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Comportamento de tubarões foi analisado por pesquisadores desconfiados com o impacto de drogas na corrente marítima
Comportamento de tubarões foi analisado por pesquisadores desconfiados com o impacto de drogas na corrente marítima Imagem: Creative Commons 

Pesquisadores dos Estados Unidos desconfiam que pacotes de droga jogados no mar estejam afetando a vida marinha, em específico, a do tubarão, um dos maiores predadores do mar.

Correntes marítimas já carregaram mais de 6.000 toneladas de cocaína do oceano para a costa da Flórida, segundo dados da Guarda Costeira dos Estados Unidos.

A maior parte da droga é descartada no mar por traficantes que tentam fugir das autoridades durante o transporte dos ilícitos.

O biólogo marinho Tom Hird e a cientista ambiental Tracy Fanara decidiram analisar o impacto dessas drogas no documentário “Cocaine Sharks” (tubarões da cocaína, em tradução livre).

Para a produção, os dois pesquisadores acompanharam a vida marinha e tentaram identificar como a cocaína e outras drogas descartadas no mar afetam os animais.

Durante mergulhos, os pesquisadores notaram o “comportamento estranho” de espécies de tubarão.

Um deles, um tubarão-cabeça-de-martelo, espécie que geralmente tem medo de pessoas, se aproximou do grupo nadando de forma “desequilibrada”.

Outro, um tubarão-cinzento, foi visto nadando em círculos e com o olhar fixado para um ponto no qual não havia nada.Continua após a publicidade

Fora do mar, os cientistas também jogaram pacotes semelhantes aos da droga para ver qual seria o comportamento dos animais em relação a eles.

Na ocasião, os animais se aproximaram e atacaram o pacote imediatamente com mordidas. Um dos tubarões chegou a levar uma embalagem com ele.

Apesar dos experimentos e da desconfiança, os pesquisadores não conseguiram detectar o que a droga poderia causar aos animais nem comprovar por amostras biológicas tal consumo.

A história mais profunda aqui é a forma como os químicos, fármacos e a drogas ilícitas estão entrando nas nossas vias marítimas, nos nossos oceanos, e quais efeitos eles podem causar nesses ecossistemas tão delicados.
Tom Hird, ao jornal Science Today

Informações UOL


É possível identificar uma simulação durante a própria consulta, através de informações incoerentes
É possível identificar uma simulação durante a própria consulta, através de informações incoerentes Imagem: iStock 

Em geral, toda doença pode ser identificada por um CID (Classificação Internacional de Doenças) — a composição dele é feita por uma letra e números – que são os responsáveis por classificar, internacionalmente, os problemas relacionados com a saúde.

Existe um código, porém, que tem outra função: desmascarar quem quer “matar o dia” de trabalho ou qualquer outra atividade. É o CID Z76.5 – Pessoa fingindo ser doente (simulação consciente).

No caso de quem trabalha em regime CLT, com a carteira assinada, é preciso apresentar um atestado médico ao RH para justificar uma falta por doença e, assim, não ter o dia descontado na folha de pagamento.

E, no atestado, o médico responsável pelo atendimento costuma identificar qual doença ou sintoma gerou a incapacidade e justificou o afastamento do trabalho por determinado período.

“É importante que seja inserida a informação, pois o setor de saúde do trabalho da empresa precisa desses dados para entender os motivos que mais afastam os trabalhadores e propor ações de melhoria da saúde”, explica Filipe Pacheco, médico do trabalho e diretor da Anamt (Associação Nacional de Medicina do Trabalho).

O médico insere o CID que ele acha correto. Caso ele queira informar ao colega médico do trabalho que identificou essa situação de simulação, ele pode usar tal ferramenta.””

Pacheco explica que o CID Z76.5 informa que a pessoa buscou atendimento médico somente com a intenção de se ausentar das atividades. Porém, para um médico fechar um “não diagnóstico” neste CID, cada caso é analisado de forma individual.

Segundo Pacheco, é possível identificar uma simulação durante a própria consulta, por meio de informações incoerentes, ou após o resultado de exames complementares que não justificam as queixas, por exemplo.

