ÚLTIMAS NOTÍCIAS

 Foto: PR/Marcos Corrêa

Na quinta-feira (9), ao realizar sua tradicional live pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro disse compreender a chateação de seus apoiadores após seu comunicado à nação. Em nota, Bolsonaro havia declarado que, durante seus discursos nos atos de 7 de setembro, “não houve intenção de agredir quaisquer dos Poderes”.

– Eu sempre disse que ia jogar dentro das quatro linhas da Constituição. Alguns se irritam, querem que eu saia atirando, fechando as instituições, e entendo que estejam chateados […] Queriam que eu respondesse ao presidente do Supremo, Fux, que fez uma nota dura. Também usou da palavra o Arthur Lira, da Câmara; o Augusto Aras, nosso procurador-geral da República. Alguns do meu lado aqui, alguns poucos, vieram até com o discurso pronto: “Tem que reagir, tem que bater”. Calma, amanhã a gente fala. Deixa acalmar para amanhã – disse o presidente da República.

Bolsonaro explicou também sobre a participação do ex-presidente Michel Temer no texto do comunicado.

– Comecei a preparar uma nota. Eu telefonei para Michel Temer. Ele veio a Brasília e colaborou com algumas coisas na nota e publiquei. Não tem nada aí. Eu estou pronto para conversar. Sei que todo mundo me criticou, mas eu sou chefe da nação – acrescentou.

O presidente disse ainda que as manifestações do 7 de setembro foram pacíficas e que os apoiadores “não pediram para fechar nada”.

– Querem democracia, querem que todos joguem dentro da Constituição, querem liberdade, querem que ninguém acorde com a Polícia Federal na porta de casa por causa de fake news – declarou Bolsonaro.

Informações: Pleno News


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue com a vacinação contra a Covid-19 nesta sexta-feira, 10, com a aplicação da primeira dose para adolescentes com comorbidade e da segunda dose das vacinas Pfizer, Oxford/Astrazeneca e Coronavac.

A aplicação da primeira dose para adolescentes com comorbidade acontece na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), das 8h às 16h. O adolescente só pode ser vacinado se estiver acompanhado de um responsável, portando relatório médico comprovando a comorbidade, cartão de vacinação (caso possua), além de RG, cartão do SUS e comprovante de residência.

Também na UEFS será aplicada a segunda dose da vacina Pfizer para pessoas com aprazamento até o dia 10 de setembro. Vale salientar que não será possível o adiantamento da vacinação para além dessa data. Somente aqueles que estão no período recomendado, de acordo com a data na caderneta de vacinação, poderão receber a segunda dose.

Já a aplicação da segunda dose das vacinas CoronaVac e AstraZeneca/Oxford, para pessoas que estão no período recomendado, será nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h.

Para receber a segunda dose é obrigatório levar o cartão de vacina com a comprovação da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência.

Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):

UBS Cassa / Endereço: rua Frei Aureliano Grotamares, S/N, Capuchinhos.

UBS Subaé / Endereço: rua 2ª Travessa Politeama, S/N, Subaé.

UBS Caseb 1 / Endereço: rua Japão, S/N, Caseb.

UBS Caseb 2 / Endereço: rua São Valentin, S/N, Caseb.

UBS Baraúnas / Endereço: rua Petronílio Pinto, 186, Baraúnas.

UBS Irmã Dulce / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 1.759, Brasília.

UBS Mangabeira / Endereço: avenida Tupinambá, S/N, Mangabeira.

UBS Serraria Brasil / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 297, Brasília.

UBS Jardim Cruzeiro / Endereço: rua Miguel Calmon, S/N, Jardim Cruzeiro.

UBS Dispensário Santana / Endereço: rua Mercúrio, 320, Jardim Acácia.

UBS Centro Social Urbano (CSU) / Endereço: rua Tostão, S/N, Cidade Nova.

Secom


Foto: Reprodução

Após ser localizado pela Polícia Federal nesta quinta-feira (9), em um hotel no México, o caminhoneiro Zé Trovão já publicou mais três vídeos. Em um, ele avisa que fugirá novamente, pois “não querem que ele se entregue”. Zé também pede que o nome do presidente Jair Bolsonaro não seja usado nas manifestações.

– Tirem as faixas onde está escrito Bolsonaro! – bradou o caminhoneiro, explicando que a convocação de protestos não foi feita pelo chefe do Executivo.

Zé Trovão enfatiza que sua luta é “contra os desmantelos do STF e o Alexandre de Moraes”. Na segunda gravação, o caminhoneiro faz um discurso ainda mais inflamado, convocando as pessoas a “entupirem Brasília”.

– Cadê o povo de Brasília? Vamos entupir Brasília. Vamos fechar o comércio – declarou.

