A 46ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira 2025) promete movimentar a economia, valorizar o agronegócio e celebrar a tradição do campo. O evento será realizado de 7 a 14 de setembro no Parque de Exposições João Martins da Silva, com expectativa de atrair 400 mil visitantes, segundo o secretário municipal de Agricultura, Silvaney Araújo.

“É sempre uma grande festa. Temos o compromisso e o dever de melhorar a cada ano, fomentando a economia, oferecendo entretenimento e fortalecendo Feira de Santana como polo do agronegócio do Nordeste”, afirmou Silvaney. Ele destacou que a localização estratégica da cidade é um diferencial, reunindo setores como grãos, fruticultura irrigada e produção agrícola local.

A Expofeira 2025 não contará com grandes shows nacionais, mas vai priorizar artistas da terra. “Queremos abrir espaço para os talentos locais mostrarem seu trabalho, revelando para o mundo o que Feira tem de melhor no agro, na cultura, na música e no seu povo”, ressaltou o secretário.

Sobre a estrutura, Silvaney lembrou que eventos anteriores serviram como teste para aprimorar o parque.

“A Copa de Marcha do Mangalarga e o São João nos ajudaram a identificar ajustes de iluminação e infraestrutura. Estamos prontos para oferecer conforto, segurança e comodidade ao público”, disse.

O prefeito José Ronaldo destacou a importância econômica e social da feira. “É um evento que reúne pecuaristas, agricultores, comerciantes, artistas, parque de diversões. São oito dias que geram lazer, negócios e movimentam a economia, com vendas de animais, máquinas e equipamentos, criando emprego e renda”, afirmou.

Entre as novidades deste ano estão melhorias no estacionamento, para evitar lama em caso de chuva, e mudanças no transporte coletivo.

“Conseguimos liberar pontos de ônibus em frente ao parque, garantindo segurança com apoio da Superintendência Municipal de Trânsito e da Polícia Rodoviária Federal”, explicou o prefeito.

Quanto ao apoio do governo do Estado, José Ronaldo informou que os pleitos já foram apresentados.

“O governo disse que vai participar com equipamentos e avaliando apoio financeiro. Estamos aguardando novas reuniões para definir detalhes”, concluiu.


Inicialmente acusada de agredir o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) durante a retomada do controle do plenário da Câmara dos Deputados, a deputada Camila Jara (PT-MS) ficou de fora da lista dos parlamentares que terão as denúncias analisadas pela Corregedoria da Casa. Ela, no entanto, pode ser reincluída na lista, assim como outros deputados, caso as imagens demonstrem agressão.

Caberá ao corregedor da Câmara, deputado Diego Coronel (PSD-BA), verificar as fotos e os vídeos da retomada do controle do plenário da Câmara, na noite de quarta-feira (6). A conclusão dos trabalhos está prevista para quarta-feira (13), e o parlamentar não descartou a possibilidade de novas denúncias, dependendo do resultado da análise.

Com base na apuração, os parlamentares acusados responderão a processo no Conselho de Ética da Câmara. As denúncias seguem um curso diferente de casos recentes. A suspensão dos mandatos dos deputados Gilvan da Federal (PL-ES) e André Janones (Avante-MG) foram encaminhadas diretamente ao Conselho de Ética por meio de representações elaboradas pela Mesa.

Empurra-empurra
Camila Jara foi acusada de empurrar Nikolas Ferreira durante uma discussão para a retomada do controle do plenário da Câmara. A assessoria da deputada nega qualquer agressão e afirma ter havido um “empurra-empurra” em que a parlamentar afastou Nikolas, que “pode ter se desequilibrado”.

Na sexta-feira (8), o PL chegou a divulgar a informação de que havia aberto uma representação contra Jara. No início da noite do mesmo dia, a Secretaria-Geral da Mesa Diretora divulgou uma nota segundo a qual todas as denúncias foram encaminhadas para a análise da Corregedoria.

A edição extraordinária do Diário Oficial da Câmara, no entanto, não publicou nenhuma representação contra Camila Jara, apenas representações de parlamentares da base aliada contra deputados oposicionistas. No total, 14 parlamentares bolsonaristas – 12 do PL, um do Novo e um do PP – foram denunciados e terão as imagens analisadas pela Corregedoria.

