Depois de Wilson Witzel, a Procuradoria-Geral da República (PGR) prepara pelo menos mais três bombas para fazer a fila de governadores andar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) — instância responsáveis pelo julgamento dos chefes dos executivos estaduais.
Neste domingo (6), o papa Francisco pediu aos fiéis que evitem a fofoca. Segundo ele, essa é uma prática pior do que o novo coronavírus, visto que pode ser usada para dividir a Igreja Católica Romana.
– Por favor, irmãos e irmãs, vamos fazer um esforço para não fofocar. Fofocar é uma praga pior que a Covid-19 – disse o pontífice.
As declarações foram parte do discurso semanal de papa, diretamente de uma janela na Praça de São Pedro. As informações são do portal G1.
– O diabo é a grande fofoca. Ele sempre está dizendo coisas ruins dos outros porque ele é o mentiroso que quer dividir a Igreja. (…) Se algo dá errado, ofereça seu silêncio e suas orações ao irmão ou à irmã que cometeu um erro, mas nunca fofoque – observou.
Você gosta de F1? Pois saiba que esse deve ser o último ano da competição de automobilismo na TV aberta brasileira.
Para a tristeza de Galvão Bueno, narrador apaixonado pela modalidade, a Globo já informou as agências de publicidade que não renovou os direitos de transmissão da Fórmula 1 para as próximas temporadas. Resumindo: não terá F1 em 2021 na emissora. Além da audiência em baixa, a emissora não conseguiu patrocinadores suficientes para manter a F1 no canal. Chegou a pedir uma redução nos valores de direitos de transmissão, mas não conseguiu .
Pelo cronograma comercial, a rede deveria já ter no segundo semestre boa parte do pacote de F1 2021 já vendido. Isso não aconteceu.
Globo e Liberty Media, proprietária dos direitos, não chegaram a um acordo e a emissora teve de pular fora. Com isso, a competição deve ficar de fora também dos canais esportivos do grupo, como SporTV.
Se nada mudar, essa será a primeira vez que a Globo não terá os direitos da F1 desde 1980.
Em 40 anos no canal, a competição de automobilismo foi cenário de grandes audiências na TV e da consagração de heróis nacionais como o tricampeão Ayrton Senna.
O pacote de transmissão da Fórmula 1 na Globo foi, ao lado do pacote do futebol, um dos mais valiosos do mercado publicitário brasileiro, com cotas na casa dos R$ 100 milhões (valor de tabela, sem desconto). A falta de interesse do mercado publicitário em renovar cotas ou comprar novas cotas foi determinante para o fim da F1 na Globo.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) conta com a simpatia de 43,6% dos eleitores brasileiros. Ele é a liderança política mais querida em comparação com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e com o procurador-geral República, Augusto Aras.
A informação foi extraída de um levantamento divulgado nesta quarta-feira (26) pelo instituto Paraná Pesquisas. Entre sábado (22) e segunda (24), o instituto ouviu 2.280 pessoas, com idade a partir dos 16 anos, por telefone. Os entrevistados estão espalhados em 208 municípios de todos os estados do país. Com isso, o grau de confiança é de 95% e margem de erro é de 2%.
Outros dados indicam que 16% das pessoas simpatizam mais com Maia, 5,9%, com Toffoli, 3%, com Aras, e 2,8% dizem simpatizar mais com Alcolumbre. Outros 23,6% não simpatizam com nenhum deles e 5,2% não souberam responder a questão.
Apesar do comércio já ter voltado a funcionar em praticamente todo o País, o presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo na manhã deste domingo defendendo novamente a reabertura dos estabelecimentos. Ele voltou a dizer que o governo não tem como manter o auxílio emergencial de R$ 600 por mês.
“Em março deste ano eu disse que teríamos dois problemas graves pela frente – o vírus e o desemprego – e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade”, afirmou o presidente. “Cinco meses depois do meu pronunciamento, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, afirma que saúde e economia são inseparáveis”, completou, citando discurso de Adhanom feito na última sexta-feira (21).
Bolsonaro voltou a atacar autoridades que, segundo ele, “destruíram empregos nos últimos cinco meses”. Governadores e prefeitos de todo o País determinaram o fechamento de parte do comércio desde meados de março para aumentar os níveis de distanciamento social e reduzirem a pressão da pandemia de covid-19 sobre os sistemas de Saúde. Com a estabilização da curva de infectados pelo novo coronavírus, essas normas já começaram a ser flexibilizadas em todos os Estados.
