O presidente Jair Bolsonaro reagiu ao fato de Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, pedir seu indiciamento por ao menos onze crimes no relatório final.
Além de ironizar o parlamentar, Bolsonaro disse que chamar Renan de bandido seria um elogio.
– Sabia que eu fui indiciado hoje por homicídio? Alguém está sabendo aí? A CPI me indiciou por homicídio. O Renan Calheiros me indiciou por homicídio. Onze crimes. O Renan me chama de homicida. Um bandido daquele. Bandido é elogio para ele – disse ao conversar com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.
Bolsonaro também apontou que o colegiado deveria apontar eventuais falhas cometidas por governadores e responsabilizá-los.
O relatório final da CPI da Covid deve indiciar o presidente Jair Bolsonaro por pelo menos 11 crimes: charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; prevaricação; genocídio de indígenas; epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária preventiva; emprego irregular de verbas públicas; crime contra a humanidade; crime de violação de direito social; e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo.
Na manhã deste sábado (16), o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que ainda não há consenso entre os senadores sobre as conclusões no relatório de Renan Calheiros.
Apenas 11% dos cães e gatos que habitam casas de pessoas que tiveram covid-19 apresentam o vírus nas vias aéreas. Esses animais, entretanto, não desenvolvem a doença, segundo pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Isso significa que eles apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, mas não têm sinais clínicos da doença.
Segundo o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e dez gatos. Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 e os que não tiveram.
A pesquisa visa analisar se os animais que coabitam com pessoas com covid-19 têm sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, se sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.
Foram feitos testes PCR, isto é, testes moleculares, baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue, com o objetivo de ver se os cães e gatos domésticos tinham o vírus. “Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias.
Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. O estudo conclui ainda que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não têm o vírus nas vias aéreas.
Mutação Segundo Farias, até o momento, pode-se afirmar que animais domésticos têm baixo potencial no ciclo epidemiológico da doença.
No entanto, é importante ter em mente que o vírus pode sofrer mutação. Por enquanto, o cão e o gato doméstico não desenvolvem a doença. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e, a partir daí, no futuro, passar a infectar também cães e gatos domésticos.
“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”.
Por isso, segundo o especialista, é importante controlar a doença e vacinar em massa a população, para evitar que o cão e o gato tenham acesso a uma alta carga viral, porque isso pode favorecer a mutação.
A nova etapa da pesquisa vai avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.
O trabalho conta com recursos da própria PUC-PR e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
A Operação Inventário, que apura fraudes em processos em trâmite na Justiça baiana, praticados por uma organização criminosa formada por advogados, servidores públicos e outras pessoas, teve mais um desdobramento.
O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) pediu, na sexta-feira (15), a condenação dos réus: Daniel Campos Carneiro Mehlem, Fábio Almeida, Heliana Souza Gonçalves, João Carlos Santos Novaes e Lúcio Flávio Duarte de Souza. Três deles já tinham sido denunciados em setembro deste ano.
De acordo com o órgão, os denunciados conseguiam obter dados de contas bancárias “inativas” em instituições financeiras, criavam documentos de falsos herdeiros, elaboravam petições e garantiam todos os trâmites judiciais na 11ª Vara de Família, Sucessões, Órfãos, Interditos, Ausentes de Salvador.
Durante as investigações, o MP apreendeu, em cumprimento de mandados judiciais, mais de 120 cartões em nome de terceiros e empresas, além de computadores, celulares e outros equipamentos tecnológicos. Na custódia de um dos investigados foram encontradas três carteiras de criptoativos, no total de 522 bitcoins, que correspondem a um valor aproximado de R$ 140 milhões.
As investigações começaram no ano de 2020, quando foi realizada a primeira fase da operação.
moradores do bairro Viveiros serão contemplados com o projeto “Voz da Gente”, criado pela Prefeitura de Feira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), para ouvir as demandas e necessidades relacionadas à área da Saúde nos bairros.
O evento será realizado na terça-feira, 19, a partir das 14h, na Unidade de Saúde da Família Viveiros I e II – localizada na Rua 2, Caminho A.
Estarão presentes no local os coordenadores e representantes dos serviços oferecidos pela SMS, como Assistência Farmacêutica, Central de Regulação, Odontologia, Atenção Básica, Ouvidoria, Vigilância Sanitária e Epidemiológica.
