Investigadores da Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) de Feira de Santana, sob o comando interino do delegado Gustavo Coutinho, cumpriram na tarde de ontem (1º), o mandado de busca e apreensão contra um jovem de 19 anos. Este, por diversas vezes no ano de 2017, teria praticado atos assemelhados ao crime de estupro contra uma criança de apenas 5 anos de idade.
De acordo com a Polícia Civil, a vítima era vizinha do acusado, que se aproveitava de momentos em que a criança estava sozinha para cometer os atos.
A Polícia Civil só teve conhecimento do caso no mês de fevereiro do ano passado, quando a mãe da vítima fez a denúncia. O acusado foi encaminhado para o Centro de Atendimento Socioeducativo Melo Matos, já que os crimes foram cometidos quando o jovem ainda era menor de idade.
Ainda segundo a Polícia Civil, o acusado ficará à disposição da Vara da Infância e Juventude de Feira de Santana para cumprir medida de internação que poderá ser estendida até que o mesmo complete 21 anos.
“É com muita tristeza que anunciamos a morte de nossa colega, a jornalista Glória Maria”, informou a TV Globo, em nota.
“Em 2019, Glória foi diagnosticada com um câncer de pulmão, tratado com sucesso com imunoterapia. Sofreu metástase no cérebro, tratada em cirurgia, também com êxito inicialmente”, prossegue o texto.
“Em meados do ano passado, Glória Maria começou uma nova fase do tratamento para combater novas metástases cerebrais que, infelizmente, deixou de fazer efeito nos últimos dias, e Glória morreu esta manhã, no Hospital Copa Star, na Zona Sul do Rio.”
Seguranças vão permanecer nos EUA até 16 de fevereiro
Foto: redes sociais
Ministro chefe da Casa Civil do governo de Luiz Inácio Lula Silva (PT), Rui Costa (PT) liberou a ida de três militares a Orlando, nos Estados Unidos, para atuar na segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um evento previsto para esta terça-feira (31).
Segundo o UOL, o suboficial da Marinha Ricardo dos Santos, o segundo tenente Osmar Crivelatti e o militar Estácio Leite viajaram no final de semana. Conforme publicado no Diário Oficial da União, eles vão “prestar assessoria de segurança” no “YesBrazil USA” e permanecem no país até 16 de fevereiro.
Os três seguranças integram o grupo de assessores a que Bolsonaro tem direito como ex-presidente.
Com aumento do valor da testosterona desde setembro de 2022 em até 380%, homens transexuais se viram obrigados a interromper o tratamento hormonal e acompanham retrocessos em seus corpos, como queda de pelos e retorno do ciclo menstrual.
A alta no preço ocorreu devido uma liminar do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), que permitiu à farmacêutica brasileira EMS reajustar o valor de comércio do medicamento Deposteron (cipionato de testosterona), de fabricação própria.
A substância é utilizada em casos de hipogonadismo masculino, doença relacionada ao mau funcionamento dos testículos que causa deficiência de testosterona, e por homens trans para terapia hormonal —nessa situação, a recomendação é que o hormônio seja aplicado a cada 21 dias.
Para 2022, a CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) estabeleceu ajuste máximo de 10,89% nos preços de produtos farmacêuticos.
De acordo com a tabela de preços ao consumidor divulgada em abril pelo grupo, o Deposteron deveria custar em torno de R$ 52,55 em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, considerando o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) de 18%.
A tabela de dezembro, no entanto, mostra R$ 252,49. Não há previsão de que a decisão seja revista, segundo as partes, o que gera problemas imediatos para os usuários do medicamento.
É o caso de Aron Giovanni de Oliveira, 22. Formado em ciências sociais, ele vive em Goiânia e está desempregado. Afirma que a última dose de testosterona que recebeu foi em setembro, quando teve de interromper o tratamento hormonal devido à alta no preço do medicamento.