Quando um médico do trabalho se depara com o CID Z76.5, o funcionário em questão deve ser encaminhado para explicar o acontecido – a empresa não pode recusar o atestado sem essa avaliação.Continua após a publicidade

“Mas o médico do trabalho tem a prerrogativa de reduzir dias, ou mesmo desconsiderar o atestado, caso declare a aptidão ao trabalho após examinar o paciente”, complementa Filipe Pacheco.

Segundo o médico do trabalho, é importante a empresa ter alguém atuando nesta área de forma ativa não apenas para questionar atestado, mas para entender o que causou esse afastamento.

Pessoas que simulam doenças para se ausentar ao trabalho podem transparecer um problema grave de gestão da empresa, com clima organizacional deteriorado.

“A resolução desse tipo de problema envolve atuação grande de diversos setores e figuras da empresa.”

Divulgação de CID precisa de consentimento

Para ser aceito pelas empresas, o atestado médico deve conter a identificação do paciente e do médico, além do período em que o trabalhador deve ficar afastado. Porém, a empresa não pode exigir que o atestado apresentado por um funcionário tenha um CID.Continua após a publicidade

“De acordo com o código de ética, o médico só pode divulgar informações obtidas durante o exercício profissional com consentimento expresso do paciente ou quando houver um dever legal de fazê-lo”, explica Juliana Hasse, presidente da Comissão de Direito Médico e Saúde da OAB SP.

Mas o uso de um atestado com este CID pode render advertência, suspensão e até mesmo uma dispensa por justa causa.

“A conduta de simular uma doença é considerada desonesta e de má-fé, e isso quebra a confiança necessária na relação de trabalho”, afirma Juliana Hasse, da OAB SP.

Informações UOL


Imagens obtidas com exclusividade pela TV Globo mostram cenas inéditas da invasão do prédio do STF dia 8 de janeiro

Propostas, chamadas pelo governo de ‘Pacote da Democracia’, estão incluídas no conjunto de medidas para segurança pública divulgadas nesta sexta (21). Projetos aumentam penas e preveem medidas financeiras contra suspeitos.

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (21) dois projetos de lei que pretendem endurecer o combate a crimes contra a democracia. Os textos foram assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em cerimônia no Palácio do Planalto. 

As duas propostas, chamadas de “Pacote da Democracia”, preveem aumento de penas e a adoção de sanções financeiras a suspeitos de crimes do tipo (veja detalhes abaixo). 

Os projetos estão incluídos no Programa de Ações na Segurança (PAS), lançado pelo governo nesta sexta. O pacote inclui ainda um novo decreto de regulamentação de armas de fogo, medidas contra violência nas escolas e antecipação do repasse de recursos aos estados para ações na área. 

As propostas para endurecer o combate a crimes contra a democracia não tinham sido divulgadas na íntegra até a última atualização desta reportagem. Os textos serão enviados para análise do Congresso Nacional. 

Os projetos ganharam impulso após os atos golpistas de 8 de janeiro, quando radicais aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram a depredaram as sedes dos três poderes, em Brasília. 

O governo afirma que os atos de 8 de janeiro “que culminaram em gravíssimos danos contra os Poderes do Estado e ao patrimônio público, demonstraram que o tratamento penal aos crimes contra o Estado Democrático de Direito precisa ser mais severo a fim de que sejam assegurados o livre exercício dos Poderes e das instituições democráticas, o funcionamento regular dos serviços públicos essenciais e a própria soberania nacional”. 

Até o início de julho, o Supremo Tribunal Federal (STF) já tinha tornado 1.290 pessoas réus por envolvimento nos ataques. Além disso, seis meses após os atos, cerca de 250 pessoas continuavam presas. 

Segundo o Executivo, com os projetos de lei, “espera-se fortalecer tanto a finalidade retributiva da pena (repressão proporcional à gravidade do ilícito penal), quanto o caráter preventivo, reforçando seu poder intimidativo sobre os destinatários da norma, bem como reafirmando a existência e eficiência do direito penal brasileiro”. 

