Na noite desta quarta-feira (1º), torcedores do Flamengo se uniram nas redes sociais para mandar um recado à TV Globo, a de que irão assistir a partida da equipe pelo Campeonato Carioca na Fla TV. No Twitter, usuários levaram a #EUASSISTONAFLATV a ser o assunto mais comentado da plataforma.
A manifestação ocorre após o Flamengo vencer a emissora na Justiça e ser liberado para transmitir a partida contra o Boavista em seu canal do YouTube.
No Twitter, torcedores do clube celebraram a possibilidade de assistir o jogo e alfinetaram a Globo.
Flamengo e Globo travam uma briga na Justiça para definir se o clube tem ou não o direito de transmitir em seu próprio canal as partidas em que joga pelo Campeonato Carioca. O desentendimento começou após o presidente Jair Bolsonaro editar uma Medida Provisória (MP) determinando que clubes têm direito de transmitir as partidas em que são mandantes.
O imbróglio, no entanto, é que a Globo já comprou os direitos de transmissão de jogos de todos os clubes que disputam o Cariocão, exceto o do Flamengo. O rubro-negro, por sua vez, entende que, já que não possui vínculo com a emissora, pode transmitir os jogos em que é dono do campo.
A TV Globo perdeu na Justiça o direito de barrar a transmissão do jogo Flamengo e Boa Vista pelo Youtube. Juiz titular da 10ª Vara Cível disse não haver inconstitucionalidade no desejo do clube de transmitir a partida pela rede social.
O número de curados da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, ultrapassou a marca de 5 milhões de pessoas. Até a manhã desta segunda-feira (29), o número atingiu um total de 5.158.153 pacientes salvos segundo a universidade americana Johns Hopkins, que faz o levantamento de dados da doença no mundo. Em todo o planeta já foram registrados 10.189.350 casos da doença.
O Brasil segue na liderança entre os países com o maior número de recuperados, com 746 mil pessoas, de acordo com a plataforma. O país assumiu a liderança na última quinta-feira (25), quando atingiu a marca de 660 mil curados e ultrapassou os Estados Unidos.
Os norte-americanos, atualmente em segundo, aparecem com 685 mil pessoas salvas. Completando os cinco primeiros aparecem a Rússia, com 402 mil, a Índia, com 321 mil, e o Chile, com 232 mil curados.
Já na lista dos dez primeiros, países como Turquia e México aparecem como destaque no aumento do número de curados nos últimos dias. A Turquia já aparece em nono lugar, com 170 mil, e o México em décimo, com 164 mil.
Nesta terça-feira (30) encerra o prazo para entregar a declaração de IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) relativa aos ganhos de 2019. Até sexta-feira (26), quase 25 milhões de declarações foram entregues, de acordo com a Receita Federal. Ainda são esperadas 7 milhões de declarações.
Inicialmente, a data limite para o envio era 30 de abril, mas o prazo foi prorrogado em razão da pandemia. O contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo fica sujeito a multa, que varia de R$ 165,74 a até 20% do imposto devido.
Rotativo News/informações Pleno News Foto: Agência Brasil/Marcello Casal Jr
Agência Brasil – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou que o tempo de trabalho rural infantil pode ser computado para efeitos previdenciários. Na decisão, o tribunal reconheceu a ilegalidade do trabalho infantil, mas entendeu que não somar o tempo para o cálculo da aposentadoria é punir o trabalhador duas vezes.
O caso, julgado no inicio deste mês, envolveu um homem que começou a trabalhar com a família na zona rural aos 11 anos de idade e pediu à Justiça que o período trabalhado antes de completar 14 anos fosse somado ao tempo de serviço para solicitação da aposentadoria da Previdência Social. Nas instâncias inferiores, somente o período trabalhado a partir dos 14 anos foi aceito por ser permitido por lei.
No STJ, a Primeira Turma manteve a jurisprudência do tribunal e entendeu que não há idade mínima para reconhecimento do período de trabalho rural infantil para fins previdenciários.
No voto sobre a questão, o ministro Napoleão Nunes Maia, relator do caso, afirmou que o reconhecimento não é uma chancela do Judiciário ao trabalho infantil.
“Reafirma-se que o trabalho da criança e do adolescente deve ser reprimido com energia inflexível, não se admitindo exceção que o justifique. No entanto, uma vez prestado o labor o respectivo tempo deve ser computado, sendo esse cômputo o mínimo que se pode fazer para mitigar o prejuízo sofrido pelo infante, mas isso sem exonerar o empregador das punições legais a que se expõe quem emprega ou explora o trabalho de menores”, disse.
No dia 12 deste mês, em referência ao Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, diversas entidades lembraram que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes trabalhando ilegalmente.
Folhapress – O impacto desproporcional da Covid-19 sobre os italianos mais velhos parece ter maior relação com o isolamento social em que grande parte deles vivia do que com a quantidade de seus contatos com gente mais nova, revela um estudo publicado na revista PLOS One em de 21 de maio.
