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Verba servirá para Kiev comprar e aprimorar sistemas de detecção de drones

Ucrânia
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, recebe a ministra das Relações Exteriores do Japão, Yoko Kamikawa, em meio ao ataque da Rússia a Kiev – 7/1/2024 | Foto: Serviço Presidencial da Ucrânia/Reuters

Em visita não anunciada à Ucrânia, a ministra das Relações Exteriores do Japão, Yoko Kamikawa, comprometeu-se com em apoiar o país do Leste Europeu. Neste domingo, 7, a representante de Tokyo anunciou o repasse de US$ 37 milhões para o fundo fiduciário da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), para fornecer sistemas de detecção de drones a Kiev.

A declaração ocorre em meio a uma ofensiva russa na região sul da Ucrânia. A cidade de Kherson se tornou alvo de bombardeios vindos de partes da região homônima, ocupadas pela Rússia. As tropas de Moscou estão do outro lado do Rio Dnieper.

O chefe do governo municipal, Roman Mrochko, disse que duas pessoas foram mortas e várias outras ficaram feridas. A Força Aérea da Ucrânia informou ter abatido 21 dos 28 drones lançados pela Rússia durante a noite, que também disparou três mísseis antiaéreos contra Kiev.

Putin conversa com militares que combateram na Ucrânia

Enquanto isso, o presidente russo, Vladimir Putin, reuniu-se com famílias de militares mortos na guerra em atividades religiosas, em sua residência em Novo-Ogaryovo, no oeste de Moscou.

“Muitos dos nossos homens, os nossos bravos e heroicos homens, são guerreiros da Rússia mesmo agora, durante as festas… com armas nas mãos, defendem os interesses do nosso país”, disse Putin aos familiares presentes.

A declaração do presidente da Rússia é uma referência às celebrações do Natal ortodoxo, tipicamente comemorado nos dias 6 e 7 de janeiro.

Revista Oestecom informações da Associated Press


Os primeiros países a celebrar o Ano Novo ficam na região do Pacífico e da Oceania.

Réveillon 2024: Veja imagens da chegada do ano novo pelo mundo

Réveillon 2024: Veja imagens da chegada do ano novo pelo mundo 

As comemorações do Ano Novo 2024 já começaram pelo mundo. Os primeiros países a celebrar o Ano Novo ficam na região do Pacífico e da Oceania. Depois, comemoram o réveillon os países da Ásia, da África e da Europa. 

Fogos de artifício na Sky Tower em Auckland, Nova Zelândia, para celebrar o Ano Novo na segunda-feira, 1º de janeiro de 2024 — Foto: Hayden Woodward/New Zealand Herald via AP

Fogos de artifício na Sky Tower em Auckland, Nova Zelândia, para celebrar o Ano Novo na segunda-feira, 1º de janeiro de 2024 — Foto: Hayden Woodward/New Zealand Herald via AP 

A Nova Zelândia foi um dos primeiros países a celebrar a entrada de 2024, com uma queima de fogos de artifício em Auckland. 

O show de fogos de artifício aconteceu na Sky Tower de Auckland, que tem 328 metros de altura. Os fogos iluminaram o céu noturno nublado e foi acompanhado por um show de luz laser e animação. 

Celebração do Ano Novo na Nova Zelândia — Foto: Reuters

Celebração do Ano Novo na Nova Zelândia — Foto: Reuters 

Sidney, na Austrália, recebeu 2024 com uma longa queima de fogos diante da Sidney Opera House e da Harbour Bridge. 

Chegada de 2024 na Austrália — Foto: DAVID GRAY / AFP

Chegada de 2024 na Austrália — Foto: DAVID GRAY / AFP 

Chegada de 2024 em Sidney, na Austrália — Foto: Mark Baker/AP

Chegada de 2024 em Sidney, na Austrália — Foto: Mark Baker/AP 

Fogos na festa de Ano Novo em Sidney, Austrália — Foto: Izhar KHAN / AFP

Fogos na festa de Ano Novo em Sidney, Austrália — Foto: Izhar KHAN / AFP 

Fogos na Ponte Harbour, em Sidney, na virada para o ano de 2024 — Foto: Mark Baker/AP

Fogos na Ponte Harbour, em Sidney, na virada para o ano de 2024 — Foto: Mark Baker/AP 

Fogos de artifício explodem no porto de Sydney durante as celebrações da véspera de Ano Novo em Sydney, domingo, 31 de dezembro de 2023. — Foto: Dan Himbrechts/AAP Image via AP

Fogos de artifício explodem no porto de Sydney durante as celebrações da véspera de Ano Novo em Sydney, domingo, 31 de dezembro de 2023. — Foto: Dan Himbrechts/AAP Image via AP 

Fogos de artifício em Sidney, na preparação para a virada do ano, neste domingo (31) — Foto: AP

Fogos de artifício em Sidney, na preparação para a virada do ano, neste domingo (31) — Foto: AP 

No templo budista Zojoji, japoneses tocaram um sino para celebrar a entrada de 2024, minutos depois da meia-noite, em Tóquio. 

