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Ex-procurador lembrou que petistas criticavam método quando ele era usado na Lava Jato

Deltan Dallagnol Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Ex-chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, o ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos-PR) apontou incoerência envolvendo o uso de delação premiada para investigar o caso do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Em postagem no Twitter, Dallagnol lembrou que as denúncias da Lava Jato vêm sendo descredibilizadas por terem delações como provas e que o instrumento de apuração foi duramente criticado por petistas durante toda a operação.

O ex-deputado federal ironizou ao apontar que a investigação do caso Marielle utiliza a delação do ex-policial Élcio Queiroz, réu pelo crime, em suas apurações.

– Delação agora é prova? Até ontem, a PGR (Procuradoria-Geral da República) estava desdenunciando e o STF (Supremo Tribunal Federal) estava desrecebendo denúncias adoidado contra corruptos sob o fundamento de que apenas a delação não é suficiente. Alguma lei deve ter mudado… Ou o que mudou foi a capa dos autos? – satirizou o ex-deputado.

DELAÇÃO DE ÉLCIO QUEIROZ
Em delação premiada à Polícia Federal (PF), o ex-policial militar Élcio de Queiroz admitiu a participação dele, do ex-policial reformado Ronnie Lessa e do ex-bombeiro Maxwell Simões na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, divulgou informações durante uma coletiva, nesta segunda-feira (24).

Na ocasião, Dino informou que o ex-policial Élcio Queiroz receberá benefícios por ter feito uma delação premiada no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco, embora vá permanecer preso.

– O instituto da delação premiada pressupõe esse acordo, mas as cláusulas ainda permanecem sob sigilo judicial. Mas posso afirmar que o senhor Élcio continuará preso em regime fechado. Inclusive, onde se encontra – declarou Dino.

Informações Pleno News


Spotify anuncia aumento nos preços das assinaturas premium no Brasil; veja valores

O Spotify anunciou nesta segunda-feira (24) que aumentará os preços de suas assinaturas mensais no Brasil e em outros 52 países. O aumento será de até U$ 2, e já está valendo para novos assinantes.

Os assinantes premium existentes serão notificados por e-mail sobre o aumento e terão 1 mês de carência antes que o novo preço entre em vigor. Se eles cancelarem antes do fim desse período, não serão afetados pelo aumento.

No Brasil, os pacotes individuais, Duo e universitários serão afetados. O pacote individual passará de R$ 19,90 para R$ 21,90 por mês, o pacote Duo passará de R$ 24,90 para R$ 27,90 por mês e o pacote universitário passará de R$ 9,90 para R$ 11,90 por mês. O único plano que não será afetado é o plano familiar, que continua custando R$ 34,90 por mês.

O Spotify afirmou que o aumento de preços é necessário para que a empresa continue inovando e possa atender melhor tanto usuários quanto artistas. A empresa disse que o aumento de preços ajudará a financiar novos recursos, como podcasts e conteúdo de áudio original, e também ajudará a pagar os artistas por sua música.

Informações TBN


Foto: Divulgação/SMS

A Rede Municipal de Saúde de Feira de Santana avançou nas prestações de serviços e garantiu assistência para os usuários do SUS. A proposta de gestão implantada pela secretária Cristiane Campos é refletida em números positivos durante o primeiro semestre de 2023. 

Neste período, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ultrapassou a marca de 2,2 milhões de atendimentos e agendou mais de 260 mil consultas e exames. Os resultados obtidos foram através de investimentos feitos em tecnologia, no processo de reestruturação e modernização das unidades.

“Criamos estratégias voltadas para o aumento da cobertura dos serviços de saúde, e apresentamos resultados satisfatórios. Estamos avançando e seguiremos nesse caminho com este modelo de gestão, que possibilitou a ampliação do atendimento”, destacou Cristiane Campos.

As novas metas da gestora estão baseadas na implantação da Telemedicina no município para aprimorar o acolhimento ao público, prezando pela prática de um serviço humanizado, integrado e inovador.

“Vamos aproveitar o recurso tecnológico que já funciona nas unidades de saúde e inserir a Telemedicina como aliada para qualificar e reduzir as filas para consultas com médicos especialistas”, explicou a secretária de Saúde.


