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Israel adia aprovação de cessar-fogo para esta sexta-feira

O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deve votar o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza na sexta-feira (17), segundo informações da CNN. A reunião estava marcada para esta quinta-feira (16), mas foi adiada. Netanyahu afirmou que o Hamas exigiu “concessões de última hora”. Também disse que o governo não ratificaria o acordo até que o grupo recuasse nas exigências. O Hamas negou ter alterado a tratativa.

Israel e Hamas chegaram ao acordo na quarta-feira (15) para um cessar-fogo na guerra que dura mais de 1 ano e 3 meses. A negociação foi mediada por Egito, Estados Unidos e Qatar. A previsão é de que a medida seja implementada em 3 fases a partir de 19 de janeiro, segundo o primeiro-ministro do Qatar, Mohammed bin Abdul Rahman Al Thani.

O Hamas confirmou o acordo e pediu que os moradores da Faixa de Gaza não se desloquem até o início oficial do pacto. A ONU e diversas instituições humanitárias alertaram para uma situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza, com falta de alimentos, medicamentos e disseminação de doenças.  

Informações Metro1


Após meses de negociações, Israel e Hamas chegaram a um acordo de cessar-fogo na guerra da Faixa de Gaza

Imagem colorida de famílias em Gaza continuam a ser forçadas a encontrar locais mais seguros para se abrigar - Metrópoles

O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas deve entrar em vigor no próximo domingo (19/1). A informação foi divulgada pelo governo do Catar, que mediou as negociações junto aos Estados Unidos e ao Egito.

Meses de negociação

Segundo o primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim bin Jabr Al Thani, a primeira fase do cessar-fogo vai durar 42 dias. Durante o período, cerca de mil palestinos presos em Israel, detidos antes de 8 de outubro de 2023, serão libertados. Em troca, o Hamas deve soltar 33 reféns.

Além disso, Israel reduzirá a presença militar na fronteira na região do Corredor Filadélfia, na fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito. A questão era um obstáculo nas discussões recentes, com o governo de Benjamin Netanyahu se mantendo irredutível quanto à retirada de tropas da região. 

Segundo Al Thani, os detalhes das duas fases seguintes do cessar-fogo serão divulgados após a conclusão dos objetivos da primeira.

Até o momento, o governo de Israel ainda não se pronunciou sobre a proposta de paz. O Hamas, por sua vez, disse ter aceitado os termos finais do acordo.

Informações Metrópoles


Político foi levado ao Centro de Detenção de Seul e deve ser mantido em cela isolada

Presidente afastado da Coreia do Sul é preso por tentativa de golpe

Foto: Kang Min Seok/Republic of Korea

O presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi preso nesta quarta-feira (15), em horário local, após o cumprimento de um mandado das autoridades sul-coreanas, segundo a agência de notícias Yonhap.

A prisão aconteceu na residência do mandatário em Hannam-dong, Seul, durou mais de seis horas e contou com a participação de 3 mil agentes para garantir a operação. Ele foi levado diretamente ao Centro de Detenção de Seul e segundo as autoridades, deve ser mantido em uma cela isolada. 

Yoon está sendo investigado por uma possível insurreição, após ter imposto uma lei marcial que restringia direitos civis. Esta foi a segunda tentativa de prender o político. Em 3 de janeiro, autoridades chegaram a ir à residência oficial para cumprir um mandado de prisão, mas guardas presidenciais e as tropas militares da Coreia do Sul impediram a detenção.

Informações Metro1


Medida se aplica a torneios escolares e prevê punições para colégios que descumprirem as diretrizes

Câmara dos EUA aprovou resolução sobre pessoas trans nesta terça-feira, 14 | Foto: Reprodução/Wikipedia
Câmara dos EUA aprovou resolução sobre pessoas trans nesta terça-feira, 14 | Foto: Reprodução/Wikipedia

A Câmara dos Estados Unidos aprovou nesta terça-feira, 14, um projeto que bane pessoas trans de competições esportivas femininas. A medida, apoiada por deputados do Partido Republicano, se aplica a torneios escolares e prevê punições para colégios que descumprirem as diretrizes.

Para inscrição em competições esportivas, o projeto estabelece que o sexo deve ser “determinado com base nos órgãos reprodutivos biológicos atribuídos ao nascimento”. Além disso, prevê punições para instituições que ofereçam financiamento federal, como bolsas de estudo, “a homens que participem de competições destinadas a mulheres”. 

No entanto, não há proibição para que homens treinem em programas femininos, desde que isso não faça com que elas percam seu lugar no time, deixem de receber bolsas, financiamento escolar ou que impeça estudantes mulheres de serem admitidas em instituições acadêmicas.

