.
– O pedido de impeachment que eu apresentei contra o presidente Jair Bolsonaro é justamente por interferência na PF. Todos sabem que ele interferiu – argumentou.
Ainda assim, a PF parece não ter recebido a declaração da deputada. Em nota, o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Antônio Boudens, repudiou a fala da deputada.
– É lamentável e incompreensível a fala da deputada Joice Hasselmann sobre a Polícia Federal, entidade respeitada pela sociedade brasileira e que trabalha todos os dias pela Segurança Pública – destacou.
Uma ação investigativa da 2ª Delegacia Territorial (DT) de Feira de Santana resultou na apreensão de cerca de 5 kg de cocaína em uma casa no bairro Tomba, naquele município, na última sexta-feira (23). A droga estava acondicionada em tabletes e sacos plásticos.
Policiais da 2ª DT receberam a denúncia de que um homem estava traficando drogas na Rua Oyama de Figueiredo e, ao realizarem a diligência, encontraram o suspeito, que fugiu ao perceber a presença da polícia. Ele entrou em uma casa e pulou o muro dos fundos.
O titular da unidade, Alisson Ferreira de Carvalho, explicou que a apuração vai continuar a fim de identificar o homem que estava traficando os entorpecentes. “Todo o pó branco apreendido aparentando ser cocaína e um aparelho celular foram apresentados à delegacia, para que sejam realizadas as perícias devidas e a investigação prossiga”, declarou o delegado.
Os animais serão encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do órgão, em Cruz das Almas para de reabilitação
Foto: Divulgação
Ao longo desta semana, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) lavrou 20 autos e apreendeu 288 pássaros de variadas espécies, na Operação “Hórus”, realizada nos municípios de Itabuna, Ilhéus e Canavieiras.
A ação, que teve como objetivo fiscalizar denúncias da sociedade civil referente à criação ilegal de pássaros nativos do bioma Mata Atlântica nos municípios de abrangência do Termo de Compromisso Socioambiental (TCSA) Porto Sul, contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) e de técnicos da UR Sudoeste.
Os animais serão encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Inema, em Cruz das Almas para fins de reabilitação e posterior soltura na natureza.
O cidadão que deseja registrar denúncias de crimes ambientais deve entrar em contato com o Disque Denúncia do Inema através do número 0800 071 1400.
A operação da Polícia Federal foi deflagrada nesta quinta-feira (22) para combater fraudes contra benefícios emergenciais. Batizada de Animus Fraudandi, a operação cumpre 29 mandados de busca e apreensão e 4 de sequestro de bens em seis estados do país, incluindo a Bahia. No total, cerca de R$ 60 por demanda judicial. Além da Bahia, há cumprimento de mandados em Santa Catarina, Ceará. Maranhão, Mato Grosso e Pará.
Em território baiano serão cumpridos 17 mandados em seis cidades. Há cumprimento em Vitória da Conquista, Guanambi, Canavieiras, Santa Luzia e Porto Seguro. As investigações apontam fraudes em ao menos 49 contas do estado, para o recebimento indevido do auxílio emergencial. O montante fraudado ultrapassa os R$ 32 mil reais em um período de 25 dias.
A operação desta quinta-feira se soma a outras 114 que combatem fraudes aos benefícios. Ao todo, já foram cumpridos mais de 443 mandados de busca e apreensão e 50 de prisão.
Cinco suspeitos de executar o agricultor Paulo Grendene, na cidade de Barreiras em junho deste ano, foram presos na manhã desta quarta-feira, 21, durante a Operação Bandeirantes, deflagrada na cidade do oeste baiano além dos municípios de Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia.
De acordo com a Polícia Civil, armas, munições, celulares, computadores e documentos foram apreendidos na casa dos homens, entre os quais estão policiais militares e empresários.
“Já cumprimos até o momento cinco dos seis mandados de prisão e 11 mandados de busca e apreensão”, disse a diretora do Departamento de Polícia do Interior (Depin), delegada Rogéria Araújo.
Participam da operação policiais da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Corregedoria Geral da SSP (Coger-SSP), Assessoria Executiva de Operações de Polícia Judiciária (AEXPJ), Coordenação de Operações Especiais (COE), Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Departamento de Inteligência Policial (DIP) e o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público Estadual.
última semana, a Polícia Federal (PF) ultrapassou a marca de 100 operações de repressão ao desvio e à utilização indevida de verbas públicas federais destinadas ao combate à pandemia de Covid-19. Até o último dia 13, o total de operações havia chegado a 102 e os valores apreendidos chegaram à quase R$ 190 milhões.
Em nota, a PF informou nesta terça-feira (20) que, desde abril do ano passado, já cumpriu 158 mandados de prisão temporária, 17 de prisão preventiva e 1.536 de busca e apreensão em 205 municípios de 26 unidades da federação. O montante de contratos de produtos e serviços investigados atingiu cerca de R$ 3,2 bilhões.
Deflagrada em abril de 2020 na Paraíba, a Operação Alquimia foi a primeira ação para apurar suspeita de desvio de recursos públicos. De lá para cá, o Amapá é o estado com o maior número de operações (11 no total), seguido por Maranhão (10), Pernambuco (8), Sergipe (8), Rio de Janeiro (7), São Paulo (6), Piauí (6), Pará (6), Amazonas (4) e Rondônia (4).
Sobre o montante de contratos investigados, o Pará lidera com R$ 1,4 bilhão. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (R$ 850 milhões), Pernambuco (R$ 198 milhões), São Paulo (R$ 118 milhões), Minas Gerais (R$ 102 milhões), Rondônia (R$ 92 milhões) e Piauí (R$ 82 milhões).
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (20), a Operação Alarife, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a fraudes ao programa do seguro- desemprego.
A investigação detectou que foram abertas empresas na Junta Comercial da Bahia com a utilização de documentos falsos com o único intuito de registrar falsos vínculos empregatícios para possibilitar o recebimento de seguro-desemprego.
Apurou-se, até agora, que os fraudadores fizeram 59 requerimentos de seguro- desemprego para trabalhadores fictos, causando um prejuízo de R$ 230.926,26 aos cofres públicos. Os fraudadores obtiveram em Feira de Santana certificados digitais com a utilização de documentos falsos, e com a utilização deste equipamento, faziam as transmissões dos requerimentos do seguro-desemprego.
Na data de hoje estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana e Petrolina/PE e dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária, todos expedidos pela 1a Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana.
Os investigados irão responder pelos crimes de associação criminosa e estelionato.
Foram registrados 41 casos de feminicídios no primeiro semestre deste ano
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A Bahia registrou 113 crimes de feminicídio em 2020, de acordo com os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgados nesta quinta-feira (15). O número aponta um crescimento de 11,8% em comparação ao registrado pelo estado em 2019.
De acordo com o G1, esse é pelo menos o segundo ano seguido que o levantamento aponta crescimento no número de feminicídios na Bahia. Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), foram registrados 41 casos de feminicídios no primeiro semestre deste ano.