Se você arriscou a pensar em algo relacionado a “chupar”, acertou. Mas não tem nada a ver com lábios ou língua, não: chupitar é uma das estratégias do pompoarismo e consiste em um movimento que imita o sexo oral, só que feito com a vagina.
O melhor é que o prazer é incrível tanto para o homem quanto para a mulher. Interessou? Coloque em prática essas dicas:
Tome consciência
O primeiro passo é imaginar que o canal vaginal é dividido em três partes e que cada uma delas tem um anel diferente. O objetivo do pompoarismo é fortalecer cada um desses anéis por meio de exercícios específicos.
Os três anéis
Na entrada da vagina está localizado o primeiro anel. Sentada ou em pé, “aperte” a vagina como se estivesse tentando segurar o xixi: eis o segundo anel. Para achar o terceiro, imagine uma força impelindo-a a empurrar o umbigo até as costas. “Você sentirá uma contração bem próxima do colo do útero ou a sensação de que todo o canal se contraiu”, fala Cátia Damasceno, especialista em pompoarismo e criadora do site “Mulheres Bem Resolvidas”, sobre sexualidade.
Questão de treino
Cada mulher leva um tempo até conseguir realizar o ato de chupitar. “Geralmente, quanto mais jovem, mais forte é a musculatura e, por isso, menos tempo de exercícios será necessário. Porém, isso não quer dizer que as maduras não vão conseguir, ok?”, diz Cátia, que conta ainda que, em cerca de dois meses, é possível aplicar o aprendizado no pênis do parceiro.
Piscar e contrair
Segundo a sexóloga e terapeuta corporal Valeria Walfrido, os antigos taoístas (seguidores da tradição filosófica e religiosa originária do Leste Asiático) descobriram que os músculos esféricos que fecham nossos orifícios (também chamados de esfíncteres) fazem toda a diferença. Eles estão localizados na boca, nas narinas, nos olhos, nos genitais e no ânus, e uns podem refletir em outros. Por isso, como treino para o chupitar, é essencial exercitá-los. Como? “Primeiro pisque os olhos por cinco vezes. Depois, tente contrair o ânus por cinco vezes. Em seguida, pisque os olhos e efetue a contração anal, simultaneamente. Repita a sequência duas vezes, a primeira com leveza e a segunda, mais firme”, ensina.
Ao mesmo tempo
Outra sequência sugerida por Valeria: contrair as bochechas realizando movimento de sucção da boca (cinco vezes), e depois contrair bochechas, vagina e ânus, simultaneamente, por mais cinco vezes. “Em seguida, com as pernas estendidas e abertas em V, sugue o ar com a boca entreaberta. Repita o movimento sugando o ar com a boca e com a vagina (como se inspirasse).”
Uma semana de exercícios
Para Cátia Damasceno, é fundamental praticar uma semana de exercícios específicos de contração, sempre imaginando que está segurando xixi.
Dia 1: faça cinco séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de um minuto.
Dia 2: faça seis séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 55 segundos.
Dia 3: faça sete séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 50 segundos.
Dia 4: faça oito séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 45 segundos.
Dia 5: faça nove séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 40 segundos.
Dia 6: faça dez séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 35 segundos.
Dia 7: faça dez séries de 30 contrações do canal vaginal, com intervalo de 30 segundos
Teste sua força
Com a vagina “malhada”, é hora de testar sua força introduzindo o dedo médio e checando o poder das contrações. “Para isso, tente contrair também os músculos do abdome, como se o seu umbigo estivesse entrando no seu corpo. Depois relaxe os músculos, expelindo o dedo”, orienta Cátia.
Como o sex shop pode te ajudar
Você também pode colocar só a parte inicial de um vibrador simples (no formato de um batom) e tentar sugá-lo e expulsá-lo. Outra dica: em qualquer sex shop, dá para comprar as bolas Ben-wa, duas ou mais bolas ligadas por um cordão de silicone. Ao introduzi-las na vagina, a mulher também pode exercitar o assoalho pélvico sugando e expulsando as bolas.
