ÚLTIMAS NOTÍCIAS

De acordo com o jornal The New York Times, apesar de incomum, o manejo foi viável pela redução da agenda do atual presidente

Donald Trump e Joe Biden, lado a lado, em alusão à matéria do Serviço Secreto
Joe Biden desistiu da reeleição à Presidência dos EUA; Trump concorre com Kamala Harris ao cargo | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Depois do atentado a tiros no dia 13 de julho deste ano, o Serviço Secreto dos EUA aumentou a proteção do ex-presidente e candidato do Partido Republicano, Donald Trump. Para isso, o órgão realocou, temporariamente, parte da equipe de segurança do atual presidente, Joe Biden (Partido Democrata), para a função. A informação é do jornal The New York Times, veiculada nesta quinta-feira, 15.

O reforço na segurança de Trump incluiu várias medidas, entre elas a transferência de parte da equipe de proteção de Biden. A decisão teve permissão do Serviço Secreto devido à crescente ameaça de violência contra o republicano e à diminuição das viagens de Biden, desde que este desistiu da reeleição.

Redistribuição dos agentes do Serviço Secreto

Um funcionário do Serviço Secreto, que pediu ao jornal anonimato, afirmou que a redistribuição de agentes de um presidente para um candidato é rara. No entanto, a combinação da ameaça crescente a Trump com a redução das viagens de Biden justificou a medida.

Além de aumentar o número de agentes, o Serviço Secreto providenciou itens com vidro balístico para futuros comícios de Trump ao ar livre. A medida visa a aumentar a proteção contra possíveis ataques.

Atentado a Trump e reações à medida

Agente do Serviço Secreto retiraram Trump do palco, depois do atentado
Agente do Serviço Secreto retiraram Trump do palco, depois do atentado | Foto: Reprodução/X/Twitter

A Casa Branca e a campanha de Trump se recusaram a comentar o assunto quando questionadas pelo The New York Times.

No dia 23 de julho, a então diretora do Serviço Secreto dos EUA, Kimberly Cheatle, renunciou ao cargo, um dia depois de ser questionada por membros da Câmara dos Deputados sobre a atuação da agência no atentado a Trump. 

Durante a audiência, Kimberly admitiu que a tentativa de assassinato do ex-presidente no dia 13 de julho é o fracasso operacional mais significativo do órgão em décadas.

Informações Revista Oeste


31/07/2024REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, expressou sua insatisfação com a proposta de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a realização de uma nova eleição no país. Durante uma conversa com jornalistas nesta quinta-feira (15/8), Maduro enfatizou a importância do respeito à soberania venezuelana.

O líder venezuelano reiterou que todos os problemas do país devem ser resolvidos internamente, envolvendo as instituições, leis e a Constituição venezuelana. A declaração foi uma resposta direta às últimas colocações do presidente brasileiro sobre o tema.

Vídeo: Metrópoles/X

Como Maduro Respondeu às Declarações de Lula Sobre a Venezuela?

Nicolás Maduro prontamente rejeitou a sugestão de Lula, destacando que “os problemas da Venezuela, de qualquer tipo, são resolvidos entre os venezuelanos, com suas instituições, leis e com sua Constituição”. Ele mencionou o episódio das alegações de fraude por parte de Jair Bolsonaro (PL) após a derrota nas eleições presidenciais do Brasil.

“Bolsonaro alegou fraude e foi o tribunal brasileiro que decidiu”, diz Maduro ao detonar sugestão de Lula sobre eleição na Venezuela; VEJA VÍDEO
(Evaristo Sá/AFP)

“No Brasil, o presidente Bolsonaro, de extrema-direita, aliado da extrema-direita fascista da Venezuela, também alegou fraude e não aceitou a derrota”, afirmou Maduro. O líder venezuelano pediu à comunidade internacional que deixe as instituições venezuelanas decidirem sobre a recente eleição de 28 de julho, de maneira semelhante ao que aconteceu no Brasil.