Endurecimento de penas e sanções

Segundo o governo, um dos projetos de lei altera o Código Penal, para dispor sobre as causas de aumento de pena aplicáveis aos crimes contra o Estado Democrático de Direito. O texto prevê penas de reclusão: 

A versão atual do Código Penal prevê apenas: 

A proposta prevê ainda que, se o crime foi cometido por funcionário público, haja a perda automática do cargo, função ou mandato eletivo

O texto também determina a proibição de a pessoa física envolvida em atos antidemocráticos contratar com o Poder Público e de obter subsídios, subvenções, benefícios ou incentivos tributários. 

Inclui ainda a possibilidade de suspensão de direitos de sócio e de administrador, enquanto perdurarem subsídios, subvenções ou benefícios ou incentivos tributários, nos casos em que o condenado participar de sociedade empresária por decisão judicial motivada. 

O outro projeto de lei anunciado pelo governo prevê o acréscimo de um trecho ao Código de Processo Penal para permitir a apreensão de bens, o bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros de suspeitos de financiar atos antidemocráticos, em qualquer fase do processo, e até antes da apresentação de denúncia ou queixa. 

Segundo o texto, a decretação dessas medidas pode ser feita pelo juiz: 

A lei atual autoriza o “sequestro dos bens imóveis, adquiridos pelo indiciado com os proventos da infração, ainda que já tenham sido transferidos a terceiro”. E diz que “para a decretação do seqüestro, bastará a existência de indícios veementes da proveniência ilícita dos bens“. 

Segundo o governo, com o projeto, “espera-se fortalecer os instrumentos jurídicos disponíveis para ação dos danos derivados dos crimes contra a soberania nacional, contra as instituições democráticas, contra o funcionamento das instituições democráticas no processo eleitoral e contra o funcionamento dos serviços essenciais”.

Informações G1


Para turistas que sonham visitar os EUA — ou que veem no país seu destino favorito —, ter o visto negado pode ser o pior pesadelo. Isto porque, sem o documento, não é permitida a entrada de cidadãos brasileiros no país.

Existem alguns cuidados, contudo, que o viajante pode tomar para evitar que suas férias sejam canceladas. O primeiro deles é se programar: com as filas ainda longas para a obtenção do documento devido ao acúmulo de pedidos durante a pandemia, quando os consulados só atendiam a casos emergenciais, não é recomendado comprar passagens ou firmar outros compromissos financeiros antes da emissão do visto.

A advogada especializada em imigração para os EUA Ingrid Baracchini explica que um dos principais motivos para a negação de um visto americano é a falta de cuidado no preenchimento do formulário. Por isso, confira se está se candidatando ao tipo correto de documento: o visto B1/B2, que dá direito à chegada nos Estados Unidos para turismo, entre outras informações.

“Muitas pessoas subestimam a importância desse passo crucial e acabam cometendo erros que podem levar à negação. É essencial preencher corretamente o formulário DS, fornecendo informações precisas sobre sua profissão, renda e histórico educacional. Além disso, é fundamental atentar-se à data da viagem e adequá-la às circunstâncias ou indicar que ainda não há uma data definida. Um formulário bem preenchido é o primeiro passo para aumentar as chances de aprovação”, salienta.

Haulover Beach Park, Miami, EUA: Balneário é um dos destinos favoritos de brasileiros no paísImagem: Reprodução/Tripadvisor

E se negarem o visto?

Não conseguir o documento na primeira tentativa não quer dizer que o turista está permanentemente impossibilitado de entrar nos EUA. Mas é importante tentar identificar o motivo pelo qual o pedido foi negado. Há casos em que ter começado a trabalhar no atual emprego há pouco tempo pode levar a uma rejeição por “falta de vínculo” com o país de origem — neste caso, Ingrid recomenda aguardar o período de férias, após um ano de serviço, para tentar novamente.

“É importante agir de acordo com as instruções fornecidas pelo consulado para aumentar as chances de sucesso na próxima tentativa”, salienta a advogada. Como os pedidos são analisados pelos consulados caso a caso, pode ser interessante contar com a assistência de profissionais especializados nesse tipo de processo após receber o “não”. Assim, evita prejuízos financeiros e um atraso maior na viagem dos sonhos.

