A Prefeitura de Feira de Santana, através da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou os dados do boletim epidemiológico do novo coronavírus (Covid-19) desta sexta-feira, 29.
Números da Covid-19 em Feira de Santana nesta sexta-feira, 29 de maio de 2020.
Casos confirmados no dia: 35
Total de casos confirmados no município: 531
Pacientes recuperados no dia: 09
Total de recuperados no município: 166
Pacientes da Covid-19 hospitalizados no município: 12
Resultados negativos do dia: 26
Total de óbitos por Covid-19: 12
11° óbito: Sexo feminino 43 anos, portadora de osteomielite crônica em tratamento contínuo. Faleceu dia 23/05 em uma unidade da rede privada em Feira de Santana, onde estava internada.
12° óbito: Sexo masculino, 45 anos, possuía diabetes e faleceu dia 29/05 em uma unidade da rede privada em Feira de Santana, onde estava internado.
Rotativo News/informações/Ascom/Assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde
Um dos mais conhecidos cantores de feirense, Djalma Ferreira, realiza a segunda live solidária, nesta sexta-feira (29), a partir das 20 horas através do youtube.
No repertório, Djalma traz clássicos da MPB, um dos estilos musicais que o consagrou com uma das vozes mais bonitas das noites baiana, mostrando toda a versatilidade do cantor que comemora 32 anos de carreira neste ano.
“Assim como fizemos na primeira edição da live, o público ajudou a compor todo o repertório com músicas que estão no coração de milhões de pessoas, para toda a família curtir em casa, vou fazer uma apresentação especial”, diz o cantor.
Na primeira live, realizada em Abril, mais de 30 mil pessoas acompanharam simultaneamente o show de Djalma Ferreira, tendo bastante comentários e participações nas redes sociais do cantor.
Respeitando as recomendações de isolamento social, a live será realizada em um espaço especial e transmitida do canal da TV Monte Sião no Youtube a partir das 20 horas. Além de muita música, durante a apresentação serão arrecadados donativos para instituições da cidade de Feira de Santana.
“As músicas sempre estiveram presentes em mina vida, nos palcos e trios elétricos do mundo, agora neste palco digital onde o público está em casa, vou fazer um show ainda mais especial, seguindo todas a orientações e cantando muitos”, conta Djalma.
Em Tempo: Djalma Ferreira está com um novo EP pronto, que em breve será lançando em todas as plataformas digitais. O álbum tem quatro músicas inéditas e a regravação da musica TêTêTê, o primeiro sucesso do cantor.
“As músicas estão lindas, misturo composições de grandes músicos feirense com autorais em diversos ritmos que canto de trios elétricos a palcos. Agora só faltam alguns detalhes para o lançamento no segundo semestres de 2020, aguardem”, revela Djalma
Link da Live: https://www.youtube.com/watch?v=exjio9JCG5E
Rotativo News/Reginaldo Júnior/assessoria de comunicação
A concessão de aumentos de salários de servidores estaduais em Mato Grosso, Paraíba e Rio Grande do Norte e a autorização para reajuste no Amapá, Rondônia e Roraima podem colocar esses estados em situação fiscal ainda mais grave, segundo estudo do Centro de Liderança Pública (CLP), organização para melhoria da gestão pública.
Em estados como Rio Grande do Norte e Mato Grosso, os gastos do pessoal, sem a atualização do reajuste concedido, já chegam a mais de 90% da receita estadual.
O levantamento feito pelo CLP mostra que 25 dos 27 estados devem comprometer mais de 60% da receita corrente líquida (RCL) com folha de pagamento por causa do efeito da pandemia na arrecadação este ano.
O estudo já considera o impacto dos R$ 120 bilhões do pacote de socorro ao estados, que aguarda sanção presidencial.
Apenas Rondônia e Amapá estarão abaixo desse patamar, caso não concedam o reajuste autorizado pelo Congresso Nacional.
Especialistas afirmam que o gasto desenfreado com pessoal é um problema recorrente para os estados brasileiros. Até a pandemia do novo coronavírus, muitos buscavam dar andamento à reformas previdenciárias, na tentativa de reduzir os gastos progressivamente nesta década.
