Nome do deputado Paulo Bilynskyj foi indicado pela presidente da CCJ, Caroline de Toni
Paulo Bilynskyj Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados
Dias após o indiciamento de vários militares da ativa por suposta tentativa de golpe de Estado, o deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) foi escolhido, nesta terça-feira (26), para relatar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 21 de 2021 que proíbe a participação de militares da ativa na política e em cargos de natureza civil da administração pública. A escolha do relator foi uma decisão da presidente da CCJ, a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC).
Bilynskyj é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a favor do Projeto de Lei da Anistia, que prevê o perdão aos condenados por atos ligados ao 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram as sedes dos Poderes, em Brasília (DF).
Apresentada pela deputada Perpetua Almeida (PCdoB-AC) ainda em 2021, em clara reação a diversos militares da ativa ocupando cargos na administração do governo Bolsonaro, a PEC busca impedir o envolvimento de militares da ativa na política partidária.
– Busca-se resguardar as Forças Armadas (FFAA) dos conflitos normais e inerentes à política, e fortalecer o caráter da Marinha, do Exército e da Aeronáutica como Instituições permanentes do Estado e não de governos – justificou a deputada Almeida.
O deputado Bilynskyj não comentou a escolha dele para relatar a PEC, mas saiu em defesa de Bolsonaro no âmbito do inquérito que apura suposta tentativa de golpe de Estado com a participação de militares da ativa.
– No relatório de 800 páginas da PF não existe prova da participação do presidente Bolsonaro em nenhum fato. Se você discorda, aponte a página e parágrafo – declarou o parlamentar, em seu perfil na rede social X.
O presidente Lacalle Pou chamou o adversário para começar a transição de poder e reconheceu a derrota de seu candidato
O ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica | Foto: Reprodução/Redes sociais
O candidato Yamandú Orsi, de esquerda e apoiado pelo socialista Pepe Mujica, venceu a eleição presidencial, neste domingo, 24.
Orsi derrotou Álvaro Delgado, apoiado pelo presidente Lacalle Pou, e devolveu o país aos “progressistas”, depois de uma janela de cinco anos ocupada por Pou, que interrompeu 15 anos consecutivos dos esquerdistas no poder, ao ser eleito em 2019.
“Liguei para Orsí a fim de parabenizá-lo como presidente eleito do nosso país e para me colocar sob seu comando e iniciar a transição assim que ele entender que é pertinente”, comunicou Pou.
No fim do primeiro turno, Orsi teve 43,94% e Delgado, 26,77%. Agora, na segunda etapa da disputa, os resultados preliminares mostram Orsi com 49,0% dos votos e Delgado, 46,6%.
Quem é Yamandú Orsi
Yamandú Orsi participa de reunião com o presidente do Uruguia, Lacalle Pou – 20/04/2021 | Foto: Intendencia de Montevideo
Orsi tem 57 anos e nasceu em Canelones, na zona rural do Uruguai, em uma família pobre. Desde pequeno, militou na Frente Ampla, o agrupamento de forças de extrema esquerda e centro-esquerda fundado em 1971.
Em 1991, formou-se professor de história e lecionou para alunos do ensino médio até 2005, quando iniciou sua vida política.
Orsi é uma renovação de antigos quadros nacionalmente conhecidos, como Tabaré Vázquez, morto em 2020, e Pepe Mujica, a velha guarda da esquerda uruguaia.
O presidente do PL Bahia, João Roma, manifestou por meio de nota oficial o posicionamento do partido com relação ao indiciamento pela Polícia Federal do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto e mais 35 pessoas.
No comunicado, é dito que “não só era esperado, como representa sequência o processo de incessante perseguição política ao espectro político que representam. Espera-se que a Procuradoria-Geral da República, ao ser acionada pelo Supremo Tribunal da República, possa cumprir com serenidade, independência e imparcialmente sua função”.
Para João Roma, “narrativas não sustentam sentenças. Suposições tendenciosas e com evidente fundo persecutório fragilizam a legitimidade de nosso ordenamento jurídico”.
O ex-ministro da Cidadania assinalou: “o espetáculo midiático que tem colocado o presidente Jair Bolsonaro no centro dessa trama perigosa é mais uma tentativa contra a democracia, sem jurisprudência”.