De lá para cá, ele percebeu mudanças em seu corpo, como o retorno da menstruação. Oliveira diz que reconhece que é uma situação temporária, mas lamenta que impacte não apenas seu bem-estar como seu trânsito na cidade.Segundo ele, essa é segunda vez que precisa parar o tratamento porque o valor não cabe no seu orçamento. Na primeira, lembra que enfrentou um processo depressivo forte. Agora, enfrenta a situação de forma mais confiante devido a ganhos na sua identidade visual, como pelos no rosto —que ficaram mais finos, mas não desapareceram. A volta da menstruação, porém, tem sido difícil.“Perceber que eu estou regredindo nas minhas características sexuais me traz medo, além de desconforto comigo mesmo, porque eu não me sinto seguro”, diz ele. Oliveira conta que, devido ao tratamento, não consegue mais entrar em um banheiro feminino porque é considerado um corpo estranho nem em um masculino porque é um corpo vulnerável.
“Além de lidar comigo mesmo e minha autoestima, o meu maior medo são as questões de segurança”, diz Oliveira. Ele defende que o acesso ao medicamento é uma demanda coletiva, que se refere a direitos humanos. “Vivemos no país que mais assassina pessoas trans. Esse é um direito básico, se trata de vidas e de querer estar vivo.”As mudanças no corpo de Oliveira são semelhantes às de outras pessoas transexuais que tiveram que interromper o tratamento hormonal.De acordo com o médico ginecologista Sérgio Okano, professor na Universidade de Ribeirão Preto e médico-assistente do Ambulatório de Incongruência de Gênero da USP, há pioras nos sintomas de disforia de gênero, o sofrimento provocado pela discordância entre seu sexo biológico de nascimento e sua identidade de gênero.
Além da questão da saúde mental, Okano diz que nem todos os pacientes apresentam o retorno do sangramento quando o período de interrupção da terapia é curto. Porém, quanto maior o tempo sem tomar o hormônio, maior a probabilidade do retorno do ciclo menstrual.
Outras mudanças que podem ocorrer é a perda de massa magra, principalmente para aqueles que se dedicam a atividades físicas e adquiriram musculatura. Em relação aos pelos, o que acontece é a diminuição do crescimento e possível afinamento. A voz, no entanto, não fica menos grave, explica o médico.
Segundo Okano, faltam pesquisas e dados referentes aos possíveis danos físicos que a interrupção do tratamento pode acarretar. “A chance de o paciente desenvolver complicações são superiores em quem faz suspensões intermitentes em relação àqueles que já fazem o uso mais contínuo”, explica.
O medicamento não é distribuído pelo SUS, afirma o ginecologista, que relata que algumas cidades conseguem comprar o hormônio por meio de parcerias com empresas ou em pregões. “É uma briga que precisa acontecer porque esse tratamento é essencial para a pessoa trans adquirir essas características. Não há outra forma de se fazer isso.”
Estagiário na área de recursos humanos de uma empresa em Paranapiacaba (SP), Rafael Silva Pinto, 38, recebe uma bolsa de R$ 900 mensais, o que torna o tratamento inviável. Ele fazia a hormonização regularmente havia nove anos.
Apesar do incômodo com o sangramento, ele diz que hoje tenta lidar melhor com a situação graças à terapia. “Tenho plena consciência que sou uma pessoa que menstrua, mas não deixo de ser homem. É bem chatinho, mas acho que vai melhorar”, diz ele, que considera que a falta de acesso ao remédio é mais uma das violências sofridas pela população transexual.
Nicholas Iqueda, 23, se viu sem recursos para obter o hormônio e acabou deixando de tomá-lo por oito meses, após quatro anos de tratamento.
“Mexeu com meu emocional estar com essa falta de hormonização”, conta. “Não achei que poderiam voltar a acontecer algumas coisas, como sangrar. Eu tinha prometido para mim mesmo que eu nunca mais iria passar por isso porque eu vivia momentos horríveis durante o meu ciclo.”
Porém, em novembro, o ciclo menstrual retornou. “Fiquei dias sem falar com a minha namorada, falei coisas absurdas, me diminuindo como homem e me sentindo inferior. Comecei a duvidar de mim mesmo, se eu era homem o suficiente”, relembra.
Em dezembro, ele conseguiu comprar um hormônio mais concentrado que o Deposteron, o undecilato de testosterona, que possui intervalo de três em três meses. Mesmo que continue desempregado, ele diz que não vai deixar mais de tomar o medicamento.