No caso do Rio Grande do Norte, que concedeu reajustes para a segurança, escalonado até chegar a 23%, esse percentual chegará em 97% em 2020. Ou seja, tudo o que o estado arrecadar será destinado para folha de pagamento, não restando recursos para investimentos em saúde, por exemplo, ou para arcar com os aumentos concedidos hoje.
O estudo mostra que a dificuldade hoje está em equilibrar as contas, com a queda de arrecadação. No Amapá, a redução estimada foi de 60% em abril, segundo dados da Secretaria de Fazenda. Não há a possibilidade de atrasar pagamento dos servidores estaduais, segundo o órgão.
No Rio de Janeiro, que está em Regime de Recuperação Fiscal (RRF), a Secretaria de Fazenda já admite a possibilidade de atraso salarial a partir de setembro. Neste ano, a queda de arrecadação estimada é de cerca de R$ 15 bilhões.
Para Luana Tavares, diretora do CLP, o custo do aumento dos gastos com pagamento cairá sobre os mais pobres, já com a renda comprometida por programas de redução salarial ou desemprego.
Dados do Ministério da Economia mostram que mais de 8 milhões de trabalhadores com carteira já tiveram redução salarial ou suspensão do contrato de trabalho. Outros 2,3 milhões de trabalhadores perderam o emprego entre janeiro e março deste ano, na comparação com os três meses encerrados em dezembro, segundo dados da Pnad Contínua, do IBGE.
– Isso afeta o servidor, que pode ficar com o salário atrasado, e a população que não vai ter o servidor para entregar os serviços à população nem recursos para isso – afirma – Estamos falando de vida, de pessoas que estão morrendo todos os dias.
Além do Rio Grande do Norte e Mato Grosso, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul estão na lista de estados que, sem a ajuda do governo federal, vão chegar no patamar de dificuldade orçamentária. Isso significa que poderá haver atraso de salários ainda este ano, no caso desses estados.
Em Minas Gerais, cujo comprometimento já supera os 100%, por exemplo, os salários de maio já começaram a atrasar.
Segundo parâmetros da Lei de Responsabilidade Fiscal, no caso desse patamar ultrapassar 95%, aumentos de despesa com gasto com pessoal devem ser proibidos, segundo a legislação.
Para Andre Luiz Marques, coordenador do Centro de Gestão e Políticas Públicas do Insper, os estados e as pessoas deveriam olhar mais para o próximo nesta pandemia. Mais de 23 mil brasileiros já morreram por causa da Covid-19, segundo dados do Ministério da Saúde.
– Vários estados, além de ultrapassar os 60% (limite da LRF), já estavam com nota C e D (nos relatórios do Tesouro, o que indica grave situação fiscal). Os estados não estão nessa situação a toa, eles estão fazendo muito esforço pra chegar nisso – afirma.
O economista ressalta que cenário de alto comprometimento das receitas com folha de pagamento não pode ser atribuído somente a queda de arrecadação, mas por cenas similares a vivenciadas hoje, com aumentos acima da inflação nos últimos anos.
– Se temos estados com 90% e 100% (de comprometimento), não se chegou nesse cenário de ontem pra hoje. Muitas coisas vieram do passado, mas muitas coisas estão acontecendo agora. É muito fácil botar a culpa no passado quando eles (governadores) estão rezando da mesma cartilha do passado – ressalta.
Jair Bolsonaro tem defendido, em meio ao crescimento de mortes por covid-19, o retorno imediato dos brasileiros ao trabalho. Calculou que a morte de dezenas de milhares não afetará seu governo como o desemprego de milhões. Ainda é cedo para dizer se essa aposta dará certo, até porque, pelo terceiro dia consecutivo, o Brasil registrou mais de mil óbitos diários (1.156, para ser mais exato). Mas uma análise da pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta (28), traz elementos que podem ser usados pelo presidente para acreditar que sua tática pode funcionar. Consideram que ele está fazendo um governo ótimo ou bom, 31% dos que recebem até dois salários mínimos de renda familiar mensal, 36% dos que ganham mais de 2 e 5 SM, 36% dos recebem mais de 5 e 10 SM e 42% que contam com mais de 10 SM. Enquanto o estrato mais pobre é 55% do país representado na pesquisa, o mais rico é apenas 4% – o que mostra o peso relativos dos seguidores.