Reações Internacionais à Proposta de Lula

A proposta de Lula de realizar uma nova eleição na Venezuela não passou despercebida pela comunidade internacional. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou seu apoio à sugestão. No entanto, o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, rejeitou a ideia e decidiu abandonar as negociações com Petro e Lula.

“E foi o tribunal brasileiro que decidiu. E ninguém na Venezuela falou, do nosso governo, e acho que no mundo, pediu qualquer coisa. Mas o tribunal decidiu. Palavra sagrada do tribunal do Brasil. É um assunto brasileiro”, declarou Maduro, reforçando a importância da autonomia das instituições nacionais.

Informações TBN


O governo colombiano de Gustavo Petro abriu um debate para ampliar os recursos para a agricultura no país e virou polêmica no Brasil. A razão: a decisão de ampliar um mecanismo de financiamento no qual os bancos utilizam parte dos seus depósitos para comprar Título de Desenvolvimento Agropecuário (TDA) do governo, que repassa os recursos arrecadados para os agricultores.

O assunto chamou atenção no último fim de semana, depois que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) movimentou as redes sociais, ao compartilhar um post da senadora de direita colombiana María Fernanda Cabal. Segundo os dois, trata-se de um confisco.

Confisco da poupança? 

“Não se trata de um confisco. É apenas uma mudança em algo que, inclusive, já existe”, disse Sandra Milena Villota Mariño, representante da Superintendência Financeira da Colômbia, uma espécie de CVM local.

Mariño, que está no Brasil para o evento Finance of Tomorrow, frisou que a proposta ainda está em discussão, liderada pelo Ministério da Fazenda do país, mas esclareceu para o InfoMoney a polêmica.

Segundo ela, os bancos já investem nos TDAs e são remunerados. O que está em discussão é ampliação do instrumento.

Como comparação, no Brasil, uma parcela da poupança brasileira é obrigatoriamente aplicada pelos bancos em créditos imobiliários, ou das Letra de Crédito Agropecuário (LCA), que são instrumentos de captação privada. 

A diferença no caso colombiano é que o dinheiro captado pelos bancos é administrado pelo governo, que repassa para os agricultores.

“Os bancos investem de maneira obrigatória nos títulos para que, com esse dinheiro, o governo possa investir no desenvolvimento da agricultura”, explica. 

Traumas do passado – no Brasil

Em março de 1990, o recém empossado presidente Fernando Collor de Mello determinou o bloqueio das poupanças, no Brasil, até o limite de 50 mil cruzados novos.

O excedente aos 50 mil cruzados novos, que era ajustado pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), passou a ser reajustado pelo BTNF (Bônus do Tesouro Nacional Fiscal).

Eventualmente, circulam fake news no Brasil, sobre a volta do confisco da poupança, mas especialistas afirmam que essa possibilidade não existe mais.

A primeira delas é que existe, agora, um impedimento legal para que isso aconteça novamente. A Emenda Constitucional 32, de 2011, veda a edição de medidas provisórias que visem a detenção ou sequestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro.

A segunda razão é que o contexto atual é completamente diferente daquele vivido no começo dos anos 1990. 

Isso porque naquele momento não havia um plano econômico que fosse consistente o suficiente pra combater a inflação. 

Naquele cenário, o que fizeram foi retirar o volume de dinheiro em circulação, com o sequestro da poupança, para reduzir o consumo e com isso tentar reduzir a inflação.

Hoje em dia, o Banco Central do Brasil dispõe de outras medidas, como a elevação da taxa básica de juros, para controle inflacionário.

Informações Info Money


Gigante brasileiro dos cosméticos é principal credor da empresa norte-americana

Logo Avon
Estudos estratégicos anunciados pela Natura &Co em fevereiro de 2024 para uma possível separação da Avon e da Natura foram suspensos até que o procedimento seja concluído | Foto: Divulgação

A Avon Products Inc. (API), subsidiária não operacional da holding brasileira Natura & Co, fez um pedido à Justiça dos Estados Unidos similar à recuperação judicial brasileira, chamado de Chapter 11. Fundamentado no capítulo 11 da Lei de Falência dos EUA, o pedido visa resguardar as operações da empresa enquanto tenta pagar os credores. 