“Vou conseguir outro emprego, mesmo se não conseguir, vou me virar para conseguir tomar o remédio”, diz ele, que ainda está pagando parcelado a dose do hormônio que tomou em dezembro.
Sobre o aumento de preços, a farmacêutica EMS, fabricante do Deposteron, diz que o medicamento obteve registro sanitário em 1992, período anterior à criação da CMED. “Por causa disso, o Deposteron possuía um teto inicial de precificação que seguiu defasado por todo esse período. Somente em agosto de 2022, para estar de acordo com as condições e os mesmos critérios da atual legislação, o preço do Deposteron passou por uma adequação junto aos órgãos competentes”, afirmou em nota em setembro.
Brasil está ao lado de nações como Níger, Gabão, Burkina Faso, Togo, Sérvia e Malásia
Lista de liberdade de expressão 2023 Foto: Reprodução
Um índice global que analisa a liberdade de expressão em 174 países do mundo colocou o Brasil em sexto lugar, entre dez classificações, por ter a liberdade de expressão “limitada”.
O rank Index Index, lançado nesta quarta-feira (25), coloca o Brasil na mesma classificação que países como México, Bolívia, Níger, Gabão, Burkina Faso, Togo, Sérvia, Bósnia-Herzegovina, Nepal e Malásia.
O projeto é da organização Index on Censorship que usa análise de dados para acompanhar como a liberdade de expressão é protegida e quais os países com maiores riscos à esse direito.
Participam desse estudo especialistas em machine learning e jornalismo da Liverpool John Moores University (LJMU).
Enquanto o Brasil está como liberdade “limitada”, outras nações foram classificadas como “aberta”, “parcialmente aberto”, “fortemente restrito”, “fechada”, entre outros. Cada uma delas é classificada de quatro formas: índice geral, acadêmica, digital e de mídia/imprensa.
Os países mais abertos à liberdade de expressão são Austrália, Áustria, Bélgica, Costa Rica, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Alemanha, Irlanda, Letônia, Lituânia, Holanda, Nova Zelândia , Noruega, Portugal, Suécia e Suíça.
Já os mais fechados são China, Rússia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Confira a lista completa aqui.
Segundo o ministro da Defesa, os comandantes das Forças Armadas estão cientes da decisão
O ministro da Defesa, José Múcio, disse que os comandantes das Forças Armadas concordaram em abrir processos contra os militares que tiveram envolvimento nos atos de vandalismo registrados em Brasília, no domingo 8.
“Os militares estão cientes e concordam que vamos tomar essas providências”, afirmou Múcio, ao sair de uma audiência no gabinete presidencial. “Evidentemente, no calor da emoção, a gente precisa ter cuidado, para que as acusações e as penas sejam justas. Tudo será providenciado em seu tempo.”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, depois das manifestações em Brasília, que cobraria providências dos comandantes-gerais. Nesta sexta-feira, 20, o chefe do Executivo convocou os comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica para uma reunião no Palácio do Planalto.
Participaram da reunião os comandantes do Exército, Julio Cesar de Arruda; da Marinha, Marcos Sampaio Olsen; e da Aeronáutica, Marcelo Kanitz Damasceno. O encontro ocorre uma semana depois de Lula ter dito que “perdeu a confiança” em militares da ativa.
“Ele [Lula] tem consciência, e as Forças Armadas também, da atenção que deu às Forças Armadas”, disse Múcio. “E quis renovar essa confiança. Evidentemente, não poderíamos ficar nesta agenda última. Temos de pensar para a frente, pacificar este país e governar. Não tivemos um problema? Precisávamos ter uma conversa que não tratasse disso. Queria era virar a página.”
A realização de obras, manutenções ou construções exige muitos cuidados, principalmente com a eletricidade. A maioria dos acidentes que acontecem na construção civil ocorrem, na maioria dos casos, por falta de cuidados básicos. É pensando nisso que a Neoenergia Coelba atua de forma preventiva, informando, orientando e chamando a atenção para todos os cuidados que devem ser adotados na hora de construir ou reformar.