Japoneses tocam um sino gigante para celebrar a entrada de 2024, no templo budista Zojoji, minutos depois da meia-noite de segunda-feira, 1º de janeiro de 2024, em Tóquio — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko

Japoneses tocam um sino gigante para celebrar a entrada de 2024, no templo budista Zojoji, minutos depois da meia-noite de segunda-feira, 1º de janeiro de 2024, em Tóquio — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko 

Na Indonésia, pessoas se reuniram para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada. 

Na Indonésia, pessoas se reúnem para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada. — Foto: AP Photo/Achmad Ibrahim

Na Indonésia, pessoas se reúnem para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada. — Foto: AP Photo/Achmad Ibrahim 

Sul coreanos se preparam para a chegada do Ano Novo. 

Casal tira foto diante de painel luminoso em festa em Seul, na Coreia do Sul, neste domingo (31) — Foto: Kim Hong-Ji/Reuters

Casal tira foto diante de painel luminoso em festa em Seul, na Coreia do Sul, neste domingo (31) — Foto: Kim Hong-Ji/Reuters 

As horas que antecedem o Ano Novo no Nepal. 

Homens vestidos como animais dançam em  desfile para marcar o início do novo ano, conhecido como "Tamu Loshar" em Katmandu, Nepal, neste domingo (31) — Foto: Niranjan Shrestha/AP

Homens vestidos como animais dançam em desfile para marcar o início do novo ano, conhecido como “Tamu Loshar” em Katmandu, Nepal, neste domingo (31) — Foto: Niranjan Shrestha/AP

Informações G1


REUTERS/ Gonzalo Fuentes

Dono do X (ex-Twitter), CEO da Tesla e fundador da SpaceX, Elon Musk termina o ano de 2023 como a pessoa mais rica do mundo, segundo o ranking da Bloomberg. A fortuna do bilionário –que havia caído US$ 138 bilhões em 2022, ano da compra do Twitter– agora é avaliada em US$ 232 bilhões (R$ 1 trilhão).

Esse total é US$ 53 bilhões maior que as fortunas do 2º e 3º colocados do ranking. Bernard Arnault, dono do grupo LVMH (Louis Vuitton, Dior) e Jeff Bezos, fundador da Amazon, estão empatados com US$ 179 bilhões. Musk voltou à liderança em junho deste ano, quando ultrapassou Bezos.

Dentre os 15 mais ricos da lista, há apenas uma mulher: Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal e a 1ª mulher a alcançar a fortuna de US$ 100 bilhões. Dos 15 melhor colocados, 8 são empresários do setor de tecnologia.

A lista completa dos bilionários, com 500 nomes têm outros 32 que atuam nesse setor. Segundo a Bloomberg, a fortuna desse grupo aumentou 48% (US$ 658 bilhões) em 2023, um ano marcado pelas demissões em massa nas big techs e pelo avanço da inteligência artificial.

Bill Gates, que já foi o mais rico do mundo e tem se dedicado a ações de caridade nos últimos anos, é o 4º da lista. Outro nome ligado à Microsoft, Steve Ballmer, que presidiu a empresa e hoje é dono do Los Angeles Clippers, está em 5º no ranking, com US$ 131 bilhões.

Leia a lista dos 15 primeiros:

  1. Elon Musk, CEO da Tesla e dono do X (antigo Twitter) – US$ 232 bilhões;
  2. Bernard Arnault, dono do grupo LVMH – US$ 179 bilhões;
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon – US$ 179 bilhões;
  4. Bill Gates, fundador da Microsoft – US$ 141 bilhões;
  5. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft e proprietário do Los Angeles Clippers – US$ 131 bilhões;
  6. Mark Zuckerberg, fundador da Meta – US$ 130 bilhões;
  7. Larry Page, cofundador do Google – US$ 127 bilhões;
  8. Larry Ellison, cofundador da Oracle – US$ 124 bilhões;
  9. Sergey Brin, cofundador do Google – US$ 120 bilhões;
  10. Warren Buffet, investidor e acionista majoritário da Berkshire Hathaway – US$ 120 bilhões;
  11. Carlos Slim, controlador da América Móvil – US$ 104 bilhões;
  12. Francoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal – US$ 100 bilhões;
  13. Mukesh Ambani, presidente e acionista majoritário da Reliance Industries Limited – US$ 97 bilhões;
  14. Amancio Ortega, fundador da Inditex – US$ 88 bilhões;
  15. Gautam Adani, fundador do Adani Group – US$ 83 bilhões.