Plantão TBN: Lula vai passar por cirurgia, afirma assessoria

Foto: Johanna Geron/Reuters

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, neste domingo (23), para uma infiltração na região do quadril. A assessoria de imprensa da Presidência informou que ele deve passar por uma cirurgia na região neste segundo semestre.

De acordo com a assessoria, é uma “operação programada, nada urgente. Deve marcar a cirurgia, que não tem urgência”.

Segundo apurou a TV Globo com a assessoria do hospital, o presidente fez “apenas uma pequena infiltração pelo incômodo no quadril. Não fez nenhum exame e segue com a agenda prevista de hoje.”

Lula cumpre agenda em São Paulo na tarde deste domingo na cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Ele participa de um almoço e tem previsão de voltar para Brasília no fim da tarde.

Desde o início do ano, Lula se queixa de dores no quadril. Ao retomar a rotina de exercícios físicos após as eleições, o presidente sentiu dores no corpo e passou a fazer sessões de fisioterapia. Em fevereiro, o presidente fez um exame de ressonância magnética num hospital de Brasília. O exame já estava programado, segundo sua assessoria.

Em maio, durante discurso em Salvador, Lula disse que estava com um “problema na cabeça do fêmur” que o impedia de jogar futebol. Na ocasião, procurada pelo g1, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto disse que o presidente tem um problema na articulação coxofemural da perna direita e que, por isso, não pode praticar o esporte. A assessoria também disse que o presidente faz tratamento e recebe acompanhamento médico.

Fonte: G1.


Empresa dará férias coletivas aos funcionários da fábrica de Taubaté a partir do dia 31 de julho

Volkswagen decidiu dar férias coletivas de dez dias Foto: EFE/Sebastião Moreira

A Volkswagen anunciou, neste domingo (23), que cancelou a suspensão dos contratos de trabalho de funcionários de um turno da fábrica de Taubaté, em São Paulo, e decidiu conceder férias coletivas de dez dias para a unidade. A montadora disse que a decisão é motivada pelo desempenho positivo do modelo Polo.

A empresa divulgou que as férias coletivas serão aplicadas a partir do dia 31 de julho para os dois turnos de produção da planta de Taubaté. A Volks ressaltou que a medida está prevista no Acordo Coletivo firmado entre o Sindicato e colaboradores da companhia. Em um anúncio anterior, a montadora havia anunciado que suspenderia contratos de um dos turnos de produção, por dois meses, a partir de 1° de agosto.

Em maio, a Volks também havia informado que suspenderia contratos de trabalhadores a partir do mês seguinte. Apesar disso, a empresa voltou atrás e cancelou a medida de flexibilização após o governo federal comunicar o corte de impostos para reduzir o preço dos carros populares.

Já no fim do primeiro semestre, a produção ficou parada por oito dias e foi retomada no último dia 4 de julho. A fábrica de Taubaté conta com cerca de 3,1 mil trabalhadores e produz o Polo Track.

Informações TBN


Existem evidências fósseis dessas criaturas que datam de 300 milhões de anos, segundo a BBC. A vida útil da espécie é de até 25 anos. - Reprodução/Redes Sociais
Existem evidências fósseis dessas criaturas que datam de 300 milhões de anos, segundo a BBC. A vida útil da espécie é de até 25 anos. Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Milhares de “peixes-pênis” foram achados em uma praia da Argentina, na região de Murtillar. Nas redes sociais, há relatos de aparições do animal na região desde 4 de julho, geralmente em tom de piada por causa do formato.

Apesar de pouco conhecida na América do Sul, a criatura marinha de aparência fálica é encontrada também no leste da Ásia, onde é considerada uma iguaria. Na Coreia do Sul, o petisco é conhecido como “gaebul”, de acordo com o The Guardian.

- - Jorge Suares/Reprodução de vídeo e redes sociais - Jorge Suares/Reprodução de vídeo e redes sociais
Vermes, popularmente conhecidos como “peixes-pênis” foram encontrados na região de Murtillar, na cidade de Rio GrandeImagem: Jorge Suares/Reprodução de vídeo e redes sociais

Consumido cru ou cozido

Geralmente, eles são vendidos em mercados de rua e são servidos crus, com um molho feito de óleo de gergelim ou vinagre com gochujang, um condimento coreano. Também há a versão cozida, quando o ingrediente é grelhado no espeto com sal, pimenta e óleo de gergelim.

