O corpo da atriz foi encontrado no Lago Piru, na Califórnia, onde ela desapareceu após um passeio de barco na última quarta-feira (08). Segundo o departamento de polícia de Ventura, que investiga o caso, “a recuperação (do corpo) está em andamento”. Segundo o site TMZ, o corpo é da atriz, mas a polícia fará uma coletiva as 18h para anunciar a identidade do corpo
Naya Rivera desapareceu na última quarta (8), ficou famosa pela série ‘Glee’, em que viveu por seis temporadas a cheerleader Santana. A atriz desapareceu depois de sair de barco com o filho, o garoto Josey, de 4 anos, foi encontrado sozinho na embarcação horas depois da saída dos dois no equipamento alugado. A criança contou que mergulhou com a mãe, mas Naya não voltou para o barco. O menino está bem, sob cuidados do pai, o ator Ryan Dorsey, ex-marido de Naya.
Sonares, câmeras controladas remotamente e mergulhadores estão sendo usados na busca. A visibilidade no lago não é boa e há muita vegetação e detritos no fundo do lago. A polícia trata o caso como um acidente até o momento.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, alertou a líderes políticos a necessidade de se preparar para situações ainda piores em função da pandemia de coronavírus que atinge o mundo. Em pronunciamento hoje (13), em Genebra-SUI, ele afirmou que a situação do doença tende a ficar “pior, pior e pior”. “Deixe-me ser franco, muitos países estão na direção errada, o vírus continua sendo o inimigo numero um do mundo”, afirmou o dirigente. “Se o básico não for seguido, o único caminho dessa pandemia será ficar cada vez pior e pior e pior”, acrescentou.
De acordo com contagem da agência de notícias Reuters, as infecções superaram a marca de 13 milhões em todo o mundo, sendo um milhão em apenas cinco dias. Ao todo, mais de meio milhão de pessoas já morreram em decorrência da doença.
“Não haverá uma volta ao antigo normal no futuro próximo”, alertou Tedros.
De acordo com a OMS, dos 230 mil casos diários, quase 80% ocorreram em apenas dez países e 50% de apenas dois países: EUA e Brasil. “Ainda há muito para se preocupar”, disse. “Se o básico não é seguido, só há um jeito dessa pandemia continuar: piorando”, declarou Adhanom.
Antes, epicentro do coronavírus nos Estados Unidos, a cidade de Nova York registrou seu primeiro dia sem óbitos em decorrência da doença após quatro meses. Isso aconteceu no sábado (11), de acordo com o Departamento de Saúde e Higiene Mental da cidade. No mesmo dia, o órgão confirmou novos 341 diagnósticos da doença no município.
Segundo a Veja, atualmente, o governo da cidade está flexibilizando as medidas de restrição. Já na terceira fase, estabelecimentos como salões de beleza e estúdios de bronzeamento foram autorizados a reabrir. Bares e restaurantes, por outro lado, não tem data para voltar a funcionar, já que estados como Texas e Flórida registraram grande aumento no número de casos após retomarem essas atividades.
No acumulado, os Estados Unidos confirmaram 3.304.942 habitantes infectados com o vírus e 135.205 mortos.
A embaixada da China no Cazaquistão alertou seus cidadãos a tomar precauções contra um surto de pneumonia no país que, segundo o órgão, é “mais letal que a Covid-19”.
A entidade afirmou em comunicado na sua conta oficial do WeChat na noite de quinta-feira que houve um “aumento significativo” de casos nas cidades de Atyrau, Aktobe e Shymkent desde meados de junho.
A pneumonia no Cazaquistão matou 1.772 pessoas na primeira metade do ano, com 628 mortes somente em junho, incluindo cidadãos chineses, informou a embaixada.
Ainda não está claro se é causado por um vírus relacionado ao novo coronavírus ou por uma cepa diferente. A embaixada disse que o Ministério da Saúde do Cazaquistão e outras instituições de saúde estão agora realizando um “estudo comparativo”, mas ainda não há conclusões.
De acordo com um relatório divulgado na terça-feira pela Kazinform, a agência de notícias estatal do Cazaquistão, o número de casos de pneumonia “aumentou 2,2 vezes em junho, em comparação com o mesmo período de 2019”.
Segundo o jornal chinês Global Times, o Ministério das Relações Exteriores do Cazaquistão “não respondeu a perguntas sobre o aviso da embaixada chinesa”.