A comissão vai ouvir as demandas dos moradores e, em seguida, traçar metas e transformá-las em ações para melhorar os serviços de saúde no bairro.
O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), criticou as declarações do relator, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre suas conclusões no relatório final.
– Eu acho deselegante estar vazando acho que faltou respeito, pelo menos ao G7 (ala majoritária da comissão). Então, não é legal – disse o senador em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
Aziz também afirmou que discorda de parte do conteúdo que tem sido divulgado pelo relator à imprensa.
– Eu não acho que tenha genocídio, tem que se provar isso. E eu não estou aqui para fazer cavalo de batalha em relatório não. A gente vai votar aquilo que é correto. Ninguém vai votar absolutamente nada com estômago aqui – declarou.
– Não presidi uma CPI seis meses para chegar o relatório e achar que o fígado vai me vencer.
Aziz declarou que não existe um consenso ou uma articulação entre os senadores em torno do relatório.
– Não conversei com Renan sobre relatório nenhum. Aliás, ele não conversou com ninguém dos senadores. Nenhum desses crimes, eu não sei. Ele vai ter de dizer por quê – completou.
O retorno do treinador Guto Ferreira ao Bahia já mostrou bons resultados nas duas primeiras partidas sob o comando dele e anima o torcedor para o jogo de logo mais, às 21h deste sábado (16), em Belo Horizonte, contra o América-MG. A performance do time no triunfo diante do Atlético-PR por 2 a 0 e no empate sem gols contra o Palmeiras, graças ao goleiro palmeirense, mostrou que os jogadores têm condições de mudar a realidade atual: o 17º lugar na classificação do Brasileirão.
Um triunfo diante do América-MG já tira o tricolor da zona de rebaixamento. O time mineiro acabou perdendo o treinador Wagner Mancini, contratado pelo Grêmio no meio da semana, e será comandado pelo auxiliar técnico Diogo Giacomini. O Coelho é um adversário direto do Bahia na luta contra o rebaixamento. Em caso de vitória, o time baiano fica a um ponto do América, que está na 12ª posição.
Guto confia no elenco e cita a evolução ocorrida nas primeiras partidas sob sua batuta. “O time tomava gol praticamente em todos os jogos. Isso é um avanço. O que mostra que o grupo é qualificado. Quando o grupo se fecha e se ajuda, consegue ter o rendimento que vem tendo”, afirma.
Ficha do jogo:
AMÉRICA-MG X BAHIA – 27ª RODADA DO BRASILEIRÃO DA SÉRIE A Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG), às 21h
Árbitro: Alisson Sidnei Furtado (TO) Assistentes: Fábio Pereira e Cipriano da Silva Sousa (ambos de TO)
América-MG – Matheus Cavichioli; Patric, Eduardo Bauermann, Ricardo Silva e Marlon; Lucas Kal, Juninho, Alê (Juninho Valoura), Ademir e Felipe Azevedo (Zárate); Fabrício Daniel. Técnico: Diogo Giacomini
Bahia – Danilo Fernandes; Nino Paraíba, Conti, Luiz Otávio e Matheus Bahia; Patrick de Lucca, Daniel, Lucas Mugni, Juninho Capixaba e Raí; Gilberto. Técnico: Guto Ferreira
As intervenções do Banco Central no câmbio nos últimos dias levaram o dólar à sua maior queda frente ao real em duas semanas, fechando nesta sexta-feira (15) com recuo de 1,08%, a R$ 5,4540.
O resultado ocorre em uma semana marcada por ofertas de contratos de swap cambial tradicional, o que levou a divisa americana a acumular baixa semanal de 1,12%. Agora, a alta de outubro é de 0,09%. Neste ano, porém, o dólar ainda sobe 5,10%.
Ainda nesta sexta, ao se referir às pressões externas geradas pela iminente elevação nos juros nos Estados Unidos e Europa em resposta a um processo de inflação global, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que haverá intervenção no câmbio quando houver risco de que a flutuação do dólar afete a inflação.
Assim, além de captar a sinalização de que a autoridade monetária irá corrigir excessos na taxa de câmbio, investidores também se animaram a voltar ao mercado de riscos após um dia de redução do temor de uma crise imobiliária na China e resultados empresariais melhores do que o esperado nos Estados Unidos.
O Ibovespa, índice de referência da Bolsa brasileira, subiu 1,29%, a 114.647 pontos, maior fechamento desde 15 de setembro. O ganho acumulado da semana foi de 1,6%.
