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Republicano pode alterar algumas sedes

Donald Trump, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/WILL OLIVER / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pode alterar algumas das sedes da Copa do Mundo de 2026 caso considere que não há garantias de segurança. A declaração foi dada durante entrevista coletiva no Salão Oval da Casa Branca.

– Vamos garantir que os torcedores estejam seguros. Se eu achar que não, iremos transferir jogos para outras cidades – disse Trump, ao criticar administrações locais que, segundo ele, não oferecem condições adequadas.

– Como vocês provavelmente sabem, vamos para Memphis e para algumas outras cidades. Em breve, vamos para Chicago. Será seguro para a Copa do Mundo. Se eu achar que não é seguro, vamos para outra cidade, com certeza – comentou.

O presidente dos Estados Unidos também citou que algumas cidades “são comandadas por lunáticos radicais de esquerda que não sabem o que estão fazendo”.

A Copa do Mundo será disputada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, com sede compartilhada entre Estados Unidos, Canadá e México. Esta será a primeira edição com 48 seleções e novo formato de disputa.

Os Estados Unidos concentram o maior número de sedes: Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Los Angeles, Kansas City, Miami, Nova Iorque/Nova Jersey, Filadélfia, Seattle e San Francisco. Já o Canadá receberá jogos em Toronto e Vancouver, e o México em Guadalajara, Cidade do México e Monterrey.

O sorteio dos grupos será realizado no dia 5 de dezembro, em Washington, às 14h (horário de Brasília).

*AE


O ministro alemão Alexander Dobrindt comentou a necessidade de desenvolver infraestrutura contra as ameaças externas

Alemanha e UE planejam 'muro antidrones'
Ministro do Interior da Alemanha, Alexander Dobrindt | Foto: Reprodução/X

O ministro do Interior da Alemanha, Alexander Dobrindt, informou neste sábado, 27, que o país adotará medidas defensivas para proteger seu espaço aéreo, depois de uma série de incidentes envolvendo drones não identificados. Autoridades alemãs e da União Europeia intensificam os debates sobre segurança aérea diante da ameaça representada por esses dispositivos.

Na noite da última sexta-feira, 26, drones sobrevoaram por horas a base militar de Karup, a maior da Dinamarca, o que levou à suspensão de voos e à mobilização das forças policiais locais. O ministro Dobrindt apontou que “há uma ameaça que pode ser classificada como alta quando se trata de drones”. Segundo ele, “é uma ameaça abstrata, mas muito concreta em casos individuais”.

Diante de relatos de incidentes similares na Alemanha, o governo iniciou discussões sobre mudanças na legislação de segurança da aviação, com foco em permitir que as Forças Armadas abatam drones considerados hostis. “Trata-se de estar preparado para que infraestruturas críticas ou grandes aglomerações de pessoas, por exemplo, possam ser protegidas”, explicou.

Policiais acompanham investigações sobre a presença de drones no espaço aéreo dinamarquês | Foto: Reprodução/Twitter/X
Policiais acompanham investigações sobre a presença de drones no espaço aéreo dinamarquês | Foto: Reprodução/Twitter/X

Embora a origem dos drones permaneça desconhecida, as suspeitas recaem sobre a Rússia, que nega envolvimento. Em resposta aos riscos, ministros da Defesa dos países da União Europeia concordaram em tornar a criação de um “muro antidrones” uma prioridade para o bloco.

UE planeja investimentos em tecnologia antidrones

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou o investimento de € 6 bilhões para formar uma aliança de drones com a Ucrânia. Segundo a autoridade, as Forças Armadas ucranianas já empregaram drones para causar cerca de dois terços das perdas de equipamento militar das tropas russas. 

O plano de defesa ainda não tem detalhes definidos sobre funcionamento e financiamento. O comissário europeu da Defesa, Andrius Kubilius, reforçou que o objetivo central é estabelecer um “sistema de detecção [de drones] eficaz”.

Informações Revista Oeste


Diante de uma pequena audiência, após a debandada ostensiva de delegações do plenário, Benjamin Netanyahu encarou o mais difícil de seus 14 discursos já proferidos na ONU como premiê israelense. O ambiente de hostilidade e profundo isolamento mundial às ações de seu governo em Gaza não pareceu intimidá-lo.