O Cazaquistão registrou mais de 50.000 casos confirmados da Covid-19, incluindo 264 mortes. O número de novos casos aumentou para um recorde diário de 1.962 na quinta-feira, informou a Kazinform.
A Austrália, considerada um sucesso no combate a pandemia do novo coronavírus, nesta semana registrou um alto número de novos casos da doença. As entidades de Saúde identificaram 77 novos casos e atribuíram a nova onda de infecção a um único local na cidade Melbourne: um hotel em que as pessoas eram mantidas sob quarentena. Reportagem do portal Metrópoles explica que funcionários do local fizeram sexo com os pacientes, e por isso o número de infectados disparou.
Os seguranças do hotel admitiram que, durante os 14 dias em que os pacientes estiveram hospedados nos quartos cinco estrelas do Stamford Plaza, eles fizeram sexo.
Segundo reportagem do Herald Sun, os 77 novos casos do novo coronavírus registrados na última quarta-feira (1º), foi o número mais alto contabilizado desde 31 de março. Para as autoridades, esse aumento tem relação com os episódios ocorridos no hotel. Em toda semana, 289 pessoas foram contaminadas com Covid-19.
Em comparação a diversos países, a Austrália é um exemplo no controle da pandemia: são 8 mil casos e 104 mortes. Porém, o caso de Melbourne alertou o estado de Victoria, onde fica a cidade, para a possibilidade de uma segunda onda do novo coronavírus que pode se espalhar pelo país.
Universitários de Tuscaloosa (Alabama, EUA) estão realizando festas – chamadas de ‘Covid Parties’ – nas quais promovem o desafio de quem consegue pegar coronavírus primeiro.
A denúncia foi apresentada pela vereadora Sonya McKinstry na quarta-feira (1/7), de acordo com a ABC News.
Os organizadores das “Festas Covid” convidam pessoas que estejam com o coronavírus para intencionalmente tentar disseminar a doença, que já matou mais de 127 mil nos EUA, entre os participantes.
Segundo Sonya, as festas com a “roleta russa do coronavírus” envolvem também apostas. Participantes depositam dinheiro em um pote e quem for o primeiro infectado leva a quantia.
“Isso não faz sentido. Eles estão se infectando intencionalmente”, afirmou a vereadora.
O chefe do Corpo de Bombeiros de Tuscaloosa, Randy Smith, confirmou em depoimento na Câmara de Vereadores da cidade que a denúncia sobre as festas universitárias é procedente.
“Achamos inicialmente que fosse apenas boato. Mas investigamos e confirmamos”, disse ele.
G1 – Autoridades da cidade de Tuscaloosa, no Alabama, alertam que jovens da cidade estão organizando “festas Covid”, informaram redes de televisão dos Estados Unidos. O estado norte-americano tem mais de 38 mil casos do novo coronavírus e mais de 900 mortes pela doença.
De acordo com a emissora NBC, jovens infectados com o vírus participam da festa com outros, em tese, saudáveis. No evento, os participantes colocam dinheiro em um pote. O primeiro participante diagnosticado com Covid-19 depois da festa fica com o valor arrecadado.
As festas contrariam uma ordem da governadora Kay Ivey, que estendeu até 31 de julho a proibição a aglomerações no Alabama não relacionadas a trabalho. Além disso, o uso de máscaras em público se tornará obrigatório a partir de segunda-feira (6) em Tuscaloosa.
Em entrevista coletiva na terça-feira (30), o chefe do corpo de bombeiros da cidade, Randy Smith, disse que as festas têm ocorrido há semanas e que médicos também estavam em alerta com a notícia desses eventos.
A conselheira de Tuscaloosa Sonya McKinstry afirmou à NBC que as festas contrariam todo o cuidado que as autoridades locais vêm tendo para segurar a transmissão do novo coronavírus.
O número de casos do novo coronavírus no mundo chegou a 10,11milhões, após o registro de 96.286 novas infecções nas últimas 24 horas. O número representa uma redução acentuada nos contágios diários, informou nesta terça-feira (30) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Nos últimos dias, os casos confirmados por dia variaram de 130 mil a 160 mil, com um pico de 191 mil infecções em um único dia.
O banco de dados da OMS recebeu a confirmação de 502.278 mortes por Covid-19, o que significa 2.365 óbitos a mais do que no dia anterior.