A Polícia Federal indiciou nesta quinta-feira (21) 37 pessoas por envolvimento na trama golpista que tentou impedir o mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre novembro de 2022 e janeiro de 2023, logo após ele ter derrotado nas eleições o então presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro está dentre os indiciados. A PF afirmou que os 37 cometeram três crimes: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
Veja o papel atribuído a cada um dos indiciados, conforme as investigações reveladas até aqui. Lembrando que o relatório com os indiciamentos ainda é sigiloso, logo, pode haver mais informações sobre o papel desses indiciados que ainda não vieram a público:
Ailton Gonçalves Moraes Barros
Capitão reformado do Exército, é acusado de intermediar a inserção ilegal de dados em cartões de vacinação contra a Covid-19. Além disso, teria participado de reuniões que discutiam estratégias para desestabilizar o governo eleito.
Alexandre Castilho Bitencourt da Silva
Coronel do Exército, é apontado como um dos autores da “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa e Exército Brasileiro”, documento de teor golpista que buscava incitar a alta cúpula militar a intervir no processo democrático.
Deputado federal, ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e delegado da Polícia Federal, é investigado por supostamente ter utilizado sua posição para facilitar ações que visavam desestabilizar o governo eleito, incluindo a disseminação de informações falsas sobre o sistema eleitoral.
Almirante da reserva e ex-comandante da Marinha, é suspeito de participar de reuniões e articulações que tinham como objetivo questionar a legitimidade das eleições e promover ações contrárias à ordem democrática.
Advogado citado na CPI dos Atos Golpistas como “mentor intelectual” da minuta do golpe encontrada com Anderson Torres. É acusado de elaborar documentos que propunham medidas inconstitucionais para reverter o resultado das eleições.
Ex-ministro da Justiça, foi encontrado em posse de uma minuta que sugeria a decretação de estado de defesa para interferir no resultado eleitoral. É apontado como um dos principais articuladores das ações que visavam impedir a posse do presidente eleito.
Situação de Bolsonaro piora sensivelmente após indiciamento
Anderson Lima de Moura
Coronel do Exército, coautor da “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa e Exército Brasileiro”. O documento buscava pressionar a cúpula militar a intervir no processo democrático, alegando supostas irregularidades eleitorais.
Angelo Martins Denicoli
Major da reserva do Exército que ocupou cargo de direção no Ministério da Saúde durante a gestão de Eduardo Pazuello. É investigado por possível participação em esquemas que buscavam minar a confiança no sistema eleitoral e promover narrativas golpistas.
Augusto Heleno Ribeiro Pereira
Ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional e general da reserva do Exército, é suspeito de ter participado de reuniões e articulações que visavam questionar a legitimidade das eleições e promover ações contrárias à ordem democrática.
Bernardo Romão Correa Netto
Coronel acusado de integrar núcleo responsável por incitar militares a aderirem a uma estratégia de intervenção militar para impedir a posse do presidente eleito. Participou de reuniões e elaborou documentos com teor golpista.
Carlos Cesar Moretzsohn Rocha
Engenheiro contratado pelo PL para questionar a vulnerabilidade das urnas eletrônicas durante as eleições de 2022. É acusado de disseminar informações falsas com o objetivo de descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro.
Carlos Giovani Delevati Pasini
Coronel do Exército suspeito de ter participado da confecção da “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa e Exército Brasileiro”, documento que buscava incitar a alta cúpula militar a intervir no processo democrático.
Cleverson Ney Magalhães
Coronel da reserva do Exército e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres, é investigado por possível participação em articulações que visavam desestabilizar o governo eleito e promover ações contrárias à ordem democrática.
Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira
General da reserva e ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército, é suspeito de participar de reuniões e articulações que tinham como objetivo questionar a legitimidade das eleições e promover ações contrárias à ordem democrática.
Fabrício Moreira de Bastos
Coronel do Exército supostamente envolvido na elaboração de cartas de teor golpista que buscavam incitar a alta cúpula militar a intervir no processo democrático.
Ex-assessor da Presidência da República, participou de reuniões que trataram da elaboração de minutas de golpe e é acusado de disseminar informações falsas sobre o sistema eleitoral brasileiro.