A Controladoria-Geral dos Estados Unidos foi encarregada de realizar um estudo para avaliar os impactos de permitir que homens compitam em torneios femininos. O estudo deverá analisar questões como efeitos psicológicos, desenvolvimento, participação e impactos sociais sobre as atletas, incluindo isolamento e desestímulo à prática esportiva.

Políticos republicanos defendem a medida, sob o argumento que mulheres trans possuem vantagens físicas sobre mulheres cisgênero, o que poderia limitar as oportunidades destas em competições esportivas. 

Democratas defendem pessoas trans

Por outro lado, democratas afirmam que a proposta aumenta a discriminação contra pessoas transgênero, especialmente entre jovens LGBTQIA+, e veem o projeto como uma tentativa dos republicanos de controlar os direitos dos estudantes da comunidade.

O projeto foi aprovado com 218 votos a favor — dois deles dos democratas Vicente Gonzalez e Henry Cuellar. Outro deputado do partido, Don Davis, se absteve.

A medida já havia sido aprovada na Câmara em abril de 2023, mas não obteve o aval do Senado, na época dominado por democratas. Com a eleição de Donald Trump e a atual maioria republicana no Senado, a expectativa é que o projeto seja aprovado, mas será necessário angariar apoio de alguns congressistas democratas.

Informações Revista Oeste


Dados do Índice de Preços ao Consumidor do país vizinho foram divulgados na última terça-feira, 14

O presidente da Argentina, Javier Milei
O presidente da Argentina, Javier Milei | Foto: Ciro De Luca/Reuters

Em dezembro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação oficial da Argentina, foi de 2,7%. O índice é levemente superior ao de novembro — de 2,4% ao mês —, mas ainda assim muito inferior ao registrado no começo do governo de Javier Milei. 

A desaceleração da inflação, que chegava a 300% no governo esquerdista de Alberto Fernández, começou ainda nos primeiros meses de Javier Milei, que tomou posse em dezembro do ano passado. 

Desde então, ele vem adotando medidas para conter gastos públicos e melhorar a economia deteriorada pelo peronismo.

inflação argentina
Inflação mensal da Argentina | Foto: Reprodução

Segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), o IPC anual está em 117,8%. O relatório completo da inflação foi divulgado na terça-feira 14.

inflação argentina
Inflação anual da Argentina | Foto: Reprodução

Segundo o Indec, o setor com maior alta de preços no mês foi o de habitação (5,3%), devido ao aumento do aluguel residencial e despesas relacionadas, como água e eletricidade. O setor de comunicação (5%) vem em seguida, devido aos aumentos nos serviços de telefonia e internet.

A menor alta foi em alimentos e bebidas não alcoólicas (2,2%). Houve alta, principalmente, em produtos como carnes e derivados, pão e cereais, leite, laticínios e ovos.

Ajustes fiscais na Argentina, queda na inflação e recuperação econômica

A desvalorização, implementada logo após Milei assumir a presidência, foi parte de um ajuste fiscal e monetário rigoroso. O governo anunciou que a Argentina saiu de um período de recessão no terceiro trimestre de 2024.

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,9% entre julho e setembro em comparação ao trimestre anterior. O Plano Motoserra de Milei promoveu cortes drásticos nos gastos do Estado e iniciou a desregulamentação.

Informações Revista Oeste


Se nenhuma solução for encontrada por meio de discussões, a UE pode impor suas próprias restrições ao acesso chinês

União Europeia | Foto: divulgação
Bloco europeia afirma que seus produtos estão sendo prejudicados pelo regime chinês | Foto: Divulgação/UE 

A União Europeia (UE) afirma que uma investigação de um mês sobre os mercados de compras da China descobriu que o país asiático discrimina injustamente os equipamentos médicos europeus.

Conforme a denúncia, a China favorece fornecedores nacionais. Além disso, acusa-se o país comunista de restringir a compra de produtos importados. De acordo com o bloco, isso deixa as empresas europeias em desvantagem.

Se nenhuma solução for encontrada por meio de discussões com a China, a UE pode impor suas próprias restrições ao acesso chinês aos contratos governamentais da União Europeia.

Negociações entre União Europeia e China

A Comissão Europeia, o órgão executivo da UE, informou que queria resolver a questão por meio de negociações com a China.

“Os contratos governamentais na UE estão abertos a países não pertencentes à UE”, disse o comissário de comércio da UE, Maroš Šefcovic. “E esperamos que outros países tratem nossas empresas com justiça semelhante.”

Revista Oestecom informações da Agência Estado e da Dow Jonews Newswires


Bombeiros alertam para novo pico da tragédia com a chegada de ventos fortes nesta terça-feira, 14

Incêndios em Los Angeles persistem | Foto: Divulgação/PBS
Incêndios em Los Angeles persistem | Foto: Divulgação/PBS

Subiu para 24 o número de mortos pelos incêndios em Los Angeles, na Califórnia, neste domingo, 12. As autoridades locais alertam para o risco de avanço das chamas devido a novas rajadas de vento.