Este é o menor número de mortes a nível mundial em semanas.
A tabela dos 12 países mais afetados do mundo permanece estável, com os Estados Unidos no topo, com mais de 2,54 milhões de casos, seguidos pelo Brasil, com 1,36 milhão.
Eles são seguidos, em ordem decrescente, pela Rússia, Índia, Reino Unido, Peru, Chile, Espanha, Itália, Irã, México e Paquistão.
Folhapress – Pesquisadores chineses identificaram uma nova variante do vírus da gripe, com potencial para se espalhar com facilidade entre a população mundial, no organismo de porcos criados em diversas províncias do país asiático.
O vírus suíno detectado pelos cientistas tem algumas características preocupantes. De um lado, as atuais vacinas contra gripe não parecem conferir proteção significativa contra ele; de outro, apesar da origem em animais, ele não tem dificuldades para infectar células humanas. Alguns dos criadores de porcos da China, ao que tudo indica, já pegaram o vírus e se recuperaram, a julgar pela presença de anticorpos em seu sangue.
Dados sobre a nova cepa do vírus influenza, como também é conhecido o causador da gripe, acabam de ser publicados na revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA (PNAS), em pesquisa coordenada por George Gao, do Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças.
Gao e seus colegas integram um esforço de mapeamento epidemiológico dos vírus influenza em porcos que, entre 2011 e 2018, coletou quase 30 mil amostras de muco do focinho de porcos em dez províncias chinesas que abrigam grandes populações de suínos. Ironicamente, o trabalho foi encaminhado para publicação em dezembro de 2019, pouco antes que a crise de saúde pública causada pelo novo coronavírus ganhasse corpo na China.
Ficar de olho na evolução dos vírus de porcos é uma medida lógica porque o organismo desses mamíferos domésticos é considerado um “misturador” natural de diferentes cepas de gripe, como as que circulam em aves (tanto selvagens quanto domésticas) e em seres humanos.
Não é por acaso que a pandemia de influenza de 2009 ganhou o apelido de “gripe suína”, e sabe-se inclusive que, durante aquele episódio pandêmico, houve transmissão de mão dupla, com a gripe passando de humanos para porcos.
Diferentes formas do vírus da gripe frequentemente “embaralham” seu material genético dentro do organismo de seus hospedeiros, um processo que costuma dar origem a novas combinações, as quais podem pegar de surpresa as defesas de futuras vítimas. É o que parece ter acontecido com as novas variantes identificadas pelos pesquisadores chineses, apelidadas por eles de G4 (genótipo 4).
Assim como o vírus da gripe de 2009, os vírus G4 são classificados como H1N1 (sigla de duas moléculas importantes que compõem o vírus, responsáveis por sua entrada e saída das células infectadas). Mas eles sofreram tantas mutações que a vacina contra os vírus H1N1 já conhecidos não é capaz de neutralizá-los.
Além disso, outras moléculas do vírus vêm de misturas genéticas com duas outras cepas, uma similar à gripe de aves e outra que circulava na América do Norte. Trata-se, portanto, de uma junção de três formas anteriores do vírus influenza, numa combinação que não tinha sido vista até agora.
Experimentos feitos com células humanas e com furões (animais muito usados para estudar a evolução da gripe) mostraram que os vírus G4 infectam com facilidade esse tipo de célula e causam sintomas típicos de gripes relativamente graves. Uma análise de anticorpos no sangue dos que trabalham com criação de porcos nas mesmas províncias chineses, um grupo de mais de 300 pessoas, revelou que 10% delas parecia ter tido contato com a nova cepa.
Os especialistas defendem a intensificação do monitoramento e do controle entre suínos para evitar que o novo vírus, que tem potencial pandêmico, consiga se espalhar mais entre os seres humanos.
Nesta terça-feira (23) o presidente dos EUA, Donald Trump disse, ter determinado ao governo federal que prenda qualquer pessoa que destrua ou vandalize “qualquer monumento, estátua ou outra propriedade federal nos EUA”.
Trump afirmou que os acusados poderão pegar até dez anos de prisão, com base em uma lei criada em 2003, chamada de Veterans’ Memorial Preservation Act, que busca proteger homenagens a militares que lutaram em guerras.
Rotativo News/informações Pleno News Foto: EFE/EPA/Jim Lo Scalzo