Cuidado com o parceiro
Ponto importante: os treinos iniciantes sempre devem ser feitos em um vibrador e nunca no pênis do parceiro, pois isso pode machucá-lo.
A dois
Para praticar a dois, a posição ideal é com o homem deitado de barriga para cima e a mulher sentada por cima. Desse modo, ela consegue observar a reação do parceiro. Atenção: é bom que ambos fiquem mais quietinhos, para que a energia seja concentrada na contração dos anéis.
Todo mundo ganha
Depois do treino, o chupitar é simples. Pense na ação de uma criança sugando uma chupeta: é esse o movimento que você deve fazer com a vagina no pênis do par. Para ele, a sensação vai ser de um sexo oral turbinado. Em vez da sua boca, a umidade da vagina e as contrações vão potencializar o tesão. Já as experts em pompoarismo relatam que dá para sentir o pênis por completo, de uma maneira mais amplificada.
Olhos nos olhos
Outra posição que rende uma excitação incrível é um se sentar de frente para o outro com as pernas entrelaçadas. O contato olho no olho deixa tudo ainda mais sexy.
Estadão: ‘Toda crítica [à esquerda] é desmoralizada como conspiração das ‘elites’ | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
O jornal O Estado de S. Paulo, em editorial publicado neste domingo, 1º, critica de maneira contundente a forma intolerante com a qual integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, petistas e aliados da esquerda tratam as posições da direita. Está em curso uma campanha de discriminação e até mesmo de criminalização das pautas de direita, diz o Estadão.
A esquerda e os lulopetistas se comportam como se defendessem a civilização contra a barbárie da direita. “A pretensão do PT ao monopólio do bem e da verdade é constitutiva”, resume o editorial, lembrando que “expoentes da direita sempre foram demonizados como ‘fascistas’ e ‘inimigos do povo’”. “Toda crítica é desmoralizada como conspiração das ‘elites’.”
O texto lembra que ainda hoje, sete anos depois do impeachment, Lula e o PT tratam a cassação de Dilma Rousseff (PT), regularmente feita pelo Congresso, com aval do Judiciário, como um “golpe”. Já Lula, acusado e condenado em três instâncias da Justiça, e outros petistas, “flagrados em tramoias antirrepublicanas, como no mensalão e no petrolão”, juram que são vítimas de perseguição.
Em pautas identitárias, o Estadão lembra que, para a esquerda intolerante e paranoica, não basta não ser racista, misógino ou homofóbico. “Quem não faz rituais de expiação pelo mero fato de ter uma determinada cor de pele, pertencer a um gênero ou ter uma orientação sexual é desmoralizado como uma peça da máquina de opressão”, afirma o jornal.
Esquerda se comporta como dona da verdade, diz Estadão
Ex-presidente Lula e a presidente Nacional do PT, Gleisi Hoffmann | Foto: Lula Marques/Agência PT
Em debates recentes, como a descriminalização do aborto, a exploração de petróleo na margem equatorial, entre o Amapá e o Rio Grande do Norte, e o marco temporal das terras indígenas, por exemplo, a esquerda se comporta como dona da verdade, lembra o Estadão.
As teses de quem advoga por explorar as riquezas do petróleo, por garantir as propriedades de agricultores ou por preservar a vida do nascituro não são meramente contestadas, diz o jornal. “Mas recriminadas como ataques de predadores desalmados. O mero questionamento é denunciado como ‘violência’.”
O editorial lembra, ainda, que imprensa, classe artística e universidades são a caixa de ressonância do “jihadismo esquerdista encabeçado pelo lulopetismo”, em razão de uma hegemonia progressista nesses setores.
Para o jornal, a intolerância da esquerda “exprime uma visão da vida pública típica de um Estado confessional”. “Ao equiparar todos os seus críticos a ‘extremistas’ dignos de serem alijados da vida pública, a esquerda iliberal também é uma ameaça, não tanto pelos seus ideais, em princípio tão legítimos quanto os de seus adversários, mas pelos seus métodos: a intimidação, a censura, a ruptura, a imposição. Numa democracia, essa intolerância é intolerável”, conclui o Estadão.