Empresário argentino que realizou transmissões ao vivo questionando a segurança das urnas eletrônicas durante as eleições de 2022. É acusado de disseminar informações falsas com o objetivo de descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro.
Giancarlo Gomes Rodrigues
Subtenente do Exército, apontado como um dos responsáveis pelo monitoramento clandestino de opositores políticos, coletando informações de forma ilegal para favorecer ações golpistas.
Guilherme Marques de Almeida
Tenente-coronel e ex-comandante do 1º Batalhão de Operações Psicológicas em Goiânia, desmaiou quando a PF bateu à sua porta. É investigado por possível participação em operações que visavam desestabilizar o governo eleito.
Tenente-coronel do Exército identificado em trocas de mensagens com o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Barbosa Cid, discutindo estratégias que poderiam ser interpretadas como tentativas de desestabilizar o processo democrático.
Ex-presidente da República, é investigado por suposta participação em articulações que visavam impedir a posse do presidente eleito, incluindo a disseminação de informações falsas sobre o sistema eleitoral e incentivo a movimentos antidemocráticos.
José Eduardo de Oliveira e Silva
Padre da diocese de Osasco, é suspeito de utilizar sua posição para disseminar narrativas golpistas e incitar fiéis a questionarem a legitimidade das eleições.
General da reserva, é investigado por envolvimento em articulações que promoviam ações contrárias à ordem democrática. Segundo as investigações, participou de discussões que buscavam apoio das Forças Armadas para uma possível intervenção militar após as eleições.
Policial federal acusado de integrar o esquema conhecido como “Abin paralela”, uma estrutura clandestina que teria realizado espionagem ilegal contra opositores políticos. É apontado como peça-chave no monitoramento de adversários do governo.
Coronel da reserva e ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro. As investigações apontam que ele teve papel ativo na disseminação de narrativas golpistas e participou de articulações que visavam reverter os resultados das eleições.
Ex-número 2 da Secretaria-Geral da Presidência e general da reserva, é suspeito de fazer parte de um grupo que planejou o assassinato de líderes como o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Considerado homem de confiança de Bolsonaro, estaria profundamente envolvido nas discussões mais extremas do suposto plano golpista.
Ex-ajudante de ordens da Presidência e tenente-coronel do Exército (afastado), é apontado como uma figura central na articulação de estratégias para deslegitimar o sistema eleitoral. Segundo as investigações, trocou mensagens com militares e civis sobre possíveis intervenções militares e colaborou na organização de atos antidemocráticos.
General do Exército suspeito de envolvimento na elaboração de planos que buscavam impedir a posse do presidente eleito. É citado em mensagens trocadas entre militares sobre a viabilidade de uma intervenção.
Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho
Empresário e neto do ex-presidente João Figueiredo, é investigado por financiar ações que desestabilizariam o processo eleitoral. As apurações indicam que ele teve papel importante no suporte logístico e na difusão de narrativas golpistas.
Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
Ex-ministro da Defesa, general da reserva e ex-comandante do Exército, é suspeito de participar de reuniões que discutiam a possibilidade de intervenção militar para reverter o resultado das eleições.
Rafael Martins de Oliveira
Tenente-coronel e integrante do grupo conhecido como “kids pretos”, é acusado de envolvimento em operações psicológicas e na disseminação de desinformação para desestabilizar a transição de poder.
Ronald Ferreira de Araújo Junior
Tenente-coronel do Exército investigado por participação em articulações golpistas, incluindo o apoio a atos que questionavam a legitimidade do resultado eleitoral.
Sergio Ricardo Cavaliere de Medeiros
Tenente-coronel que fazia parte do chamado “núcleo de desinformação”. Ele é acusado de integrar estratégias para atacar o sistema eleitoral, promovendo dúvidas sobre sua segurança e confiabilidade.
Ex-assessor de Bolsonaro e um dos principais nomes do “gabinete do ódio”, é apontado como responsável por organizar e disseminar campanhas de desinformação em massa que minavam a confiança no processo eleitoral.
Presidente do PL, partido pelo qual Jair Bolsonaro disputou as eleições de 2022, é acusado de apoiar e financiar questionamentos à integridade das urnas eletrônicas. Seu papel foi considerado central na propagação de dúvidas sobre o sistema eleitoral.