A revista norte-americana Atlas Obscura definiu o prato como “uma mistura satisfatória de salgado, doce e mastigável”.Já o site especializado de viagens Lonely Planet explicou em um artigo: “Graças à sua capacidade de reter água, é possível que, quando a pessoa o morde, o verme ‘cospe’ um jato de água salgada.”

O ingrediente também é considerado afrodisíaco em países asiáticos. Uma pesquisa publicada em 2016 afirmou que o consumo da espécie poderia ser benéfico para a saúde, já que a presença de peptídeos neles agia contra a disfunção erétil, segundo a CNN.

Mais sobre o “peixe-pênis”:

Embora sejam um tipo de verme, da espécie Urechis unicinctus, eles são chamados de “peixes”. Animal pode ter entre 10 e 30 centímetros.

Existem evidências fósseis dessas criaturas que datam de 300 milhões de anos, segundo a BBC. A vida útil da espécie é de até 25 anos.

Além de “peixe-pênis”, espécie também é conhecida por outro apelido: verme estalajadeiro. O nome faz referência ao estilo de vida do verme, que cava na areia túneis em forma de “U” que podem se estender por vários metros de comprimento.

Além dos humanos, peixes, tubarões até lontras se alimentam da espécie.

Informações UOL


Com salários de até R$ 914 mil, metade dos juízes do Brasil ganha mais que os ministros do STF

Com salários de até R$ 914 mil, metade dos juízes do Brasil ganha mais que os ministros do STF

Foto: Cristiano Mariz/O Globo e Reprodução/TV Justiça.

O vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) formam o teto constitucional dos servidores públicos. No entanto, nos meses de abril e maio deste ano, metade dos magistrados do país recebeu salários superiores a R$ 41,6 mil brutos. O levantamento é do site “Uol Notícias”, que analisou os contracheques no Painel de Remuneração do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em maio deste ano, 12,2 mil magistrados de todo o país ganharam mais dinheiro que a cúpula do Judiciário. Em abril, 11,9 mil juízes, desembargadores, ministros e conselheiros — parte deles na ativa, parte já aposentados — tiveram remuneração superior que os ministros do STF.

De acordo com o estudo do site, esses números equivalem à metade dos 24 mil magistrados cujas folhas de pagamento estão disponíveis no sistema do CNJ. Ao todo, eles representam 85% de todos os magistrados do país. O levantamento incluiu informações de contracheques de 74 tribunais — ou seja, 80% das cortes brasileiras.

Supersalário de R$ 900 mil

Quase 4% de todos os contracheques de abril e maio (1.885) superaram R$ 100 mil, diz o site. Em maio, os dez contracheques de maior valor variaram de R$ 180 mil brutos a R$ 914 mil.

O maior salário foi pago pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que afirmou, em nota, ter sido a soma de “indenização de 240 dias de férias, com o respectivo terço constitucional, 210 dias de licença especial e 99 dias de plantão não usufruídos quando em atividade”. Sem essas verbas indenizatórias, o magistrado teria recebido R$ 35.912,48, segundo a Corte.

Em tese, a Constituição Federal estabelece um limite máximo a ser pago por mês para servidores públicos. A reforma da Previdência de 1998 determinou que os vencimentos dos ministros do STF seriam a baliza para isso. Atualmente, o teto é de R$ 41.650,92.

No entanto, muitos juízes do país conseguem “furar” esse teto com ganhos extras desvinculados do limite máximo. Entre as verbas, como destaca o “Uol Notícias”, estão valores de diárias, auxílio-moradia, licenças-prêmio convertidas em dinheiro e adicionais por tempo de serviço recebidos retroativamente. Além disso, valores de férias e do 13º salário, somados aos vencimentos mensais, também podem ultrapassar o teto.

Os tribunais afirmam que as somas excedentes ao teto são legais por serem baseadas em resoluções do CNJ e decisões judiciais (muitas vezes tomadas pelas próprias Cortes). De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, alguns valores não se confundem com o subsídio da magistratura.

“O pagamento dos subsídios mensais dos milhares de magistrados brasileiros é feito de acordo com diversas peculiaridades de cada caso, e há de sempre respeitar o teto constitucional (…) Os pagamentos de verbas de outras naturezas, como férias acumuladas, indenizações e valores atrasados, também integram a folha de pagamento por imperativo de transparência, mas não se confundem com o subsídio da magistratura”, afirmou o CNJ, em nota enviada ao site.