Em uma terceira publicação, por volta das 15h, o caminhoneiro aparece junto a Oswaldo Eustáquio e volta a esclarecer que sua luta não envolve o presidente Bolsonaro, embora o respeite como presidente da República.

– A gente admira a coragem de Bolsonaro por assumir o país e enfrentar um sistema corrupto, mas a pauta que defendemos é a favor do Brasil – afirmou.

– Queremos libertar o país dessa imundícia chamada Alexandre de Moraes, que está tentando acabar com a liberdade de expressão – completou.

*Pleno News


Feira de Santana: Forças de segurança encerram paralisação de caminhoneiros
Foto: Divulgação / SSP-BA

Piquetes feitos por caminhoneiros em trecho da BR-116 foram desbloqueados na manhã desta quinta-feira (9). Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), as ações foram executadas nos KMs 417 e 421 da rodovia em Feira de Santana. Não houve prisão de motoristas.

A Polícia Militar (PM) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) negociam também os desbloqueio nas rodovias BR-101 (Eunápolis, Itamaraju e Nova Viçosa), BR-242 (Barreiras e Luís Eduardo Magalhães), BR-349 (Correntina) e BR-030 (Brumado).

“Ativamos o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no Centro de Operações e Inteligência (COI), e estamos com as forças estaduais e federais monitorando as liberações das rodovias, garantindo a circulação de veículos”, declarou o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino.

Informações: Bahia Notícias


Após o 7 de Setembro, caminhões bloqueiam a Esplanada e fazem buzinaço próximo ao STF

Foto: Reprodução Twitter

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seguem acampados em Brasília mesmo após os atos com pautas antidemocráticas do dia 7 de Setembro. Mais de cem caminhões ocupam a Esplanada dos Ministérios e são usados para pressionar pela derrubada do bloqueio que dá acesso ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao Congresso Nacional.

O movimento tem a digital de empresas do agronegócio de Goiás, Santa Catarina e São Paulo. A maioria dos caminhões estacionados no canteiro central e nas vias da Esplanada traz a identificação delas.

O trânsito segue bloqueado e, até o começo da tarde desta quarta-feira (8), havia uma grande quantidade de manifestantes bolsonaristas em frente aos ministérios. Houve um buzinaço no momento do discurso do presidente do STF, Luiz Fux, na abertura da sessão desta quarta-feira (08).

O clima é de hostilidade a jornalistas e aos policiais militares que fazem a barreira que impede o acesso ao STF e ao Congresso.

*Metro1


O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, durante coletiva, após reunião do Comitê de Coordenação Nacional de Enfrentamento da Pandemia de Covid-19

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse hoje (8) que a Casa vai se posicionar como ponto de pacificação entre Judiciário e Executivo. Lira disse também que não há mais espaço para radicalismos e excessos e que a Câmara está aberta a conversas e negociações para diminuir o atrito entre os Poderes.

“A Câmara dos Deputados apresenta-se hoje como um motor de pacificação. Na discórdia, todos perdem, mas o Brasil e a nossa história têm ainda mais o que perder. Nosso país foi construído com união e solidariedade e não há receita para superar a grave crise socioeconômica sem estes elementos”, afirmou Lira.

O presidente da Câmara fez o pronunciamento na tarde desta quarta-feira, após os atos de ontem, nos quais o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde é alvo de quatro investigações. Na ocasião, o presidente disse que não aceitará mais as decisões proferidas pelo ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro também criticou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e defendeu o voto impresso, com contagem pública.

“Diante dos acontecimentos de ontem, quando abrimos as comemorações de 200 anos como nação livre e independente, não vejo como possamos ter ainda mais espaço para radicalismo e excessos. Esperei até agora para me pronunciar porque não queria ser contaminado pelo calor de um ambiente já por demais aquecido. Não me esqueço um minuto que presido o Poder mais transparente e democrático”, disse.

Constituição
Lira ressaltou que os Poderes têm suas limitações e devem se circunscrever ao que diz a Constituição. Ele acrescentou que não vai permitir questionamentos sobre decisões tomadas como a que rejeitou um projeto sobre voto impresso.

“Os Poderes têm delimitações – o tal quadrado, que deve circunscrever seu raio de atuação. Isso define respeito e harmonia. Não posso admitir questionamentos sobre decisões tomadas e superadas – como a do voto impresso. Uma vez definida, vira-se a página”, afirmou.

Em outro trecho do pronunciamento, Lira também afirmou que a Câmara quer seguir com as suas prerrogativas, entre elas, seguir votando o “que é de interesse público”. Segundo o presidente da Câmara, quando Oscar Niemeyer e Lúcio Costa imaginaram a Praça dos Três Poderes colocaram as sedes de cada poder equidistante uma das outras.