Governador estava acompanhado do namorado, o médico Thalis Bolzon, que teria se incomodado com a gravação
Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini
O governador do Rio Grande do Sul (RS), Eduardo Leite (PSDB), foi visto no show de abertura da cantora Ivete Sangalo no projeto Legends in Concert em meio ao estado decalamidade que a região enfrenta. O registro foi feito na noite de sábado (30), no Allianz Parque, em São Paulo.
No evento, que contou com a apresentação do britânico Rod Stewart, o governador estava acompanhado do namorado, o médico Thalis Bolzon, que teria se incomodado com as filmagens.
A assessoria de Eduardo Leite foi procurada pela coluna Paulo Cappelli, do Metrópoles. Em resposta, a equipe do político afirmou que “se ele está ou não no show, isso diz respeito à vida pessoal dele”.
O decreto de calamidade no RS foi assinado em 6 de setembro pelo governador. Na última semana, um novo ciclone no estado provocou a terceira maior enchente de Porto Alegre, sendo registrado um óbito e mais de 180 pessoas foram colocadas em abrigo.
Na primeira quinzena no RS já foram computadas 46 mortes, 20 mil pessoas desalojadas, 4,7 desabrigadas e 925 feridas em decorrência das chuvas que afetaram 97 municípios do estado.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou no sábado (30) que, durante o período em que esteve no Palácio do Planalto, não quis ser uma “boneca de enfeite ou uma viajante turista”.
“Eu cheguei como primeira-dama, e eu já sabia porque estava no meu coração, que eu não queria ser uma boneca de enfeite ou uma viajante turista. Não era isso que eu queria”, disse Michelle durante evento do PL Mulher no Ceará.
“Nós temos consciência do dinheiro público. Eu falei: quero chegar para trabalhar. Mas isso é uma vocação que eu tenho. Nem todo mundo tem”, destacou.
A fala acontece após a atual primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, ser criticada por acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em viagens oficiais ao exterior e, mais recentemente, visitar o Rio Grande do Sul para acompanhar a situação da população afetada mais uma vez pelos efeitos de um ciclone extratropical.
Anteriormente, quando foram para a Índia para a cúpula do G20, Janja fez uma postagem comemorando a chegada ao país, mas apagou a publicação após repercussão negativa de que não teria empatia pelas vítimas gaúchas — à época, o presidente não foi ao estado brasileiro para checar os estragos do ciclone.
Durante o discurso do PL Mulher, Michelle Bolsonaro incentivou candidaturas femininas e falou sobre apoio à população surda, por exemplo.
Créditos: CNN.
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Um dos principais parceiros comerciais do Brasil, a Argentina está prestes a escolher seu novo presidente, em meio a uma crise econômica que se arrasta anos a fio.
As eleições, marcadas para o próximo dia 22 de outubro, têm como protagonistas três perfis completamente distintos — o ultradireitista Javier Milei, a ex-ministra da Segurança Patricia Bullrich e o atual ministro da Economia Sergio Massa.
Após o resultado das primárias se mostrar favorável à Milei, em movimento surpreendente, os discursos polêmicos do candidato ganharam holofote e passaram a ser motivo de preocupação, inclusive para o governo brasileiro.
“O Mercosul que está em risco, sobretudo pelo evento próximo que pode ocorrer no nosso principal parceiro comercial. Não se sabe o alcance da narrativa do candidato que lidera as pesquisas na Argentina”, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no último dia 25.
Nas palavras de Milei, bloco é um “fracasso comercial”.
“Parece que o Mercosul não funciona e sou a favor de uma agenda de abertura unilateral. Uma vez concluídas as reformas associadas a esta abertura unilateral, não acredito que o governo administre o comércio”, disse, em entrevista à publicação inglesa The Economist.