Poder 360


Shutterstock/Montagem Giovanna Figueredo

O Jornal Hoje bateu um recorde negativo no último sábado (23/12). O programa noticioso da Globo teve o pior desemprenho de 2023 e, segundo dados do Kantar Ibope, ficou atrás da categoria chamada “conteúdo sem referência” (streamings e YouTube).

Segundo dados revelados pelo site Notícias da TV, o Jornal Hoje marcou somente 9,3 pontos na grande São Paulo – a marca é a pior registrada em 2023.

Em comparação, o “conteúdo sem referência” marcou 10,7 pontos.

Informações TBN


Desconhecido até recentemente no Ocidente, hoje quase todo mundo já ouviu falar de kimchi, já experimentou ou até o consome regularmente.

Após séculos de existência, kimchi está finalmente triunfando fora da Coreia — Foto: Getty Images via BBC

Após séculos de existência, kimchi está finalmente triunfando fora da Coreia — Foto: Getty Images via BBC 

Você já experimentou kimchi? 

Se tivéssemos feito estas perguntas há dez anos, é possível que muitos respondessem com um sonoro “não”. 

Mas, na última década, e especialmente desde a pandemia, a especialidade coreana ganhou destaque em supermercados, restaurantes e lares em todo o mundo. 

Contamos o que está por trás da popularidade deste prato tradicional e como ele se tornou um negócio global multimilionário. 

Tigelas de kimchi nunca faltam nas mesas coreanas — Foto: Getty Images via BBC

Tigelas de kimchi nunca faltam nas mesas coreanas — Foto: Getty Images via BBC 

O povo coreano, hoje dividido entre o norte comunista e o sul capitalista, compartilha uma antiga tradição gastronômica em que vegetais, juntamente com o arroz, o peixe e a carne, são ingredientes básicos. 

O inverno rigoroso da Península Coreana, com temperaturas inferiores a -20 °C em algumas regiões, favoreceu a prática da fermentação para preservar o teor nutricional dos vegetais nos meses mais frios do ano. 

Especialmente no outono, as mulheres coreanas costumam fermentar espinafre, rabanete, folhas de gergelim ou pepino em casa. 

Mas há um vegetal que ocupa um lugar especial entre os demais: a acelga, ou couve chinesa, principal ingrediente do kimchi. 

Durante séculos, este produto fermentado foi onipresente nos lares coreanos, que quase sempre o conservam em uma geladeira exclusiva para ele e o servem em quase todas as refeições do dia, seja como acompanhamento ou cozido em sopas, ensopados e salteados. 

Para preparar o kimchi, a acelga é cortada, salgada e misturada com uma pasta de alho, gengibre, cebolinha, pasta de peixe (jeotgal) e pimenta em pó (gochugaru). 

Depois de adicionar rabanetes e outros vegetais opcionais, a mistura é deixada para fermentar em temperatura ambiente e depois na geladeira. 

As folhas da acelga são marinadas com o restante dos ingredientes e depois fermentadas. — Foto: Getty Images via BBC 

Tanto a escolha dos ingredientes como o tempo de fermentação — que pode variar de alguns dias a vários meses — contribuem com diferentes nuances para o sabor ácido e picante característico do kimchi. 

“O sabor muda ao longo da fermentação e tem um gosto diferente dependendo de quem o prepara. Dizem que existem tantos sabores de kimchi quanto mães”, diz Cherin Park, pesquisadora-chefe do World Kimchi Institute, na Coreia do Sul, em entrevista ao podcast BBC Business Daily. 

Como se internacionalizou

O seu aspecto cru, o sabor picante intenso e a sensação de ardor que produz na língua fazem com que o kimchi, inicialmente, não seja a iguaria mais atrativa para os ocidentais que o experimentam pela primeira vez. 