A atuação de profissionais qualificados, além do uso de equipamentos de proteção individual e coletivo, são os cuidados iniciais na redução dos riscos. Evitar acessos e contatos indevidos com os fios elétricos é mais uma das regras de segurança e, infelizmente, a mais negligenciada. A aproximação das obras da rede elétrica, somadas à falta de atenção, o desconhecimento dos perigos e o manuseio inadequado das ferramentas podem ser fatais, caso haja contato do trabalhador com a rede energizada.
Só instale antenas de rádio e TV longe da rede elétrica. Os suportes dessas antenas geralmente são de metal e, por isso, bons condutores de eletricidades. Durante a instalação, deve-se ter o cuidado a movimentá-los ou incliná-los, sob o risco de atingir cabos energizados. Não se deve fazer a instalação ou remoção das antenas em dias de chuva ou fortes ventos e, caso ela caia em direção à rede elétrica, nunca tente segurá-la.
Antes de começar qualquer intervenção, é preciso estar ciente de que as paredes, janelas, sacadas e telhados não podem ser erguidas em uma distância menor que 2,5 metros da rede de energia. Isso evita toques acidentais na fiação que podem resultar em acidentes graves, seja durante a construção ou reforma da residência. Além disso, não se deve mexer na fiação de forma a afastá-la do local da construção, sob nenhuma hipótese. Somente as equipes da distribuidora estão autorizadas a tomar tal iniciativa. Mesmo construindo distante dos fios, ao manusear arames, réguas de alumínio, vergalhões de ferro ou outros materiais metálicos, o cuidado é para não os inclinar, evitando, assim, o toque eventual na rede elétrica.
As obras em lajes ou no segundo e terceiro pavimentos exigem ainda mais prudência, porque ficam mais próximas da rede de média tensão. A Neoenergia Coelba lembra que na parte alta dos postes estão as linhas de 13,8 mil Volts ou mais. Uma aproximação dessa fiação é suficiente para provocar uma descarga elétrica de alta intensidade que pode causar queimaduras graves, levando até mesmo à morte.
A mesma recomendação vale para construção e reforma de telhados. O manejo de treliças, madeiras, telhas e calhas deve ser feito a uma distância segura dos cabos de energia, nunca inferior a 2,5 metros. Como esses, outros serviços como pintura de fachadas, instalação de painéis e trabalhos em andaimes devem seguir a mesma regra, de manter distância da rede de distribuição elétrica.
MAIS DICAS DE SEGURANÇA
– Na hora de fazer uma obra, mantenha uma distância segura (no mínimo 2,5 metros) que fique longe do fio do poste;
– Contrate profissionais qualificados;
– Redobre a atenção ao usar barras de ferro, sarrafo e outros tipos de materiais metálicos;
– Monte andaimes longe da rede elétrica e nunca deixe vergalhões e calhas tocarem na rede;
– Sempre use os equipamentos de segurança;
– Evite o contato ou proximidade com os fios, pois eles podem colocar em risco a sua vida;
-Não tente afastar a rede elétrica com nenhum tipo de material;
– Ao manobrar caminhões cuidado com a rede elétrica: sempre verifique a altura do caminhão em relação a rede;
– Instale a antena a uma distância segura para que, em caso de queda, ela não toque nos fios da rede elétrica. Caso a antena caia perto dos fios, não tente recuperá-la, pois poderá receber uma descarga elétrica;
– Em caso de fio caído, mantenha distância e ligue imediatamente para o 116.
Lisa Marie Presley, filha do lendário Elvis Presley, morreu aos 54 anos nesta quinta-feira (12), de acordo com a revista “People”. A informação foi confirmada para a publicação pela mãe da cantora, Priscilla Presley.
“É com coração pesado que eu devo compartilhar essa notícia devastadora que minha linda filha Lisa Marie nos deixou”, afirmou Priscilla em comunicado.
“Ela foi a mulher mais apaixonada, forte e amável que eu já conheci. Pedimos privacidade enquanto tentamos lidar com essa perda profunda. Obrigado pelo amor e pelas orações.”