A cidade — a segunda maior dos Estados Unidos— enfrenta incêndios que persistem por seis dias. O fogo já destruiu comunidades e deixou milhares de pessoas desalojadas.

O Departamento de Medicina Legal de Los Angeles publicou uma lista com o número vítimas, mas não forneceu as identidades. Oito dos mortos foram encontrados na área do incêndio em Palisades, e 16 na área em Eaton, segundo o relatório.

Os incêndios na área de Palisades, que já consumiram 9,5 mil hectares, foram contidos em apenas 11%. Já em Eaton, o fogo cobriu cerca de 5,7 mil hectares com 27% de contenção. 

Ventos intensos, previstos para atingir até 110 km/h, estão criando uma “situação particularmente perigosa”. Com isso, as autoridades consideram decretar estado de atenção na terça-feira, 14, quando o desastre completará uma semana.

Bombeiros de Los Angeles receberam reforços

O Corpo de Bombeiros do Condado de Los Angeles, chefiado por Anthony Marrone, recebeu reforços, incluindo novos caminhões-tanque e combatentes de outras regiões. 

Perguntada sobre se os hidrantes poderiam ficar sem água novamente, como aconteceu no início dos incêndios na semana passada, a prefeita Karen Brass respondeu: “Acho que a cidade está preparada”.

Enquanto isso, milhares de evacuados aguardam autorização para voltar às suas casas, o que não deve acontecer antes de quinta-feira, 16.

“Isso não vai acontecer até que termine a bandeira vermelha em andamento”, disse Marrone. “Tenham certeza de que a primeira coisa na quinta será começar a falar sobre o retorno.”

Algumas pessoas ficaram horas em filas na esperança de buscarem remédios, roupas ou animais de estimação.

Informações Revista Oeste


Em momento decisivo, opositor busca apoio para retirar Nicolás Maduro do poder

Edmundo González e Joe Bidem durante encontro nesta segunda-feira, 6, na Casa Branca | Foto: Reprodução/Twitter/X
Edmundo González e Joe Bidem durante encontro nesta segunda-feira, 6, na Casa Branca | Foto: Reprodução/Twitter/X

O ex-candidato a presidente da Venezuela, Edmundo González, visitou nesta segunda-feira, 6, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. O encontro ocorreu em Washington e marcou mais uma etapa na estratégia de González de voltar ao seu país natal e retirar o ditador Nicolás Maduro do poder. 

Depois de parte da comunidade internacional reconhecê-lo como o verdadeiro vencedor das eleições em julho de 2024, González se aproxima agora de Biden com um objetivo claro. Ele busca principalmente apoio do democrata para reforçar a interlocução com países vizinhos à Venezuela e influentes na América do Sul, como Brasil e Colômbia. 

González conversa com assessor de Trump 

Além de Biden, González se encontrou com Mike Waltz, assessor de Segurança Nacional do presidente eleito Donald Trump. Ou seja, uma peça importante do novo governo que toma posse no próximo dia 20 e ainda não tem uma agenda definida sobre o desconfortável cenário político de Caracas.

Líderes opositores a Nicolás Maduro acreditam que Trump não irá hesitar no aprofundamento de sanções contra a ditadura. Setores mais comedidos trabalham com a hipótese de uma busca de diálogo entre Trump e Maduro. Dessa forma, o republicano teria mais chances de tentar neutralizar dois grandes problemas que seriam originários da Venezuela: o tráfico de drogas e o crescente fluxo de imigrantes.

Em comunicado oficial, o governo de Joe Biden disse que “a campanha vitoriosa de González merece honras com um processo de transferência pacífica do poder nos ritos democráticos”. Mike Waltz, no entanto, evitou comentários públicos sobre o encontro.

A ditadura chavista, por sua vez, respondeu, em nota, com acusações. Disse que os EUA promovem mais uma “ingerência imperialista na América Latina” e que o governo Biden está “mergulhado em descrédito”. Na próxima sexta-feira, 10, Maduro espera oficializar sua posse para um mandato de mais seis anos.

Diálogos acirram tensão diplomática

González, que vive em exílio em Madri desde setembro de 2024, chegou a Washington na noite de domingo, 5. Antes, passou por Argentina e Uruguai. Ele também conversou, por vídeo, com o presidente do Paraguai, Santiago Peña. O diálogo, aliás, resultou no rompimento da Venezuela de relações diplomáticas com Assunção.