Em dezembro de 2019, o Datafolha foi a campo para verificar o apoio do governo após um ano de mandato. Os números para ótimo ou bom eram 22% dos que recebem até dois salários mínimos, seguido de 35%, 44% e 44% para os outros estratos, respectivamente. Logo depois, o coronavírus entrou na pauta. Bolsonaro experimentou uma queda de nove pontos entre uma pesquisa e outra dentre os que recebem mais de 5 e 10 salários mínimos – grupo com mais acesso à informação e que engrossou a curva de insatisfação contra o presidente por conta de seu comportamento e suas políticas diante da crise. É um grupo com quantidades significativas de funcionários públicos, empregados registrados e pequenos.
O primeiro vice-prefeito de Salvador eleito após a ditadura militar, Marcelo Ferreira Duarte Guimarães, morreu aos 88 anos, na quinta-feira (28). Em 2019, ele já havia sofrido um acidente vascular cerebral (AVC), e o óbito foi registrado por causa do agravamento de uma pneumonia.
Duarte ficou na vice-prefeitura de Salvador entre 1985-88, durante a gestão de Mário Kertész. Além disso, ele também foi deputado estadual (1967-71) e mais pra frente, entre 2005 e 2008 voltou a exercer o cargo de vice-prefeito, desta vez na gestão de João Henrique Carneiro.
Marcelo Duarte é pai de Nestor Duarte, atual secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização Penal (Seap).
Uma operação da Polícia Federal que investiga a compra de respiradores pela prefeitura do Recife em caráter emergencial, através da Secretaria de Saúde, com dispensa de licitação, cumpriu mandados de busca e apreensão, nesta quinta-feira (28). Os policiais estiveram na sede da prefeitura e na casa do secretário de Saúde da capital, Jaílson Correia, que teve o celular apreendido, segundo a PF.
Esta foi a segunda fase da Operação Apneia, deflagrada em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e Controladoria Geral da União (CGU).
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, na sede da empresa que vendeu os respiradores, e Pernambuco nesta quinta-feira (28). No Recife, os mandados foram para os bairros do Recife, onde fica a prefeitura, e do Espinheiro, onde mora o secretário de Saúde.
Segundo as investigações, empresas com débitos com a União superiores a R$ 9 milhões se utilizaram de uma microempresa “fantasma”, que estava no nome da ex-companheira do proprietário de fato. A PF constatou que a firma não existe em seu endereço de cadastro, além de não ter funcionários ou bens em seu nome.
O total contratado com a prefeitura de Recife ultrapassava o patamar de R$ 11 milhões, segundo a Polícia Federal. No entanto, a empresa tinha um capital social de apenas R$ 50 mil e não poderia faturar mais que R$ 360 mil por ano. Dos respiradores comprados, 35 foram entregues.
“Pelos dados que conseguimos identificar, [a empresa] não teria condições de dar suporte a esse contrato”, afirmou o delegado federal, Daniel Silvestre.
Em nota, a prefeitura do Recife apontou que os policiais federais estiveram na Secretaria de Saúde da capital, onde apreenderam um celular. A compra dos respiradores de uma empresa de São Paulo foi cancelada na sexta-feira (22) (veja vídeo acima). Cada respirador foi comprado a R$ 21,5 mil
“A referida compra foi cancelada pela Secretaria de Saúde e o único valor pago, de R$ 1,075 milhão, já foi devolvido pela empresa à Prefeitura, no último dia 22. Portanto, não há possibilidade de haver qualquer prejuízo à Prefeitura do Recife. Todos os procedimentos da Secretaria de Saúde estão sendo realizados dentro da legalidade e todos os processos de aquisição da pandemia estão sendo enviados, desde abril, por iniciativa da própria Prefeitura, ao Tribunal de Contas do Estado”, afirmou.
A prefeitura afirmou, ainda, que a Secretaria de Saúde e todos os órgãos “continuam à disposição dos órgãos de controle para prestar qualquer esclarecimento”.