Walter Souza Braga Netto
Ex-ministro da Defesa e candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro em 2022, general da reserva, é investigado por suposto apoio às articulações golpistas e participação em reuniões que buscavam apoio militar para contestar o resultado das eleições.
Policial federal que atuava na segurança do hotel onde o presidente Lula se hospedou durante a transição. Ele é acusado de integrar um grupo que discutiu o planejamento de assassinatos de líderes como Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes.
Com o objetivo de ampliar o combate à dengue e conscientizar a população sobre os cuidados necessários para prevenir a doença, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) promoveu nesta quinta-feira (21) uma ação educativa na avenida Getúlio Vargas, um dos pontos de maior circulação de pessoas em Feira de Santana.
Durante a iniciativa, foram distribuídos materiais informativos, como folders e cartazes, destacando as medidas de prevenção, além de esclarecer dúvidas da população. Uma profissional fantasiada de mosquito Aedes aegypti — vetor da dengue, zika e chikungunya — chamou a atenção do público ao demonstrar de forma didática como identificar o inseto e eliminar possíveis criadouros.
Para a aposentada Maria do Carmo, de 75 anos, que passava pelo local, a iniciativa foi motivo de elogios. “Achei muito importante essa campanha. Às vezes, a gente esquece de detalhes simples, como tampar caixas d’água ou evitar água parada. Essas ações nos ajudam a lembrar que a prevenção depende de todos nós. Estão de parabéns!”, afirmou.
A SMS reforça que as ações de conscientização continuam em outros pontos da cidade, com o intuito de engajar ainda mais a população na luta contra o mosquito transmissor. Além disso, agentes de endemias seguem realizando visitas domiciliares e orientando sobre o combate ao Aedes aegypti.
O ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou nesta quinta-feira (21) após ter sido indiciado pela Polícia Federal por três crimes: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
Bolsonaro conversou com o repórter do portal “Metrópoles” e depois postou a entrevista em seu perfil na rede social X.
Bolsonaro optou por atacar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso.
“O ministro Alexandre de Moraes conduz todo o inquérito, ajusta depoimentos, prende sem denúncia, faz pesca probatória e tem uma assessoria bastante criativa. Faz tudo o que não diz a lei”, disse o ex-presidente.
Mais adiante, na entrevista, Bolsonaro afirmou que vai esperar orientações do seu advogado para fazer mais comentários sobre o indiciamento. O conteúdo do indiciamento ainda está sob sigilo.
“Tem que ver o que tem nesse indiciamento da PF. Vou esperar o advogado. Isso, obviamente, vai para a Procuradoria-Geral da República. É na PGR que começa a luta. Não posso esperar nada de uma equipe que usa a criatividade para me denunciar”, completou o ex-presidente.
Após indiciamento da PF, Bolsonaro poderá se tornar réu; entenda as etapas da investigação
O relatório da PF foi entregue ao STF nesta quinta.
Também foram indiciados o general Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; Alexandre Ramagem, chefe da Agência Brasileira de Inteligência no governo Bolsonaro e mais 33 pessoas.
Agora. o relator, ministro Moraes, vai analisar o material e enviá-lo para a Procuradoria-Geral da República, que vai decidir se apresentará denúncias contra os envolvidos. Se o STF acatar as denúncias, os investigados viram réus.
O indiciamento ocorre no inquérito que investiga a tentativa de golpe de estado para manter Bolsonaro no poder mesmo após a derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022.
Desde o ano passado, a PF investiga a tentativa de golpe de Estado e iniciativas nesse sentido que ameaçaram o país entre 2022 e 2023, após Lula ter sido eleito — vencendo Bolsonaro nas urnas — e até pouco depois de ele ter tomado posse.
Esperança do Esquadrão, Everton Ribeiro (foto) foi escalado entre os titulares que entrarão em campo às 18h (de Brasília), na Fonte Nova
Foto: Reprodução/Instagram/@evertonri
O Bahia enfrenta o Palmeiras nesta quarta-feira (20), na Arena Fonte Nova, com a missão de afastar a má fase no returno do Campeonato Brasileiro —o time está há cinco jogos sem vencer. A partida, às 18h (de Brasília), é válida pela 34ª rodada do torneio.