Desde o século 17, milhões de coreanos se estabeleceram em comunidades no exterior, desde a Rússia e a China até os Estados Unidos e a Argentina. 

Embora quase todas essas famílias tenham preservado a tradição de fazer kimchi e consumi-lo diariamente, nos países de acolhimento esse produto fermentado era praticamente desconhecido fora dos círculos coreanos. E no restante do mundo nem existia. 

Mas a situação mudou. 

O mercado global de kimchi foi avaliado em US$ 3,49 bilhões (R$ 17 bi) em 2022 e deverá crescer nos anos seguintes a uma taxa média de 5,2%, ultrapassando US$ 5 bilhões de dólares (R$ 24,5 bi) em 2029. 

Mais e mais pessoas fora da Coreia apreciam o kimchi. — Foto: Getty Images via BBC 

Há cerca de uma década, o kimchi deixou de ser um alimento conhecido e consumido apenas pelos coreanos para se tornar um produto moderno, disponível em supermercados de todo o mundo e promovido por chefs, celebridades e especialistas em alimentação. 

Dois fatores tiveram influência crucial na rápida globalização do kimchi: a ascensão da Coreia do Sul como referência econômica e cultural no mundo, e a tendência crescente dos consumidores em dar prioridade à alimentação saudável, especialmente desde a pandemia de covid. 

Consolidada como potência mundial nos setores eletrônico e automotivo, a quarta maior economia da Ásia virou também referência cultural pela música, com grupos como o BTS, cinema, como o aclamado Parasita, ou séries, como Round 6, entre muitos outros exemplos. 

“A popularidade do kimchi está inevitavelmente ligada à popularidade da Coreia do Sul”, diz o jornalista de origem coreana da BBC David Cann. 

Assim, o consumidor de conteúdo coreano se interessa pela dieta de seus ídolos do K-Pop, pelas receitas mostradas nas novas séries de moda ou pelos pratos que o protagonista de seu filme favorito degusta. 

E, entre os ingredientes que aparecem na tela, raramente falta kimchi. 

Kimchi é conhecido por suas propriedades probióticas. — Foto: Getty Images via BBC 

Há outra coisa que este prato proporciona em abundância graças ao seu processo de fermentação: lactobacilos. 

Estes “são um dos maiores argumentos de venda do kimchi no mercado mundial como alimento probiótico com bactérias benéficas para a saúde intestinal”, afirma Park. 

“Hoje em dia, a comida não é consumida apenas pelo seu sabor, mas pelos seus benefícios para a saúde e, pessoalmente, vejo o salto na popularidade do kimchi nos últimos anos”, acrescenta a pesquisadora. 

É consenso entre os especialistas que o maior impulso veio depois da pandemia de covid-19, que multiplicou o interesse das pessoas por alimentos que ajudam a proteger e melhorar o sistema imunológico. 

Desde 2020, as exportações sul-coreanas de Kimchi cresceram a uma taxa anual superior a 10%, muito mais do que nos anos anteriores, segundo dados do Serviço Aduaneiro de Seul. 

O número crescente de empresários que fazem negócios com kimchi também reflete o boom incomum dos últimos três anos. 

“Durante a pandemia, as pessoas não podiam sair para comer. Muitos em casa começaram a se interessar pela comida coreana, buscando informações online e assistindo vídeos no YouTube. E, claro, não se pode falar de comida coreana sem nos referirmos ao kimchi”, afirma Dan Zhu, diretor-geral da Korea Food, o maior importador de comida coreana na Europa. 

Zhu afirma ter notado um forte impulso nas suas vendas e uma diversificação dos seus clientes no Reino Unido: “anteriormente 90% ou 95% dos consumidores eram coreanos, mas agora entre 50% e 60% são britânicos ou de outras nacionalidades”. 

Minha experiência com o kimchi

Jornalista da BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC

Descobri o kimchi em março de 2009, quando me mudei para Seul, onde trabalhei como locutor e correspondente pelos 7 anos e meio seguintes. 

Chamou-me a atenção que os restaurantes coreanos sempre tinham, junto com o prato principal, uma variedade de acompanhamentos ou banchan, entre os quais quase nunca faltava kimchi, servido frio em uma tigela pequena. 

Nas primeiras vezes que experimentei não gostei: o seu sabor acre e picante não combinava com o meu paladar espanhol. 

Nos anos seguintes, com suor e lágrimas, minha tolerância ao picante aumentou e comecei a apreciar este produto fermentado, não só como acompanhamento, mas também cozido em kimchi jiggae, o guisado coreano mais popular, ou kimchi bokkeumbab, mexido com arroz e ovo frito. 