Manifestações
Até a tarde deste domingo (10), a parlamentar não tinha se manifestado nas redes sociais. No sábado (9), a deputada Érika Hilton (PSOL-SP) expressou apoio a Jara.

“Ao contrário do que foi primeiramente noticiado, a Mesa Diretora da Câmara não pediu o afastamento por seis meses de apenas seis deputados, mas sim, de 14”, postou. “E a deputada Camila Jara (PT), acusada, com evidências frágeis, de ter derrubado Nikolas Ferreira quando ele estava colocado logo atrás da cadeira de Hugo Motta, não foi alvo do pedido.”

*Agência Brasil
Foto: Bruno Spada


O voo AD4816, da Azul Linhas Aéreas, realizou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília na noite desta quinta-feira (7), após uma suspeita de bomba a bordo. A aeronave havia partido de São Luís (MA) às 18h27 com destino a Campinas (SP), onde deveria aterrissar por volta das 21h30.

Durante o trajeto, a tripulação declarou emergência, alterando a rota por precaução. O pouso ocorreu às 20h45, segundo o site de monitoramento Flight Aware. Todos os passageiros desembarcaram em segurança e sem feridos.

A Polícia Militar do Distrito Federal atendeu à ocorrência, e a Polícia Federal foi acionada para investigar o caso. Após inspeção, a PF descartou a presença de qualquer artefato explosivo na aeronave.

Em nota, a companhia confirmou o ocorrido e explicou que a medida foi tomada por segurança, diante de uma possível ameaça de explosivo. A Azul destacou que ações como essa “são necessárias para garantir a segurança das operações”.

*Metro1
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


O presidente do PL-Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, explicou que a taxação imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil se deve à política externa equivocada do Governo Lula.

“O Brasil tem se aliado com o que há de pior no mundo inteiro. E até mesmo na reunião do BRICS, o presidente Lula fez uma bravata ao defender a substituição do dólar como moeda de referência internacional. Nem os presidentes da Rússia e da China concordaram. Esses devaneios do nosso atual presidente vão de encontro à tradição democrática da política externa do Brasil e trazem duras consequências para o nosso País”, afirmou Roma em entrevista nesta quinta-feira (07/08) para a Rádio Andaiá FM de Santo Antônio de Jesus.

Roma disse que a política externa equivocada de Lula e os absurdos jurídicos cometidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, a exemplo da recente prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, levaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a mandar um duro recado para o Brasil.

“O mundo assiste perplexo a esta crise estrutural no Brasil, que fragiliza o papel das nossas instituições. Por isso Trump citou a perseguição política do Poder Judiciário orquestrada por Alexandre de Moraes contra Bolsonaro logo no primeiro parágrafo da sua mensagem ao nosso País”, explicou.

Roma fez também uma firme defesa da atuação política do deputado federal Eduardo Bolsonaro. “Nenhum cidadão brasileiro pode ficar satisfeito com medidas que possam prejudicar o Brasil, nem Eduardo. O papel dele tem sido muito importante para denunciar ao mundo o grande vexame que acontece hoje no Brasil. Qualquer pai teria orgulho de ter um filho como Eduardo Bolsonaro”, destacou.

Roma reafirmou sua pré-candidatura a governador e sua disposição de unir todas as forças de oposição aos 20 anos de atraso do PT na Bahia.

“Tenho dialogado muito com o ex-prefeito ACM Neto, que também é pré-candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil. O diagnóstico a que chegamos é que mais importante do que definir quem será o candidato para cada cargo é unir todas as forças que entendam que precisamos superar os 20 anos de atraso do PT na Bahia”, defendeu.

Podcast: Escreveu, Falou
7 de Agosto de 2025

com Frei Jorge Rocha

tema: “nós vamos ou nós viemos à reunião?”


O Esporte Clube Bahia e a Puma, fornecedora do clube, lançaram oficialmente, nesta sexta-feira (8), o terceiro uniforme da temporada 2025. O novo modelo será estreado no sábado (9), na partida contra o Fluminense, válida pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com um design que tem o sol como elemento central, a camisa apresenta tonalidade vinho com contornos amarelos que formam a composição gráfica de vários sóis. A proposta é reforçar a identidade regional e valorizar a cultura nordestina por meio de símbolos associados à força, transformação e à luz característica do sertão baiano.