Além do nome do La Libertad Avanza, Patricia Bullrich, segunda colocada nas primárias, também tem posicionamento distante ao do atual governo brasileiro. Inclusive, sua proposta para as relações exteriores se baseia num projeto que não envolve grande aprofundamento das relações de Buenos Aires com Brasília ou com os demais vizinhos
Enquanto isso, o candidato que mais estaria alinhado com os discursos de Lula, Sergio Massa segue em último lugar entre os principais na corrida presidencial, com chances relativamente pequenas de assumir o Executivo — mas não por falta de esforço.
Nos últimos meses, o atual ministro da Economia anunciou uma série de medidas populistas para angariar seguidores, que vão desde congelamento de preços nos combustíveis à isenção de pagamento de Imposto de Renda para cidadãos que recebem o equivalente a até R$ 25 mil por mês.
Alejandro Frenkel, professor de relações internacionais da Universidad Nacional de San Martín, em Buenos Aires, avalia que, ao contrário do que se espera, a relação comercial do país com o Brasil será mantida com a vitória de qualquer um dos candidatos.
“Acredito que, em termos gerais, a ligação da Argentina com o Brasil vai continuar sendo prioritária em termos comerciais, mas me parece que, com uma vitória de Milei, provavelmente deve ocorrer um conflito maior no nível político, e isso pode repercutir nas questões econômicas”, afirma.
Frenkel pondera que a política de livre comércio proposta por Milei pode significar, em alguns casos, “o ‘destrave’ de alguns conflitos ou polêmicas, o que sempre tendem a existir com o Brasil”.
Na visão do especialista, uma possível saída da Argentina do Mercosul teria “um custo muito alto”. Para Frenkel, em uma possível vitória de Milei, pautas de livre comércio entre os membros do bloco poderiam estimuladas pelo político.
“Não creio que a Argentina saia do Mercosul se Milei for presidente. Eu vejo uma coisa mais parecida com o que foi a política de Bolsonaro em relação ao Mercosul, ou seja, uma posição mais indiferente, de não dar importância ao bloco”, diz.
“Milei pode apenas promover uma agenda de negociações exteriores que envolvam a expansão ou flexibilização do bloco e que permitam que cada país assine acordos de livre comércio individualmente”.
No entanto, isso não eximiria o bloco de riscos, na visão do professor.
“Acredito que existem riscos em relação ao Mercosul, já que o bloco pode ser enfraquecido. Também pode haver uma desarticulação, pelo menos da União Aduaneira, além do retrocesso de uma zona de livre comércio e de um compromisso menor da Argentina com outras agendas do bloco”, analisa.
Mercosul-UE como “antídoto”
Uma das recentes afirmações de Fernando Haddad é de que o acordo com a União Europeia pode tornar o Mercosul mais atraente e servir como “antídoto” ao bloco na possibilidade da eleição de Milei.
“O acordo com União Europeia agora seria um antídoto contra medidas que pudessem desorganizar a região. A própria Europa está com dificuldade de enxergar o futuro com o que ocorreu nos últimos anos, sobretudo no último ano, sem uma parceria com a América do Sul”, disse o ministro.
Frenkel discorda. Para ele, o posicionamento “negacionista” de Milei em relação às mudanças climáticas pode, na realidade, gerar conflito nas relações do bloco com a União Europeia.
“Assim como a União Europeia apontou a posição negacionista — ou a política ambiental — de Bolsonaro como a razão pela qual não o acordo não avançou, o mesmo poderia acontecer no caso de Milei. Não creio que o acordo servirá como ‘antídoto’ para neutralizar Milei. Ao mesmo tempo, temos que saber se a União Europeia seria, de fato, a favor [do acordo] e também temos que ver se o Brasil está, de verdade, a favor”, avalia.