Kimchi jjigae, que incorpora carne de porco, é um dos pratos mais consumidos diariamente pelos coreanos, tanto em casa como em restaurantes — Foto: Getty Images via BBC 

Percebi que os coreanos estavam certos quando disseram que o kimchi vicia. 

Quase sem perceber, passei de saborear em restaurantes, na casa de outras pessoas e a comprar no supermercado. 

E, como não sabia preparar receitas coreanas, inventei uma nova especialidade com toque mediterrâneo: o macarrão kimchi. 

Durante muito tempo, o fusilli com molho de alho, cebola, kimchi, bacon, mussarela derretida e folhas de gergelim ou kennip foi a estrela das reuniões sociais no meu apartamento em Seul. 

Após deixar a Coreia do Sul em 2016, não me afastei completamente do kimchi, mas demos um tempo. 

Durante anos, só o consumi ocasionalmente em restaurantes coreanos de um país ou de outro. 

Agora que moro em Miami, tive uma recaída total à substância fermentada, talvez pela tendência à alimentação saudável imposta pelos cânones daquela que se diz ser uma das cidades mais superficiais e exigentes dos Estados Unidos. Ou talvez por nostalgia. Ou uma mistura dos dois. 

Embora não existam tantas variedades como na Coreia, o kimchi é fácil de encontrar nos supermercados daqui e nunca falta no meu carrinho de compras. 

Claro que, em linha com os meus hábitos mais saudáveis, troquei a massa de kimchi pela salada de kimchi, e grande parte das saladas que preparo e devoro diariamente incorporam a sua generosa porção de lactobacilos coreanos vermelhos e picantes.

Informações G1/BBC

Choquei suspende publicações
24 de Dezembro de 2023

Instagram/Choquei / Pipoca Moderna

Alvo de revolta nas redes sociais desde sexta-feira, a página de fofocas Choquei, administrada pelo influenciador Raphael Sousa, deixou de atualizar seu conteúdo depois da polêmica envolvendo a morte de Jéssica Vitória Canedo. A jovem de 22 anos cometeu suicídio dias após uma publicação que a apontava falsamente como caso do humorista Whindersson Nunes.

Até o início da noite deste domingo, 24, a única postagem da Choquei foi uma “Nota de Esclarecimento”.

Na nota, o perfil negou “qualquer irregularidade na divulgação das informações” e afirmou que “não há responsabilidade a ser imputada pelos atos praticados”.

“Queremos ressaltar que todas as publicações foram feitas com base em dados disponíveis no momento e em estrito cumprimento das atividades habituais decorrentes do exercício do direito à informação”, acrescentou.

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Após a repercussão da informação falsa, reproduzida também por outros perfis de fofoca, Jéssica publicou uma mensagem em sua conta no Instagram, revelando que estava sofrendo ataques de ódio. A jovem e a mãe pediram explicitamente a exclusão dos posts contendo os prints falsos.

Raphael Sousa, responsável pelo perfil, chegou a fazer uma piada sobre redação do Enem, em resposta à publicação de Jéssica, e depois apagou.

Aliados de Lula, como mostramos, usaram o caso para defender a regulação das plataformas digitais.

Reportagem da revista piauí publicada em novembro de 2022 mostra que a página de fofoca foi incorporada à milícia digital petista. A revista menciona uma série de dados para destacar a relevância do perfil na eleição do ano passado.

O partido de Lula defende que o projeto de lei das Fake News seja uma das prioridades do Legislativo para o ano de 2024. A votação da proposta foi adiada diversas vezes neste ano.

Relatado pelo deputado Orlando Silva (PCdoB), o projeto estabelece que as big techs sejam responsabilizadas civilmente por publicações indevidas de seus usuários. O texto também diz que quando houver patrocínio de desinformação, ou seja, quando um usuário paga a plataforma para que o conteúdo seja entregue a mais pessoas, a empresa será corresponsável pela publicação.

Fonte: O Antagonista.


Carros elétricos têm mais problemas que outros veículos, diz pesquisa; entenda o motivo

Foto: Divulgação/Renault.

Veículos elétricos têm 79% mais problemas que outros carros, conforme a última pesquisa anual de confiabilidade automotiva da Consumer Report. Mas a questão não é realmente por serem elétricos, disse Jake Fisher, diretor do centro de testes automotivos do grupo. 