Ao contrário, o primeiro-ministro traçou uma linha desafiadora aos aliados tradicionais que lhe deram as costas, ao reconhecerem em conjunto a Palestina como Estado, durante esta 80ª Assembleia-Geral da ONU, descartando com veemência esta solução.

“Os israelenses não cometerão suicídio nacional ao criar um Estado palestino. Não permitiremos que nos enfiem um Estado terrorista goela abaixo. É pura loucura, é insano e não faremos isso”, vaticinou.
Exímio orador em inglês fluente, Netanyahu incrementou o tom dramático e apocalíptico de discursos anteriores à ONU e lançou mão dos corriqueiros recursos visuais, como gráficos e até um teste de múltipla escolha à audiência. Ostentou um vistoso broche na lapela com um QR Code que permitiria aos ouvintes obterem mais informações sobre o massacre do 7 de Outubro.

Apesar da resistência do Exército israelense, desta vez o premiê ordenou que sua mensagem à ONU fosse transmitida por alto-falantes em toda a Faixa de Gaza, para alcançar os 28 reféns que ainda estão vivos e também os combatentes do Hamas. A eles, vislumbrou a sua hipotética solução para o fim da guerra, somente após a devolução de todos os reféns.

“Se o Hamas concordar com nossas exigências, a guerra pode acabar agora mesmo. Gaza seria desmilitarizada. Israel manteria o controle de segurança. E uma autoridade civil pacífica seria estabelecida por moradores de Gaza e outros comprometidos com a paz com Israel.”
O discurso de Netanyahu tinha um viés eleitoral destinado ao seu público interno, ressaltando as ações de seu governo para erradicar grupos terroristas e minar a ação do Irã durante o último ano. Mas ele dedicou também boa parte do tempo para mandar repetidas mensagens aos aliados ocidentais — líderes que, nas suas palavras, são fracos por cederem às pressões de “uma mídia tendenciosa, de grupos islâmicos radicais e de multidões antissemitas.”

“Dar um Estado palestino a uma milha de Israel é como dar um Estado à al-Qaeda ao lado de Nova York”.
No cenário externo, Netanyahu parece estar pendurado apenas em Donald Trump, que elogiou por diversas vezes durante os 47 minutos em que esteve no pódio da ONU. Nesta segunda-feira, o premiê se encontrará pela quarta vez com o presidente americano desde o seu retorno à Casa Branca.

*g1
Foto: Jeenah Moon/Reuters


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (25) novastarifas, que irão impactar parceiros comerciais do país. Uma taxa de 100% sobre produtos farmacêuticos, além de tarifas sobre caminhões pesados e alguns tipos de móveis passarão a valer em 1º de outubro.

Em uma das suas postagens na rede social Truth Social, Trump informou que aplicará uma tarifa de 100% sobre importações de produtos farmacêuticos de marca ou patenteados. Segundo ele, a taxa será aplicada, a menos que a empresa farmacêutica esteja construindo uma fábrica nos EUA.

Veja as novas tarifas que passarão a valer no próximo mês.

Os Estados Unidos vão impor uma tarifa de 100% sobre a importações de produtos farmacêuticos, de marca ou patenteados, com exceção de empresas farmacêuticas que estejam construindo uma fábrica nos EUA.

“Não haverá, portanto, nenhuma tarifa sobre esses produtos farmacêuticos se a construção já tiver começado”, informou Trump no Truth Social.

O anúncio da taxa, que passará a valer a partir de 1º de outubro, impactou as ações do setor farmacêutico ao redor do mundo.

Trump também anunciou que irá tarifar em 25% as importações de todos os caminhões pesados.

Segundo ele, os fabricantes nos EUA destes caminhões sofrem uma concorrência externa desleal.

Armário de cozinha, móveis de banheiro e estofados

Os EUA também irão aplicar uma tarifa de 50% sobre as importações de todos os armários de cozinha, móveis de banheiro e produtos associados a partir de 1º de outubro, segundo Trump. Além disso, os móveis estofados irão sofrer uma tarifa de 30%.

Segundo o republicano, o objetivo é proteger o processo de fabricação dos Estados Unidos, pois há uma “’inundação’ em larga escala desses produtos”.

*CNN
REUTERS/Mike Blake


Medida visa combater o aumento da criminalidade na cidade

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou à procuradora-geral, Pam Bondi, que solicite a pena de morte na capital do país, Washington, em todos os casos que cumpram os “fatores aplicáveis”, como mais uma medida justificada sob o controle federal da cidade em função do alegado aumento da criminalidade.