A Natura é a maior credora da Avon API e vai emprestar US$ 43 milhões na modalidade DIP para garantir a continuidade dessa holding durante o processo. Além disso, a empresa brasileira ainda vai fazer uma oferta de US$ 125 milhões para seguir com as operações da holding norte americana fora dos EUA, por meio de um processo de leilão supervisionado pela corte judicial.

Com o processo de Chapter 11, a empresa coloca ativos à disposição para venda nesse leilão. Assim, a Natura fará lances para continuar com as operações na Ásia, Europa e África. Para essa oferta, a Natura pretende usar alguns de seus créditos existentes contra a API como contraprestação.

Avon foi adquirida pela Natura em 2020

Na aquisição da Avon, anunciada em 2019 e concluída em 2020, a API foi uma das empresas compradas. Essa holding já não tinha operações, mas carregava dívidas e passivos que, agora, motivam o pedido de proteção contra credores.

A empresa não divulgou o total das dívidas da subsidiária, nem o quanto tem em créditos com a empresa. Segundo a companhia, “o procedimento é restrito a API, holding não operacional da marca Avon, e outras subsidiárias não operacionais americanas. Não são esperados impactos nas operações da marca Avon fora dos Estados Unidos, que não fazem parte desse procedimento, incluindo as operações nos países da América Latina onde a marca Avon é distribuída pela Natura e a integração das duas marcas continua a apresentar resultados consistentes”.

Com o pedido de Chapter 11 da API, os estudos estratégicos anunciados pela Natura em fevereiro de 2024 para uma possível separação da Avon e da Natura foram suspensos até que o procedimento seja concluído.


Redação Oestecom informações da Agência Estado


Protocolo de perguntas para exames foi modificado e tem recebido críticas

Médico com prancheta (Imagem ilustrativa) Foto: Freepik

Operadores de raios X do sistema público de saúde do Reino Unido (United Kingdom National Health Service – NHS) foram orientados a perguntarem a todos os pacientes, incluindo homens de idade entre 12 e 55 anos, se há possibilidade de estarem grávidos. Segundo informações do The Telegraph, o protocolo foi estabelecido após um homem transexual (ou seja, que nasceu como mulher biológica) ter feito uma tomografia computadorizada sem saber que estava gestante.

Exames de raio X, tomografia computadorizada, ressonância magnética e tratamentos de câncer podem ser nocivos para os fetos, pondo em risco sua segurança. Por isso, segundo o NHS, o ideal seria “não fazer suposições” sobre as pessoas, independentemente de serem mulheres ou homens, a fim de contemplar transgêneros, não binários e intersexuais.

Dessa forma, os formulários foram atualizados para incluir diversas perguntas envolvendo gravidez no caso de todos os pacientes. No documento, também há perguntas sobre o sexo de seu nascimento, seu nome e pronomes preferidos, além de textos sobre pessoas que possuem variações nas características sexuais.

Entretanto, de acordo com o feedback de funcionários, a mudança não foi bem-recebida por vários pacientes. Eles afirmam que muitos homens se sentiram ofendidos ao terem sua masculinidade posta em dúvida, alguns deles tendo chegado a abandonar as consultas. Houve também mulheres que choraram devido a questionamentos consideros “invasivos” sobre sua fertilidade e por terem que explicar por quais motivos elas não poderiam estar grávidas.

Segundo um técnico de radiologia disse ao The Telegraph, um homem em tratamento urgente de câncer por duas semanas “ficou tão irritado com as perguntas no formulário que gritou, saiu do departamento e na verdade não fez um exame”.

– Tivemos mulheres que tiveram abortos espontâneos terríveis, gestações ectópicas, e estamos lembrando-as desse trauma. Em vez de apenas perguntar “há alguma chance de você estar grávida?” e elas escolherem dizer “não”, agora elas têm que dizer: “Tive duas gestações ectópicas e não tenho mais ovários”, e então anotamos isso – contou outra fonte.

– Eles também disseram que os formulários estavam “doutrinando” as crianças, perguntando aos menores de 18 anos seus nomes e pronomes preferidos, deixando os pais “furiosos” com isso – acrescentou.