Antes mesmo do lançamento oficial, imagens vazadas nas redes sociais levantaram especulações entre torcedores sobre uma possível homenagem ao cineasta baiano Glauber Rocha. A interpretação se deu principalmente pelos sóis estampados na camisa, que lembram o cartaz do clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol.

A presença de um garoto com uma câmera no vídeo oficial de lançamento também evocou a célebre frase atribuída a Glauber – “uma câmera na mão, uma ideia na cabeça” –, fortalecendo a associação. No entanto, nem o cineasta nem suas obras são citados de forma explícita em nenhum momento da campanha.
A peça audiovisual que acompanha o lançamento integra a campanha “Bahia de Todas as Artes”, iniciada em março com os uniformes HOME & AWAY. O novo capítulo, batizado de “Tropical, Novo e Marginal”, mantém o foco na valorização da cultura nordestina, com trilha sonora original, direção cinematográfica e participação de artistas locais.

*Correio
Crédito: Divulgação/EC Bahia


O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do Progressistas e ex-ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (6) que não vai assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, a proposta é inviável dentro do atual cenário político no Senado.

– Não assinei e não vou assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre. Porque é uma pauta impossível. Nós não temos 54 senadores para aprovar – declarou ao site Metrópoles.

– E aqui fala uma pessoa que, durante meus 32 anos de mandato, se tornou uma pessoa muito pragmática. Não perco tempo com pautas que não vão ter sucesso – completou.

Para que um ministro do STF perca o cargo, são necessários pelo menos 54 votos no plenário do Senado ao final do processo. Apesar disso, a oposição tem alegado nas redes sociais estar perto de reunir 41 assinaturas para apresentar o pedido.

Ciro também rebateu o argumento sobre o número de assinaturas, lembrando que a decisão de pautar um processo de impeachment contra ministros do STF cabe exclusivamente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

– Nós não temos no atual Senado 54 senadores [apoiando o impeachment]. E eu conheço o presidente Davi Alcolumbre. Você pode chegar com 80 assinaturas, que não abre. É um poder do presidente do Senado. Então essa pauta, eu não vou perder tempo com ela – concluiu.

O pedido de impeachment contra Moraes é uma das principais bandeiras da oposição no chamado “Pacote de Paz”, que também inclui anistia aos réus do 8 de janeiro e o fim do foro privilegiado.

*Pleno.News
Foto: Pedro França/Agência Senado


O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), marcou uma sessão no plenário da Casa para esta quarta-feira (6/8), às 20h30 (horário de Brasília), mesmo com a ocupação de bolsonaristas no local. Na reunião com líderes partidários, Motta decidiu que presidirá pessoalmente a sessão e ameaçou suspender o mandato de deputados que resistirem a sair da Mesa Diretora.

Pelo acordo fechado no encontro, líderes e Motta vão caminhar juntos, da presidência ao plenário da Câmara, em um sinal de união contra o movimento feito por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão de Motta já foi publicada pela Secretaria Geral da Mesa Câmara, que estabelece que deputados que não colaborarem para que a ordem no plenário seja restabelecida poderão sofrer suspensão do mandato por até seis meses.

“Quaisquer condutas que tenham por finalidade impedir ou obstaculizar as atividades legislativas sujeitarão os parlamentares ao disposto no art. 15, inciso XXX, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados (suspensão cautelar do mandato por até seis meses)”, diz a norma publicada.

Mais cedo, a oposição anunciou que a reunião do grupo com Motta havia terminado sem acordo e que, por isso, manteria a ocupação do plenário.

“Tivemos uma reunião com o presidente Hugo Motta – sem resultado, mas de muito respeito. Mas, de posicionamento, estamos reafirmando que não sairemos do plenário até que haja uma definição sobre as pautas que vocês já sabem”, disse o líder da oposição na Casa, Zucco (PL-RS).

Depois da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), bolsonaristas passaram a ocupar as Mesas Diretoras dos plenários da Câmara e do Senado na terça-feira (5/8).

Os parlamentares exigem que “um pacote da paz” seja votado, para só assim pararem de obstruir os trabalhos do Legislativo. As medidas defendidas pelo grupo são: a votação do PL de anistia para envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro, o fim do foro privilegiado e o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), classificou a ação do grupo como “arbitrária” e pediu diálogo. Em uma reunião com líderes, Alcolumbre disse que não aceitará “ser chantegeado” e marcou uma sessão virtual para quinta-feira (7/8).