Lisa Marie tinha sido internada após sofrer uma parada cardíaca ao longo da tarde.
Paramédicos foram chamados para socorrer a filha de Elvis Presley em sua casa em Calabasas, no estado da Califórnia.
Lisa e a mãe foram ao Globo de Ouro na última terça-feira (10) e torciam por Austin Butler. O ator, que interpretou Elvis no filme homônimo, venceu na categoria melhor ator em filme de drama.
A loteria norte-americana Mega Millions acumulou e vai pagar um prêmio de pouco mais de US$ 1 bilhão de dólares (quase R$ 6 bilhões, na cotação atual). As regras não exigem que o jogador seja residente nos Estados Unidos. Por isso, brasileiros interessados podem fazer apostas, comprando bilhetes online.
Com 24 sorteios seguidos sem um ganhador, o prêmio já é o terceiro maior da história do país. O próximo sorteio será em 10 de janeiro. Para vencer, é preciso acertar os cinco números principais, mais um número adicional.
A plataforma, que já teve alguns vencedores, compra bilhetes oficiais em nome do jogador e envia uma cópia digitalizada para a conta do apostador.
Cada bilhete custa em média US$ 5 (pouco mais de R$ 25), valor que já inclui taxas e a comissão da plataforma. O The Lotter não cobra taxas extras ou comissão, caso o apostador acerte os números. Mas, vale lembrar, que as cobranças de impostos do governo federal e imposto de renda são feitas normalmente, caso você leve o prêmio.
Se vencer, o ganhador será notificado e poderá buscar o prêmio pessoalmente ou receber em uma conta bancária.
A Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana emitiu uma nota na tarde de ontem (6) informando que suspendeu os atendimentos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Mangabeira.
Por conta disso, em caso de urgência e emergência, os pacientes podem buscar atendimento nas sete policlínicas municipais e na UPA da Queimadinha.
Ainda segundo a nota, a Secretaria Municipal de Saúde alegou que houve uma queda no número de atendimentos na unidade, necessidade de reformas e adaptações, além da falta de energia e a restrição de atendimento dos médicos da unidade.
Em entrevista ao Acorda Cidade, na manhã desta sexta-feira (7), a coordenadora das UPAs e Policlínicas de Feira de Santana, Vera Galindo, explicou que os funcionários serão remanejados para outras unidades.
“Nós fizemos um balanço de atendimento que estava sendo realizado na unidade e percebemos uma queda na procura por parte da população. Além dos problemas estruturais e elétricos que já estavam sendo observados, veio a questão da chuva que culminou nisso, então decidimos suspender os atendimentos de forma temporária e reestruturar esta unidade para dar um melhor atendimento aos pacientes. Todos os funcionários da unidade já foram comunicados sobre esta mudança, e ninguém será demitido, eles serão realocados para outras unidades que são gerenciadas pela mesma empresa, no caso AGI”, informou.
Ainda de acordo com a coordenadora, nessa primeira semana de janeiro a UPA da Mangabeira não registrou nem 100 atendimentos.
“Nós fizemos um comparativo dos meses e constatamos que por conta da pandemia até o ano passado, nós tivemos cerca de 57 pacientes aqui aguardando uma regulação para serem transferidos, enquanto que do dia 30 de dezembro até o presente momento, nós registramos 67 atendimentos. Acredito que essa baixa da procura por atendimento seja por conta das férias, muitas pessoas viajando em praias, e provável que o aumento aconteça na segunda quinzena de janeiro, e como de costume surgem aquelas doenças sazonais típicas de verão”, explicou.
Segundo Vera Galindo, não há possibilidade de superlotação em outras unidades de Feira de Santana, com os atendimentos na UPA da Mangabeira.
“A UPA da Queimadinha não tem como ficar superlotada, porque pela portaria, ela pode atender até 200 mil pessoas, além da UPA do Clériston que chega a atender cerca de 300 mil pessoas. Este é um dado por abrangência. Lembrando que as policlínicas continuam em perfeito funcionamento”, concluiu.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, um projeto já está sendo montado para que as manutenções sejam iniciadas. Fonte: Acorda Cidade