Para a diretora de campanhas da ONG Sex Matters, “a política de inclusão da Sociedade de Radiologistas está entre os piores exemplos de órgãos profissionais que perdem o juízo ao priorizar a ideologia à frente de fato biológico”.

– Colocar a equipe de saúde e os pacientes do sexo masculino nessa farsa humilhante, com formulários de gravidez inclusivos, perguntas sobre a probabilidade de gravidez e perguntas sobre seus pronomes, é ao mesmo tempo inapropriado e uma chocante perda de tempo. O NHS confia nisso; adotaram esta política em suas unidades de radiografia e devem revogá-la imediatamente e retornar ao bom senso e à realidade – defende.

Informações Pleno News


Medida, anunciada pelo secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, decorre do aumento da tensão na região

EUA submarino Oriente Médio
Submarino é parte da ‘tríade nuclear’ de armas atômicas do Pentágono | Foto: Reprodução/US Central Command

Os EUA anunciaram o reforço de sua presença militar no Oriente Médio e o envio de mais tropas e equipamentos com o objetivo de “defender Israel”, informou o Pentágono, em comunicado. 

O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, reafirmou o compromisso dos Estados Unidos de tomar todas as medidas necessárias para proteger Israel e destacou o fortalecimento da postura militar dos EUA na região, dada a crescente tensão local.

Em um comunicado divulgado no domingo 11 pelo secretário de imprensa do Pentágono, major-general Pat Ryder, constam que entre as medidas dos EUA estão o envio de um submarino com mísseis guiados e a aceleração do trânsito de um grupo de ataque de porta-aviões com caças F-35C. 

A decisão segue uma conversa entre Austin e o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, no domingo 11. 

O contexto envolve a promessa de retaliação do Irã contra Israel depois do assassinato do líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerã, em 31 de julho. O Irã, que apoia o Hamas, acusa Israel pelo assassinato. Israel não comentou o incidente, e Teerã ainda não respondeu militarmente, mantendo a região em estado de alerta.

Possível conflito total entre Israel e Irã

O potencial de um conflito total entre Israel e o Irã, aliado de grupos terroristas como o Hezbollah, seria devastador para todas as partes envolvidas, avaliam especialistas. Os líderes dos dois países estão sob constante pressão para responder militarmente. 

Em abril, houve trocas de ataques de mísseis entre Irã e Israel, mas os ataques foram cuidadosamente calculados para evitar danos significativos. Até agora, o Irã demonstrou pouco interesse em entrar em guerra com Israel, mas analistas alertam que uma futura retaliação pode ser mais severa.

As tensões entre Israel e Irã aumentaram desde o ataque liderado pelo grupo terrorista Hamas em 7 de outubro contra Israel, que resultou na morte de cerca de 1,2 mil pessoas e no sequestro de mais de 250 reféns, dos quais 116 foram libertados. 

Impacto da morte de Haniyeh

Governo Lula condena morte do líder do grupo terrorista Hamas
Ismail Haniyeh foi morto na terça-feira, 30 de julho, no Irã | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

A morte de Haniyeh, que liderou negociações de cessar-fogo para o Hamas, também trouxe incertezas sobre o futuro de uma solução diplomática entre o grupo militante palestino e Israel. 

Yahya Sinwar foi escolhido como novo líder político do Hamas. Sinwar, que tem laços estreitos com o Irã, é considerado mais extremo que seu antecessor e menos propenso a negociar um cessar-fogo.

Informações Revista Oeste


Foto: Reprodução/Presidência da Argentina

Em uma reviravolta chocante, a ex-primeira-dama argentina, Fabíola Yañez, expôs episódios de violência doméstica envolvendo o ex-presidente Alberto Fernández. Durante uma videoconferência com o juiz Julián Ercolini, Yañez detalhou as agressões físicas que sofria, resultando em medidas de proteção contra o ex-presidente.

