A Polícia Federal prendeu Rubens Villar Coelho, o peruano conhecido como Colômbia, suspeito de mandar matar o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips. Os crimes ocorreram no início de junho na região do Vale do Javari, no Amazonas.
Colômbia era ouvido na delegacia de Tabatinga sobre os assassinatos quando foi detido em flagrante por uso de documentos falsos. Ele negou envolvimento com o crime.
Uma das linhas de investigação da PF suspeita que Colômbia seria um traficante, que compra pescado ilegal de criminosos da região e teria mandado matar Dom e Bruno.
Como a pena do crime de uso de documentos falsos é superior a quatro anos, Coelho não poderá ser solto por pagamento de fiança.
A Polícia Federal pedirá a prisão temporária do suspeito para que as investigações possam ser aprofundadas.
Nesta sexta-feira, 8, a PF deve dar uma entrevista coletiva para atualizar o caso. Dentre as questões que estão para ser abordadas pelos agentes são: Explicar como foi feita a reconstituição do crime e informar sobre o envio do caso para a Justiça Federal.
Nesta sexta-feira também vence o prazo das prisões dos outros três suspeitos do crime: Amarildo da Costa de Oliveira, conhecido como Pelado, que foi quem disse onde os corpos estavam, Oseney da Costa de Oliveira, de 41 anos, o Dos Santos; e Jefferson da Silva Lima, o Pelado da Dinha.
Um relatório do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP), apontou que o assassinato de Celso Daniel (PT), ex-prefeito de Santo André, não foi um crime comum. Trechos do documento do MP foram publicados no site da revista Veja nesta quarta-feira (6). O petista foi sequestrado, torturado e morto em janeiro de 2002.
O Gaeco concluiu em dezembro do ano passado um procedimento aberto em 2005. A investigação visaria “desvendar rumores” de que membros de uma rede criminosa que arrecadava propinas de empresas de transporte urbano, coleta de lixo e obras de engenharia em Santo André estariam a serviço da direção nacional do PT. A tal rede teria encabeçado o assassinato do ex-prefeito.
De acordo com a publicação, uma das conclusões dos três promotores que investigaram a autoria do crime seria de que o assassinato não teria sido um crime comum.
– Haveria motivação política, diante dos indícios de ligações com esquema de arrecadação de “propinas” de empresas prestadoras de serviços públicos ao município de Santo André, que teria como beneficiário partido político (neste caso, o Partido dos Trabalhadores) – diz o documento.
Em outro ponto do relatório, os promotores apontaram que as investigações prosseguiram após a constatação de que o assassinato aconteceu em um contexto de desavenças. O conflito teria envolvido personagens incluídos em um esquema fraudulento de exigências de pagamento de propinas a empresários “em prol de levantamento de verbas para campanhas ” do PT.
A execução de Celso teria sido motivada pelo fato de o ex-prefeito ter reunido um “dossiê” que poderia apontar indícios e provas das fraudes contra os supostos mandantes do assassinato. O caso teria resultado em uma chantagem feita pelo empresário Ronan Maria Pinto contra o então presidente Lula “com base em informações que deteria acerca das circunstâncias da morte” de Celso.
– O que se pode extrair da reunião de dados neste apuratório é a suspeita de que, após o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel, o empresário Ronan Maria Pinto, com base em informações que deteria acerca das circunstâncias da morte dele, teria extorquido os outros supostos envolvidos (ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu de Oliveira e Silva, Gilberto Carvalho e Klinger de Oliveira Sousa), de maneira que estes teriam efetuado o pagamento do valor de aproximadamente 6 milhões de reais em troca de seu silêncio – diz o relatório.
Na versão oficial, o ex-prefeito de Santo André foi sequestrado e morto em janeiro de 2002, após sair de um restaurante. Na época, a polícia concluiu que o homicídio foi um “crime comum” e que não teria motivações políticas. Daniel teria sido morto a mando do empresário Sérgio Gomes da Silva, já falecido, que estaria se beneficiando de um esquema de corrupção na prefeitura.
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (7) mostra uma queda nos números do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao passo que revela um crescimento do presidente Jair Bolsonaro (PL), no estado de São Paulo.