A pena de morte na capital americana havia sido abolida em 1981.

A ordem de Trump estabelece que o procurador-geral para o Distrito de Columbia deverá pedir a pena de morte em todos os processos judiciais onde existam “fatores aplicáveis”.

Além disso, a ordem acrescenta que dar prioridade a essa medida merece atenção especial diante das “ameaças à segurança pública” que a cidade enfrenta.

Sob a mesma lógica, o governo federal assumiu o controle sobre a polícia metropolitana da capital desde 11 de agosto e mobilizou milhares de membros da Guarda Nacional e membros de diversas agências federais para realizar operações.

*EFE


A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reforçou a advertência feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil durante o discurso na 80ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Em publicação no X nesta terça-feira (23), a secretária de imprensa destacou o alerta de que o país sul-americano “falhará” caso opte por se afastar da potência norte-americana.

– Trump alerta que Brasil vai falhar sem a parceria com os EUA – escreveu, junto de uma imagem que mostra as bandeiras dos EUA e Brasil entrelaçadas em uma ilustração feita em um muro de tijolos.

A fala de Leavitt diz respeito ao momento do discurso de Trump em que ele insta o Brasil a se alinhar novamente aos EUA.

– No passado, o Brasil tarifou nosso país de uma forma muito injusta. E por causa dessas tarifas, nós pusemos tarifas de volta, e também como presidente, eu defendo a soberania e direitos de cidadãos americanos. Eu lamento dizer que o Brasil está indo mal, e que vai continuar indo mal. E eles só irão bem se trabalharem conosco. Sem a gente, eles vão falhar como outros falharam – afirmou o presidente norte-americano.

Em outro momento, Trump declarou que o Brasil “enfrenta tarifas massivas em resposta por seus esforços sem precedentes para interferir nos direitos e liberdades dos nossos cidadãos norte-americanos e outros”, aplicando “censura, repressão, corrupção judicial e perseguição a críticos políticos nos Estados Unidos”.

*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/FRANCIS CHUNG / POLITICO / POOL


Durante discurso na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (23), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que teve uma breve conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que os dois concordaram em se reunir na próxima semana.

A declaração ocorreu no contexto em que Trump comentava as tarifas de 50% impostas ao Brasil e mencionou como um dos motivos a resposta ao processo judicial que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe.

Trump defendeu o uso de tarifas como forma de “mecanismo de defesa”, ao alegar que, por muitos anos, os EUA foram alvo de práticas comerciais descontroladas. “Estamos aplicando tarifas para nos defender”, disse, reforçando que o Brasil só poderá se beneficiar economicamente quando “trabalhar conosco”.

Ao citar Lula diretamente, Trump destacou que a conversa entre os dois foi positiva e que ambos concordaram em aprofundar o diálogo.

*Metro1
Foto: Reprodução/Youtube


Governo Trump também havia limitado presença do ministro da Saúde do Brasil, que desistiu da viagem

Trump determina medidas restritivas para países como Irã, Sudão, Zimbábue e Brasil durante evento da ONU: questão de segurança | Foto: Reprodução/Twitter/X
Trump determina medidas restritivas para países como Irã, Sudão, Zimbábue e Brasil durante evento da ONU: questão de segurança | Foto: Reprodução/Twitter/X

O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, anunciou nesta segunda-feira, 22, que os Estados Unidos (EUA) restringiram a circulação dos representantes iranianos na Assembleia-Geral da ONU. O governo Donald Trump determinou principalmente que os membros da delegação persa só possam transitar em áreas ligadas diretamente à sede da ONU e, sobretudo, apenas para compromissos oficiais. A informação está no perfil do assessor no Twitter/X.

O secretário de Estado Marco Rubio foi quem assinou a resolução. O texto veda a permanência dos iranianos em outros pontos de Nova York. Além disso, proíbe a compra de bens de luxo acima de US$ 1 mil ou o acesso a clubes de atacado sem aprovação.

EUA: medidas de segurança

Segundo o Departamento de Estado, a medida impede que “as elites clericais façam compras nos Estados Unidos enquanto o povo iraniano enfrenta pobreza e escassez de bens básicos”. Rubio disse que a decisão tem base em questões de segurança nacional. 

O “Proteger os norte-americanos é sempre nossa prioridade. Não permitiremos que o regime iraniano use a Assembleia-Geral como desculpa para circular livremente em Nova York e promover sua agenda terrorista”, afirmou.