As lojas, restaurantes e demais estabelecimentos do Hollywood Boulevard (foto), em Los AngelesImagem: iStock/Getty Images

E dá pra recorrer um visto negado?

Não existe um processo formal e nem reembolso das taxas. O viajante deve refazer o processo completo para tentar novamente.

E quando posso tentar novamente?

Como não existe um tempo fixo de “espera” entre um pedido e outro ou um processo de recurso para um visto negado, o viajante precisa ter em mente que deverá passar pelo processo desde o começo novamente — inclusive pagando as mesmas taxas mais uma vez, já que os valores gastos em tentativas anteriores não são reembolsados. Por isso, também é interessante manter uma reserva financeira, que possibilite este tipo de investimento.

“No Brasil, a taxa para solicitação de visto não é especificamente maior para vistos negados em comparação aos vistos aprovados. A taxa é determinada com base no tipo de visto e no processo de solicitação, independentemente do resultado. É importante estar ciente das políticas e valores de taxa estabelecidos pelo consulado americano no momento da aplicação”, aconselha Ingrid.

Emissão de vistos de turista está mais cara

Os vistos de não imigrantes que não necessitam de petição — ou seja, o apoio ou “patrocínio” de empresas ou indivíduos — como é o caso dos vistos de turistas (B1/B2) ficaram mais caros desde 17 de junho. A taxa cobrada para a emissão do documento passou de US$ 160 (R$ 766) a US$ 185 (R$ 886), um aumento de cerca de 15,6%. No entanto, o valor final ainda é menor do que o sugerido pelo órgão em dezembro: US$ 245 ou R$ 1.173,50.

O último reajuste dos valores havia sido feito em 2012, embora parte da lista de vistos afetados pela atual tabela tenha sofrido alterações em 2014, segundo informações do jornal El País. Os vistos de turista não foram os únicos que ganharam novos valores — os valores mudam também para intercambistas, viajantes a negócios, trabalhadores temporários, entre outros.

Conhecer os parques da Disney, um sonho para muitos brasileiros, ficará mais caroImagem: Abigail Nilsson/ABC via Getty Images

Os custos de candidaturas a vistos de classe H, L, O, P, Q, e R subiram de US$ 190 (R$ 910) a US$ 205 (R$ 982) um aumento de 7,9%. Já os BCCs (Cartão de Cruzamento de Fronteira, expedido para cidadãos mexicanos a partir de 15 anos) foram de US$ 160 (R$ 766) a US$ 185 (R$ 886) assim como os vistos de turistas — uma correção de 15,6%.

As taxas para a categoria E passaram de US$ 205 (R$ 982) para US$ 315 (R$ 1.508,80), uma variação de 53,7%. Anteriormente o procedimento que sofreria o maior aumento, a emissão de dispensa de visto de visitante de intercâmbio para dois anos de residência será mantida em US$ 120 (R$ 574,80) temporariamente. O reajuste foi adiado. Confira qual é o seu tipo de visto não imigrante:

Imagem: Divulgação/Embaixada dos EUA no Brasil

Imagem: Divulgação/Embaixada dos EUA no Brasil

Informações mais detalhadas também podem ser encontradas no site do Departamento de Estado, no Bureau of Consular Affairs. Segundo o relatório disponibilizado no Federal Register com os detalhes das correções de valores, os custos são atualizados para cobrir os serviços consulares oferecidos, já que os valores atuais não estariam cobrindo a alta demanda pelos documentos.

O governo americano não acredita que turistas deixarão de viajar por causa das novas taxasImagem: william87/Getty Images/iStockphoto

O governo do presidente Joe Biden, após uma consulta aberta ao público que durou 60 dias (até 28 de fevereiro), revelou ter recebido questionamentos a respeito do impacto da alta dos vistos no turismo e, principalmente, na comunidade de estudantes internacionais.

Estas queixas resultaram nos aumentos mais modestos do que o previsto no fim de 2022. No entanto, o Departamento de Estado não acredita que as novas taxas impedirão que turistas e outros visitantes se candidatem à entrada no país.

Informações UOL


Nova Kombi impressiona pelos detalhes; VEJAVÍDEO

Foto: Reprodução/Instagram.