O presidente citou a medidas tomadas pelo governo federal durante a pandemia no crédito e a possibilidade de suspensão de contratos e redução de salários e jornadas, com complemento dos rendimentos dos trabalhadores por parte da União – que preservou cerca de 10 milhões de contratos de trabalho. Bolsonaro lembrou ainda os cinco pagamentos mensais de R$ 600 do auxílio emergencial voltado aos trabalhadores informais, desempregados e beneficiários de programas sociais.
“Esse valor pode não ser muito para quem o recebe, mas é muito para o Brasil, que gasta por mês R$ 50 bilhões. O momento é de abrir o comércio com responsabilidade, voltar à normalidade e resgatar os empregos”, concluiu.
Com a flexibilização das medidas de restrição ao funcionamento de diversas atividades, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou a criação de 131.010 vagas com carteira assinada em julho, após quatro meses de resultados negativos no mercado de trabalho formal. De janeiro a julho deste ano, a perda de empregos ainda é de 1,092 milhão de vagas.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (18) impor novas restrições para a realização de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro. A decisão limita o uso de helicópteros, determina a preservação de vestígios de crimes e proíbe o uso de escolas e unidades de saúde como bases operacionais das polícias militar e civil. A votação foi concluída à meia-noite e realizada de forma eletrônica, no plenário virtual da Corte.
O julgamento foi motivado por uma ação protocolada pelo PSB para impor limites à atuação policial devido à “excessiva e crescente letalidade” nas operações.
Por unanimidade, a maioria dos ministros acompanhou voto do relator, Edson Fachin, para estabelecer parâmetros para a realização das operações, como restrição ao uso de helicópteros apenas nos “casos de observância da estrita necessidade”, preservação de todos os vestígios de crimes, vedada a remoção de cadáveres sobre o “pretexto de suposta prestação de socorro”, além de obrigar a anexação de fotos e laudos de necropsia às investigações para futura “revisão independente”.
A decisão também cria diretrizes para operações que forem realizadas nas proximidades de escolas, creches, hospitais e unidades de saúde. Os policiais devem evitar operações durante os horários de entrada e saída dos estudantes e obriga a criação de protocolos de comunicação entre a polícia local e as áreas de educação e saúde para garantir a segurança de alunos, professores e pacientes. O uso das instalações de escolares e de saúde como base também fica proibida.
No início do mês, o STF tomou a primeira decisão para limitar as operações policiais em comunidades do Rio. Pela decisão, as operações poderão ser deflagradas somente em casos excepcionais. A polícia ainda deverá justificar as medidas por escrito e comunicá-las ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, órgão responsável pelo controle externo da atividade policial.
A Polícia Militar do Rio afirmou que mantém o seu compromisso de seguir atuando dentro de seus princípios institucionais e que a decisão do STF será respeitada. A Polícia Civil também disse que vai cumprir a decisão e que mantém seu compromisso institucional com a sociedade.
A disseminação do novo coronavírus está sendo cada vez mais fomentada por pessoas com idades entre 20, 30 e 40 anos e muitas não sabem que foram infectadas, disse o diretor da região do Pacífico Ocidental da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (18).
“Isso aumenta o risco de transbordamento para os mais vulneráveis: os idosos, os doentes em cuidados de longa duração, as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas e áreas carentes”, disse Takeshi Kasai em entrevista coletiva virtual, referindo-se à capacidade de o vírus se adaptar e migrar de hospedeiros.
Por causa da pandemia da Covid-19, as pessoas que precisam de serviços do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) devem agendar previamente o atendimento no portal ou pelo aplicativo SAC Digital. Na plataforma constam a relação dos procedimentos disponíveis e as unidades do Detran-BA e da Rede SAC em que eles estão sendo oferecidos, na capital e no interior. Um serviço não precisa ser agendado: a emissão do documento do veículo, que deve ser baixado direto no SAC Digital, com a opção de imprimir uma cópia.
No momento, os serviços do Detran-BA mais procurados por hora marcada são a emissão da habilitação, segunda via e renovação da carteira, a liberação do certificado de registro do carro, conhecido como DUT, e solicitação de transferência de propriedade do veículo.
As carteiras de habilitação vencidas desde 19 de fevereiro tiveram o prazo de validade prorrogado por tempo indeterminado, o que desobriga o condutor de agendar a renovação do documento. Para as carteiras vencidas antes da data, o condutor pode renovar a habilitação.