Ele acrescentou que a ação reafirma o apoio dos Estados Unidos à população iraniana, hoje governada por Masoud Pezeshkian. “Queremos que o regime seja responsabilizado.”

Antes dessa decisão, os Estados Unidos já haviam imposto restrições semelhantes ao ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha. O governo Trump limitou sua circulação em Nova York a um pequeno perímetro em torno do hotel e das rotas oficiais até a sede da ONU. Diante das restrições, Padilha desistiu de participar da Assembleia-Geral.

Informações Revista Oeste


Em troca, organização terrorista pode liberar metade dos reféns

Trump e Netanyahu
O presidente norte-americano, Donald Trump, posa em foto ao lado de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense | Foto: Reprodução/Amos e Ben Gershom/Flickr 

A organização terrorista Hamas preparou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo apuração da emissora de TV Fox News, será pedido um cessar-fogo de 60 dias em troca da liberação de metade dos reféns mantidos em Gaza. O veículo de comunicação afirma que a carta deve ser entregue ao norte-americano ainda nesta semana.

Estima-se que 48 pessoas estejam reféns do Hamas, segundo o American Jewish Committee (AJC). Trump tem atuado como defensor de Israel e, em mais de uma ocasião, se posicionou contrário à estratégia do Hamas. “A situação precisa acabar”, declarou em agosto. “O Hamas sabe que, se entregar os reféns, provavelmente será o fim de suas vidas.”

Governo Trump criticou países que reconheceram a Palestina

Em sua movimentação mais recente relacionada ao conflito Israel-Hamas, o governo norte-americano reprovou a decisão de países aliados que apoiaram a criação do Estado palestino. No domingo 21, Reino Unido, Austrália e Canadá reconheceram oficialmente a Palestina como uma nação soberana — mas sem detalhar quais seriam suas fronteiras.

O governo Trump classificou o ocorrido como um “gesto teatral”, reforçando que sua prioridade é garantir a segurança de Israel e a libertação dos reféns. Além disso, Washington afirmou que Israel iria retaliar “simbolicamente” os países apoiadores.

Além da declaração oficial, um grupo de 25 políticos do Partido Republicano dos EUA publicaram uma carta afirmando que essa é uma “política arriscada que coloca em xeque a perspectiva de paz”. Entre os apoiadores do texto, estão o senador Ted Cruz e a deputada Elise Stefanik.

Atualmente, cerca de 140 Estados membros da Organização das Nações Unidas já reconhecem a Palestina.

Informações Revista Oeste


O governo dos Estados Unidos decidiu estender as sanções previstas na Lei Global Magnitsky à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e ao Instituto Lex, organização jurídica com vínculos familiares.

O anúncio foi feito no site do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, nesta segunda-feira (21). As penalidades já haviam sido aplicadas ao próprio Moraes em 30 de julho.

O Instituto Lex, com sede em São Paulo, atua na área de capacitação jurídica e oferece serviços voltados ao desenvolvimento profissional de operadores do Direito, conforme descrito em seus canais oficiais.

Com as sanções, todos os eventuais bens de Viviane nos Estados Unidos estão bloqueados a partir de agora, assim como qualquer empresa que esteja ligada a ela.

A medida seria apenas o primeiro passo de um possível conjunto mais amplo de sanções, que poderá atingir outras autoridades e setores no Brasil.

Formada em Direito pela Universidade Paulista (UNIP), Viviane lidera o escritório do Lex sediado em São Paulo, onde dois dos três filhos que tem com o ministro do STF são sócios. A banca representa o Banco Master em algumas ações. A instituição bancária se envolveu em uma controvérsia ao oferecer uma política agressiva para captar recursos, mas usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para cobrir dívidas.

A lei norte-americana leva o nome de Sergei Magnitsky, um advogado tributário – morto em 2009 – que expôs uma fraude bilionária praticada por altos funcionários do Ministério do Interior da Rússia. Ele trabalhava para o fundo de investimentos Hermitage Capital Management, fundado pelo americano William Browder e pelo brasileiro Edmond Safra.

A retirada de uma pessoa da lista de sanções requer comprovação de que ela não teve envolvimento nas condutas que motivaram a punição, que já tenha sido julgada por isso ou que tenha demonstrado uma mudança significativa de comportamento.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert/PR

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