Dez anos após o fim da produção da kombi, a Volkswagen anunciou que a clássica van estará de volta em 2023 em uma versão 100 % elétrica. O ID.Buzz chegará ao Brasil em lote limitado com 70 unidades – uma homenagem aos 70 anos da marca.

Ainda que não seja bem um lançamento formal, que fará parte da rotina da alemã no país, a nova kombi passará a integrar o ainda limitado cardápio de opções 100% elétricas da VW no Brasil: ela se juntará ao SUV ID.4, lançado essa semana. Ambos utilizam a mesma plataforma elétrica modular da fabricante, o que significa que compartilham algumas funções, tais quais um assistente de voz para tarefas multimídia dentro do carro, um painel simples, apenas com informações necessárias, um sistema de luzes LED, como a do Taos, e frenagem autônoma (sistema que alerta o motorista em caso de possível colisão e ativa os freios em emergência).

Veja abaixo o vídeo com os detalhes do carro:

https://www.instagram.com/reel/Cukt6ALAeso/?utm_source=ig_embed&ig_rid=29f41393-5ffb-45f0-8cb8-916824d3a1d5&ig_mid=F5516147-ED76-460E-8EE6-016147BB26CE

Créditos: G1.


O filme será lançado em 2024, mas já tem gerado muita polêmica

Branca de Neve não terá amigos anões Foto: Disney/Divulgação

Um editorial do jornal New York Post não poupou críticas ao live action de Branca de Neve. O longa, que estreia em 2024 nos cinemas, teve a história totalmente modificada em nome da agenda progressista. O site usa os termos wokewokeness, que atualmente estão sendo usados como equivalentes à expressão brasileira “lacração”. Tais termos também se tornaram sinônimo de políticas de esquerda que defendem temas como feminismo, pronomes neutros e aborto.

A maior mudança na história do longa-metragem é a ausência dos sete anões. Os ajudantes da princesa foram substituídos por homens brancos e negros, de várias estaturas.

O texto critica o ator Peter Dinklage, astro de Game of Thrones, que foi o responsável pela Disney repensar em contratar anões para o filme. Com nanismo, Dinklage disse que a história é “retrógrada” por mostrar que os anões vivem em uma caverna na floresta.

O New York Post rebateu:

– Dinklage acha seriamente que as pessoas já confundiram os anões dos desenhos animados no filme com, você sabe, seres humanos reais? Os anões da Branca de Neve nem vivem em uma caverna! Eles têm uma casa confortável e bem equipada. Sem falar no fato de que eles são o centro moral do filme.

O artigo ainda comentou que a história trata de feitiços mágicos, destino e amor verdadeiro, e que não precisa ser reescrita de acordo com o código moral do Twitter.

Por fim, o jornal citou que as escolhas da Disney em obedecer ao politicamente correto têm levado a empresa a sofrer uma série de prejuízos. Assim como outras empresas, como a Bud Light, marca de cerveja que perdeu milhões de dólares por contratar uma mulher trans para ser garota-propaganda.

Informações Pleno News


O astronauta Buzz Aldrin, da Apollo 11, em 20 de julho 1969, na Lua - Nasa
Mas O astronauta Buzz Aldrin, da Apollo 11, em 20 de julho 1969, na Lua Imagem: Nasa

Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade. Neil Armstrongnone

A célebre frase foi dita há exatos 54 anos, quando o astronauta se tornou o primeiro ser humano a pisar na Lua, seguido por Buzz Aldrin. Ambos integraram a missão Apollo 11, da Nasa, ao lado do piloto Phil Collins. Essa é a parte conhecida da história. O que pouca gente sabe é que a empreitada lunar talvez não tivesse entrado para a história sem a ajuda de quatro personagens.