O sistema é atualizado diariamente para aumentar a oferta de datas e horários de agendamento. O Detran-BA está em processo de migração de todos os serviços online do órgão para o SAC Digital, com o objetivo de integrar os procedimentos de trânsito à plataforma eletrônica do Estado.
Corte de verba A Rede Globo tem amargado um grande prejuízo financeiro desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu o cargo, em 2019. Um levantamento da Folha de S. Paulo mostrou que a emissora perdeu cerca de 60% da verba publicitária, comparando entre os governos de Michel Temer, em 2018, e o início da gestão Bolsonaro, em 2019.
O corte financeiro contra a emissora dos Marinho, chamada por Bolsonaro de “inimiga”, foi promessa de campanha, que acabou sendo cumprida. Ainda no final de 2019, durante uma live, Bolsonaro lembrou o que havia prometido: “Acabou essa mamata, não tem dinheiro público para vocês, acabou a teta”.
Neste mesmo período, a RecordTV e o SBT viram o aumento do investimento em publicidade oficial da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência). A emissora do bispo Edir Macedo subiu de 31% para 43% do valor aplicado. Já o SBT pulou de 30% para 41%. A Rede Globo sentiu o baque ao perder mais da metade do que costumava ganhar, caindo de 39% para 16% do total de verbas federais destinadas à propaganda.
À Folha de S. Paulo, a Secom alegou que não levou em conta somente a audiência das emissoras para distribuir as verbas. O órgão disse que também considerou o perfil do público e o custo dos espaços publicitários.
Perda de audiência O tom muitas vezes alarmista utilizado por William Bonner e Renata Vasconcellos ao falar sobre as mortes causadas pela pandemia do coronavírus tem refletido de forma negativa no ibope do principal telejornal da Rede Globo. Quatro meses após registrar uma audiência alta no mês de março, o Jornal Nacional deixou de ser assistido por mais de 700 mil pessoas somente na Grande São Paulo.
Entre 1º e 10 de agosto, a audiência acumulada foi de 30,8 pontos, sendo que o JN obteve a marca de 33,9 de média no primeiro mês da quarentena. Até mesmo a reprise da novela Totalmente Demais, na faixa das 19h, registrou audiência maior.
A queda nos índices aponta um certo desinteresse sobre o tema da pandemia por boa parte do público. No sábado (8), Bonner e Renata foram criticados pelo presidente Jair Bolsonaro, que acusou a emissora de agir de forma covarde e desrespeitosa ao responsabilizá-lo pelas 100 mil mortes por Covid registradas no Brasil.
Imagens do circuito interno de segurança de um hotel em Varginha, interior de Minas Gerais, mostram uma discussão entre cliente e recepcionista que terminou em agressões mútuas. As informações são do jornal Estado de Minas.
À polícia, o funcionário da hospedaria, de 24 anos, contou que tudo começou depois que ele exigiu a aferição da temperatura do cliente, na noite de sábado (8). As imagens foram divulgadas nesta terça-feira (11).
O vídeo mostra o momento das agressões, quando o cliente, que já se hospedou no local outras vezes e, segundo seu advogado, tentava fazer uma nova reserva (ver nota no final), aparece conversando com o funcionário.
O homem gesticula com o atendente e, em seguida, anda em direção à porta do hotel. Logo depois, ele volta, ameaça e arremessa um pedestal no funcionário. Ele ainda joga um frasco de álcool em gel na vítima.
O funcionário se defende e atinge o jovem com vários socos. Uma mulher aparece na cena e leva o rapaz embora.
Segundo a PM mineira, os militares foram acionados pelo recepcionista do hotel. “O homem contou que estava trabalhando quando o cliente chegou. Após o preenchimento do cadastro, ele teria se exaltado quando a vítima exigiu a aferição da temperatura em virtude da covid-19. O jovem disse que desviou das agressões e, depois, o homem fugiu de carro”, trecho do relato da vítima.
O jovem também contou para a polícia que, durante o registro do Boletim de Ocorrência, o cliente teria ligado diversas vezes para o hotel para ameaçar a vítima. O cliente também o acusa de fazer isso, conforme nota abaixo.
O cliente também procurou a polícia para contar outra versão. “O homem, de 30 anos, disse que sempre frequenta o local e não conhece o recepcionista. Ele teria sido tratado com grosseria pelo atendente, que ainda exigiu pagamento adiantado”, disse à polícia.
Ainda segundo a publicação, a administração do hotel preferiu não se pronunciar sobre o caso, que é investigado pela Polícia Civil de Varginha.