Nas mensagens de WhatsApp reveladas, Yañez descreveu os ataques constantes e relatou: “Você tem me agredido há três dias seguidos”. A ex-primeira-dama ressaltou ainda que tentava defender Fernández enquanto ele a agredia fisicamente. A revelação levou à implementação de uma ordem que proíbe Fernández de se aproximar de Yañez e de deixar o país.

Yáñez, de 43 anos, e Fernández, de 65, foram casados durante todo o mandato e tiveram um filho em 2022 — Foto: Infobae/Reprodução

Yáñez, de 43 anos, e Fernández, de 65, foram casados durante todo o mandato e tiveram um filho em 2022 — Foto: Infobae/Reprodução

Denúncia de Violência Doméstica Contra Ex-Presidente Argentino

Yañez relatou que a violência ocorria na Quinta de Olivos, residência oficial da presidência argentina. Alberto Fernández, que comandou a Argentina de 2019 a 2023, negou as acusações nas redes sociais e declarou que apresentará provas para contestar as alegações.

Como Pedir Ajuda em Casos de Violência Contra a Mulher?

Em situações de violência doméstica, é crucial saber onde buscar auxílio. Para ajudar a combater esse tipo de violência, aqui estão algumas opções:

Trocas de Mensagens Reveladoras

De acordo com o site argentino que publicou as mensagens, Fernández pedia para Yañez parar de discutir, alegando que as brigas eram causadas por terceiros. Num momento, ele escreveu: “Estou com dificuldade para respirar. Por favor, pare. Estou me sentindo muito mal”. Foi então que Yañez enviou fotos de hematomas causados pelas agressões do ex-presidente.

Quais São os Próximos Passos no Processo?

O caso de violência doméstica está sendo conduzido pelo juiz Julián Ercolini e está relacionado a outra investigação sobre supostos atos de corrupção durante o mandato de Fernández. O próximo passo é o depoimento de Fabíola Yañez, que ainda não tem data marcada, mas é esperado para breve.

Durante as investigações, descobriu-se que Yañez e a ex-secretária particular de Fernández, María Cantero, conversavam sobre as agressões. O celular de Cantero foi periciado por conta do caso de tráfico de influência envolvendo Héctor Martínez Sosa, produtor de seguros próximo ao ex-presidente.

Yañez, atualmente com 43 anos, vive em Madri com o filho Francisco, de 2022. Já Fernández, de 65 anos, reside em Buenos Aires. O desfecho desse caso promete trazer importantes revelações e levantar discussões sobre a violência doméstica entre figuras públicas.

Informações TBN


Reprodução/X

Na última terça-feira (6/8), em Lurnea High, Sydney, ocorreu um incidente chocante que deixou a comunidade escolar em estado de perplexidade. Tayla Brailey, uma professora recém-casada de 30 anos, foi presa sob a acusação de abuso sexual de um aluno que é menor de idade. A notícia rapidamente se espalhou, destacando a gravidade da situação e os impactos devastadores sobre a vida da acusada e das vítimas envolvidas.

Quando os policiais chegaram à escola, Tayla Brailey ficou visivelmente desesperada. “Vou para a cadeia, não vou? Vou perder minha família, meu marido, meu emprego”, desesperou-se. Essa reação intensa mostra a consciência do impacto de suas ações e o desespero em relação ao futuro.

Professora casada abusa sexualmente de aluno e é detida: "Vou perder o meu marido"
Tayla Brailey — Foto: Reprodução/Facebook

Crime Cometido no Carro da professora, Diz a Polícia de Sydney

De acordo com as investigações, os eventos teriam começado quando o adolescente adicionou Tayla Brailey no Snapchat. A polícia afirma que a professora enviou vídeos dela mesma se masturbando para o jovem de 17 anos, desencadeando uma série de trocas de imagens explícitas. A partir daí, a situação apenas piorou.

Como Aconteceu o Abuso?

Tayla Brailey convidou o adolescente para sua casa em North Wollongong, onde o assédio físico avançou. A polícia relata que ela supostamente beijou o estudante antes de levá-lo para um quarto no andar de cima e masturbá-lo. A situação escalou quando, cerca de uma semana depois, ela contatou o jovem novamente durante um plantão na escola.