Embora Campos Neto tenha colocado foco nos choques externos ao tratar da atuação do BC no câmbio, analistas consideram que a política monetária aplicada neste momento tem como principal função compensar momentaneamente a percepção de investidores sobre o risco fiscal do país e o cenário político conturbado, que são os principais motivos para a fuga de dólares do país e o consequente desequilíbrio no câmbio. O efeito, porém, deve ser passageiro.
Para Álvaro Frasson, economista do BTG Pactual digital, a alta do dólar registrada nas últimas semanas não é compatível com os fundamentos econômicos do país, sobretudo em um cenário em que o Banco Central já havia sinalizado para uma expressiva alta na taxa de juros básicos.
Desde março, quando iniciou o ciclo de aperto, o BC já subiu a Selic em 4,25 pontos, ao patamar atual de 6,25% ao ano. Desta forma, mesmo com a perspectiva de elevação dos juros básicos nos Estados Unidos, por exemplo, o investidor já está sendo compensado pelo risco ao manter seus investimentos no Brasil, segundo o analista.
“O primeiro ponto [dos fundamentos econômicos que deveriam atrair dólares para o país] é que tivemos nas últimas semanas um diferencial de alta nos juros importante e, quando isso ocorre, geralmente, há apreciação do real, mas desta vez isso não aconteceu”, diz Frasson.
“O segundo ponto é que houve alta das commodities e isso deveria aumentar a oferta de dólar, mas isso não está acontecendo porque o exportador não está trazendo para dentro do país os dólares das suas vendas ao exterior”, afirma.
“Não dá para colocar na conta do Banco Central essa desvalorização do câmbio, mas sim nas dificuldades do governo em avançar nas reformas e com a política fiscal”, diz o analista do BTG.
A afirmação de que a pressão sobre o câmbio reflete mais riscos internos do que externos pode ser medida pela taxa de retorno do dólar à vista frente a outras moedas de países emergentes.
Em uma cesta com 24 divisas, o real está na 19º posição, figurando entre as moedas com o pior retorno em outubro deste ano, segundo dados da Bloomberg. O real só está à frente do peso argentino, do dólar taiwanês, da rupia indiana, do peso chileno e da lira turca.
Além de refletir riscos, o câmbio também retrata frustração do mercado em relação a reformas esperadas na gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que não avançaram, segundo Zeller Bernardino, especialista em câmbio da Valor Investimentos.
“Os investidores foram se desgastando por não verem resultados e, mesmo as ações tomadas pelo governo, acabaram gerando medidas frustrantes”, diz Bernardino.
Entre as principais decepções do mercado, o analista cita a reforma tributária. “Esperava-se uma mudança no sistema de tributação, que o deixasse mais simples e melhorasse o ambiente de negócios, mas o que foi apresentado foi apenas uma proposta de reforma do Imposto de Renda”, diz.
EXTERIOR POSITIVO LEVA BOLSA A RETOMAR OS 114 MIL PONTOS
O cenário externo trouxe ânimo aos investimentos no Brasil, principalmente após as altas nas Bolsas dos Estados Unidos, que refletiram o ânimo do mercado com lucros trimestrais dos bancos Goldman Sachs, Citi, Morgan Stanley e Bank of America.
Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam com altas de 1,09%, 0,75% e 0,50%.
Em outra frente, o banco central chinês afirmou que os riscos para o sistema financeiro decorrentes dos problemas da incorporadora Evergrande não devem se espalhar, tirando momentaneamente do radar o temor de crise nos setores imobiliário e financeiro.
Além disso, ações do varejo doméstico foram em bloco para cima após o GPA anunciar a venda de lojas Extra Hiper para o Assaí, numa revisão de estratégias das empresas controladas pelo francês Casino.
As maiores altas do pregão foram registradas por Pão de Açúcar (11,85%), Americanas (9,18%), BTG (4,92%) e Bradesco (5,24%).
No setor de commodities, a Vale subiu 1,87%. Já as ações da Petrobras fecharam em queda de 0,27%, apesar da alta do petróleo nesta sexta. O barril do Brent subiu 1,02%, a US$ 84,86 (R$ 462,57).
Após revitalização, o Parque Radialista Erivaldo Cerqueira (Parque da Lagoa) será reaberto à comunidade neste domingo, 17, e na segunda-feira, 18, em horário especial: das 9h às 20h. Na terça, 19, estará fechado para manutenção.