“Mas também existe o questionamento se esta é, de fato, a única razão pela qual a UE não quer avançar nas negociações, ou se também tem a ver com a pressão dos setores agrícolas europeus que podem temer questões de competitividade com os setores agrícolas exportadores do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai”, conclui.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi recebido na 6ª feira (29.set.2023) por uma multidão de apoiadores em Fortaleza, no Ceará. Cercado de centenas de pessoas, o ex-chefe do Executivo subiu em um carro de som e prometeu voltar à política “se Deus quiser”.
Durante o discurso, Bolsonaro mencionou o nome do deputado André Fernandes (PL-CE), que deve disputar a prefeitura de Fortaleza, e o deputado estadual Carmelo Neto (PL). O ex-presidente também agradeceu por sua “2ª vida”, em referência à facada que recebeu em setembro de 2018, durante a campanha eleitoral, e pelos 4 anos em que ficou na Presidência da República.
Assista (1min6s):
“A forma como vocês nos recebem, com muito calor humano, com muito carinho. Tenho certeza. Nós juntos mudaremos o destino do nosso país. Os 2 jovens, o Carmelo e o nosso André, que representam a todos nós aqui em Fortaleza. A todos vocês, muito obrigado pela oportunidade. Obrigado meu Deus, pela 2ª vida e pela missão de estar à frente do Executivo por 4 anos. Se Deus quiser, essa for a vontade dele, no futuro nós voltaremos”, disse Bolsonaro.
Apoiadores divulgaram nas redes sociais diversos registros do passeio de Bolsonaro, sempre cercado de muitos apoiadores. Em algumas imagens é possível ouviu gritos de “mito, mito”. Segundo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), “é impossível não se emocionar com a recepção” do ex-presidente na cidade.
Assista (1min39s):
VIAGENS
Inelegível até 2030, Bolsonaro tem realizado um giro de viagens pelo país para dar projeção ao PL por meio de seu nome. Nos últimos meses, o ex-presidente foi ao Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro. Tem participado de diversos eventos de filiação ao PL. Valdemar Costa Neto, presidente do partido, já disse que sua intenção é eleger até 1.500 prefeitos nas eleições do ano que vem.
A cirurgia realizada na presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, foi bem-sucedida e não teve intercorrências, segundo informou o boletim médico do hospital particular DF Star, em Brasília. A deputada federal, de 58 anos, submeteu-se a um procedimento cirúrgico no coração, na manhã deste sábado (30/9), e foi encaminhada para recuperação na unidade de terapia intensiva, procedimento padrão.
Gleisi está internada desde quinta-feira (28/9). Na cirurgia a que ela foi submetida, um procedimento de revascularização do miocárdio, foram feitos dois enxertos de artéria na região do peito para restaurar a circulação sanguínea adequada ao coração.
A obstrução coronária, quadro da parlamentar, é um problema que faz com que as artérias responsáveis por irrigar o coração não desempenhem bem suas funções. O objetivo da internação é entender as possíveis consequências e seus tratamentos.
“O procedimento transcorreu com sucesso, sem quaisquer intercorrências ou complicações. Após a conclusão da cirurgia, a deputada foi conduzida à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para acompanhamento médico especializado e observação contínua, procedimentos padrão após intervenções desta natureza”, diz o texto.
Gleisi segue sendo monitorada pela equipe médica e “apresenta sinais vitais estáveis, indicativos de recuperação progressiva”.
Estiagem é mais grave na Amazônia Ocidental, composta por Acre, Rondônia, Roraima e Amazonas.
Comunidade do Catalão, em Iranduba, sofre com a seca no Amazonas — Foto: Gato Júnior/Rede Amazônica
A seca severa que atinge a Amazônia neste ano pode bater recorde e se estender até o mês de janeiro, segundo previsão do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao governo federal. A situação de diversos rios estratégicos para a região é crítica, com vazões (volumes) abaixo da média histórica.
🚨 Diante desse cenário, o número de municípios afetados pela estiagem deve aumentar até o final do ano, impactando a navegação e o acesso à água, intensificando as queimadas e contribuindo com perdas na produção agrícola familiar.
A estiagem é mais grave na chamada Amazônia Ocidental: Acre, Rondônia, Roraima e Amazonas.