Além de tentar encerrar o jejum sob seus domínios, o Esquadrão precisa voltar a triunfar sobretudo para se manter vivo na disputa por uma vaga na Libertadores. Os últimos três pontos conquistados pela equipe comandada por Rogério Ceni foi no dia 29 de setembro, contra o Criciúma.
O Tricolor ocupa hoje a 8ª posição, com 46 pontos.
O Alviverde segue na briga pelo tricampeonato. Em 2º lugar na tabela, os paulistas somam 64 pontos, 4 a menos que o líder, Botafogo.
O Bahia, porém, tem a seu favor um retrospecto favorável diante do Palmeiras: o Verdão não o vence como visitante há sete anos.
A última vez que o Alviverde bateu o Tricolor em Salvador foi em junho de 2017. O placar foi um 4 a 2, em duelo da oitava rodada do Brasileirão daquele ano. Roger Guedes, Keno, Mina e Willian Bigode assinalaram os tentos palmeirenses.
Depois disso, visitou o Esquadrão em mais seis oportunidades, com cinco empates e um triunfo.
Onde assistir Transmissão: Premiere. Você pode acessar/assistir no ge.globo e no globoplay.
Escalações prováveis
Bahia – Marcos Felipe, Gilberto, Gabriel Xavier, Victor Cuesta [David Duarte] e Luciano Juba; Caio Alexandre, Jean Lucas, Cauly e Everton Ribeiro; Thaciano e Lucho Rodríguez [Ademir]. Técnico:Rogério Ceni.
Palmeiras – Weverton; Marcos Rocha, Vitor Reis, Murilo e Caio Paulista; Aníbal Moreno, Zé Rafael e Mauricio; Raphael Veiga, Felipe Anderson (Dudu) e Rony (Flaco López). Técnico: Abel Ferreira
O complexo Disney foi construído com um sistema de drenagem muito eficiente. Isso evita que se formem poças d’água, onde os mosquitos poderiam se reproduzir.
Os prédios dentro do complexo têm um formato proposital que não permite que a água se acumule. A arquitetura é atraente aos olhos, mas também tem um propósito.
Larvicidas naturais, como óleo de alho — que os mosquitos odeiam –, são aplicados em pequenas quantidades pelo parque para impedir que as larvas de mosquitos se desenvolvam.
Predadores naturais estão por toda parte: peixes nos lagos, pássaros voando.
Plantas escolhidas estrategicamente: apenas as que pouco atraem mosquitos são cultivadas no complexo.
Mas meu truque favorito vem agora: galinhas! Em algumas áreas dos bastidores não diretos dos parques existem galinhas. Elas não são visíveis para visitantes e nem cast members (como são chamados os funcionários da Disney), apenas pessoas que trabalham no programa de vigilância.
Essas galinhas, chamadas de “sentinela”, atuam como uma espécie de “sistema de alerta” e são usadas para vigilância de vírus transmitidos por mosquitos em diversos locais do mundo. São galinhas que não ficam doentes com o vírus, mas seus corpos produzem anticorpos que indicam a presença do vírus na área.
Claro que a gente não pode dizer com cem por cento de certeza que a Disney é totalmente livre de mosquitos, porque tudo pode acontecer. Mas o sistema que se forma para que eles não consigam adentrar os parques é de se tirar o chapéu. Não é genial? Você já sabia disso?
Fenômeno foi documentado em um relatório que analisa o índice Merval, um indicador-chave da Bolsa de Valores de Buenos Aires
Javier Milei promoveu uma reforma liberal na Argentina | Foto: Vox España/Wikimedia Commons
Depois da eleição de Javier Milei em 2023, as maiores empresas da Argentina passaram por uma significativa revalorização. Esse fenômeno foi documentado em um relatório que analisa o índice Merval, um indicador-chave da Bolsa de Valores de Buenos Aires, evidenciando o impacto positivo das novas políticas econômicas no país.
O índice Merval, que inclui as 21 principais empresas argentinas no mercado de ações, registrou um aumento expressivo de US$ 61,3 bilhões em capitalização ao longo dos últimos doze meses, representando um crescimento de quase 130% no período.