O contato entre os dois cessou temporariamente, até que Tayla procurou saber se o jovem havia contado a alguém sobre seus encontros. Ele respondeu que não havia comentado com ninguém.

Investigação Policial e Outras Acusações

Segundo o “Daily Telegraph”, as investigações revelaram que o estudante sentia a necessidade de enviar imagens explícitas para “deixá-la feliz”. Além disso, a polícia descobriu que Tayla Brailey teria abordado outros dois estudantes com fins sexuais por meio das redes sociais. Essa revelação trouxe ainda mais preocupações sobre a extensão dos abusos cometidos pela professora.

A comunidade escolar está em choque e consternada com os acontecimentos. Os pais e alunos agora se questionam sobre a segurança dentro do ambiente escolar e as medidas que podem ser tomadas para evitar incidentes futuros. A administração da escola Lurnea High prometeu total cooperação com as autoridades para garantir a justiça. 

Informações TBN


Nicarágua expulsou embaixador brasileiro em retaliação à ausência do Brasil nas celebrações dos 45 anos da Revolução Sandinista. Relação entre os países está ‘congelada’.

Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, e a sua esposa e vice-presidente, Rosario Murillo — Foto: GETTY IMAGES

Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, e a sua esposa e vice-presidente, Rosario Murillo — Foto: GETTY IMAGES 

O relacionamento diplomático entre o Brasil e a Nicarágua sofreu um abalo nesta quinta-feira (8), após o governo nicaraguense decidir expulsar o embaixador brasileiro, Breno Souza da Costa. 

A medida foi uma retaliação à ausência do Brasil nas celebrações dos 45 anos da Revolução Sandinista (entenda mais neste texto), além de ser um reflexo das tensões crescentes entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Daniel Ortega. 

Aplicando o princípio da reciprocidade na diplomacia, o governo brasileiro mandou embora a embaixadora da Nicarágua em Brasília, Fulvia Matu. 

Veja abaixo as seguintes perguntas e respostas sobre o caso: 

Brasil reage à Nicarágua e expulsa embaixadora do país. 

O que motivou a expulsão do embaixador brasileiro na Nicarágua?

A expulsão do embaixador brasileiro foi uma resposta à ausência do Brasil nas celebrações da Revolução Sandinista, em julho. O presidente nicaraguense, Daniel Ortega, é um ex-guerrilheiro do movimento sandinista e viu a ausência do Brasil como um gesto de desrespeito. Além disso, as relações entre os governos de Lula e Ortega, que já foram aliados, têm se deteriorado nos últimos anos. 

Como o governo brasileiro reagiu à expulsão?

Em resposta imediata, o governo brasileiro decidiu expulsar a embaixadora da Nicarágua no Brasil, Fulvia Patricia Castro Matus. Segundo o Itamaraty, essa medida foi tomada como um ato de reciprocidade diplomática. A embaixadora nicaraguense, por sua vez, deve assumir um cargo no Ministério da Economia em seu país de origem. 

Qual foi o impacto desses eventos nas relações Brasil-Nicarágua?

A expulsão de um embaixador é um gesto grave que simboliza uma deterioração significativa nas relações diplomáticas entre os dois países. 

As relações entre Brasil e Nicarágua já estavam estremecidas, especialmente após o Brasil decidir congelar as relações diplomáticas por um ano, em resposta à repressão do governo nicaraguense contra a Igreja Católica. 

Congelar relações diplomáticas significa suspender temporariamente as interações formais e oficiais entre dois países. Essa ação é menos extrema do que romper completamente as relações diplomáticas, mas ainda é um sinal de desacordo ou tensão significativa entre as nações envolvidas. 

Por que o Brasil congelou as relações com a Nicarágua?

O Brasil decidiu congelar as relações com a Nicarágua como uma resposta à prisão de padres e bispos no país. 

A decisão de não enviar o embaixador às celebrações da Revolução Sandinista foi uma consequência direta desse congelamento. A deterioração das relações foi ainda mais profunda após o governo nicaraguense se recusar a libertar o bispo Rolando Álvarez, um crítico fervoroso de Ortega, apesar das mediações realizadas pelo Brasil e pelo Vaticano. 