Os problemas surgem porque os carros elétricos são, na sua maioria, modelos novos, e os automóveis recentemente introduzidos tendem a ter mais problemas, independentemente do que os impulsiona. 

As montadoras não tiveram anos para resolver todos os problemas, como acontece com os modelos que vêm sendo produzindo há mais tempo. 

Além disso, os veículos elétricos tendem a ser modelos de preço mais alto, com recursos tecnológicos mais sofisticados, desde sensores de segurança adicionais até mais dispositivos e acessórios. Todos esses recursos sofisticados apresentam mais oportunidades para que algo dê errado. 

“Se você observar os veículos elétricos, eles tendem a ser muito carregados com novas tecnologias, todos os aparelhos e telas mais recentes”, disse Fisher. 

Os proprietários também relatam problemas com baterias e carregamento, mas isso é, em grande parte, resultado da novidade desses veículos, disse Fisher. Não é que a tecnologia seja inerentemente problemática. 

“Se todos os fabricantes estivessem construindo carros elétricos por 100 anos e, de repente, um deles decidisse construir um motor de combustão interna com uma transmissão, haveria muitos problemas”, afirma o especialista. 

A Consumer Reports pesquisa anualmente com seus assinantes sobre suas experiências com 330 mil veículos individuais. Os resultados são calculados com base nos dados combinados dos três anos mais recentes. 

Para modelos muito novos, os dados de confiabilidade anteriores do fabricante, em geral, podem ser usados para complementar as informações.

As picapes elétricas, em particular, tendem a se sair pior na pesquisa de confiabilidade. Isso se deve ao fato de elas estarem no grupo de dois tipos de veículos particularmente não confiáveis, os elétricos e as picapes. 

No entanto, nem todos os veículos elétricos são tão pouco confiáveis, segundo os dados da pesquisa. 

O Tesla Model 3 e o Model Y, bem como o Ford Mustang Mach-E, por exemplo, têm confiabilidade média esperada. O Nissan Ariya e o Hyundai Ioniq 6 têm confiabilidade esperada melhor do que a mediana. 

Os modelos menos confiáveis, em média, foram os híbridos plug-in. O motivo disso é que, com motores a gasolina, motores elétricos e sistemas de carregamento, eles são vulneráveis a todas as coisas que podem dar errado em um veículo a gasolina ou elétrico. 

Os híbridos que não são conectados à tomada, por outro lado, foram os veículos mais confiáveis de todos. Isso se deve, na maioria, às empresas que os fabricam, como Toyota, Honda, Hyundai e Kia, pontua o especialista. 

Créditos: CNN. 


Amigo secreto online: veja 6 sites para fazer o sorteio em 2023

É possível fazer sorteio de amigo secreto online com o auxílio de diversas plataformas. A brincadeira de troca de presentes entre amigos e familiares é uma diversão para muitos no final de ano, mas a divisão dos nomes pode ser um empecilho para quem não mora perto ou tem a rotina corrida. Por isso, utilizar sites de amigo secreto online pode facilitar a dinâmica. Ferramentas como Sorteio Amigo Secreto e Secret Santa Organizer permitem fazer o sorteio de maneira prática a partir do nome e e-mail do organizador e participantes. Outras opções ainda possibilitam criar uma lista de desejos e enviar mensagens anônimas para a pessoa sorteada. A seguir, confira seis sites para fazer sorteio de amigo secreto online e escolha a sua preferida para 2023. 

1. Amigo secreto
Site Amigo Secreto permite definir o valor dos presentes, escolher o horário do sorteio e dar dicas do que gostaria de receber — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Site Amigo Secreto permite definir o valor dos presentes, escolher o horário do sorteio e dar dicas do que gostaria de receber — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

O site Amigo Secreto (amigosecreto.com.br) é uma plataforma completa, que funciona como um gerenciamento geral da brincadeira. Dessa forma, o site realiza não somente o sorteio, como também oferece diversos recursos que facilitam a organização da brincadeira. Para utilizá-lo, é preciso criar uma conta e, depois, criar um grupo e convidar pessoas ou entrar como convidado em um grupo já existente. 

Entre os pontos positivos do site, estão recursos como definição dos valores dos presentes, escolha da data e horário do sorteio, possibilidade de montar uma lista de presentes que deseja receber e de trocar mensagens com os participantes da brincadeira. Por outro lado, a plataforma não oferece um recurso mais simples, para quem deseja somente fazer um sorteio. 