Esse aumento não se deve apenas à chegada de Milei ao poder. Suas medidas econômicas reduziram a inflação e sanearam significativamente as finanças públicas, promovendo um ambiente mais favorável para os negócios e incentivando o otimismo no mercado.
Setores beneficiados pela gestão Milei
O presidente da Argentina, Javier Milei, discursa na 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas na sede da ONU em Nova York, EUA (24/9/2024) | Foto: Reuters/Mike Segar
Os setores bancário e energético destacaram-se como os principais beneficiários das políticas de Milei. A diminuição do risco-país, que caiu de mil e novecentos pontos para 769, permitiu que bancos como Galicia, Macro e BBVA experimentassem um crescimento de cerca de 300% desde dezembro de 2023.
No setor de energia, a capitalização também cresceu significativamente, passando de US$ 4,3 bilhões para US$ 12,8 bilhões, graças, em parte, a ajustes tarifários e à atuação de grandes empresas como a petrolífera YPF.
Além disso, empresas de serviços públicos, como a transportadora de gás natural Gas del Sur e a distribuidora elétrica Edenor, também registraram crescimento expressivo, aproveitando-se do novo clima de previsibilidade econômica. Esse ambiente mais estável e favorável atraiu investidores internacionais, contribuindo ainda mais para o otimismo no mercado local.
Desafios e perspectivas para o futuro
Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, o analista de investimentos Tobías Sanches afirmou que o próximo passo para manter esse ciclo de crescimento é aumentar o acesso ao crédito, o que poderia beneficiar toda a economia real, incluindo o mercado de trabalho e novas oportunidades para investidores e empreendedores.
No entanto, Sanches alerta que a Argentina ainda enfrenta desafios macroeconômicos, como questões relacionadas ao câmbio e reservas negativas.
José Ignacio Thome, outro analista financeiro, ressalta que a volatilidade do mercado é um dos principais obstáculos enfrentados pelo governo de Milei. Ele afirma que “é um fator que deve ser levado em consideração, pois os próximos meses trarão desafios relacionados à inflação e ao manejo da dívida externa”.
Portanto, apesar do otimismo atual, o governo precisará navegar cuidadosamente por esses desafios para manter o crescimento sustentado.
Em novembro, a Bahia passa a contar com os serviços do Proteja – Centro Estadual de Atendimento Integrado à Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência. Iniciativa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos – SJDH, o equipamento será aberto oficialmente nesta quarta-feira (13), às 9h30. O Centro é uma política pública da SJDH, executado através de Termo de Colaboração firmado com a Associação Humana Povo para Povo Brasil (Humana Brasil), e vai funcionar na Rua Américo de Sousa Gomes, 02, Saúde, Salvador-BA.
O Proteja tem equipe multidisciplinar com profissionais das áreas de serviço social, psicologia, direito e pedagogia, acolhendo crianças e adolescentes de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O primeiro contato para o atendimento pode ser feito pelo whatsapp (71) 9.9694-0507 e por e-mail protejabahia@gmail.com.
O Centro de Atendimento está estruturado para assegurar as condições técnico-operacionais adequadas ao atendimento e possibilitar que as vítimas sejam acolhidas e protegidas em um ambiente compatível com suas necessidades, características e particularidades. O compromisso é a interrupção da violência, com acolhimento, escuta qualificada, atendimento especializado em rede e interdisciplinar.
O Proteja atua também na articulação intersetorial e interinstitucional, com foco no desenvolvimento de ações especializadas de forma integrada, mediante a definição de fluxos e protocolos de atendimento na rede de proteção infantojuvenil. A rede engloba instituições públicas municipais, estaduais e federais, além do sistema de justiça. Contempla, ainda, a realização de ações de sensibilização e mobilização da rede de proteção para a prevenção e enfrentamento das variadas formas de violência contra o segmento.
O Proteja segue diretrizes da Lei Federal nº 13.431/2017 e do Decreto Federal nº 9.603/2018, que normatizam e organizam o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência, e criam mecanismos para prevenir e coibir a violência. O atendimento em rede a esse grupo vulnerável deve incluir a escuta especializada em situações de revelação espontânea, em ambiente humanizado e adequado.