De acordo com os dados levantados, Lula tem 37% das intenções de voto, e Bolsonaro aparece com 32%. Na pesquisa divulgada em maio, o petista tinha 39%,enquanto Bolsonaro aparecia com 28% em São Paulo.
Tais números são resultados da análise estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados. Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não são informados sobre os nomes dos pré-candidatos, há um empate: tanto o petista quanto o atual chefe do Executivo aparecem com 25%.
Ciro Gomes segue em terceiro lugar na preferência dos eleitores em ambas modalidades de pesquisa. A margem de erro é de 2.4 pontos percentuais e tem 95% de confiança. Foram ouvidas 1.640 pessoas, de forma presencial, entre 1º e 4 de julho.
A intenção de voto feminino no presidente Jair Bolsonaro (PL) para o primeiro turno nas eleições de 2022 subiu de 22% em junho para 27% em julho, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (6).
O levantamento foi realizado de 29 de junho e 2 de julho, quando as denúncias de assédio sexual na Caixa Econômica Federal já haviam se tornado públicas.
Funcionárias acusaram o então presidente da Caixa, Pedro Guimarães, de assediá-las sexualmente e constrangê-las. Guimarães estava no cargo desde o início do governo Bolsonaro, em 2019, e era próximo do presidente. Ele deixou a posição na quinta-feira (29) e nega as acusações. O Ministério Público Federal (MPF) investiga o caso.
Um homem foi preso suspeito de ameaçar a ex-companheira e iniciar um incêndio na casa dela, no bairro Gabriela, em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador. De acordo com a Polícia Militar, o homem confessou que não aceitava o fim do relacionamento e, por isso, teria colocado fogo no imóvel da ex-companheira. As informações são do portal G1.
Ainda de acordo com a PM, uma arma foi encontrada com o suspeito. Ele foi encontrado ainda na casa por policiais militares que se deslocaram até o local após receber informações enviadas pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) da Secretaria da Segurança Pública (SSP).
Na delegacia, o homem confessou o crime. Vizinhos contaram que ele colocou fogo no colchão de um dos quartos da casa, onde estava uma criança que foi salva pelas testemunhas.
O suspeito foi preso em flagrante por porte ilegal de armas e pelo crime de ameaça e por causar incêndio, colocando em risco vida, a integridade física ou o patrimônio. O homem está à disposição da Justiça.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou, nesta terça-feira (5), que fará a leitura dos requerimentos para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar um suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC), mas apontou que a instalação só deve acontecer após as eleições.
O senador afirmou que, durante reunião de líderes ocorrida nesta manhã, houve o entendimento por “ampla maioria” de que a instalação “deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”.
“O Senado, integralmente, reconhece a importância das CPIs para investigar ilícitos no MEC, desmatamento ilegal na Amazônia, crime organizado e narcotráfico”, disse ele, que, em um aceno à base governista, citou investigações pleiteadas por bolsonaristas para tentar reagir à CPI encampada pela oposição. “Os requerimentos serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas”, afirmou Pacheco.
Pelo menos seis pessoas ligadas ao ex-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, já foram afastadas pela nova presidente do banco, Daniella Marques Consentino. A chefe de gabinete do antigo presidente e cinco consultores estratégicos, que não tiveram os nomes revelados.
O número pode chegar a 20 após a saída de Guimarães, acusado de assédio moral e sexual contra funcionárias da instituição.
Segundo informou Daniella Marques, em entrevista concedida à GloboNews, nesta segunda-feira (4), as mudanças fazem parte da nova presidência. A gestora quer impor seu ritmo e modelo de trabalho, tirando cargos de confiança da antiga gestão.
“Quando se chega a um cargo dessa natureza, é preciso compor a própria equipe. São 20 consultores. Provavelmente, vou afastar os 20. Quero criar um núcleo de trabalho do meu jeito: descentralizado e temático”, afirmou.
Um dos nomes considerados para ser o braço direito de Daniella e para repor uma das demissões é o da advogada Danielle Calazans, atual secretária de Gestão Corporativa, do Ministério da Economia. Com mais de 15 anos de trabalho como servidora da Caixa, Calazans será a responsável por conduzir a reestruturação de negócios do banco.