“Equidistantes – mas vizinhos e próximos suficientes para que hoje a gente possa se apresentar como uma ponte de pacificação entre Judiciário e Executivo. E é este papel que queremos desempenhar agora. A Câmara dos Deputados está aberta a conversas e negociações para serenarmos. Para que todos possamos nos voltar ao Brasil real que sofre com o preço do gás, por exemplo”, disse.

Lira disse que vai continuar conversando com todos e que é hora de “dar um basta a esta escalada, em um infinito looping negativo”.

“Bravatas em redes sociais, vídeos e um eterno palanque deixaram de ser um elemento virtual e passaram a impactar o dia a dia do Brasil de verdade. O Brasil que vê a gasolina chegar a R$ 7 reais, o dólar valorizado em excesso e a redução de expectativas. Uma crise que, infelizmente, é superdimensionada pelas redes sociais, que apesar de amplificar a democracia, estimula incitações e excessos”, disse.

Eleições
O presidente da Câmara disse que a Constituição “jamais será rasgada” e que o país tem um compromisso inadiável com as próximas eleições.

“O único compromisso inadiável e inquestionável que temos em nosso calendário está marcado para 3 de outubro de 2022. Com as urnas eletrônicas. São nas cabines eleitorais, com sigilo e segurança, que o povo expressa sua soberania”, afirmou.

Livre expressão
Lira também fez referência ao Judiciário e disse que vai seguir defendendo o direito dos parlamentares à livre expressão.

“Assim como também vou seguir defendendo o direito dos parlamentares à livre expressão – e a nossa prerrogativa de puni-los internamente se a Casa com sua soberania e independência entender que cruzaram a linha”, afirmou Lira em referência a decisões do STF que atingiram deputados, como Daniel Silveira (PSL-RJ) e Otoni de Paula (PSC-RJ).

Informações: Agência Brasil


Presidente Jair Bolsonaro e o presidente do STF, Luiz Fux
Foto: PR/Marcos Corrêa

No início da sessão desta quarta-feira (8), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) falou sobre as manifestações pelo Dia da Independência. Em discurso, Fux subiu o tom contra o presidente Jair Bolsonaro, disse que “esse Supremo Tribunal Federal jamais aceitará ameaças à sua independência” e reforçou que “ninguém fechará essa Corte”.

A medida ocorre após discursos feitos por Bolsonaro nas manifestações desta terça-feira (7). Na primeira delas, em Brasília, ele disse que o Poder Judiciário “pode sofrer aquilo que não queremos”. Sem citar nomes, explicou que um “ministro específico” está “paralisando a nação”.

Já na segunda manifestação, em São Paulo, Bolsonaro defendeu que os “presos políticos” sejam postos em liberdade e sugeriu que não irá mais cumprir decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao comentar os atos de ontem, Fux disse que a Corte esteve atenta às mensagens sobre o Supremo.

– Este Supremo Tribunal Federal também esteve atento à forma e ao conteúdo dos atos realizados no dia de ontem. Cartazes e palavras de ordem veicularam duras críticas à Corte e aos seus membros. Muitas delas vocalizadas pelo presidente da República em seus discursos em Brasília e São Paulo -ressaltou.

O presidente do Supremo, no entanto, condenou ataques feitos contra os ministros e contra a Corte.

– Ofender a honra dos ministros, incitar a população a propagar discurso de ódio contra o STF, incentivar o descumprimento de decisões do STF são práticas ilícitas e intoleráveis, em desrespeito ao juramento que fizemos ao assumir a cadeira nessa Corte – apontou.

O ministro então subiu o tom e pediu à população brasileira que não caia em “narrativas falsas”.

– Todos sabemos que quem propaga o discurso do nós contra eles não propagada a democracia (…) Povo brasileiro, não caia na tentação das narrativas falsas e messiânicas que criam falsos inimigos da Nação (…) O verdadeiro patriota não fecha os olhos para os problemas reais e urgentes do país. Pelo contrário, procura enfrentá-los –

Ele também comentou a sugestão feita por Bolsonaro de que poderia descumprir decisões judiciais e classificou a iniciativa como um crime de autoridade.

– O STF também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões. Se o desprezo às decisões judiciais ocorre por iniciativa do chefe de qualquer dos poderes, essa atitude, além de representar um atentado à democracia, configura crime de responsabilidade, a ser analisada pelo Congresso – afirmou.

Por fim, o presidente do STF disse que a Corte não será fechada e pediu aos líderes do Brasil que se dediquem “aos reais problemas” do país.

– Ninguém fechará essa Corte. Nós a manteremos de pé, com suor, perseverança e coragem (…) Eu conclamo aos líderes desse país que se dediquem aos reais problemas que afetam nosso povo -destacou.