*Metrópoles
Foto: Sam Pancher


O apresentador Fausto Silva, Faustão, foi internado em São Paulo. Por conta do ocorrido, o filho dele, João Silva, teve que cancelar uma festa marcada para esta quinta-feira (7).

O motivo da internação seria uma infecção na perna, segundo informações do colunista Erlan Bastos e de Fábia Oliveira, do Metrópoles.

No entanto, João Silva, ao cancelar a festa, alegou apenas “motivos pessoais”.

*Pleno.News
Foto: Frame de vídeo / SBT


O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) conversou com exclusividade com o site Pleno.News, nesta terça-feira (5), e falou sobre possíveis sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), vindas da Europa. O parlamentar se referiu ao magistrado como “psicopata” e analisou que o “custo Moraes se tornou alto demais”, fazendo com que o sistema se desvencilhe dele, o isolando.

– Acredito que o custo Moraes se tornou alto demais para o sistema manter, ele já entendeu isso e partiu para o desespero das ações isoladas. A exemplo das matérias que mostram que o restante do STF não gostou dele ter mandando prender meu pai sem consultá-los – avaliou.

Questionado sobre a resistência em pautar o impeachment de Moraes por parte do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Eduardo advertiu para iminentes sanções que recairão sobre os que apoiarem o magistrado.

– Espero que Alcolumbre paute, afinal, todos que contribuem ou apoiam Alexandre correm o risco de serem igualmente sancionados. Tenho fé em Deus, não há mal que perdure, ele irá cair – profetizou.

Diante de um provável 7 de Setembro histórico, com a possibilidade de milhões de brasileiros nas ruas de todo o país, Eduardo falou sobre a hipótese de um eventual mandado de prisão contra o pastor Silas Malafaia, coordenador das grandes manifestações da direita no Brasil, a fim de conter a difusão dos atos políticos. O deputado também alertou para novas ações de grandes proporções a fim de produzirem cortina de fumaça.

– Acho que um psicopata é capaz de tudo, inclusive a prisão ilegal do pastor [Silas Malafaia], mas não recuaremos por medo. [Moraes]Fará novas ações ilegais para desviar o foco, como fez com a prisão do Bolsonaro.

O parlamentar afirmou, em suas redes sociais nesta segunda-feira (4), que as fichas de Moraes estão acabando, uma vez que a prisão, ainda que domiciliar, de Jair Bolsonaro caracteriza o ápice de seus intentos contra o líder da direita e seus apoiadores.

Eduardo explicou que não há nada que o magistrado possa fazer contra seu pai além da prisão, enquanto, contra ele, ainda existem inúmeras sanções guardadas no porvir.

– O que mais ele pode fazer além de prender meu pai? Já aqui, ainda há inúmeras possibilidades de ação do presidente Trump. Acredito que ele tentará prender qualquer um que seja um obstáculo a ele. Mas não chegará a esse ponto, iremos vencer – conjecturou.

Sobre a possibilidade de um pedido de prisão contra Moraes, expedido pela Casa Branca, noticiado por parte da imprensa brasileira, o deputado explicou que essa medida não seria possível via Poder Executivo, apenas pelo Judiciário dos Estados Unidos.

Eduardo disse ainda que não pode antecipar detalhes do plano traçado pelo governo americano contra Moraes, mas reiterou sua confiança no presidente Donald Trump.

– Os próximos passos dependem do plano traçado pelo governo americano, não tenho como dizer ou antecipar, mas confio na liderança do presidente Trump. Poder Executivo não tem poder de pedir prisão, isso é papel do poder Judiciário.

O filho do líder da direita no Brasil foi convidado pelo deputado Dominik Tarczyński para ir à Europa discursar sobre a atuação de Moraes. Perguntado sobre a importância de apresentar o caso pessoalmente aos países da Europa, Eduardo afirmou que sanções similares às impostas pelos EUA podem ser aplicadas contra o ministro do STF no continente europeu, produzindo um impacto ainda mais amplo ao magistrado. O parlamentar citou o líder da direita em Portugal, André Ventura, com quem nutre boa relação.

– Como disse o André Ventura, do [partido] Chega, podem ser aplicadas sanções similares as dos EUA. É importante para criar a conscientização internacional em relação as violações de direitos humanos que são praticadas por Alexandre de Moraes.

*Pleno.News