Antes de continuar, é bom repassar alguns detalhes:

Lançada em 16 de julho de 1969, pelo poderoso foguete Saturno V, do Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA), a missão Apollo 11 pousou quatro dias depois na região conhecida como Mar da Tranquilidade. Armstrong e Aldrin passaram menos de um dia por lá e retornaram à Terra, junto de Collins. A missão terminou com um mergulho no Oceano Pacífico em 24 de julho de 1969

O que pouco se sabe é que, em vários momentos, as coisas quase deram muito errado. Isso colocou tanto a missão quanto a vida dos astronautas em risco. Com coragem, competência e criatividade, algumas pessoas conseguiram salvar a missão. Conheça quatro histórias:

1 – Jack Garman: jovem engenheiro

garman - Divulgação/Nasa - Divulgação/Nasa
O engenheiro de computação, Jack Garman, que participou da missão Apolo 11 recebe homenagem da NasaImagem: Divulgação/Nasa

Sete minutos antes do pouso, um alarme apitou, e a descida à Lua quase foi abortada. O número 1202 piscava no painel, e os astronautas não sabiam o que significava.

A decisão ficou nas mãos do centro de controle da Nasa, que fica em Houston, no Texas. Em meio a momentos de tensão, quem deu o sinal verde não foram os chefões, mas, sim, o engenheiro de computação, Jack Garman, de 23 anos.

O jovem Garman era a pessoa certa para decidir: ele havia passado por simulações com cenários de erro no computador e sabia que o alarme não era crítico e pararia cessar.

Em segundos, a mensagem percorreu a hierarquia de comando da Nasa sem questionamentos até chegar aos astronautas, que foram tranquilizados e puderam seguir.

2 – Margaret Hamilton: programadora

marg - Divulgação/Nasa - Divulgação/Nasa
Margaret Hamilton, pioneira design de software da Nasa, então com 32 anos de idadeImagem: Divulgação/Nasa

Faltando três minutos para o pouso, novos alarmes. Dessa vez, sabiam do que se tratava: o computador que guiava a operação estava sobrecarregado. Nessas condições, um sistema poderia travar, o que naquela situação poderia ser fatal.

Para sorte da Nasa, o código da nave havia sido escrito por Margaret Hamilton, pioneira design de software da Nasa, então com 32 anos de idade. E a programação era capaz de reconhecer erros inesperados enquanto orientava a nave.

O alarme disparou devido a um erro humano. Os astronautas ativaram acidentalmente um radar que desnecessário naquele momento — um botão que deveria ficar em “manual” foi deixado em “auto”. Graças a Hamilton, o sistema, então, ignorou isso e priorizou a tarefa mais importante: se preparar para o pouso.

“Se o computador não tivesse reconhecido o problema e tomado medidas de recuperação, duvido que a Apollo 11 teria sido este pouso tão bem-sucedido na Lua. Margareth Hamilton, em texto de 1971none

Em 2016, ela recebeu uma medalha das mãos do presidente Barack Obama, que disse: “Nossos astronautas não tinham muito tempo, mas felizmente eles tinham Margaret Hamilton.” Outra curiosidade: foi ela que cunhou o termo “engenharia de software”, para descrever melhor a profissão.

3 – Buzz Aldrin: astronauta

buzz - REUTERS - REUTERS
No dia 20 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong e Edwin ?Buzz? Aldrin andavam em terreno lunar, cujos registros mostravam a Terra de uma perspectiva até então nunca vista.Imagem: REUTERS

Na hora de voltar para a nave principal, em que Collins os aguardava, mais um problema. Depois de um passeio de cerca de três horas pela Lua, para coletar rochas e fincar a bandeira dos Estados Unidos, Aldrin e Armstrong voltaram ao Eagle.

Quando subiram as escadas, a mochila de Aldrin bateu no painel de disjuntores e quebrou um dos principais interruptores, justamente o que acionava o motor de subida, necessário para saírem da Lua. Eles tinham poucos recursos disponíveis e precisaram pensar rápido.

Aldrin deu uma de McGyver: usou o corpo de uma caneta hidrográfica para ativar o mecanismo.

“Eu enfiei ela lá. E Houston disse: ‘Oba, temos um circuito ativo’. Então estávamos prontos para prosseguir com a contagem regressiva. Buzz Aldrin, na épocanone

De tão importante, a caneta e o botão quebrado estão até hoje em exposição em um museu da aviação em Seattle (EUA).