Só no Amazonas, o governo local estima que a população atingida chegue a 500 mil pessoas em outubro. Manaus e Rio Branco decretaram estado de emergência.
É possível que essa situação de seca se agrave até o mês de dezembro ou janeiro e comece a desintensificar [enfraquecer] a partir do mês de março ou abril de 2024.
— Ana Paula Cunha, pesquisadora do Cemaden na área de secas e agrometeorologia
👉 Estamos na estação seca na região Norte, quando a vazão dos rios normalmente se reduz. No entanto, de acordo com Ana Paula Cunha, a estiagem deste ano pode ser tão violenta quanto a registrada em 2015 e 2016, que castigou a região, ou até mesmo superá-la.
“Este ano pode ser que a seca seja tão intensa como foi em 2015/2016, ou até mesmo quebre o recorde”, diz a pesquisadora.
Nos mapas abaixo, arraste a seta para o lado e compare a previsão do avanço da seca na Região Norte em outubro e em novembro:
Arraste e compare nos mapas a previsão de seca para os meses de outubro (à esquerda) e novembro — Foto 1: CPTEC/INPE / NOAA / NASA — Foto 2: CPTEC/INPE / NOAA / NASA
Rios na Amazônia em situação crítica
Análise do Cemaden, com base em medições da Agência Nacional de Águas (ANA), aponta para uma situação preocupante em diversos rios na região, com uma previsão pessimista para os próximos três meses.
⚡ Trechos de rios importantes, como o Negro e o Solimões, formadores do rio Amazonas, devem ter vazões abaixo da média histórica, além de outros igualmente cruciais, como Madeira, Juruá, Purus e Xingu.
Os bancos de areia, que a cada dia que passa ficam mais visíveis e extensos, devem aumentar de tamanho. Além da navegação, os desdobramentos podem ser sentidos na pesca, na agricultura e no equilíbrio ambiental.
Apesar de os reflexos dos dois fenômenos ocorrerem em regiões diferentes da Amazônia, o aquecimento das águas do oceano desencadeia um mecanismo de ação similar sobre a floresta: a redução de chuvas na região, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Com isso, o início do período de chuvas, que deveria ser em novembro, vai atrasar.
A área marrom no mapa abaixo indica previsão de chuva no Norte abaixo da média nos próximos três meses.
Previsão de chuva na região amazônica — Foto: Arte/g1
A última grande seca que ocorreu na região foi entre os anos de 2015 e 2016, também causada por um evento de El Niño, considerado um dos mais intensos do último século.
— Ana Paula Cunha, pesquisadora do Cemaden na área de secas e agrometeorologia
Estiagem que atinge o Amazonas dificulta locomoção por barcos
O Bahia perdeu por 1 a 0 para o Flamengo em jogo disputado na tarde deste sábado (30), válido pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã.
Com o resultado, o Tricolor permanece na zona de rebaixamento, com 25 pontos, abrindo a rodada em 17º lugar. A posição pode mudar em caso de triunfo do Santos na rodada.
A próxima partida do Bahia será contra o Goiás, em um confronto direto fora de casa. O duelo está marcado para sábado (7).
O JOGO
O primeiro tempo foi marcado por alta intensidade dos dois lados, com o Bahia conseguindo levar perigo especialmente em lances de contra-ataque, apostando na velocidade de Ademir e Ratão.
Já o Flamengo mantinha a posse de bola em seus pés por mais tempo e criou as primeiras oportunidades de perigo. Aos 13 minutos, um cruzamento feito por Everton Ribeiro passou por Bruno Henrique e raspou a trave.
Por sua vez, o Esquadrão teve uma grande chance de abrir o placar aos 17 minutos, quando Gilberto levantou bola na área e Ratão, sem marcação, só cabeceou nas mãos do goleiro Rossi.
Tendo Everton Ribeiro como principal jogador em campo, o Flamengo pressionava pelo lado direito do seu ataque. A defesa tricolor, no entanto, conseguia afastar a maior parte dos cruzamentos na área.