A partir da quarta-feira, 20, volta a funcionar em horário normal, das 5h às 20h, sendo que às segundas-feiras fecha para limpeza e manutenção.
Vale destacar que o equipamento municipal está mais bonito e convidativo às crianças e adultos, com novos espaços para o lazer e à prática de atividade física.
Após anunciar que deixaria a carreira de artista para concorrer a deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro, nas eleições do ano que vem, o ator José de Abreu tem dado mais detalhes sobre os planos dentro da política. Em entrevista ao portal Metrópoles, o polêmico veterano comentou sobre o impacto que a decisão terá em sua vida profissional, uma vez que ele está escalado para a próxima novela da Globo das 21h, Segundo Sol.
– Não tenho medo [das consequências]. Pela primeira vez, Globo e eu estamos do mesmo lado. O canal, obviamente, não apoia o governo Bolsonaro. Estamos do mesmo lado, fazendo oposição. Se é que a Globo tem uma posição política… Mas pelo ódio que o Bolsonaro tem dela, a perseguição de bolsonaristas a funcionários da casa, como o caso do cinegrafista agredido em Aparecida (SP), tudo isso demonstra como é essa relação – afirmou.
Abreu foi um dos muitos funcionários que tiveram o contrato modificado com a Globo no ano passado. Agora, o vínculo do ator com a emissora é fechado por obra, ou seja, não é mais fixo.
Questionado se pode haver algum conflito entre sua participação no folhetim Um Lugar ao Sol e sua candidatura, Abreu se mostra otimista. Segundo ele, a novela já está toda gravada e deve ficar no ar até abril.
– Acredito que não terá problema. As convenções de partido serão depois disso – declarou.
Amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Abreu revelou que o líder petista não concorda com sua candidatura, por entender que ele pode ter mais influência como artista do que como político. No entanto, o ator é taxativo: “Lula não quer, mas o partido quer”.
– Eu já estava a fim [de ser candidato], justamente, por causa do efeito Bolsonaro. Eu sempre falava não, porque adoro representar, mas, realmente, esse momento histórico que a gente vive exige um certo sacrifício. É uma pulsão que eu tenho pelo país que a gente está vivendo – disse.
A nomeação de novos juízes ainda neste ano será discutida entre a seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA) e o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A informação foi dada pelo presidente da Seccional, Fabrício Castro, durante sessão do Conselho Pleno, na manhã desta sexta (15).
Um estudo encampado pela Comissão de Apoio à Presidência da OAB-BA comprovou a viabilidade da contratação de, pelo menos, 50 novos juízes substitutos ainda nesta gestão. Para a nomeação ocorrer, o conselheiro Sylvio Garcez, presidente da comissão, informou que é preciso vencer a questão da Lei de Organização Judiciária da Bahia (LOJ-BA), com a titularização dos juízes das Varas de Substituição.
“Como, hoje, das 100 vagas previstas pela Lei de Organização, temos 98 ocupadas e 2 judicializadas, não poderíamos nomear os 90 juízes aprovados no último concurso, que estão no cadastro de reserva. A solução, então, é o TJ-BA titularizar os juízes que estão nas Varas de Substituição”, explicou Sylvio.
Sobre a regra de promoção, que estabelece ao juiz ficar dois anos no mesmo cargo, Sylvio disse que o artigo 93 da Constituição autoriza a titularização de magistrados sem o interstício de dois anos, caso não exista interessado com os requisitos necessários para preencher os lugares vagos. “Neste caso, cabe ao tribunal cuidar do provimento dessas vagas por promoção, mesmo sem o intervalo de dois anos”, explicou.
O conselheiro também destacou um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) no sentido de que, não havendo outros candidatos às vagas, fica desobrigado o interstício de dois anos para a titularização e lembrou de um posicionamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que afastou a incompatibilidade de titularização de juízes não vitalícios.
“Diante desses entendimentos e da nossa análise, chegamos à conclusão de que é possível a contratação de novos magistrados. Em razão disso, já fizemos um pré-contato com a assessoria da Presidência do TJ-BA e vamos tentar agendar uma reunião ainda na semana que vem. Estamos fazendo de tudo para que tenhamos o menor déficit de magistrados na história da Bahia”, reforçou Sylvio.