4 – Greg Force: garoto de 10 anos

greg - Divulgação/Nasa - Divulgação/Nasa
Greg Force, filho de 10 anos de Charles Force, diretor da base da Nasa em Guam, na Micronésia; o garoto foi crucial para a Apollo 11 voltar em segurança à TerraImagem: Divulgação/Nasa

Quando os três astronautas estavam voltando à Terra, um último obstáculo: estação da Nasa que se comunicaria com a nave estava com a antena emperrada. Localizada em Guam, uma ilha na Micronésia, ela era a responsável por fazer a telemetria necessária para um pouco mais suave.

O conserto do mecanismo necessário para a antena girar e “seguir” a nave exigia desmontar todo o equipamento. Isso levaria dias, mas os técnicos da Nasa só tinham algumas horas. Passar uma graxa poderia resolver, mas o espaço entre as peças era pequeno demais para um adulto se esgueirar e alcançar a engrenagem defeituosa.

Passava das 22h e o diretor da base, Charles Force, tomou uma medida drástica: buscou seu filho de 10 anos em casa. O pequeno Greg não teve medo, mas enfiou seu bracinho pelo buraco de 6 cm e fez o trabalho.

“Meu pai me explicou por que era importante. Mas tudo o que fiz foi colocar minha mão e passar graxa. Mesmo assim, tenho orgulho de ter sido uma pequena parte disso. Greg Force, em entrevista à CNN quatro décadas depoisnone

A antena voltou a funcionar e, algumas horas depois, a nave Columbia mergulhou com segurança no Oceano Pacífico. Em novembro, os astronautas visitaram a base e fizeram questão de agradecer pessoalmente ao garoto.

Informações UOL


Em editorial, o jornal afirma que seria absurdo reeditar a Lei de Segurança Nacional

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Ministro Alexandre de Moraes, do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral | Foto: Divulgação

Em editorial publicado na edição desta quinta-feira, 20, o jornal O Estado de S. Paulo explica claramente o equívoco de tratar a suposta hostilização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a suposta agressão a seu filho como crime contra o Estado Democrático de Direito. A tese foi defendida pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, que “equivoca-se profundamente”, afirma o jornal.

Os crimes contra o Estado Democrático de Direito estão previstos no Código Penal, em capítulo incluído pela Lei 14.197/2021, que revogou a Lei de Segurança Nacional. Esta lei, de 1983, previa punição a quem caluniasse ou difamasse o presidente da República, o do Senado, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal. Isso se configurava como crime contra a segurança nacional, e a pena era de um a quatro anos de prisão.

Estadão lembra que o STF não reconheceu a norma como inconstitucional, mas ressalta que “a Lei de Segurança Nacional apresentava uma estrutura voltada para a proteção ideológica do Estado”. E, justamente para evitar o risco de que seus dispositivos fossem interpretados como uma defesa da integridade das autoridades ou de determinada corrente de pensamento, foi revogada.

A nova lei deixa claro “que a proteção específica do regime democrático não tem nenhuma relação com questões de honra ou mesmo de integridade física das autoridades”. “Num Estado Democrático de Direito, a defesa do regime democrático não se confunde com a defesa das autoridades”, afirma o editorial.

O jornal reconhece a necessidade de investigar as supostas ofensas a Moraes e defende punição, caso o crime seja comprovado, já que “a discordância política, ideológica ou jurídica não autoriza ninguém a achacar ou intimidar autoridades, menos ainda a agredi-las verbal ou fisicamente”.

Entretanto, a investigação deve ser feita conforme a lei, ou seja, para apurar eventual crime de difamação, injúria, lesão corporal ou constrangimento ilegal. “Mas não há nada que autorize a transformar eventual agressão física ou moral a um ministro do STF e sua família em crime contra o Estado Democrático de Direito. Isso significaria perverter, em menos de dois anos de vigência, a Lei 14.197/2021, como se ela viesse proteger a honra e a integridade de autoridades estatais”, afirma. “Não há razão para transformar a Lei 14.197/2021 numa reedição da Lei de Segurança Nacional.”

O jornal concluiu que entendimento diverso só faria sentido em um sistema absolutista, como o do rei da França Luís XIV (1643-1715), a quem é atribuída a frase L’Etat, c’est moi (Eu sou o Estado). “No regime democrático, nenhuma autoridade do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário é o Estado”, encerra.