Informações: Pleno News


Ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

O ex-presidente da Câmara dos deputados Rodrigo Maia criticou nesta quarta-feira (8) os atos de 7 de setembro a favor do presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista ao UOL, Maia considerou que o presidente “estourou a corda” em seus discursos e disse que, a partir deste momento, não há mais retorno.

– É impressionante como ontem, depois das duas falas do presidente, esse clima [político contra Bolsonaro] avançou muito. De fato, o presidente estourou a corda, e não há mais retorno da posição dele em relação às instituições [democráticas] – afirmou.

Maia também disse que Bolsonaro é um “populista clássico” que mostrou, “de forma definitiva”, que não está preocupado com a democracia. Segundo Maia, o presidente “nada mais é do que o Hugo Chávez da direita”.

– O [Hugo] Chávez teve mais êxito. As instituições [democráticas] aqui são mais fortes [do] que na Venezuela. Mas você vê que a tentativa é a mesma: tomar o Congresso, tomar o Supremo e, a partir daí, fazer um governo autocrático, no qual a agenda dele objetivamente, primeiro, destrua as instituições [democráticas] e, depois, construa um governo autocrático no qual ele comande sozinho o nosso país – disse.

Apesar das críticas, Maia afirma não acreditar que um processo de impeachment contra Bolsonaro seria aprovado hoje. E, citando a discussão do voto impresso auditável, ele diz que há partidos de centro e de centro-direita cuja presidência é crítica a Bolsonaro, mas seus parlamentares votam como base do presidente da República.

Maia, porém, traçou paralelos com o governo Dilma e disse que a destituição do poder trata-se de um processo.

– Esse processo de impeachment é sempre feito por etapas. Eu acompanhei o da presidente Dilma, e a gente vai vendo que é uma construção, um encaminhamento. Mas, sem dúvida nenhuma, ontem o presidente Bolsonaro estourou a corda com as instituições [democráticas] porque, se hoje quem incomoda é o Alexandre [de Moraes], amanhã novamente pode ser o Rodrigo Pacheco, ou pode ser o presidente Arthur Lira, na pauta da Câmara dos Deputados – afirmou Maia.

O atual secretário do governo de São Paulo também disse que acha “muito difícil” que Bolsonaro consiga retomar uma boa relação com o Congresso, com o Supremo e com as instituições democráticas de forma geral.

Ainda sem partido, Rodrigo Maia declarou: “A crise no Brasil é tão grande que vou decidir minha filiação mais para frente”.

Informações:Pleno News


Vôo comercial com pouso estimado às 9h35 transportou a remessa de imunizantes da Pfizer/BioNTech - Foto: Divulgação | Sesab

A Bahia recebeu mais 146 mil doses de vacinas contra a Covid-19 na manhã desta quarta-feira, 8. Um vôo comercial com pouso estimado às 9h35, no aeroporto de Salvador, transportou a remessa de imunizantes da Pfizer/BioNTech.

Nesta quarta, a estratégia de imunização foi retomada após dois dias de suspensão, com a vacinação de pessoas com 17 anos ou mais, gestantes e puérperas a partir dos 12 anos, e adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades.

Além disso, haverá a aplicação de segunda dose, para pessoas com retorno da CoronaVac até 8/09, e Oxford e Pfizer até 27/9, bem como a aplicação da terceira dose para pessoas com 80 anos ou mais que tomaram a segunda dose até 17 de março.

Com a nova carga, a Bahia chegará ao total de 17.373.418 doses de vacinas recebidas, sendo 6.653.518 da Sinovac/CoronaVac; 6.751.580 da Oxford/AstraZeneca; 3.707.220 da Pfizer e 261.100 da Janssen.

Informações: A Tarde


Anvisa avalia pedido de uso emergencial de remédio candidato ao tratamento da Covid-19
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai avaliar, em uma reunião extraordinária nesta quarta-feira (8), o pedido de uso emergencial do medicamento Sotrovimabe como candidato no tratamento da Covid-19.

O Sotrovimabe é um anticorpo monoclonal. Esse tipo de medicamento tem origem biológica e é conhecido pela precisão e no combate de cânceres e doenças autoimunes.

Outros medicamentos do tipo anticorpo monoclonal já foram autorizados como objeto de pesquisa no tratamento contra a infecção pelo coronavírus (leia aqui) e também já tiveram o uso emergencial autorizado (lembre aqui).

O pedido de uso emergencial que será avaliado nesta quarta foi apresentado pela fabricante do medicamento, a empresa GlaxoSmithKline (GSK) Brasil, no dia 19 de julho de 2021.

O medicamento Sotrovimabe ainda não teve estudos clínicos conduzidos no Brasil até o momento. Segundo a Anvisa, a análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de Registro, Monitoramento e Inspeção de medicamentos.

Informações: Agência Brasil

1 210 211 212 213 214 317