Aos 43 minutos, o árbitro Sávio Pereira Sampaio assinalou pênalti cometido por Yago Felipe, mas a análise no VAR mostrou que a falta foi fora da área. Na cobrança, Pulgar ainda acertou o travessão do goleiro Marcos Felipe.
SEGUNDO TEMPO
Na volta para o segundo tempo, o Bahia ficou com um jogador a menos aos quatro minutos. Após falha cometida por Vitor Hugo, a bola sobrou para Gerson progredir na direção à área e Kanu o puxou por trás. Após análise no VAR, o árbitro aplicou cartão vermelho.
E novamente na cobrança de falta, Pulgar levou enorme perigo ao gol defendido por Marcos Felipe.
Com um a menos em campo, o Bahia se viu novamente com menos posse de bola (35%) e pressionado em seu campo defensivo.
Já aos 10 minutos, novamente o VAR entrou em ação, mas manteve a decisão de campo. Sávio assinalou um pênalti cometido por Gilberto em Bruno Henrique. Pedro cobrou e abriu o placar.
Em desvantagem em número de jogadores e no placar, o Esquadrão encontrava ainda mais dificuldades para organizar jogadas de perigo. Para tentar modificar o panorama do jogo, Ceni apostou em Juba e Biel, substituindo Ademir e Ratão.
E foram justamente os novos pontas em campo que quase deixaram tudo igual. Após belo passe de Biel, Juba avançou em contra-ataque aos 30 minutos, mas falhou no chute e pouco exigiu do goleiro.
Na reta final, o Bahia voltava a levar perigo ao encontrar espaços para atacar em velocidade. Entretanto, acabava por se expor ao ceder campo para contra-ataques do time da casa. Apesar de ter demonstrado luta nos minutos finais, o Esquadrão saiu derrotado por 1 a 0.
Bahia é derrotado pelo Flamengo em jogo marcado por arbitragem confusa
Árbitro Sávio Pereira Sampaio consultou o VAR em três lances; dois deles mudaram a decisão de campo e o terceiro marcou um pênalti polêmico
O Bahia perdeu por 1 a 0 para o Flamengo em jogo disputado na tarde deste sábado (30), válido pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã.
Com o resultado, o Tricolor permanece na zona de rebaixamento, com 25 pontos, abrindo a rodada em 17º lugar. A posição pode mudar em caso de triunfo do Santos na rodada.
A próxima partida do Bahia será contra o Goiás, em um confronto direto fora de casa. O duelo está marcado para sábado (7).
O JOGO
O primeiro tempo foi marcado por alta intensidade dos dois lados, com o Bahia conseguindo levar perigo especialmente em lances de contra-ataque, apostando na velocidade de Ademir e Ratão.
Já o Flamengo mantinha a posse de bola em seus pés por mais tempo e criou as primeiras oportunidades de perigo. Aos 13 minutos, um cruzamento feito por Everton Ribeiro passou por Bruno Henrique e raspou a trave.
Por sua vez, o Esquadrão teve uma grande chance de abrir o placar aos 17 minutos, quando Gilberto levantou bola na área e Ratão, sem marcação, só cabeceou nas mãos do goleiro Rossi.
Tendo Everton Ribeiro como principal jogador em campo, o Flamengo pressionava pelo lado direito do seu ataque. A defesa tricolor, no entanto, conseguia afastar a maior parte dos cruzamentos na área.
Aos 43 minutos, o árbitro Sávio Pereira Sampaio assinalou pênalti cometido por Yago Felipe, mas a análise no VAR mostrou que a falta foi fora da área. Na cobrança, Pulgar ainda acertou o travessão do goleiro Marcos Felipe.
SEGUNDO TEMPO
Na volta para o segundo tempo, o Bahia ficou com um jogador a menos aos quatro minutos. Após falha cometida por Vitor Hugo, a bola sobrou para Gerson progredir na direção à área e Kanu o puxou por trás. Após análise no VAR, o árbitro aplicou cartão vermelho.