A associação entre morbidade e idade já era conhecida, mas a pesquisa comandada pelo doutor Giuseppe Liotta, professor associado de higiene e saúde pública da Universidade de Roma, queria confirmar o papel do contato intergeracional na disseminação do vírus entre os mais velhos.
Para testar a hipótese, analisaram diversas variáveis, como o percentual de pacientes acima dos 80 anos entre os infectados, o número de leitos disponíveis em casas de repouso, a taxa de incidência de Covid-19 e o tempo de expansão da contaminação, chamado de maturidade da epidemia. Incluíram ainda na análise o tamanho médio das famílias e a porcentagem de pessoas vivendo sós.
No fim das contas, encontraram um paradoxo: a pandemia foi mais grave em regiões italianas com maior fragmentação familiar e maior disponibilidade de leitos nas chamadas instituições de longa permanência, ou casas de repouso.
A interpretação dos relatórios diários do Ministério da Saúde da Itália entre 28 de fevereiro e 31 de março, com base nos dados domiciliares e populacionais de cada região administrativa italiana, provou que há, na verdade, uma correlação negativa entre o tamanho médio das famílias e a porcentagem de residentes com mais de 80 anos infectados pelo novo coronavírus.
Quando compararam a proporção de infecções por Covid-19 em idosos com a porcentagem de domicílios com um só membro e taxa de leitos para idosos, a situação se inverteu. Em resumo: pelo estudo italiano, o isolamento social dos velhos é um fator de risco maior para os idosos do que o contato intergeracional.
Os pesquisadores especulam que, no fim das contas, as relações sociais podem servir como um fator protetor contra o aumento das taxas de mortalidade da Covid-19.
O Ministério da Agricultura declarou estado de emergência fitossanitária em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, devido a uma nuvem de gafanhotos que está em direção ao Brasil. Os dois estados devem ser os mais afetados pelos insetos. A portaria foi publicada no início da madrugada desta quinta-feira (25) no Diário Oficial da União (DOU).
De acordo com o decreto 8.133, de 28 de outubro de 2013, a portaria permite a contratação de pessoal por tempo determinado e autoriza temporariamente a importação de defensivos agrícolas para conter a praga.
Com a suspensão temporária das atividades escolares duranta a quarentena, acaba se tornando comum que as crianças passem mais tempo no celular ou no computador. Entretanto, é importante que os pais fiquem atentos ao tipo de conteúdo online que os filhos vêm acessando.
Na última semana, a Polícia Civil de Santa Catarina disparou um alerta sobre perfis em redes sociais com o nome de Jonathan Galindo. A foto de perfil se assemelha a uma versão humanizada do personagem Pateta, da Disney. A pessoa por trás desses avatares estariam promovendo mensagens que podem induzir ao suicídio.
A coordenadora da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso em Santa Catarina, Zimmermann D’Ávila, vem atuando ao lado do Tribunal de Justiça do estado para alertar os pais sobre o tipo de conteúdo que os filhos consomem na internet.
Após uma interrupção de três meses, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) retomou o projeto de pesquisa em que os cientistas liberam mosquitos Aedes aegypti contaminados com a bactéria Wolbachia, que tem capacidade de impedir a transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. O programa havia sido paralisado em decorrência da pandemia do novo coronavírus, e foi retomado nesta segunda-feira (22).
Os mosquitos são liberados em bairros da zona norte do Rio de Janeiro. O líder do Método Wolbachia no Brasil, Luciano Moreira, revela que essas doenças, chamadas de arboviroses, não deixaram de circular no país durante a pandemia e, por isso, é importante retomar o projeto.
O método está em pesquisa e é aplicado no Rio de Janeiro deste o ano de 2015.
Reportagem da Agência Brasil explica que a liberação dos mosquitos será feita durante 16 semanas, mas o monitoramento da população de mosquitos infectados com a bactéria permanece suspensa, já que exige a interação dos técnicos da pesquisa com os moradores e comerciantes voluntários que instalaram as armadilhas em suas residências ou lojas.
Nova epidemia – Pesquisadores identificaram uma nova linhagem do vírus da zika em circulação pelo Brasil. A constatação foi feita por profissionais da Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
A descoberta foi feita a partir de uma ferramenta que monitora as sequências genéticas do vírus. Conforme reportagem do G1, os pesquisadores detectaram, pela primeira vez no país, um tipo africano dele, com potencial de originar uma nova epidemia.
Um dos líderes do estudo, Artur Queiroz, destaca dois dados que indicam que a linhagem circulou pelo Brasil em 2019. O primeiro é o fato de que ela foi encontrada em dois estados distantes entre si, no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. E o segundo é que os hospedeiros que “abrigavam” os vírus eram diferentes: um mosquito “primo” do Aedes aegypt, chamado Aedes albopictus, e uma espécie de macaco. A descoberta foi publicada no início de junho, no periódico “International Journal of Infectious Diseases”.