2. SorteioGo
Site SorteioGo tem função simples e permite fazer a divisão de presentes sem necessidade de cadastro — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Site SorteioGo tem função simples e permite fazer a divisão de presentes sem necessidade de cadastro — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Outra opção é o site SorteioGo (sorteiogo.com/pt/sorteio/amigo-secreto), que permite fazer o sorteio do amigo secreto sem realizar um cadastro na plataforma. Basta acessar o site e informar o nome e o e-mail de cada participante da brincadeira. Em seguida, é necessário clicar na opção “sortear amigo secreto”. Então, o site irá fazer um sorteio aleatório, gerar o resultado e enviar o amigo sorteado para cada e-mail cadastrado. Por outro lado, a plataforma não oferece nenhum recurso complementar como dicas de presentes e horário da brincadeira. 

3. Sorteio Amigo Secreto
Conheça o site Sorteio Amigo Secreto e organize a brincadeira de final de ano — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Conheça o site Sorteio Amigo Secreto e organize a brincadeira de final de ano — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

O site Sorteio Amigo Secreto (sorteioamigosecreto.com) também é uma alternativa para fazer o amigo oculto online. É necessário criar uma conta para utilizar a plataforma, que oferece recursos simples e fáceis de usar. Após fazer login, o usuário pode dar um nome para o seu sorteio. Em seguida, deve adicionar o nome e o e-mail de cada um dos participantes. Caso o organizador tenha uma planilha do Microsoft Excel com todos os nomes e e-mails dos participantes, é possível importá-la para a plataforma, facilitando o processo. Depois, basta fazer o sorteio e o site vai informar o resultado nos e-mails que foram cadastrados. 

Antes de fazer a divisão, é possível realizar um teste, pois, após sortear os nomes, não é mais permitido adicionar ou retirar participantes. Outro recurso do site é que, caso o usuário não queira que determinadas pessoas troquem presentes entre si, é possível criar um grupo e adicionar essas pessoas. Assim, os participantes deste grupo não poderão se presentear. 

4. Gifwe
Site Gifwe é mais uma alternativa para fazer sorteio de amigo secreto — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

No site Gifwe (gifwe.com/), os usuários podem fazer sorteios automáticos ou manuais, mas, para isso, é preciso criar uma conta na plataforma. No sorteio manual, é necessário criar um nome para o sorteio, além de informar o endereço da confraternização, data, horário, valor mínimo e valor máximo dos presentes. Então, basta convidar os participantes e, depois, fazer a divisão, que é semelhante ao sorteio tradicional feito com papéis. 

Assim que o administrador do grupo libera o sorteio do amigo secreto, os amigos são notificados para ir até o site, escolher o “papelzinho” e saber o resultado. Já no sorteio automático, o usuário consegue fazer o sorteio primeiro e somente depois preencher as informações sobre a brincadeira, como data, horário, valores e endereço, caso queira. 

5. Secret Santa Organizer
Secret Santa Organizer: site permite fazer sorteio para amigo secreto de Natal — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Secret Santa Organizer: site permite fazer sorteio para amigo secreto de Natal — Foto: Reprodução/Thaisi Carvalho

Outra opção para fazer o amigo oculto online é o site Secret Santa Organizer (secretsantaorganizer.com/pt). A plataforma tem layout simples com inspiração natalina e a usabilidade é simples, já que não é preciso fazer cadastro para utilizar o site. Entretanto, o Secret Santa Organizer oferece poucos recursos em comparação com outros sites da lista. Para fazer o sorteio, o usuário deve criar um evento informando a data e o local da confraternização e valor máximo para os presentes. 

Em seguida, é preciso incluir o nome e o e-mail do organizador da lista. Depois, basta indicar nome e e-mail dos demais participantes, adicionar uma mensagem, se quiser, e criar o evento. Após o organizador validar o evento, o sorteio será realizado e todos os participantes receberão a mensagem escrita e o nome do amigo secreto. 

6. Draw Names
É possível fazer o sorteio do amigo secreto online por meio do site Draw Names — Foto: Reprodução/Draw Names

É possível fazer o sorteio do amigo secreto online por meio do site Draw Names — Foto: Reprodução/Draw Names

Por fim, o site Draw Names (drawnames.com.br) é uma opção bem completa para sorteio de amigo secreto online. Para fazer a divisão, basta entrar no site e inserir o nome do organizador para criar um grupo e cadastrar os participantes. É possível definir quem não pode tirar quem, o tipo de celebração, a data, o orçamento dos presentes e uma mensagem para o grupo. Depois, basta informar seu e-mail e confirmar a criação do evento na caixa de entrada. Então, o organizador poderá enviar os convites para os participantes entrarem no grupo por meio do WhatsApp, link de convite ou e-mail. Com todos os convites enviados, basta realizar o sorteio. 