E novamente na cobrança de falta, Pulgar levou enorme perigo ao gol defendido por Marcos Felipe.
Com um a menos em campo, o Bahia se viu novamente com menos posse de bola (35%) e pressionado em seu campo defensivo.
Já aos 10 minutos, novamente o VAR entrou em ação, mas manteve a decisão de campo. Sávio assinalou um pênalti cometido por Gilberto em Bruno Henrique. Pedro cobrou e abriu o placar.
Em desvantagem em número de jogadores e no placar, o Esquadrão encontrava ainda mais dificuldades para organizar jogadas de perigo. Para tentar modificar o panorama do jogo, Ceni apostou em Juba e Biel, substituindo Ademir e Ratão.
E foram justamente os novos pontas em campo que quase deixaram tudo igual. Após belo passe de Biel, Juba avançou em contra-ataque aos 30 minutos, mas falhou no chute e pouco exigiu do goleiro.
Na reta final, o Bahia voltava a levar perigo ao encontrar espaços para atacar em velocidade. Entretanto, acabava por se expor ao ceder campo para contra-ataques do time da casa. Apesar de ter demonstrado luta nos minutos finais, o Esquadrão saiu derrotado por 1 a 0.
Alta nos preços é decorrência do aumento nos impostos federais.
Os impostos federais sobre o óleo diesel vão aumentar R$ 0,02 por litro a partir deste domingo (1º), segundo informações do Instituto Combustível Legal (ICL) e da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
Essa é a segunda fase de retomada dos impostos PIS e Cofins sobre o diesel, que devem atingir a alíquota integral de R$ 0,35 por litro em janeiro de 2024:
Setembro: R$ 0,11 por litro
Outubro: R$ 0,13 por litro
Janeiro de 2024: R$ 0,35 por litro
Esses valores são para o diesel A, produzido nas refinarias. O combustível fóssil tem adição de 12% de biodiesel, que dá origem ao diesel B, vendido nos postos.
Considerando a mistura, os impostos cobrados somam aproximadamente:
Setembro: R$ 0,10 por litro
Outubro: R$ 0,12 por litro
Janeiro de 2024: R$ 0,33 por litro
As alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel estavam zeradas desde 2021, como uma forma de reduzir o preço do combustível para o consumidor.
Naquele momento, em março de 2021, o diesel era vendido a R$ 4,33 por litro na bomba, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Em janeiro de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia prorrogado a isenção de PIS/Cofins sobre o diesel até 31 de dezembro. Mas a cobrança foi antecipada para financiar o programa de descontos para carros novos do governo federal.
O programa foi lançado no início de junho e teve como fonte de recursos a reoneração do diesel em R$ 0,11 a partir de setembro. Depois, o governo anunciou mais R$ 300 milhões para o programa com o aumento de R$ 0,02 por litro de diesel em outubro.
Impostos federais voltam a ser cobrados e preços da gasolina e do etanol sobem
Em setembro, na semana em que houve retomada dos impostos sobre o combustível, o litro do óleo diesel subiu R$ 0,05 nos postos, de acordo com levantamento da ANP. O preço saiu de R$ 6,13 para R$ 6,18, na média nacional.
Nesta semana, de 24 a 30 de setembro, o consumidor pagou em média R$ 6,22 por litro nos postos de combustíveis, segundo a agência. Em relação ao início do mês, foi uma alta de R$ 0,09 por litro –quase o valor integral do aumento de impostos para o diesel vendido na bomba.
A Petrobras, empresa que mais produz combustíveis no país, não aumentou os preços nesse período. O último reajuste foi em agosto. Em maio, a Petrobras mudou sua política de preços e deixou de considerar somente o valor de cotação do petróleo –sujeito às oscilações do mercado.
Contudo, mais de 20% do diesel consumido no Brasil é importado. Além disso, refinarias privadas, como Mataripe, na Bahia, praticam preços alinhados ao mercado internacional.