Em São Paulo, segundo o “Uol Notícias”, apenas 6% dos magistrados não excederam o teto. Cálculos do site com base nas folhas de pagamento dos tribunais e em dados dos Ministérios de Cidades, Desenvolvimento Social e Saúde apontam que, se todos os salários de juízes ficassem dentro do limite constitucional, haveria uma economia de R$ 11,1 bilhões entre janeiro de 2020 e abril deste ano.

Além disso, seria possível construir 65 mil unidades do “Minha Casa, Minha Vida” e sustentar 1,3 milhão de famílias com o Bolsa Família por um ano.

Créditos: O Globo.


Jovem não binário mata um presidente quase Bolsonaro no livro 'Veado Assassino'

Foto: Marco Santiago/ND

Um adolescente não binário, um pouco zero à esquerda, assassina o presidente negacionista e chulo de extrema direita que esteve à frente do país nos últimos quatro anos. É essa a premissa de “Veado Assassino”, novo livro de Santiago Nazarian prestes a ser publicado pela Companhia das Letras.

Com roupas pretas, tatuagens nos dois braços e um longo cabelo grisalho, e os olhos contornados pelo negrume de um lápis, Nazarian parece mais cantor emo do que escritor, quem sabe algum cover de Robert Smith, vocalista do The Cure. Recebeu a reportagem na sede da editora que o publica sem segurar sua língua.

Sua nova obra é um diálogo corrido, sem qualquer intervenção de narrador, e pode ser lida numa única sentada —o que cumpre a dupla função de se adequar à curta atenção do leitorado jovem e livrar a barra do autor. Tudo que é dito está na boca dos dois interlocutores, afinal, então nada pode ser atribuído a ele.

O leitor acompanha a história de Renato através de sua interação com um entrevistador desconhecido. Toda a conversa é registrada por aspas intercaladas, sem qualquer identificação de quem está falando, colocando o público numa posição similar a de quem intui o que está acontecendo a partir do que ouve casualmente numa conversa.

A estrutura também joga nas mãos dos leitores a avaliação do protagonista. Seria Renato um herói precoce, que matou a Bruxa Má do Oeste e livrou o Brasil do dragão? Se essa posição é atraente, encontra seu maior desafio no jeitão do protagonista, que por vezes parece um incel —os “celibatários involuntários”, jovens malogrados na vida social que povoam a internet porque têm dificuldade para sobreviver ao mundo.

O personagem, que não é nem hercúleo, nem vilanesco, surge a partir da tentativa de Nazarian de compreender as novas gerações LGBTQIA+ —sigla que, ele pensa, se torna cada vez mais longa e logo deve ser substituída por algo menos espalhafatoso. O escritor se sente livre para realizar certo fogo amigo no livro agora que a extrema direita não preside mais o país.

Após se divorciar de um casamento de meia década com um chef de cozinha, voltou ao Grindr, aplicativo gay de sexo. Nos seus 46 anos, preservou o público por quem sempre se interessou, os vintões andróginos.

Foi aí que começou a sair com pessoas não binárias, algumas das quais passaram a se reconhecer como mulheres trans, diz ele. Além de em sua vida romântica, ele busca voltar a ter jovens no seu leitorado.

“Eu comecei a publicar com 25 anos e tinha um público de adolescentes. Comecei numa época em que jovens escritores estavam em alta, eram os youtubers ou influencers da época”, diz Nazarian. “A internet era praticamente só escrita, então nós éramos a influência da vez.”

“Veado Assassino” é uma tentativa de Nazarian de mostrar que, apesar de estar mais velho e estabelecido, ele não perdeu a ousadia.

“Eu me sinto orgulhoso de ainda poder ser contestador, perigoso de alguma forma. Não quero ser só o tiozão finalista de Jabuti —isso é o que se espera, tenho 46 anos e 20 de carreira”, ele diz. Seu livro “Fé no Inferno” perdeu para “Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório, na edição de 2021 do prêmio. “Tenho certo orgulho de conseguir fazer algo ousado, não estar numa zona de conforto.”