Rotativo News/informações G1 Foto: reprodução TV Globo
Após antecipação de feriados até esta quarta-feira (27), o governo da Bahia determinou ponto facultativo nesta quinta e sexta-feira (28 e 29). As repartições públicas estaduais instaladas em Camaçari, Candeias, Feira de Santana, Ilhéus, Ipiaú, Itabuna, Jequié, Lauro de Freitas e Salvador terão ponto facultativo nesta quinta (28) e também na sexta-feira (29).
Segundo o governador Rui Costa a decisão visa ampliar a queda na taxa de transmissão registrada com a antecipação das datas comemorativas de São João e 2 de Julho. O decreto com a determinação sairá na edição desta quinta-feira (28) do Diário Oficial do Estado.
Na área privada, apenas mercados, farmácias, unidades de saúde, serviços de segurança, serviços funerários, postos de combustíveis, indústrias, bancos e lotéricas, poderão funcionar nesta quinta (28) e sexta (29). A medida, justificada pelo fato de serem serviços essenciais privados, foi estabelecida no decreto nº 19.722, publicada no Diário Oficial do Estado do último sábado (23).
Na versão publicada, o chefe do Executivo acolheu os vetos sugeridos pela equipe econômica, entre eles o trecho que trata do reajuste dos servidores, que agora fica congelado até o final do ano que vem, e outro que permitia que estados e municípios suspendessem suas dívidas com bancos e organismos internacionais.
O projeto publicado nesta quinta, aprovado pelo Congresso no dia 6 de maio, suspende ainda as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras que venceriam este ano. Neste ponto, o impacto aos cofres da União deve ser de R$ 60 bilhões.
O repasse direto, por sua vez, será feito da seguinte forma: R$ 50 bilhões em compensação pela queda de arrecadação (R$ 30 bilhões para estados e DF; R$ 20 bilhões para municípios) e R$ 10 bilhões para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para estados e DF; R$ 3 bilhões para municípios).
Com o encerramento dos três dias de feriados antecipados, volta a vigorar, a partir desta quinta-feira, 28, o Decreto Municipal que estabelece como medida restritiva apenas o funcionamento de serviços considerados essenciais. O fechamento de todos os estabelecimentos comerciais continua válido entre o período de 21 de maio até 1º de junho.
O Decreto Municipal determina o fechamento de todos os estabelecimentos comerciais, desde shoppings centers, galerias, lojas de conveniência de postos de gasolina e afins, Feiraguay, Mercado de Arte Popular, Campo do Gado, bares e restaurantes.
Também ficam suspensos, até o dia 1º de junho o funcionamento de academias de ginástica, cinemas, teatros e demais casas de espetáculos e de eventos, parques infantis privados, centros esportivos de qualquer modalidade. E ainda permanecem fechados Parque do Saber, Teatros Municipais, Bibliotecas Municipais, Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira, assim como Projeto Arte de Viver, além de parques públicos.
A Ceasa e o Centro de Abastecimento funcionarão em regime de horário reduzido, das 4h às 14h. E mantém-se garantido o serviço de delivery ou take-awey (retirada no balcão), bem como mantém-se garantida a abertura das atividades comerciais consideradas como de natureza essenciais, como mercados, supermercados, hipermercados, açougues, frigoríficos, granjas, peixarias, lojas de hortifrutigranjeiros, feiras livres de produtos alimentícios e o Centro de Abastecimento.
Também funcionam os postos de combustíveis, revendedoras de gás, as farmácias, instituições bancárias, correspondentes bancários, casas lotéricas, lojas do setor da construção civil e sua cadeia produtiva, lojas de auto-peças, borracharias, oficinas mecânicas e demais estabelecimentos relacionados à manutenção de veículos automotores, serviços de transporte e logística, serviços de segurança privada, estabelecimentos de vendas de material de limpeza e equipamentos de proteção individual (EPIs) e produtos veterinários e agropecuários.
As empresas do setor de serviço, os profissionais liberais, as clínicas (humanas e veterinárias) e as indústrias mantêm-se abertas.
Além disso, fica prorrogada, até o dia 1º de junho, a suspensão de todas as atividades de classe de todas as unidades escolares integrantes da rede municipal de educação, bem como de todos os estabelecimentos da rede privada de ensino.