Outras demissões Na última sexta-feira (1º), o Conselho de Administração do banco já havia acatado o pedido de demissão do vice-presidente de Negócios de Atacado, Celso Leonardo Barbosa, apontado como um dos principais auxiliares de Pedro Guimarães. O vice-presidente de logística, Antônio Carlos, também entregou carta de renúncia.
O ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães foi demitido por denúncias de assédio sexual contra funcionárias. A troca foi oficializada na noite da última quarta-feira (29), com ato publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
De autoria do senador Jorge Kajuru, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da reeleição aos cargos de presidente, governador e prefeito deve ser analisada até o fim deste ano no Senado Federal. O projeto tem o apoio do presidente da Casa Legislativa, Rodrigo Pacheco, que considera que a mudança seria “muito importante e muito interessante para o país”.
– Eu tenho certeza de que o Congresso Nacional vai se debruçar sobre essa matéria. Acredito que há certa simpatia e adesão a essa tese do fim da reeleição no Senado Federal. Vejamos, agora, o melhor momento para debater a ideia e construir uma proposta que certamente será muito útil ao país – afirmou Pacheco, segundo informações do R7.
Se por um lado o texto defende o fim da recondução ao cargo, por outro traz a proposta de aumentar o mandato de quatro para cinco anos. O objetivo das alterações, segundo Kajuru, é trazer “mais equilíbrio às disputas eleitorais”.
– Após outubro, que aprovemos o fim da reeleição para dar mais equilíbrio às disputas eleitorais, reafirmando o princípio da alternância do poder, e prejudicar menos o Brasil. As futuras gerações certamente vão agradecer – assinalou.
Caso aprovada, a medida valeria para 2026.
– O fim da reeleição considero que é uma lógica muito importante e muito interessante para o país. Nos cabe agora escolher o momento para poder fazê-lo, naturalmente, preservando direitos sem que seja casuísta, sem que seja para o alcance de qualquer desses que se apresentam como candidatos neste momento, na próxima gestão, no próximo mandato, na próxima legislatura – explicou Pacheco.
O Bahia vai a campo neste domingo (3), às 16h, contra o Grêmio, na Fonte Nova, pela 16ª rodada da Série B. Com ambos os times no G4, o Esquadrão tem uma margem um pouco melhor que o tricolor gaúcho. O Bahia está na terceira colocação, com 28 pontos, e o Grêmio é o quarto, com 25.
Se vencer, além de impedir a ascensão de um adversário direto, o Bahia também poderá aumentar a distância para os times que estão fora da zona de classificação para a Série A. Atualmente, o primeiro time fora do G4 é o Sport, com 21 pontos.
O Bahia terá uma alteração certa na equipe em relação ao time que começou jogando na última partida. O atacante Rildo, que pertence ao Grêmio, não poderá estar em campo por questões contratuais, além de estar suspenso pelo terceiro amarelo.
O presidente Jair Bolsonaro (PL), esteve em Feira de Santana, nesta sexta-feira (1º), para assinar ordem de serviço das obras do Anel de Contorno da BR-116 Norte. O avião presidencial pousou no Aeroporto Governador João Durval Carneiro, por volta das 09h16.
Ao lado do deputado federal e pré-candidato ao governo da Bahia, João Roma (PL), Bolsonaro cumprimentou apoiadores e tirou fotos com crianças. Em seguida, com a tradicional motociata, ele percorreu a Avenida Getúlio Vargas, até o local da cerimônia.
“É o sentimento de patriotismo aparecendo cada vez mais nos quatro cantos do nosso Brasil. Vimos aparecer as cores verde e amarela prevalecer em nosso território brasileiro, longe do vermelho, que está ligado à corrupção e aos desmandos”, disse Bolsonaro ao ser ovacionado com gritos de: “A nossa bandeira, jamais será vermelha”.
Presente no evento, o prefeito Colbert Martins Filho, destacou a instalação da TV Feira, inaugurada hoje, na cidade e as obras de contorno.
“Queremos ampliar ainda mais um novo e grande Rodoanel, que o senhor certamente anunciará. A tv está no ar. Foram 3 anos de trabalho. E vai transmitir ações importantes e necessárias, aulas e a área de saúde que vai ser abrangida por toda a região”, disse.