Enquanto seu primeiro livro, “Mastigando Humanos”, de 2006, repercutiu bem e chegou a ser adotado em escolas, o escritor não consegue imaginar o mesmo acontecendo hoje. Não pela acidez das obras, que sempre esteve lá, diz ele, mas porque o cerco de proteção sobre os mais jovens aumentou muito nos últimos anos.

Por isso decidiu autopublicar seu último livro voltado ao público juvenil, “O Príncipe Precoce”, após se negar a fazer cortes exigidos por outra editora.

O próprio “Veado Assassino” passou por cortes e leitores sensíveis, profissionais treinados para identificar conteúdos que podem ser nocivos para minorias. Além de proteger leitores, as alterações também buscam resguardar Nazarian, que, afinal, narra o assassinato de Bolsonaro em seu livro —o ex-presidente nunca é identificado explicitamente, e detalhes foram alterados para que a descrição não fosse precisa.

Mas o autor acredita que isso não comprometeu o resultado final. “A literatura ainda é um território do indivíduo onde se pode falar várias coisas que em outros lugares não são ditas.”

Fonte: Folha de São Paulo.


URGENTE: Ministério Público pede quebra de sigilo e remoção do perfil de Jean Wyllys no Twitter

URGENTE: Ministério Público pede quebra de sigilo e remoção do perfil de Jean Wyllys no Twitter

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) pediu à Justiçaa quebra de sigilo de dados e a remoção do perfil de Jean Wyllys no Twitter.A medida vem após declarações dele contra o governador do estado, Eduardo Leite (PSDB).

No último dia 14 de julho,Jean Wyllyspostou críticas à decisão do governador de manter as escolas cívico-militares no estado. Disse se tratar de uma“homofobia internalizada”.

“Que governadores héteros de direita e extrema-direita fizessem isso já era esperado. Mas de um gay…? Se bem que gays com homofobia internalizada em geral desenvolvem libido e fetiches em relação ao autoritarismo e aos uniformes; se for branco e rico então… Tá feio, bee!”, escreveu.

Leite respondeu também nas redes, onde afirmou “lamentar a ignorância do deputado”. O governador também acionou o Ministério Público Federal pelo que considerou “um ataque homofóbico”.

O Antagonista


Homem usou o talco fabricado pela marca quando criança

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Por causa do talco, Johnson & Johnson é condenada a pagar indenização milionária | Foto: Divulgação/Johnson & Johnson

A farmacêutica Johnson & Johnson foi condenada a pagar US$ 18,8 milhões (aproximadamente R$ 90 mi) a um morador da Califórnia, nos Estados Unidos, que alega que o talco produzido pela marca foi o causador de um câncer raro que ele enfrenta. A decisão do júri do tribunal estadual de Oakland saiu na terça-feira 18, segundo o portal britânico Daily Mail.

Emory Hernandez Valadez, de 24 anos, sofre de um tipo raro de mesotelioma, um tumor do tecido que reveste os pulmões, o estômago, o coração e outros órgãos. Ele afirma que a forte exposição ao talco da Johnson & Johnson a longo prazo, desde a infância, foi o que ocasionou o desenvolvimento da doença, causada pela inalação de amianto tóxico.

júri então decidiu que Valadez tinha direito a US$ 18,8 milhões em danos devido as contas médicas pagas para o tratamento da doença, além dos danos pela dor e sofrimento causado. Um pedido de falência da empresa, que congelou litígios, pode fazer com que leve anos até o pagamento ser efetivamente pago, mas o juiz autorizou que o julgamento prosseguisse dada a doença terminal de Valadez, que faz com que ele tenha uma expectativa baixa de vida, conforme o Daily Mail.

O talco da Johnson & Johnson que homem alega que provocou câncer

O talco é um mineral extraído da terra. A forma natural pode conter quantidades pequenas de amianto, uma fibra mineral natural que pode causar câncer se uma pessoa for exposta a ele de forma constante.

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Foto: Reprodução/Brasil Escola

A Johnson & Johnson nega que seus produtos de talco sejam prejudiciais e sustenta que eles não contêm amianto cancerígeno. Em abril deste ano, a empresa disse que concordava em pagar US$ 8,9 bilhões para resolver todos os processos vinculados aos seus produtos em base de talco, na expectativa de resolver as demandas de mais de 60 mil pessoas. Este foi o primeiro julgamento sobre os produtos que a empresa enfrenta em quase dois anos.

Revista Oestecom informações da Agência Estado

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