O governo de Peña deu 48 horas para que os diplomatas venezuelanos deixem o país. Foi a sua gestão a responsável por retomar relações com Caracas em 2023, na expectativa de que o regime cumprisse o Acordo de Barbados, feito para eleições transparentes, livres e democráticas. Maduro ignorou o acordo. Peña é hoje mais um dos líderes que exaltam a posição de González como presidente eleito.

Informações Revista Oeste


A denúncia questiona a detenção do policial argentino Nahuel Gallo, preso em dezembro pelo regime chavista

Ditador Nicolás Maduro, da Venezuela
Ditador Nicolás Maduro, da Venezuela | Foto: Divulgação/Fotos Públicas

A Argentina formalizou uma denúncia contra a Venezuela no Tribunal Penal Internacional (TPI)nesta quinta-feira, 3. O motivo foi a “detenção arbitrária e desaparecimento forçado”  do policial argentino Nahuel Gallo, acusado de terrorismo pelo Ministério Público venezuelano, em 8 de dezembro.

Em nota oficial, o governo argentino classificou a prisão como uma “violação grave e flagrante dos direitos humanos”. A detenção, diz a nota oficial da chancelaria, evidencia um padrão sistemático de crimes contra a humanidade em curso na Venezuela, “os quais claramente estão sob a jurisdição do TPI”, diz a nota. 

Nahuel Gallo, de 33 anos, foi preso na Venezuela depois de atravessar a fronteira com a Colômbia. De acordo com o governo argentino, ele ia visitar a mulher e o filho, que completa dois anos neste mês. 

Na última sexta-feira, o procurador-geral venezuelano, Tarek William Saab, disse que Gallo tentou entrar no país de forma irregular. Saab acusou o argentino de ocultar o “verdadeiro plano criminoso” ao alegar uma visita à família, mas não deu detalhes sobre a origem das afirmações. 

O policial argentino será acusado de conspiração e associação criminosa, conforme indicado pelo procurador, que confirmou à AFP a detenção de Gallo em Caracas.

Patricia Bullrich, ministra da Segurança da Argentina, questionou as acusações de Saab e ressaltou que o policial entrou na Venezuela legalmente. “O que foi ilegal foi a forma como ele foi sequestrado na fronteira”, disse ela. 

A chancelaria argentina também solicitou medidas cautelares à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em favor de Nahuel Gallo. A petição “ressalta a arbitrariedade da detenção”, diz a nota do governo, e pede medidas urgentes para garantir a proteção do policial, ordenar sua liberação imediata e assegurar o retorno seguro dele à Argentina. 

Mais uma tensão na diplomacia entre Argentina e Venezuela

As relações diplomáticas entre Argentina e Venezuela já estavam tensas, mas romperam-se definitivamente diante da decisão de Caracas em reação à recusa do presidente Javier Milei em reconhecer a reeleição de Nicolás Maduro para um terceiro mandato consecutivo de seis anos, em julho passado. No dia seguinte ao resultado da eleição, a ditadura venezuelana expulsou os diplomatas argentinos.

Embaixada Argentina Venezuela
Embaixada Argentina na Venezuela foi cercada por policiais | Foto: Reprodução/Facebook/Embaixada da Argentina na Venezuela

Desde então, o Brasil ficou responsável pela sede diplomática argentina. Assim, o país assumiu a proteção de seis opositores venezuelanos que tinham asilo na embaixada desde março. O regime chavista tentou retirar a gestão brasileira do edifício, mas o Brasil se opôs.

A prisão de Gallo aconteceu na mesma semana em que o chanceler argentino, Gerardo Werthein, exigiu, perante a Organização dos Estados Americanos (OEA), que Nicolás Maduro concedesse salvo-condutos aos asilados.

Informações Revista Oeste


Museu homenageava escritor argentino sequestrado e desaparecido durante a ditadura militar na Argentina

Foto: Reprodução/ redes sociais

O governo de Javier Milei ordenou o encerramento das atividades do Centro de Memória Cultura Haroldo Conti, considerado um dos maiores museus na Argentina contra a ditadura militar no país. A medida foi determinada pelo secretário de Direitos Humanos argentino, Alberto Baños. A informação é de uma matéria do Metrópoles.

Baños anunciou o fim do museu em 31 de dezembro, em uma mensagem transmitida por WhatsApp a funcionários que trabalhavam no local. A medida entrou em vigor na quinta-feira (2). Criado em 2008, o museu homenageia o escritor argentino Haroldo Conti, sequestrado e desaparecido desde 1976, quando os militares comandavam a Argentina.

O Metrópoles aponta que no local, além de resgatar a memória dos tempos de chumbo no país, eram promovidas atividades de teatro, literatura, dança, fotografia e educação. A justificativa do governo Milei para o fechamento do museu foi uma “reestruturação” do local, que faz parte da agenda política do presidente ultraliberal focada em enxugar a máquina pública.

Informações Bahia.ba

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