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Suspeitos de agredir Moraes: Andreia, Alex Zanatta (ao centro) e Roberto Montovani Filho no Aeroporto de Guarulhos | Foto: Reprodução

Informações Revista Oeste


Os novos valores anunciados hoje não se referem ao preço do gás de cozinha

Petrobras Gás Natural
Esferas de armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) da Refinaria Duque de Caxias | Foto: André Motta de Souza/Agência Petrobras 

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira, 19, a redução de 7,1% nos preços do gás natural vendido às distribuidoras. Com a medida, o preço do m³ do gás canalizado deve ser repassado ao consumidor a partir do dia 1º de agosto — data em que o reajuste começa a valer.

Os contratos da Petrobras com as distribuidoras estabelecem atualizações trimestrais da parcela do preço, relacionada à molécula do gás e vinculam esta variação às oscilações do petróleo, além da taxa de câmbio vigente. 

Dessa maneira, a redução anunciada hoje pela estatal se refere ao trimestre — de maio a julho — e considera o preço, tanto do gás, quanto do transporte do produto por dutos. Durante o período, o petróleo teve queda de 3,8% e o câmbio teve apreciação de 4,8%.

Petrobras Gás Natural
Foto: Agência Petrobras

“A Petrobras ressalta que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da companhia, mas também pelo portfólio de suprimento de cada distribuidora, assim como por suas margens (e, no caso do GNV –Gás Natural Veicular, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais”, afirma a estatal.

Desde o início do ano, segundo a Petrobras, o preço do gás natural vendido às distribuidoras apresentou queda de 25%.

Queda no preço não afeta o gás de cozinha

Os novos valores do gás natural anunciados hoje pela Petrobras não se referem ao preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), ou gás de cozinha, envasado em botijões. A mudança é válida apenas para o gás canalizado, que é distribuído diretamente para residências, estabelecimentos comerciais e indústrias.

“Além disso, as tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas. A companhia ressalta que a atualização anunciada para 01/08/23 não se refere ao preço do GLP [gás de cozinha], envasado em botijões ou vendido a granel”, informa a petrolífera.

Informações Revista Oeste


Brasil recorde carne frango Gripe aviária
O Brasil é maior exportador de carne de frango do planeta | Foto: Foto: Reprodução/Sindiavipar 

Reino Unido anunciou que vai adotar o sistema de regionalização para a importação de carne de aves do Brasil, conforme o statusestadual com relação à gripe aviária. Assim, um eventual foco encontrado em uma criação comercial em um Estado não impede as exportações do restante do país.

Um comunicado do Ministério da Agricultura brasileiro informou a decisão do Reino Unido sobre a importação de carne do Brasil em meio a gripe aviária. A pasta publicou a nota na segunda-feira 17. Até o momento, nenhum foco da doença foi encontrado em uma granja comercial brasileira.publicidade

Das 62 notificações registradas no país, 60 são em pássaros silvestres e duas ocorreram em aves de criações do subsistência. Ou seja: para consumo próprio. Desse modo, o status da indústria nacional é de livre da doença.

Gripe aviária, Reino Unido e as carnes de aves do Brasil

Atualmente, os frigoríficos brasileiros são os maiores fornecedores de carne de aves para o mercado internacional. Eles abastecem por volta de 35% de todo o comércio desse alimento entre países. No ano de 2022, esse segmento rendeu US$ 9,5 bilhões ao agronegócio nacional.

Nos no primeiro semestre de 2023, a cifra já está em bilhões, conforme os dados do governo federal. Desse total, milhões vieram das vendas para a Grã-Bretanha.

Os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostram que os britânicos consumiram 2,5 milhões de toneladas de proteína de frango em 2022. A produção interna foi capaz de suprir a demanda, uma vez que o país importou 900 mil de toneladas. Cerca de 10% foram exportadas pelos frigoríficos brasileiros.

A maior parte veio de abates do Paraná, o maior produtor local desse tipo de alimento. Assim como no restante do país, a indústria local é considerada livre da gripe aviária. No ano passado, o Reino Unido recebeu carne de aves de 14 Estado do Brasil.

Informações Revista Oeste

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