Como diferenciais, a ferramenta ainda oferece a possibilidade de definir uma lista de desejos para cada participante e reúne, em uma página chamada “Localizador de Presentes” (drawnames.com.br/localizador-presentes), várias sugestões de produtos para comprar para o amigo oculto. É possível buscar por categoria, preço, idade e gênero e ser direcionado diretamente para o link de compra do produto na Amazon. Na página do grupo, ainda é possível enviar uma mensagem anônima para o amigo sorteado. 

TechTudo


O Ministério da Saúde recomendou que pessoas mais vulneráveis tomem uma dose de reforço da vacina para se proteger contra a subvariante JN.1

Imagem colorida de vírus em tons vermelhos entre células sanguíneas - Metrópoles

O aumento de casos de uma nova subvariante do coronavírus no Brasil fez com que o Ministério da Saúde recomendasse, nessa quarta-feira (6/12), que as pessoas com mais de 60 anos e as imunossuprimidas tomem uma nova dose de reforço da vacina bivalente para aumentar a imunidade contra a Covid-19.

A subvariante JN.1 foi identificada pela primeira vez no país em novembro deste ano, junto com o aumento de casos de Covid-19 no Ceará, com maior predominância na capital Fortaleza. Exames de sequenciamento genômico mostram que 80% das amostras do vírus coletadas em testes no estado são da cepa.

O vírus já foi encontrado em vários países, incluindo Estados Unidos, Islândia, Portugal, Espanha e Holanda. A subvariante corresponde a 3,2% dos registros em todo o mundo, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) monitora o seu crescimento. Ela é classificada como “sob investigação” deste setembro.

O que é a subvariante JN.1

A JN.1 é descendente da variante Pirola (BA.2.86). A nova cepa tem uma mutação adicional na proteína spike, usada pelo vírus para se ligar às células humanas.

Alguns dados sugerem que a Pirola pode ser mais transmissível do que as variantes anteriores. O aumento de casos em outros países é um indicativo de que o mesmo possa ocorrer com a JN.1, mas esta característica ainda não está comprovada.

“Observamos uma dispersão ampla em outros locais, o que pode apontar nesse sentido”, afirma o virologista Fernando Spilki, da Universidade Feevale e coordenador da Rede Corona-Ômica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

vírus
A JN.1 tem uma mutação adicional na proteína spike, usada pelo vírus para se ligar nas células humanas

Sintomas

Por enquanto, os dados disponíveis não sugerem que a JN.1 cause sintomas diferentes dos provocados pelas variantes anteriores ou seja responsável por quadros graves. Um relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA aponta que os sintomas podem incluir:

Como se proteger?

Assim como foi recomendado durante toda a pandemia da Covid-19, os casos graves da doença podem ser evitados com a vacinação em dia e medidas não-farmacológicas, como o uso de máscaras em locais fechados e higienização correta das mãos.

As máscaras são especialmente recomendadas para pessoas com sintomas gripais. O isolamento domiciliar por sete dias é indicado para os indivíduos com teste positivo para a Covid-19, podendo ser reduzido para cinco dias caso o paciente esteja sem febre nas últimas 24 horas.

Informações Metrópoles


Líder do PL diz que faltam nove votos para barrar indicação de Dino ao STF

Foto: REUTERS/Adriano Machado.

A oposição no Senado tenta barrar a indicação do ministro da Justiça, Flávio Dino, para o Supremo Tribunal Federal. 

Flávio Dino cancelou uma agenda como ministro da Justiça, com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso e foi pedir votos no Senado, na tentativa de se tornar um dos ministros da corte. 

Dino não quer perder tempo, já que a oposição articula para conseguir fazer frente à maioria governista. Nas contas do líder do PL, os opositores precisam conquistar mais nove votos para barrar a indicação do presidente Lula. 

Flávio Dino já protagonizou vários embates com opositores, em audiências no congresso. Agora em busca de votos, ele diz que vai conversar com os senadores, independentemente da corrente ideológica. 

Lula decidiu esperar a definição no Senado para indicar o novo titular da Justiça. Mesmo se aprovado pelos senadores, Dino só deve deixar o ministério em janeiro, já que a posse só vai acontecer a partir de fevereiro, depois das férias da Justiça. 

Fonte: Band.

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