Qual é o contexto político na Nicarágua?

A Nicarágua, sob o governo de Daniel Ortega, tem sido classificada como uma autocracia, segundo o índice V-DEM, que mede o status das democracias pelo mundo. 

Ortega, um ex-guerrilheiro sandinista, governa o país desde 2007 e foi reeleito em 2021 em eleições consideradas não livres e injustas por observadores internacionais, incluindo os Estados Unidos. Ortega também enfrenta acusações de nepotismo, já que sua esposa, Rosario Murillo, é a vice-presidente do país, e ele nomeou vários parentes para posições importantes no governo. 

Daniel Ortega, de 72 anos, era um estudante nos anos 1950, quando se juntou às manifestações para derrubar a dinastia Somoza – que era apoiada pelos EUA e governava a Nicarágua havia quatro décadas. 

As atividades de Ortega fizeram com que ele fosse acusado de terrorismo e preso por sete anos no governo de Anastasio Somoza Debayle. Após sua liberação, em 1974, ele aderiu à Frente de Libertação Nacional Sandinista (FLNS). Em 1979, o último presidente Somoza caiu. 

Nas eleições de 1984, Ortega virou presidente da Nicarágua pela primeira vez – com o apoio de cerca de 70% dos eleitores. Mas, em 1990, o fraco crescimento econômico e a desilusão política vinham minando suas credenciais, e Ortega perdeu a presidência para uma antiga companheira de guerrilha, Violeta Barrios de Chamorro. 

Ortega perdeu três eleições seguidas, em 1990, 1996 e 2001. Ele voltou ao poder após vencer em 2006, com 38% dos votos. Críticos o acusam de se entrincheirar na presidência, inspirando-se nas táticas adotadas pela dinastia Somoza contra seus inimigos políticos: assassinar suas reputações manipulando a imprensa e reprimindo qualquer dissenso nas ruas. 

Também como Somoza, ele distribuiu parte da riqueza nacional e de sua influência com a família – sua indicação mais controversa foi escolher sua mulher, Rosario Murillo, como vice-presidente.

Informações G1


Amina Abakarova colocou mercúrio nas peças de Umayganat Osmanova

Mulher envenena peças de xadrez de rival
Câmeras de segurança registraram a mulher ao envenenar peças de xadrez | Foto: Reprodução/Redes sociais

Amina Abakarova, campeã de xadrez russa, foi suspensa depois de supostamente envenenar sua rival de infância, Umayganat Osmanova. O incidente ocorreu na última sexta-feira, 2, em Makhachkala, sul da Rússia.

Amina, de 43 anos, teria espalhado mercúrio nas peças de Umayganat antes de uma partida. As câmeras de segurança registraram Amina se aproximando da mesa da rival e espalhando o conteúdo de um frasco.

Umayganat sofreu “tontura severa e náuseas” pouco depois do início da partida e precisou de atendimento médico. Sazhid Sazhidov, presidente da Federação de Cultura Física e Esportes da República do Daguestão, confirmou que mercúrio foi aplicado no local de jogo de Osmanova.

Segundo o jornal britânico The Telegraph, Amina afirmou a outros competidores que sua ação foi uma forma de “vingança”. Umayganat teria dito coisas “desagradáveis” sobre ela e seus familiares. A criminosa disse que realizou o ataque apenas por “hostilidade pessoal” e para “assustar” a rival.

Rival ganhou vaga no xadrez

Apesar do envenenamento, Umayganat continuou no torneio e conquistou uma das vagas premiadas. Malcolm Pain, diretor de xadrez internacional da Federação Inglesa de Xadrez, comentou o ocorrido.

“Nunca vi nada parecido antes”, disse Pain. “Este é o primeiro caso registrado de alguém usando uma substância tóxica na história do xadrez.”

Alexander Tkachyov, diretor-executivo da Federação Russa de Xadrez, declarou que a federação considera a imposição de uma proibição vitalícia a Amina.

Informações Revista Oeste

1 44 45 46 47 48 150